Coleção pessoal de celso_nadilo
O corvo anda pelas tripas espalhadas.
Em seu bico o sangue que toca alma
Dentro de superfície sua alma paira em busca de um espírito puro.
Na fogueira acessa no alto da montanha pelo xamã em busca da viajem espiritual,
Transpassa a solitude dos ceus o corvo arranca alma daquele que morreu indignamente... deixando dívidas e muito sofrimento dentro do espírito angústia visceral, ganha contraste do espírito que foi condenado morrer sem um coração. Sua alma só descansara se vingança for feita pela vidas perdidas.
No beco da favelas somos marginais,
Vagabundos sem leis.
Os estados unidos da america classica somos terrorista so vendemos balas e fazemos marabaris para ganhar o dinheiro do pão.
Somos Vagabundos por nao ter estudo agora somos criminosos...
Não temos teto para morar,
Mais acham são reis do mundo.
Mais por cinco anos pagamos impostos ainda somos ladrões.
Dentro do constrangedor dos atos desesperado.
Sois o joguete sois diante o espelho algo se diz homem mais clone mau idealizado.
Vemos como a tempos contemporâneos mais um fardo da desvivência clara do candidato.
Atos de clara corrupção e desvio de recursos da União será mais uma página nebulosa da democracia...
Atos insanos golpistas.
Atos medonhos envergonhaso contra a patria... ainda tem vários outros predicados mesmo assim continua um político.
Nas virtudes do atribuição da constante seja possibilidades e variações da equação.
Sendo digno ate fruto da manipulação se torna fenômeno mundial como as grades da existência contemporânea.
Vemos aglomerados de estrelas novos horizontes nos capítulos da humanidade. Mas máscaras são reunidas pelo sinismo e negacionismo.
Sendo sensatez a falta de escrúpulos.
Mais-valia da costura do tecido da existência contemporânea.
Numa cadeia de eventos somos sustentável...
Ou aprendemos sermos insensatos diante de uma teia biológica....
somos servos cegos da alienação coletiva.
Pense seremos assimilados pois ignora e declínio.
Nos firmamento temos individualidade racional mais na transcendência do ser alienado vemos aglomerados de vies que entorpece a mente mostra degradação da humanidade. Tendência involuntária também tem seu erros pois dentro das contradições somos copilidos a crítica o pensamento nublado nebuloso dentro da bolha que desprende se da realidade.
Mais quando temos a visão de compreender a matrix sua manipulação.
Aprendemos que o controle está todo lugar mais não vemos as correntes que nos aprisiona apenas glorificamos a prisão pois aonde viveríamos diante o caos que nos colocamos. "Ainda quero comer churrasco delicioso da floresta destruída e o carvão era a parte da floresta devastada."
*respiro minhas memórias pois ar e refinado nos purificadores*
Nossas vidas roubadas pelas necessidades de homem se dizem deuses de mundo decadente*
Na sub existência do amanhecer da humanidade... somos pequenos lampejos de paradoxos em aflor de tantos seres somos apenas humanos...
Entre dia e a noite somos ilusões do tempo.para o qual estado alterado de consciência se vê no amanhecer de cada instante ate anoitecer, quando anoitece nos vemos nos aglomerados da madrugada.
E evoluímos diante o abismo que transpoem laços da eternidade.
Toda constante tem um espelho quantico. Pois a variável e parte da energia para energia não há espaço ou tempo se existe hoje sempre existiu pois ate nos primórdios houve um momento que energia tocou o homem na fogueira ouve evolução existencial dos humanos.
Toda constante tem a variável em tuas mãos sois vento levou tantos momentos numa constante...
Num voo cego o paradigma se contrata e um fato que desdém o instinto que a variável do relativismo.
Se o amanhã anotamos tudo...
....para que o paradoxo tome formas.
Mas.
Somos copilidos pelo que somos.
Diante o que somos ainda seremos o somos.
Nas profundezas do esquecimento somos um vórtice de contradições e reações...
Para as realizações somos servos de nos mesmo esperando um dia melhor...
Então somos apenas somos dentro da apologia do ser para que sou diante do que somos...
Nas origens somos omissos pois nem a conhecemos apenas existimos no espaço continuo.
Entre os imortais somos poeia falante que resiste em viver...
Mesmo que tempo seja devastador ainda existimos.
Embora seja sagrado ser imortal vivemos numa sociedade contemporânea dos quais imortais estão numa academia de letras...
As letras são desenhos nas cavernas onde o ser humano do futuro verá fará piadas com suas leis...
E as experiências será sonhos no astral.
Nas fronteiras do conhecimento somos o caos caótico absoluto que predomina os alienígenas que somos nos diante os deuses místicos do feudalismo digital.
Somos objeto de estudo enriquecimento cultural raríssimo...
Julgamos o contemporânea vida numa alienação coletiva abstrata entre crias dos vies acúmulo do absurdo.
Ainda sobreviventes do ambientalismo do gado pois o gado alimenta o povo a floresta apenas mato cresce em qualquer lugar.
Nas lágrimas veladas espinhos são expostos como alivio da vida,
Pois mesmo magoados sejamos louvados.
"No conforto dos nossos lares, ainda vagamos pelas correntes que carregamos há séculos: a escravidão mental, emocional e os algoritmos que ditam regras. Ainda somos racistas, repressivos, ignorantes e abusivos — legítimos filhos da opressão.
Se é gay, tem que ir para a fogueira.
Se é de religião pagã, fogueira.
Se é bruxa, discriminação e fogueira, sem exceção.
Mas se é burro e alienado, torna-se o 'futuro da nação'.
Queimem os pensadores e ignorem-nos! Pois, para este sistema, eles são os loucos: os ditadores da gramática fundamental da existência."
No conforto dos nossos lares ainda vagamos pelas correntes que carregamos a séculos.
A escravidão mental emocional e ogaritimos tida regras.
Ainda somos racistas e repressivos ,ingnorates, abusivos, filhos da opressão.
Se é gay tem ir para fogueira.
Se é religião pagão fogueira.
Se é bruxa descriminação fogueira sem exssão.
Se burro e alienados futuro da nação.
Queime os pensadores e ignore.
Pois eles são loucos ditadores da gramática fundamental da existência.
No claro de uma nova apologia a aurora de nossas almas somos capazes de compreender que mundo é um universo humanista mesmo frio e sem sentimentos observamos a grandeza de uma gigantesca força da natureza.
Nossos reflexos são pequenas sombras na ilusão humana.
Devemos glorificar olhar as estrelas ver que do nosso microcosmo ainda somos arrogantes e mesquinos...
Nos alienamos pois assim a gloria na riqueza e no impunidade...
Vazamos tanto conhecimento mais ainda não conhecemos nem a nos mesmo.
Pois somos universos denfro de universos... nem quem criou a humanidade sabemos de fato,
E nem temos idea do potencial temos.
Vagamos pelas riquezas da existência somos fragmentos da verdade escorre pelo espaço sideral e restante do cosmo. Gritamos que existimos.
Mais ainda caminhamos na caverna de Platão... outras vezes caminhamos dentro da caverna digital.
Por Celso Roberto Nadilo.
Nas fronteiras do medo o somos diante do somos?
Fronteira da galáxia é a mesma imensidão do passado e quando sonhamos vemos aglomerados de estrelas que brilham nos nossos pensamentos.
