Espinhos da madrugada Ecos do coração... Celso roberto nadilo

Espinhos da madrugada
Ecos do coração embriagado.
Flores que sangram
memórias tais lembranças.
Fogo arde queima a paixão...
Vultos na parede do quarto
Devido devido a fumaça do cigarro.
Delírio da bebida vangloriar
Os espinhos da madrugada...
Flores que sangram nas sombras dos quarto.
Vago meus pensamentos perdidos
No transe profundo torna navegante.