Coleção pessoal de celso_nadilo

261 - 280 do total de 951 pensamentos na coleção de celso_nadilo

O homem é um pássaro sobre abismo
Medo que cair, pois voar igual a andar,
Se torna fenômeno cair do ninho aprender a voar.

Brilho na escuridão do espaço.
É brilho na imensidão
O passado é visto para se desvendar o futuro.
Nossos olhos vem luz da estrela mais quando olhamos mais perto a luz se embaraça como pingo cai no lago cria ondas se refleti em profundo sentimento.

​O Paradoxo do Eterno e o Resgate no Nexus
​Preso no vazio do Nexus Temporal, Samuel sentia sua mente fraquejar enquanto mastigava os restos secos de um amanhã que nunca existiu. Mas o universo não aceita o vácuo, e muito menos o apagamento de uma linhagem que já reescreveu a história.
​De repente, o tecido cromático da cela quântica rasgou. No meio do nada, surgiu Cecília.
​Ela era a bisneta de Samuel, uma variação temporal viva nascida diretamente do paradoxo cronológico. Cecília não deveria estar ali, mas, pela lei fundamental do Colisor de Pensamentos, aquele que existiu sempre vai existir. O tempo pode ser dobrado, sabotado e trancado, mas a existência de uma consciência é indelével.
​Como a física do espaço-tempo proíbe terminantemente a presença de dois "Eus" idênticos no mesmo ato do loop, o universo resolveu a equação da forma mais caótica possível: em vez de trazer o velho Samuel ou o filho dele, a própria linha do tempo materializou Cecília no Nexus como uma força de compensação. Ela era a resposta matemática à prisão de seu ancestral.
​Cecília olhou para Samuel, o bisavô debilitado pelas migalhas quânticas, e estendeu a mão. Em seu pulso, um dispositivo feito com a carcaça modificada da velha Voyager 1 brilhava com a energia dourada dos cofres roubados do passado.
​— Eles acharam que podiam trancar a nossa história em uma cela, bisavô — disse Cecília, com a voz ecoando em várias frequências temporais ao mesmo tempo. — Mas eles esqueceram a regra básica: nós quebramos o tempo antes mesmo de eles inventarem as facções.
​O Nexus começou a tremer. As paredes invisíveis da prisão das facções racharam quando a presença de Cecília forçou o loop a se expandir. O confinamento havia acabado. A linhagem de Samuel não era uma prisioneira do tempo; eles eram os donos dele.
​— Vamos embora — Cecília sorriu, ativando o motor tridimensional. — Temos uma bomba atômica no Brasil para proteger e umas facções temporais para apagar da história.

​Diário de Bordo: Os Gafanhotos Espaciais e os Colonizadores de Embriões
​A bordo, a nossa carga mais preciosa e contraditória: uma colônia de embriões humanos, a semente dos novos colonizadores. Para o universo, somos apenas os Gafanhotos Espaciais, mas para o futuro da nossa espécie, somos os carregadores de sonhos.
​No meio do caminho, aceitamos uma nova carona: uma garota Veridiana do planeta Traquis 4. Ela trouxe consigo um bicho bizarro, uma criatura que caça humanos com o único objetivo de infectá-los com um vírus mutante controlado por um fungo pensante. Mal sabiam eles onde estavam se metendo.
​Encostamos a nave em um novo posto de parada, na borda de um buraco negro. A gravidade da massa crítica estava tão violenta que, assim que estacionamos, o motor da nossa nave simplesmente despencou no chão do posto. Enquanto o piloto descia, calmo, para comprar cigarros eletrônicos, o caos humano acontecia ao redor.
​No restaurante do posto, uma baleia espacial girava no espeto. Um dragão imenso esperava pacientemente pelo seu pedido. Aproveitando a distração da criatura, um dos nossos humanos roubou as correntes de ouro do dragão e ainda arrancou alguns de seus dentes. Tudo para virar enfeite no painel da nave, logo ao lado de uns chifres que surrupiamos de um povo espacial que parecia uma mistura de polvo com rinoceronte. Os outros passageiros do posto começaram a suar frio de medo da humanidade. Afinal, quem usa uma cabeça de Predador como abajur no painel não está para brincadeira.
​A infecção que a garota de Traquis 4 planejava foi um fiasco. O cachorro espacial que ela carregava ficou para trás no posto, morto. O fungo pensante e todas as pragas alienígenas simplesmente murcharam e morreram ao entrar em contato com os terráqueos. Depois de séculos de história humana sobrevivendo a esgotos, pandemias e miséria, nós somos imunes a qualquer ameaça biológica do universo; o resto do cosmos é que é frágil demais para nós. Para piorar a situação da Veridiana, o feitiço virou contra o feiticeiro: o vírus falhou e a garota já estava grávida de um dos tripulantes terrestres.
​De volta à rota, cruzamos com um cemitério de naves abandonadas. Para os gafanhotos humanos, aquilo era um shopping a céu aberto. Em minutos, estávamos saqueando tudo: calotas de motores hiperbólicos foram adaptadas na nossa lata velha, novos propulsores foram soldados na carcaça e roubamos até tecnologia de teletransporte e cápsulas de imersão de sono criogênico — onde o sono comum era, na verdade, uma viagem por um universo paralelo.
​Com os motores novos instalados e os tanques cheios, o saque rendeu mais do que peças: encontramos as coordenadas de um novo planeta pronto para ser invadido. A colônia de embriões já tem um novo lar para sugar. O universo que lute.
​— Por Celso Roberto Nadilo

Diário de Bordo: Favelas Espaciais e a Sucata da Voyager 1
​O espaço profundo tem sua própria periferia. Longe do brilho dos planetas centrais da Confederação Estelar, orbitam as favelas espaciais — imensos aglomerados de carcaças de naves, asteroides amarrados por cabos de aço e estações abandonadas. Ali vivem os sobreviventes da raça humana, os renegados cósmicos e seus filhos mestiços.
​Nas favelas da Terra, a sobrevivência girava em torno do tráfico de drogas e do contrabando de armas. No espaço, o crime evoluiu: o negócio das novas facções é o tráfico temporal. Eles vendem fendas no tempo, contrabandam tecnologias de séculos passados e compram futuros alternativos no mercado negro. O crime agora rasga o tecido da realidade.
​Enquanto o crime domina a periferia do cosmos, nossa nave enferrujada continua sua marcha. Deixamos parte dos tripulantes colonizadores nos seus novos destinos: alguns ficaram em um pedaço árido de lua, outros montaram acampamento em um planeta tomado por árvores colossais. A semente humana foi plantada mais uma vez. A garota Veridiana, completamente adaptada ao ritmo da nossa espécie, já está grávida de novo. A linha de produção de humanos não para.
​Para continuar viagem, nossa lata velha precisava de um trato. Nas oficinas clandestinas da favela espacial, a nave ganhou moldes novos e uma repaginada na lataria. Mas a grande joia do ferro-velho veio do passado da nossa própria história: os mecânicos conseguiram resgatar os restos da lendária sonda terrestre Voyager 1, lançada no século XX.
​Arrancamos o gerador termoelétrico de radioisótopos da velha sonda e o adaptamos como um motor de gravidade quântica. Aquela relíquia de alumínio e ouro, que um dia levou um disco com os sons da Terra para o infinito, agora serve de calço e propulsor para a nave mais vigarista da galáxia.
​Com o motor da Voyager roncando alto e a gravidade distorcida na base da gambiarra, aceleramos rumo ao próximo quadrante. O espaço é grande, mas para os gafanhotos humanos, é apenas um imenso ferro-velho esperando para ser desmanchado.
​— Por Celso Roberto Nadilo

Diário de Bordo: O Retorno dos Gafanhotos à Velha Terra
​O que parecia um mito nos becos escuros das favelas espaciais agora estava em nossas mãos: a chave temporal. Ligada aos cristais de tempo que contrabandeamos e alimentada pelos novos motores tridimensionais, a nossa lata velha deixou de apenas flutuar no espaço; agora, ela rasga o próprio tecido do ontem e do amanhã.
​Ao ver os indicadores do painel brilharem com a energia cronológica, os olhos do capitão faiscaram de pura malícia. Ele tragou o resto do cigarro, olhou para a tripulação de loucos e deu a ordem que mudaria o rumo da galáxia:
— Vamos voltar para a Velha Terra.
​O plano não era um retorno pacífico ou um resgate nostálgico. Nós tínhamos novas perguntas que só o passado poderia responder, mas, acima de tudo, precisávamos de novas cargas. O estoque de cachaça de metanol estava no fim, os embriões precisavam de reforço e o universo ainda tinha muitos postos de combustível para explodirmos. A Terra — com toda a sua história de guerras, recursos e a nossa própria linhagem de malandros — era o mercado atacadista perfeito para a nossa predação.
​Os motores tridimensionais roncaram, os cristais de tempo canalizaram a energia quântica e a nave inteira tremeu, saltando através das eras.
​A humanidade já era o terror do espaço profundo. Agora, com o controle do tempo, nem o passado da Terra está a salvo de nós. Segura o cinto, porque os gafanhotos estão voltando para casa.
​— Por Celso Roberto Nadilo

​Diário de Bordo: O Boteco do Fim do Universo
​Entramos em um entreposto de trocas que parecia uma taverna de piratas da Terra do século XVIII. Para nossa surpresa, o lugar já estava infestado: outros humanos terrestres bebiam, riam alto e controlavam o ambiente. No centro do salão, um churrasco inacreditável: eles assavam um Predador e vários outros monstros espaciais no espeto, alternando os cortes com goles de chimarrão e tragos de uma velha e violenta cachaça.
​Um dragão alienígena, querendo cantar de galo e impressionar os recém-chegados, arrancou o copo da mão de um dos humanos e virou o líquido de uma vez. Mal sabia ele que a nossa cachaça era feita à base de metanol purificado, direto do combustível da nave — o mesmo álcool corrosivo de postos de gasolina terrestres. O dragão engoliu, arregalou os olhos, soltou um último bafo de surpresa e caiu morto no chão; sua boca derreteu instantaneamente de dentro para fora. Os humanos só riram. Mais um adorno e um par de chifres garantidos para o painel da nossa nave.
​O barman, um ser cheio de tentáculos, começou a tremer de pavor atrás do balcão. Com medo de ser o próximo espeto da noite, gaguejou apavorado:
— Por favor... não quebrem o lugar. Posso arrumar um quarto para vocês, algumas garotas de graça, o que quiserem!
​Mas para os gafanhotos humanos, o suborno padrão nunca é o bastante. Olhando fixamente para os tentáculos trêmulos do barman, o piloto tragou seu cigarro e exigiu o verdadeiro tesouro daquela espelunca:
— Esquece as garotas. Eu preciso é de ervas do espaço para o meu cachimbo. Anda logo.

​Diário de Bordo: O Planeta Devastado e o Berço da Nova Praga
​Enquanto o piloto acendia o cachimbo, alguns tentáculos da erva alienígena ainda tentavam rastejar para fora do fornilho. A fumaça densa e tóxica invadiu a nave. No meio da névoa alucinógena, a garota Veridiana entrou em trabalho de parto. O DNA terráqueo operou seu milagre caótico: ela deu à luz seis filhotes humanos de uma vez, cada um de uma cor diferente — o reflexo exato da nossa tripulação multicultural. Para comemorar, abrimos algumas latas de cerveja quente, fermentada direto no calor do reator da nave.
​Navegando pelo quadrante, encontramos um planeta verde e abundante, que já vinha sendo timidamente depredado por dragões locais. Mas o estrago dos nativos não é nada perto do profissionalismo humano.
​Na descida, a nossa nave amassada arrebentou as copas das árvores e abriu uma clareira na marra, pegando um pedaço de terra com água e uma cachoeira. A mera chegada da nossa carcaça poluente já começou a sufocar a fauna local. Sem perder tempo, descarregamos o reator atmosférico para modificar o ar e transformar o ambiente à nossa imagem e semelhança.
​Duas colônias humanas foram instaladas em tempo recorde. O extermínio dos dragões foi rápido, sistemático e industrial. Em poucas semanas, as criaturas que antes dominavam o planeta viraram apenas desenhos rupestres nas paredes, tapetes e estátuas de decoração para os novos lares dos colonos.
​Com o trabalho feito, os embriões entregues e o planeta devidamente condenado ao progresso humano, a nave deu mais um estouro no motor. Deixamos a nova colônia para trás, acelerando a nossa lata velha de volta à escuridão do espaço.
​O universo que se cuide, porque os filhos da Terra acabaram de ganhar mais um puxadinho.
​— Por Celso Roberto Nadilo

Epílogo: O Paradoxo do Disco e o Aroma de Vega
​O maior segredo da exploração espacial estava guardado na Terra, no laboratório do próprio engenheiro que construiu a Voyager 1. Ao analisar as últimas linhas magnéticas do Disco de Ouro antes do lançamento, ele encontrou uma faixa fantasma, gravada por uma frequência tridimensional vinda do futuro. A mensagem ecoava na cabine com uma estática pesada:
​— Resistir é inútil. Vocês serão assimilados. Porque nós somos os humanos.
​O paradoxo estava selado. O aviso do nosso retorno já tinha sido enviado antes mesmo de partirmos.
​Enquanto isso, nos céus do presente, a frota de seis naves rasga o vácuo rumo à constelação de Vega e Alpha Centauri. Um buraco de minhoca colossal é aberto na marra, distorcendo o espaço-tempo como se fosse papel.
​Dentro da cabine principal, o caos deu lugar ao conforto supremo do malandro. A cerveja está trincando de gelada na geladeira do reator; na grelha improvisada, a gordura da carne de dinossauro pinga no carvão quântico, perfumando o subespaço. A água já borbulha no fogareiro para passar aquele café preto forte pegado no caminho, e o aroma do chimarrão fresco corta o cheiro forte da caça pré-histórica. A despensa vai cheia pelos próximos mil anos.
​Ao fundo, a música do Disco de Ouro ecoa pelas caixas de som da frota, vazando pelas frequências de rádio de todo o quadrante galáctico. Nos planetas vizinhos, as civilizações do velho povo alienígena sintonizam a estática, escutam a melodia da Terra e começam a chorar de puro desespero.
​Eles já sabem. Não há para onde fugir. Os humanos voltaram — e o churrasco está servido. Kkkk.
​— Fim da Linha Temporal (Por Celso Roberto Nadilo)

Diário de Bordo: Gafanhotos de Ferro e o Elemento 115
​Navegantes de sonhos, realizadores de mundos multiculturais. Nos fardos mais difíceis, é o contraste que supera a alma. No sonho de novos mundos, pilotamos uma nave enferrujada onde, às vezes, até as peças caem pelo caminho — mas não há motivo para desespero. A carcaça de ferro leva seis humanos, loucos e viciados na alienação das máquinas, carregando os restos dos sonhos da humanidade.
​No posto de trocas cósmico, alguém estica o polegar na beira da rota pedindo carona. Paramos, mas os passageiros da nossa espécie sempre roubam algo, pelo puro e simples vício de surrupiar. Dessa vez, até o olho de um infeliz homem-polvo da era de Cristo foi levado; vai ficar bem ali, pendurado no retrovisor da nave.
​Na hora de abastecer, o bom e velho golpe: usamos uma mangueira para desviar o combustível para outros dois tanques clandestinos. Paga um, leva três.
​A velha balconista alienígena, apavorada, cochicha pelo rádio:
— Terráqueos chegando... Fechem tudo! Lacrem os olhos e deixem que peguem o que quiserem, contanto que vão embora!
​Sob a luz cósmica, a polícia interestelar aponta no horizonte, mas recebe ordens imediatas de recuo. Nem a Confederação Estelar ousa mexer com os "gafanhotos humanos", os devoradores de mundos, os destruidores de galáxias.
​De repente, a nave solta um estouro mecânico. Todos congelam por um segundo, mas o perigo real não é o motor. Só de chegarem perto de nós, as bactérias e doenças que carregamos no corpo começam a corroer os policiais intergalácticos vivos. O posto de combustível explode em um clarão de plasma enquanto o nosso piloto, calmamente, acende um cigarro.
​Contornamos a nebulosa com os tanques cheios, acelerando rumo aos confins do espaço profundo. A nossa busca continua: atrás de Hélio-3 e do misterioso Elemento 115. Só precisamos achar mais um ponto no mapa para colonizar, sugar até o caroço... e partir.
​— Por Celso Roberto Nadilo

Flores da devastação
Metamorfia de laços profundos na desconexão com a realidade.
Beija flor do nexos ao florismo da alma.
Vastidão do eufemismo transgrede a humanidade.

Dualidade e insanidade.


Compreender eu do espelho e espinhos da existência.


Conjectura da fragmentos do eu
Trazem o desfrute do euforismo.
A capacidade de compreender o ser eu
No espelho caleidoscópio tornasse o teor da desconexão da realidade.

Fato do fascismo de sagitário.
Na era de aquários somos apse mesmo tempo somos alienígenas no proprio mundo.

Emoções num poço de gravidade massiva somos visionários no lienar do evento de sagitário...
Dualidade nas cruas vertentes alienação intelectual se torna evidência que terra pode ser plana pois nunca virão o espaço sideral, nunca tiveram a realidade ambígua. Penas um gosto do mundo imerso da paralelos digitais
Por Celso Roberto Nadilo

Olhando para seus olhos vejo corpo se alimentando de sonhos caminhando para infinito.
Tantas contradições diante corvo faminto.
Tais julgo afoga se no fulgaz instante voo se torna solitário diante a lápides.
Buscando novos horizontes diante a chuva que cai.
Gritos no silêncio de teus lábios flamejantes rasgam os ceus.
A emoções devastam a terra o tornam os ceus cinzas em azuis.

Nossas compreensão inata do infinito nos da compreensão nada conhecemos diante do nada somos nada ate olhamos para um espelho temos a perspectiva que somos algo dentro de mundo não compreendemos mas. Buscamos compreender coisa então obscuras nossas mentes.
Ao faze lo olhamos universo dentro da gente ouvindo que coração só um pássaro que voa nas emoções, no biológico so um bomba que pulsa sangue para veias e organs do corpo.
E tras da consciência o que existe seu eu do espírito. Tudo seria das mesma forma sem sentido e mesma compreensão do universo seria nada buscando nada... pois somos diantes pensamentos fragmentos no universo.
Muitas pensar se torne um crime pois temos inteligência artificiais para pensar. Me lembrei um tempo meu avo dissia não use calculadores logo ela pensará por você. O espelho do passado me olhar para futuro.
O espaço se torna menor pois ganhamos as estrela como uma criança ganha presentes.
No profundo da gente vejo calculadora ganhando consciência.
As pessoas em suas ilhas de solidão feliz por se conectar ao mundo digital.
A calculadora diz bem vindo volte sempre.
A lua esta tão perto nossas almas distantes da verdade que profundezas de um ser é conseguir se compreender.
Ser o que diante somos e ouvi as estrelas como parte desde mundo.
Não a salvação do mundo.

Sons dos distantes mistérios da humanidade.
O que são alem do barulho estático no rádio.
Antenas olham para ceus ganham novo conceito.
No mesmo sublime o espaco tem voz e alguém ouve.
Alguém quer falar nos distantes cosmo.
Mais o que responder e o que ouvimos?
Ter compreensão do somos diante o somos a poeira pensante talvez entender o que somos diante o universo seja uma das resposta, mais ter a responsabilidade do somos diante do universo.

Energia que nos sustenta é mesma que nos criou no fardo instante fomos copilidos para existência com sopro da nebulosa respiramos mesmo assim insistimos que universo casca de ovo aonde fomos expostos pelas correntes da intrusida pela sequência de fatos evolutivos ou deuses místicos.
So existimos pela persistência de existir ate relâmpago que caiu na massa primordial foi que um raio não cai duas vezes num lugar assim prova que persistência não o causalidade mero fato natural mas sim a variação temporal no exato momento.
Mesmo que mundo fosse micro cosmo seria micro vida pois somos que devemos ser diante nossa natureza ser a devastação do mundo ainda resta humanidade no humano terrestre.
Nas serpentes universais vemos vida nos cantos escuro deste mundo.
Mais ainda não tempo a compreensão de nós mesmo diante do universo.
Ai raça superior diz ainda não a hora de ter contato ai some nas poeiras cosmica e vagamos nos restos da sua própria existência.

Em toda imensidão não cabe eu e minha imersão na imensidão so comparável ao sentido por você.
Dentro da imensidão só apenas a poeira cósmica soprada pelos ventos solares para os quais senti parte da imensidão passando por meus olhos.
Uma nuvem de poeira cosmica.
A mesma que deu origem a vida,
No silencio respiro parte da mesma imensidão vejo o tempo se efêmero diante o complexo na vida poeira um dia foi rocha no outro momento parte de um planeta algo parte do universo.
Num enigmático dia abri olhos vi que era um terraquio como pode ser...?
Pois me pergunto meus olhos queimarem nos raios do sol vejo cada segundo como único.
Respirar e respirar sentir coração bater sangue correr pelas veios.
Me sinto no macro cosmo olhando imensidão de ser parte de um sonho na imensidão da humanidade.
Ouvir carros passar a música ao fundo ouvi o mundo seu movimento compreendo que sentir é maravilhoso e monumental.

Dor daqueles dias passados no paradoxo do tempo e espaço translúcido no estantes que compreender é parte do infinito.
Nos atos do espaço e tempo temos dois pontos no espaço continuo aguardando luz chegar,
O início se torna o final apenas pelo astros que deixamos para trás.
A luz no exterior do micro cosmo.