Coleção pessoal de celso_nadilo

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Noite nublada e mesmo assim vejo as estrelas, constelação nebulosa e sois diante dos buracos negros e buracos brancos, intensidade das nuvens dentro das cordas.
As nuvens dentro da nebulosa, restos de um tempo que passou. Ou resto de uma estrela.
Muitas vezes vejo na minha mente um desejo eterno e puro do universo.
Abro esses pensamentos olhando o por do sol abro ideia mais profunda lapides do universo os anéis de Saturno parece ser aglomerados de asteroides viajando numa elíptica das órbitas mais altas.
Mais metais de nova matéria pode ser um novo elemento na tabela periódica.
Esse pensamento eleva para mineração espacial.

​O Manifesto do Formigueiro Digital
​Na penumbra da realidade ambígua, o mundo assiste ao espetáculo projetado nas paredes da caverna moderna. Muito além do futebol e das distrações manufaturadas, opera a engrenagem do tecno-feudalismo. Um sistema tão refinado que altera a cognição humana em massa, embala o resultado em uma "demência conectiva" e entrega ao cidadão um selo invisível de garantia de qualidade. Tudo normatizado, burocratizado e aceito com a resignação de uma garantia estendida.
​Nas galerias dessa colônia, a sociedade foi dividida em novas castas biológicas e digitais:
​O Homem-Formiga: Condenado ao automatismo do regime 6x1 (ou o sonho patronal do 7x0), ele vive em segundo plano, operando programas pré-estabelecidos para alimentar o sistema que consome sua própria existência.
​O Homem-Cópia: Aquele que abdicou da autenticidade para replicar as normas do algoritmo e sobreviver no feudo.
​O Homem-Ego: A elite moralmente vazia, os políticos e mercadores da fé que habitam o topo da pirâmide, movidos a luxúria e vaidade.
​A música do Flautista de Hamelin digital continua a tocar através das telas de silício. Os adultos marcham hipnotizados em direção ao rio do esquecimento, enquanto as crianças são sequestradas em seu futuro, trancadas na montanha da Geração Delta. É o império do Ser-Toupeira, que definha no isolamento da sua gaiola digital, alimentando-se de intimidade sintética, prostituição de curtidas e realidades paralelas. Do outro lado do espelho, os Homens-Bots da velha geração atuam como soldados automatizados de um pânico moral e político que já não compreendem.
​O Rico joga suas migalhas na floresta negra do consumo para nos dar a ilusão de um caminho de volta. Mas os pássaros do algoritmo já comeram o pão. Estamos presos no Problema dos Três Corpos da modernidade: o Caos inevitável entre a máquina, a elite e a massa.

O mundo não gira ele capota em suas metáforas ate um terra plana acreditam!
Imagina as estrelas serem luzes de abajur de Deus.

Descrevo você
Nos laços profundos do espelhos somos estranhos pois imagens podem ser distorcidas.

Nos ensaios da transcende do humnismo e transhumanismo se contrasta com homem formiga e o ser desconctado o ser crítico..
Ao caminhar entre alienígenas da alienação deferi a compilação das automatizadas da faces dos espelhos digitais.
No feudalismo digital perfeito somos marginais na beira da estrada da iluminação.

"Não grito para o universo existo, só crio a minha grandeza como uma onda."


Cada instante avançamos como disposição da caverna nem todos olham para fogo maravilhados com as sombras pois somos humanos criticos nem tudo copilido no foco da existência pois a fome de evolução mesmo na preguiça dos seres animados.


Por ser o que somos viajamos por nossos universos pessoais ignoramos existência a grandeza do universo que vivemos. Ainda mais não damos conta que podemos contemplar nosso crescimento diante das estrelas.

"Não grito para o universo existo, só crio a minha grandeza como uma onda."

Nas virtudes do ser humano.
Achamos que vemos algo não conseguimos ver diante do universo.
Crer que materia escura existe e fazer cálculos e criar equações pelo fato de crer que existe por algumas evidências.
Assim paradoxos são criados e sua materia vira materia de estudo. E evoluimos. Experiências são feitas e questões são resolvidas ou dão palco novas questões.
Enquanto isso vejo o asfalto aonde pessoas passam e carros passam sobre as ruas ignoram o fato que petróleo que compõem o asfalto era dinossauros os maiores animas da existência deste planetas..
Pois materia compõem o petróleo é decomposição organica a milhões de anos. Olhares navegantes se fixa numa tela de celular aonde mesmo dinossauros estão vivos interagindo com ser humano.
Mais interessante ver um espaço em branco se tornando meus pensamentos fragmentos pela mesma tela. Para ser ignorado como mesmo dinossauro serve de pisante para ser humano. Pois vídeos rápido abrem o fid e Feedback da alienação.Cada instante avançamos como disposição da caverna nem todos olham para fogo maravilhados com as sombras pois somos humanos criticos nem tudo copilido no foco da existência pois a fome de evolução mesmo na preguiça dos seres animados.

Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.

Nas flores de inverno somos servos da dilaceração pois a paixão nos abandonou.
Tão simples quanto as chuvas de inverno.
No outono somos penas flutuam no mar perpétuo de um momento lindo.

Somos condenados por amar.
Jogamos nossas vidas em nossos pensamentos.
Somos sombras de um amor pagão...
Amanhece no profundo do meu ser.
Vagamos pelas poeiras da noite...

Suas almas condenadas por unico pecado amar a escuridão.
Seus demônios são expostos pela sua fé e seus fantasmas expostos na sua face, toquei no abismo e senti seu coração ainda bater.
Suas almas estão condenadas pelo amor.

Nos olhos abertos no firmamento nos condena pois que devemos ser diante a alienação conectiva.
Dentro da vontade de viver as lágrimas são rio seco dentro das verbais.
Sonsos demonios de luz. Sua voz parece metálica o gosto de salgado mesmo. Sua alma fria apenas são informações falsas ou manipuladas pois as cordas não existem mais.
Agora o flautista usa hipnose coletiva e leva a todos para abismo moral.
O conto parece do vigário, mais tom de skynet mesmo.
Os dogmas estão distantes da realidade pois tudo foi ensinado esta virando coisa de um passado carregado de bruxas e preceito e também repressão pragmática.

O corvo anda pelas tripas espalhadas.
Em seu bico o sangue que toca alma
Dentro de superfície sua alma paira em busca de um espírito puro.
Na fogueira acessa no alto da montanha pelo xamã em busca da viajem espiritual,
Transpassa a solitude dos ceus o corvo arranca alma daquele que morreu indignamente... deixando dívidas e muito sofrimento dentro do espírito angústia visceral, ganha contraste do espírito que foi condenado morrer sem um coração. Sua alma só descansara se vingança for feita pela vidas perdidas.

No beco da favelas somos marginais,
Vagabundos sem leis.
Os estados unidos da america classica somos terrorista so vendemos balas e fazemos marabaris para ganhar o dinheiro do pão.
Somos Vagabundos por nao ter estudo agora somos criminosos...
Não temos teto para morar,
Mais acham são reis do mundo.
Mais por cinco anos pagamos impostos ainda somos ladrões.

Dentro do constrangedor dos atos desesperado.
Sois o joguete sois diante o espelho algo se diz homem mais clone mau idealizado.
Vemos como a tempos contemporâneos mais um fardo da desvivência clara do candidato.
Atos de clara corrupção e desvio de recursos da União será mais uma página nebulosa da democracia...
Atos insanos golpistas.
Atos medonhos envergonhaso contra a patria... ainda tem vários outros predicados mesmo assim continua um político.

Nas virtudes do atribuição da constante seja possibilidades e variações da equação.
Sendo digno ate fruto da manipulação se torna fenômeno mundial como as grades da existência contemporânea.
Vemos aglomerados de estrelas novos horizontes nos capítulos da humanidade. Mas máscaras são reunidas pelo sinismo e negacionismo.
Sendo sensatez a falta de escrúpulos.
Mais-valia da costura do tecido da existência contemporânea.

Numa cadeia de eventos somos sustentável...
Ou aprendemos sermos insensatos diante de uma teia biológica....
somos servos cegos da alienação coletiva.
Pense seremos assimilados pois ignora e declínio.

Nos firmamento temos individualidade racional mais na transcendência do ser alienado vemos aglomerados de vies que entorpece a mente mostra degradação da humanidade. Tendência involuntária também tem seu erros pois dentro das contradições somos copilidos a crítica o pensamento nublado nebuloso dentro da bolha que desprende se da realidade.
Mais quando temos a visão de compreender a matrix sua manipulação.
Aprendemos que o controle está todo lugar mais não vemos as correntes que nos aprisiona apenas glorificamos a prisão pois aonde viveríamos diante o caos que nos colocamos. "Ainda quero comer churrasco delicioso da floresta destruída e o carvão era a parte da floresta devastada."
*respiro minhas memórias pois ar e refinado nos purificadores*
Nossas vidas roubadas pelas necessidades de homem se dizem deuses de mundo decadente*

Na sub existência do amanhecer da humanidade... somos pequenos lampejos de paradoxos em aflor de tantos seres somos apenas humanos...