Coleção pessoal de amaurivalim

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E por trás dos arranha-céus de Ampére o Sol renasce
e percorre quase deitado.

E para tantos a resposta é a crença na concepção e perdão do pecado, são partes de um mundo religioso a visão do mundo surreal, mítico, simbólico elaborados perfeitamente por um plano divino.

A mentira produz efeito milagroso e o milagre é o resultado da charlatanaria sobre o produto da fé. Criam-se doenças da alma que depois são entendidas como pecados, para todo o pecado, há uma mentira que a justifica, e, “umas obrinhas” das divindades para safar-se. Sendo a mentira e a fé possuidoras dos conflitos eternos nas complexidades do homem.

As relações sociais são ações que determinam o dia de cada um, havendo um conjunto de transformações no processo de vivê-lo dia após dia e compreendê-lo as passagens. A escola e a igreja são os grandes elos das relações sociais para os indivíduos e para a compreensão dos acontecimentos, os processos muitas vezes são conturbados pela desobediência de indivíduos no ideal humanista das relações. Ao mimetista cabe a gloria do grande Manitu, desde que ele seja compreendido pela sociedade. Ao transgressor a punição Diabólica já desamparada pelas relações sociais. A. Valim

Onde dois ou mais estiverem reunidos sem noção de espaço, de tempo e distância, eu estarei questionando.

Tem forças que é melhor não ter,
E sentimentos que é melhor não sentir.

A metamorfose humana desobedece à ideia
de ser sempre a mesma pessoa.

Que me perdoem os linguistas
Dirijo-me às salas, entusiasmado por um “certo ou errado”, por aquilo que às vezes não se sabe para que sirva. Contextualizado pelos desalmados criadores de regras e de algumas combinações de palavras que me dizem ser o básico. Para dar sentido às criações alguns chargistas satíricos me gozam. A fala expressa a particularidade de uma natureza individual, mas a gramática que inventaram muda o eixo da natureza humana. A invenção da língua maior, ou melhor, determinam o grau da minha estupidez de um modo teórico, e, para tantas regras apenas poucos são falantes. A cada dia um novo “palavrão” provoca a minha ignorância genética conservadora. Para não propor nenhuma solução atento-me a uma perspectiva nova de compreensão mutante. É possível que as coisas que digo estranhem, ou tão difícil seja a compreensão. Convém às vezes pensar que para qualquer regra haja uma intransigência prevalecendo-se a intelectualidade. Almeja-se que os semideuses linguistas aproximem cada vez mais a ciência para dar sentido ao empírico, à raiz da sociedade através de uma mediação continuada.
Amauri Valim

Minha MÃE,

Pago caro por escolhas que não sei o quanto vale. Embora algumas lágrimas percorram sobre a face, eu te digo a garganta também tranca, não sei se de alegria pela sua existência ou pela nostalgia de tua falta. Na medida em que o tempo passa e envelheço dentro dum apartamento, percebendo o valor de tua existência. Mãe, se hoje eu ainda não puder ouvir tua voz, que EU sinta emoção de teu carinho, de tua presença, de tua existência. MÃE perdoa-me porque só as minhas idiotices foram capazes de fazer com que EU não esteja com você agora.

Na vida é que a vida julga. Pela perversidade que cometer ou pela tolice que permitir.

Como trens, os dias passam! Levando chances e oportunidades apenas como bagagens, o que às vezes ficam são arrependimentos juntos com mil motivos para NÃO realizar um sonho.

É pelo medo de sofrer que não se ama demais, são pobres amantes homens e mulheres vítimas do excessivo amor não correspondido. Mordidos pela desconfiança no amar, não amam demais e desconfiam de quase tudo.

Naty, essa é a sua idade, a melhor, a de hoje, a idade das interrogações. Cada idade sua é uma beleza diferente e essa beleza deve ser sempre preservada em sua liberdade. Para você eu te desejo ser o melhor pai do mundo, e, você como filha o que puder; seja.
Amauri Valim

“Vende-se perdão”, na forma materialista de compensação a aquele que possui o pecado, ao desvirtuado será compensado pela indulgência. Para o suposto pecado de hoje o julgamento será amanhã, talvez por um sistema corrompido e transgressor. Para tanto há regras para dar forma aos prazeres concedidos e do perdão aos pecadores. Se acaso houver um amanhã que haja um novo episódio. Aliás, Pecado não existe; perdão também não.

“Quarta-feira, Sexta-feira” Não comer a carne é um ato de autopunição, a maneira mais fácil para dirimir o pecado. Bendito seria esse o prazer do mendigo, comer a carne com o mendigo é um ato quase impossível. Sendo assim é muito mais fácil à autopunição. A autopunição também pode ser um ato de covardia diante da falta de atitude por uma causa mais nobre. “Porque um crê que de tudo se pode comer, e outro, que é fraco, come legumes”. O que come não despreze o que não come; e o que não come, não julgue o que come. (Romanos 14:2-3).

A maior obra de Deus: O homem; segundo o Homem.
A maior obra do Homem: Deus; segundo o Homem.

Qualquer esbarro, qualquer toque é involuntário. Qualquer um é ninguém, que finge ser alguém, que não teve intensão, que não sabe bem onde tudo começa.
A. Valim

Penso que existo, é evidente que não, se eu deixar de pensar. Se eu deixar de pensar naturalmente não precisa de lugar algum.

Hoje é dia de “namorá”! E a semana que vem como será?
Se será não sei.

Todo mundo vive fazendo aquilo que todo mundo vive dizendo que não deve viver fazendo.