Coleção pessoal de amaurivalim
POUCA FÉ - POR CAFÉ.
Quero deixar para pagar os pecados no inferno, com a religião ou sem ela as pessoas continuam fazendo o bem e o mal. Assim também o perdão dos pecados não deveria existir, por estarem cometendo sempre os mesmos. O que deveria existir é uma forma de pagamento, mas sem essa de que vão pagar quando for ao inferno. Sendo assim fica mais fácil de pagar, inferno não existe mesmo. Às vezes até pagamos por um por outro pecadinho que cometemos, mas, aqui sabemos que tem sempre alguém defendendo alguém de todo tipo de pecado. Já esses outros pecados que não são condenáveis aqui na terra são bons de cometerem devido a mais uma incerteza da punição, até mesmo no céu pelo fato das religiões não terem nada certo sobre a formação da equipe de julgadores. Ó céus! Da me paciência já que não da nenhum entendimento sobre esse julgamento final. Já encontrei muita gente com uma ou outra forma de explicação tentando me convencer de suas pregações e das operações das maravilhas da fé. Talvez meu maior êxtase seja meu menor pecado, já embutido no sangue da criação supostamente divina. Já ouvi uma justificativa de que a fé não move montanhas e sim a palavra é que move, mas, ainda não sei que palavras e nem quantas palavras serão necessárias. Então eu poderia estar numa profunda escuridão, o que também não me convenceu. Ainda acho que orar em jejum é um grande pecado contra o corpo e a quem cometer deveria ser punido, Jejum é Jejum, Fé é Fé, pecado é Pecado. Café é Café. Creio que devemos abrir o coração não fechar a boca nem baixar cabeça. Outra coisa intrigante é a bíblia, já que para toda explicação dizem que as explicações encontram lá. Não entendo porque para todas as salvações e para todos os poderes só exista um livro chamado bíblia. Mas entendo porque é fácil de acreditar em contos e mitos, porque há sempre uma carinha boa de coitado, feliz, empático mostrando os caminhos e isso vem sendo contado na nossa mente desprotegida desde a concepção. Que para um bom entendedor meia palavra basta, mas, o problema é que mesmo com uma palavra inteira ainda não estou convencido das maldições divinas, nem das bondades dos demônios. Se eu mantiver meu cérebro protegido e deslavado certamente minha mente não me condena por um medo de demônio ou dos castigos dos deuses, aliás, quem mesmo castiga é Deus ou o demônio. Sendo assim já que nada me convence continuo pagando meus impostos a Cezar. Cezar sim é um cobrador de impostos. De a Cezar o que é de Cezar e nem queira saber a quem Cezar dará, para não cometer mais um pecadinho. É justo que cada um se defenda desses demônios supostamente ditos e encontrados invisivelmente atrás das cortinas de medo impostos em seu quarto obscuro. (A. Valim)
Crônica sobre a Literatura Portuguesa
Herdaram o mito a poesia e o drama, são todas às experiências da humanidade, que se transformaram em literaturas curriculares ou grandes livros que são difundidos na forma do criacionismo. As experiências da humanidade são materiais da cultura dos povos, por meios descritos ou imaginários. Assim se fez o homem, a memória a fé a crença e as experiências até a morte. A morte leva o homem ao sufoco pelo clarão do fogo ou pela coroa d’água, mas não pelo entendimento. Não existindo a presunção da morte nem a passagem dela existe; o que existe é apenas o imaginário do inicio e fim e o “Meio”. Para a criação da carne existiu um diário imaginário contido em prazeres ilimitados com as experiências contadas em prosas e versos, poesias e dramas. Deus desfila a carne nas entrelinhas do imaginário anseio do homem, do êxtase o diabo, construído pelas circunstâncias naturais dos ciclos das vidas. Como pode o resto de eu compreender o a idade o meio e o fim de tudo! Como pudera eu morrer sem compreender as promessas das liquidações das contas! Como pudera...
O lobisomem é encantador nas noites de Lua cheia e terrível enganador de mocinhas e donzelas desprotegidas; assim é a crença, a mitologia, o conto e tudo mais disseminados pela bíblia. O fascinante lendário lobisomem também é culpado por sustentar o pecado imaginário desde os nossos entes queridos; desde Nabucodonosor. Temos incerteza e medo, e por isso cultuamos o lobisomem nas encruzilhadas em noites escuras ou enluarada, caminhando rápido, coração acelerado, torcendo por não darmos um tropeção. Para todo o bem e mal é necessária a existência de um Deus e de um lendário Lobisomem criado para os conceitos e preconceitos da humanidade. Lobisomem também é um ser temente a Deus, às vezes tão fraco que foge com apenas uns rituais, uma velinha acesa, ou uma cruzinha na porta e outras simpatias de velhas e ciganas. O Lobisomem é uma verdade sustentada pelos anciões nas cabecinhas desprotegidas desde a infância. Para todos os lobisomens: um “Pai Nosso que estais no Céu”, e atravessamos a escuridão da noite sem nenhum arranhão. O lobisomem é um ser imaginário e o homem é tão temente a ele quanto ao castigo de Deus, se não merecer o imaginário paraíso junto aos deuses merecerás os campos orvalhados e o capim como alimento junto aos lobisomens e outros animais. (A. Valim).
Ironia sobre o tabagismo
Por: amauri valim
(IRONIA). Promovam a fumaça e o cultivo do tabaco; o tratamento das doenças; uma maior atenção médica e investimentos no setor de recuperação dos pacientes vitimas do tabagismo. Jamais a extinção do cigarro e das doenças causadas por ele. Não ao combate ao tabagismo, Não as campanhas do Deixe de Fumar. A causa está na cultura de todos os povos, nos fundos de arrecadações de impostos e geração de emprego. Por que acabar com o prazer de fumar nem é um ridículo prazer! Esse prazer trás centenas de outros benefícios em muitos setores da economia, da politica e da saúde. O sistema deveria formar mais médicos para tratar dos pacientes vítimas do tabagismo e promover as pesquisas e avanços para combater apenas o mal e não a causa. As causas para todos os males e todos os prazeres do cigarro não pode ter fim, para não correr os riscos na economia de um País. Visto que se arrecada em torno de 1.6 bilhão e gasta apenas 338 milhões para tratamento.
O Brasil é hoje o quarto maior produtor de tabaco no mundo e fica atrás da China, Estados Unidos e Índia desde 1993; ocupa o primeiro lugar na exportação mundial. (fonte: http://inca.gov.br/tabagismo). - A maior hipocrisia no setor é a campanha contra o tabagismo é uma ironia das falácias políticas, as promoções de emprego e as arrecadações são extremamente importantes para a economia do País. Assim as campanhas contra o tabagismo, umas fotos sensacionalistas em maços de cigarro, são as degradações da imagem de um povo diante dos sistemas de saúde pública e do próprio sistema.
O cigarro provoca um prejuízo anual para o sistema público de saúde de pelo menos R$ 338 milhões, o equivalente a 7,7% do custo de todas as internações e quimioterapias no País. (- Que ironia). (...) De acordo com o ministro Padilha o Brasil é reconhecido como uma das grandes lideranças mundiais no combate ao tabagismo. “O país tinha, no começo dos anos 90, cerca de 35% da população fumante. Hoje são cerca de 15% que fuma’. As mudanças das regras de taxação de cigarros elevará em R$ 1,6 bilhão a arrecadação do setor em 2012. Fonte: (http://g1.globo.com/politica/noticia).
Sendo assim pode ser muito mais importante para o País, nos setores da saúde e da política a promoção da fumaça, sem a promoção da perda dos direitos adquiridos do prazer de fumar. Não havendo o pensamento irônico nem a visão crítica, resta ao povo á contribuição de cinco ou dez para combater a desgraça de interesse público. (A. Valim).
Não comer a carne é um ato de autopunição. Por que não fazer o bem através da carne? Aliás, ficar sem comer a carne é a maneira mais fácil que se pode fazer para dirimir o pecado. Bendito seria esse o prazer do mendigo, comer a carne com o mendigo é um ato quase impossível, é mais fácil erguer a bandeira, baixar a cabeça prostrar-se de joelhos e entender como pecado, mas, que pecado é esse? O que é pecado? Sendo assim é muito mais fácil à autopunição, a autopunição também pode ser um ato de covardia. (A. Valim).
A mulher acredita que algo não está perfeito nela. Nada é tão ou mais satisfatório para o homem do que um par de glândulas mamárias; um par de cochas; um par de Nádegas. O homem é um ser convencido pelas necessidades psíquicas e fisiológicas da mulher e de todas as peculiaridades que giram em torno dos dois mundos dela. Esse complexo sistema feminino entrelaça a fortaleza e o fracasso masculino, que são sustentadas pelos Deuses e demônios obedecendo sempre os sentidos e os instintos dela. O homem tenta em vão sobreviver nas entranhas do saber das mulheres e do poder de convencimento quando elas regem. Assim criou-se a mulher para toda a complexidade e o homem para toda a simplicidade e para apenas uma distinção dos poderes criaram-se neles os sexos. Como o veneno da cobra sobre os olhos do rato assim a persuasão por seus instintos. Quanto ao homem, devia ter a consciência da injustiça que comete contra a dignidade dela. O problema do homem é o abandono dado a sua própria espécie masculina. Se a serpente fosse mais astuta que a mulher o homem teria comida a serpente. Para o homem Deus fez a mulher dotada de benignidade divina e dos castigos também divinos. Assim giram em torno da mulher: Deus e o diabo, o homem e a serpente. (A. Valim).
Se houvesse um despertador de verdades, não vendiam cópias das falas, nem imagens daquilo que não viram, não tocaram e não sentiram, não vendiam amor nem salvação, nem pecado nem perdão. Se houvesse um detector de verdades sobre os rituais talvez não desfilasse o gosto do pecado sobre as escadarias, nem vendiam folhetos dominicais dotados de um sistema mecanizado “amém”. Bom mesmo são umas modinhas de romance fracassado em duetos no radinho de pilha. Verdade mesmo é a palha que baba a vaca, que sustenta o leite da cabra. Verdade mesmo é o pó na aba do chapéu no fim do dia, o pó da terra que a criança brinca e o cachorro deita. Tem muita coisa por aí que não passa de comércio de medalhinhas, fitinhas, e supostos milagres, comércio da falácia sarcástica, e, de uma moda de vestes contemporâneas. Papa Francisco afirmou sua vontade de que “os cristãos ultrapassem as suas diferenças e se tornem uma única comunidade religiosa”. Padre Fábio de Melo nos alerta que “a Igreja foi criação de homens e não de Cristo, Jesus não queria a Igreja, queria o Reino de Deus, mas a Igreja foi o que conseguimos dar a Ele”. Raul seixas destaca a igreja invisível “Para os pobres e desesperados e todas as almas sem lar”. A toda ovelha revoltada resta o repúdio do sistema e a criação de um novo templo e uma nova religião, uma nova ideologia que buscam apenas o sustento das verdades em cima de um povo humilde faminto. Sendo assim tão logo aos sistemas cabe uma nova criação de mais papas, mais santos, de uma nova bíblia, e, de um novo cristo já que é inevitável a subdivisão eclética, porque para o povo tudo é verdade desde que sustentada à verdade seja em nome de Deus. Assim sejam o despertar todas as manhãs em que eu acordo (A. Valim).
Filha, eu vejo o quanto você cresceu. Eu sigo você e quero que entenda o meu amor, o meu carinho em tentar te proteger. Eu estarei sempre torcendo por você, auxiliando nas atividades e no que puder.
Parabéns pelo que você é e tem sido em minha vida. Parabéns por mais esta data. Parabéns pela beleza que você espalha por onde passa! Parabéns pela doçura de seus gestos, pela ternura que sempre traz. Feliz Aniversário!
A solidão da praça
Como todas as praças há um busto de olhar sério com ar de tristeza. Quase ninguém percebe sua biografia. Aquele busto respingado de fezes de pombo no centro da praça deserta pode parecer triste, porque a praça já não encanta tanto como antes. E os jovens das jovens tardes de domingo, e os beijos roubados os beijos de namorados no coreto. O coreto já não abriga mais o recital das poesias a fala teatral nem é mais palanque de protesto. O coreto também está mais triste, nele só há respingado de fezes de pombo. Por conta de umas redes sociais e de jogos mortais, não se abraçam, não se ouve vozes, nem se vêm, nem sentem calor humano. As crianças já não brincam que triste fim da grama e da areia da praça que ficou tão alheio.
Grandes mentiras ditas milhões de vezes se tornaram grandes verdades incontestáveis. As mentiras estão dispostas a salvar de todos os castigos, fortalecidas por instrumentos humanos providos de fé, entusiasmados, extasiados por um estado de poder; cínico. Quando o homem baixa a cabeça e concorda com tudo é como o tapume na cara do cavalo, para que nada ao seu redor o perturbe na obediência de seu superior, os cavalos tapados tem grande capacidade de seguir em frente obedecendo apenas um ideal. O chicote é um enunciado e se arder no lombo do cavalo é como a desobediência ao grande Manito; podendo se arder nalgum fogo. (A.Valim)
Deus criou o céu, a terra e o homem.
Vejo: céu, terra e homem.
Isso tudo explica, isso nada explica.
Tanta coisa se cria para um dia apenas; um dia passa como tanta coisa. Nesse dia complexo criam ideias; criam conflitos. Por fim doam conselhos, mas conselhos surtem efeitos quando é vendido, o resto é conflito. (A. Valim)
Criamos a segunda chance, mas não percebemos que ela passa como se fosse à última. Eu digo que somos imprudentes nas chances que temos, e deixamos para outras mãos.
Sabedoria não se transmite, porque é uma maneira de ver as coisas. E quando encontrar um sábio pensando é bom não se mostrar um idiota.
É nada, isso não é nada, o que vale é deixar ser levada.
Deixa-me ir te levando, levando quando vê: foi.
