Citações

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A hora também espera pelo momento certo.

Inserida por arruda_elvio

Não espere as coisas cairem do céu sem esforço
Você pode ficar em baixo de uma arvore esperando cair uma fruta, ela cai, mais vai vim podre em suas mãos, pegar do pé é mais difícil porém melhor
Plante boas mudas e colha bons frutos

Inserida por AdrianoLopes1

Poucos de nós somos humildes o suficiente ao ponto de entender que não devemos esperar ou procurar alguém que nos valha ou nos mereça. Deveríamos estar preocupados com o nosso próprio engrandecimento e superações para que possamos ser pessoas melhores, e então sim, moldados ao merecimento de alguém.

Inserida por bengaly

O tempo que esperamos alguma coisa - pelo menos - não seja apenas uma simples perda de tempo.

Inserida por swamipaatrashankara

Ponha um fim no drama que é sua vida. Se aceite e viva. Ninguém vai resolver nada além de você mesmo.

Inserida por swamipaatrashankara

FILAMENTOS DE UM PÔR-DO-SOL ANDRÓGINO (*)
Admirava-o. Não perdi a admiração. Acredito que ela tenha aumentado. O bizarro, é que nunca cheguei a pensar como tudo havia acontecido. Eu era, testemunha ocular de um gesto que o personalizou, ainda que não tenha tido a intenção, seu trabalho bastaria, como bastou. Entre os estandartes da demência e da genialidade, fez-se eterno.
O vermelho deslizava-lhe pelo pescoço, avolumando pequenas poças, coágulos, gosmas, querubins malditos, formas mortas, abortos, abutres, assentados nos pêlos da sua barba. Seu olhar fixo, sem nenhum tremor, como se nada acontecesse, e não fora ele o autor, intérprete, diretor, cenário e palco do monólogo vermelho. A colcha que cobria a cama ganhava nova coloração e forma, pintura primitiva, esvaindo-se das minas da carne, viscosa e quente, contrastando à indiferença do seu olhar, parede e alcova, da emoção. O corpo demonstrando declínio ante a dor não exposta e fraqueza natural, quedou-se devagarzinho, de encontro à cama.
O instrumento cúmplice, banhado de vermelho, parecia um bumerangue aborígene, pássaro apocalíptico da trilogia da negligência. Nós éramos mórbidos epigramas do triângulo em gestação. Cortado pelo gélido pincel, foi-lhe a carne dividida, lembrando o pão da santa ceia, às avessas.
Ela estava arrancada dele, definitivamente separados. Não fiz nada. Senti que não deveria interferir. No entanto, não poderia abandonar aquele momento trágico e sedutor, sem pegar um souvenir.
Quanto tempo sonhei com aquela tarde no Louvre. Lá estava eu, entre dezenas de grandes mestres, todos fascinantes com seus estilos, e rupturas que marcaram época, contudo, queria encontrá-lo, devorá-lo ao vivo, longe das reproduções e slides, que durante anos foram companheiros nas salas de aula. Somente ele, nenhum outro, de tal forma, conseguia desequilibrar-me, colocando-me à deriva emocional. Diante da sua arte, caminhava entre as plantações de trigo, girassóis e moinhos. Nessa viagem, frenesi de quem parte sem ausentar-se, somente retornava a mim mesmo, quando os alunos em coro, chamavam-me.
Andando pelos corredores do Louvre, escarnavam-me o olhar babando as gosmas saborosas das retinas, Delaroche, Velasquez, Picasso, Gaugain, Renoir, Monet, que me provocou compreensível – breve – parada. Ele, de certa forma, bordava as lantejoulas do meu frenesi. Continuei a busca, com a certeza da sua proximidade. Subitamente, como se algo, chamasse-me a atenção, tocando-me às costas, virei-me, e o paraíso descerrou as cortinas – a luz amarela – estrela vésper da sua pintura, mergulhava na umidez vermelha dos meus olhos.
Ignorando as pessoas em volta, perdendo com mais intensidade a noção do tempo, ao êxtase tântrico pictórico, minha alma alada, já não era alma. Era um arco-íris pousando no útero da tela, onde fiquei, até que uma voz – sempre elas – trouxe-me de volta para o outro lado – a terceira margem do rio do tempo – ao insistir que estava na hora de fechar o museu.
Saindo do Louvre, meus olhos garimpavam o transe. Na indiscreta verticalidade do abismo, encontrei o metal cortante. Minhas náufragas, suadas digitais, revelaram a dissimulada atração. Ao guardá-lo, no bolso esquerdo da jaqueta, forte era a sensação de Ícaro, cujas asas a monotonia, não mais haveria de derreter. No balanço do meu andar, o metal batia e voltava sobre meu coração, como chibatadas, açoitando a dolorida ansiedade.
A uma quadra do hotel, resolvi parar num café, escolhendo uma mesa na calçada. Após a primeira taça de vinho tinto seco, vejo-me novamente em seu quarto. Ele com o instrumento em riste, no topo da orelha, não ousava dizer absolutamente nada. Quedou silente. Os músculos de sua face e seus olhos eram os mesmos bailarinos paralíticos, completando a alegoria do hiato, antecedendo ao gesto. Sua mão, única expressão de vida, desceu num frêmito impulso guilhotinador. Um desejo irremovível de amputar. Em queda, as gotas de sangue eram filamentos de um pôr-do-sol andrógino.
Sentado no café, o garçom perguntava-me se queria outra garrafa. Pedi a conta, ao mesmo tempo em que apalpava os bolsos da jaqueta.
Chegando ao hotel, peguei a chave, tomei o elevador. Dentro do apartamento, ouvi o farfalhar das asas de dois pássaros vermelhos, fui ao lavabo, postei-me frente ao espelho, retirando, primeiro do bolso esquerdo da jaqueta, o dócil e inofensivo cortante metal. Depois foi a vez do souvenir. Ao empunhar o metal sobre minha orelha, no canto esquerdo superior do espelho, Van Gogh, observava-me passivamente. No mármore do banheiro, a orelha de Van Gogh, já não estava sozinha.
(*) EUGENIO SANTANA é Jornalista, Escritor, Ensaísta, Biógrafo e Redator publicitário. Pertence à UBE - União Brasileira de Escritores. Colaborador da ADESG, AMORC e do Greenpeace. Autor de nove livros publicados. Gestor e fundador da Hórus/9 Editora e Diretor de Redação da Revista Panorama Goiano.

Inserida por DraJaneCostaRebello

A esperança é uma arma.

Inserida por pensador

Quando fizer um pedido ao Ser Maior. Faça de coração e acredite que já o recebeu. Não tenha dúvida, pois o Ser Maior nunca deixa de atender um pedido sincero.

Inserida por DamiaoMaximino

Lembrança

O que eu tenho que fazer para te esquecer,pois depois do dia que eu te conheci sempre me vejo lembrando de ti e é uma lembrança maravilhosa,foi quando me apaixonei por você e agora percebo o quanto sou bobo pois você é muito perfeita para alguém como eu.
Podemos dizer que ocorreu em minha parte de amor a primeira vista e isso é uma coisa bela,pois mostra que com apenas um olhar você me ganha facilmente,como posso deixar minha timidez de lado e ir falar com você?Toda vez em que fecho os meu olhos eu te vejo e isso faz com que o meu coração dispare e minhas mãos suadas pois fico nervoso só de pensar em você,nunca senti nada igual você é a garota que me mudou com um olhar.
Só quero que entenda que eu me apaixonei por você a partir do momento em que eu te vi.

eu adoro sonhar com um futuro bom, isso me da esperanças de continuar

Inserida por KinokoTakashi

Eles não tinham tudo
Ou melhor ... quase nada !

Mas lá no fundo
havia algo que sua esperança
em dias melhores os suplantavam.

Não lhe bastavam
Mas se contentavam ...
Era tudo que tinham :

um par de fé
os olhos nos sonhos
e a doçura do amor .

Inserida por Paulamonteiro

A generosidade intelectual preenche de forma exata e virtuosa as lacunas existentes entre o conhecimento doutrinário acadêmico e o modo certo e profissional de fazer.

Inserida por RicardoBarradas

A fé é exclusividade dos humildes, que acreditam sem entender.

Inserida por Elizeth

A luz emitida por um palito de fósforo só é pouco pra quem nunca conheceu a escuridão.

Inserida por zafalan

Quando teus olhos estiverem cansados, não insista; comece a praticar tudo que você leu!

O conhecimento sem a prática é morto.

Inserida por peds

Conheça a arte de tocar e será tocado

Inserida por flesym

Esperança

E que a esperança nunca me falte
Porque sem ela sou navio no fundo do oceano
Sou fraco, sou alma congelada, não sou eu.

E que a esperança nunca me falte
Nem no brilho das estrelas
Nem nos meus dias de caos
Nos meus dias de medo.

Inserida por deyvyson

"""Flores alegram-te o dia
De amor faz te fortalecer
Aceite as minhas, tão lindas
Plantei-as para te oferecer.

Se és virtual! Imaginas.
São flores e são de verdade
Plantei-as no quintal do amor
E a dou-lhes com sinceridade

070118

Inserida por elvandosantoscerq

A essência do conhecimento consiste em compartilha-lo!

Inserida por ElyabeOliveira

As mulheres aceitam qualquer pedido por uma joia,
inclusive os de casamento.

Inserida por daianahuff