Chuva
A chuva
essa chuva incessante quer nao quer parar, me faz pensar que sao lagrimas das nuvens que estão a rolar..
Vi o Sol desaparecer diante de meus olhos e também o vi surgir numa bela manhã. Vi a chuva cair sobre meu rosto e a vi escorrer sobre minha pele regando as flores no chão. Uma brisa leve acariciou-me vagarosamente, mas também fui empurrado ao chão por um vento forte e cruel. Ouvi as vozes na minha cabeça que me fizeram afundar, mas já ouvi sua doce voz me trazendo de volta para superfície.
Eu sei que a vida pode ser difícil e destrutiva, às vezes, mas ela também consegue ser bela e restauradora quando estamos juntos aqui.
Me perco nos vendavais e me encontro quando com compaixão olha para mim.
Viva leve
seja sol
seja chuva
seja onda
no mar
seja borboleta
a voar, voar
se não puder
isso ser
seja o verso
que escrevo
e dedico só a você
como prova de
bem querer
Amores e dores perdidas
Cativada seria a alma do viajante
Por as nuvens de chuva
Raios de sol
E brilho da lua
Pensaste que a paisagem
Daria lugar ao acaso
E que ao ouvir um sabiá
Lá estará (de contramão)
Em meu corpo não há lugar
Pra tamanha desventura
A flama de uma paixão
Que de sol se torna lua
E que coberto pelas nuvens
De repente, se vão.
CONTRADIÇÃO - você diz gostar de sol mas usa chapéu. Diz gostar de chuva mas usa capa. Diz gostar do frio mas usa agasalho. Diz gostar da noite mas não suporta a escuridão. Diz amar Deus mas despreza seu próximo.
Banhos de sol e de chuva, caminhadas descalço e ar puro são quatro fontes primordiais de bem-estar e equilíbrio para corpo e alma.
Lista indecifrável e são pichados os muros,
são vastos ao oriundo desprezado.
Colher da mão, chuva,
dor e aplausos,
o teatro do desordeiro;
pálpebras inchadas e o berreiro,
arco-íris, céu azul,
no horizonte a nuvem vacila à cilada do poste,
a luz, a reunião,
pé descalço; canção.
Só mais essa,
"somente uma frase a mais que caiba bem.".
Sob o céu cinzento, a chuva cai incessante,
Um enredo sombrio se desenrola adiante.
O destino cruel tece sua trama trágica,
Onde armas e lágrimas marcam essa epopeia triste e dramática.
Dois amantes, outrora unidos pelo amor,
Agora envoltos em ódio e dor.
Gotas de chuva caem como lágrimas do céu,
Testemunhas silenciosas desse desfecho cruel.
Palavras afiadas como lâminas, cortam o ar,
O amor outrora intenso agora é dilacerado, sem reparar.
Em um turbilhão de emoções violentas,
As armas são erguidas, lançando sombras macilentas.
No momento fatídico, o tempo se congela,
A chuva, testemunha muda, não revela.
O som do disparo rasga a atmosfera úmida,
A tragédia culmina, a vida é subtraída.
As armas caem, impotentes e inertes,
Enquanto a chuva persiste, testemunha destruída e inerte.
Dois corações que uma vez bateram em uníssono,
Agora silenciam, abraçados pelo destino desumano.
E assim, o enredo trágico se conclui,
A chuva continua a cair, como uma melodia de adeus.
Nas páginas deste poema sombrio e triste,
Uma história de amor e dor que jamais será esquecida.
Que essa tragédia nos lembre da fragilidade da vida,
E das consequências de escolhas impensadas e perdidas.
Que a chuva lave nossas almas, trazendo redenção,
Para que jamais repitamos essa triste canção.
Não reclame do dia chuvoso, agradeça!
A chuva vem para hidratar, nutrir, o solo, as plantas, os animais e as pessoas.
Vejamos o quanto de água temos e não conseguimos sobreviver sem ela.
A chuva é a graça que contempla todos nós seres viventes.
Existia uma semente;
A água lhe trouxe vida;
Tempos de sol e de chuva;
Fizeram criar raízes;
O desejo do sol todos os dias;
Alegrava meu coração;
O mesmo coração que não entendia a razão da chuva nesta situação;
Hoje se faz bela, porque entende que foi a chuva que fez crescer e sol florescer.
Era pra ser simples, como o nascer do sol em uma manhã de verão, como a gota de chuva que escorrega pela janela de vidro. Era para ser sorriso fácil, amor caloroso, danças em meio a uma refeição feita juntos, era para ser coração leve, corrida na chuva e alegria intensa. Mas nem tudo é como se planeja e a vida passa, rápido demais e as memórias que deveriam ser memórias, não foram, ficaram por lá.
Ah, eu te amo, sua maluca, eu te aturo quando tu surta
É, tô contigo no Sol e na chuva, eu te pego na curva
Chuva interior
Sinto as folhas dobrarem com o carinho da chuva.
Fico encolhido como os pássaros.
O vento fica mais frio.
Sinto a brisa que entra pela janela.
Fecho os meus olhos e ela está dentro do meu ser.
Chorando não sei por quê?
Chove no meu interior!
A água transborda pelos meus olhos
Fico cego de dor!
Saudades de um grande amor
Talvez a vida tenha me deixado com muita dor.
Receio não ter mais dias alegres.
Minha alma está cinzenta como este dia
Iluminado apenas por raios perigosos.
Trovões e relâmpagos sacodem meu coração;
São registros de amores que se foram
E do amor que está por vir.
Ou simplesmente é uma chuva dizendo
Que o meu tempo já passou
E que é hora de partir...
Bons Momentos:
Chuva intensa lá fora, eu saboreando um café bem quentinho, que aquece o corpo; inspiração inesgotável para escrever, devanear, aquecer a alma. Uma gatinha e uma gatinho, ambos enroscados nas minhas pernas, bem perto de mim. Instantes plenos, tão aconchegantes. Gratidão, meu Deus, eu te louvo, e te agradeço pelas bênçãos derramadas nas nossas vidas.
Plurais
O tempo nublou
e a chuva virá
ao anoitecer.
Falta humanidade
e botes Salva-vidas.
Discursos plurais,
razões singulares.
Pobre gente!
Em mãos que metem a mão
o poder apodrece.
E o mal floresce.
Tudo se alia em parceria: o ar com a nuvem; a nuvem com a chuva; a chuva com a terra; a terra com a árvore; a árvore com a ave; a ave com o céu; o céu com o universo; o universo com o Uno; o Uno com o Todo; o Todo com Deus; e Deus consigo mesmo.
"Assim como a chuva é essencial para o crescimento, existem situações que acontecem na nossa vida que são fundamentais para nosso crescimento!"
Quando a chuva passar, quero pisar na grama molhada, sentir as flores regozijadas, aplaudir o arco-íris, da natureza deixada.
Wall de Souza
Quando a minha fala estiver seca e endurecida, derrame sobre mim a tua chuva de misericórdia.
Quando a alegria se escassear na minha alma, venha com uma tempestade de amor.
Quando chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos
séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua primeira epístola: "As mulheres sejam sujeitas a seus maridos..."
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