Censura
NA TRILHA DA ESPERANÇA
Que todo o ódio se transforme em amor
Que o amor derrame em nós como chuva
Que a chuva lave a maquiagem do mal
Que o mal nunca seja posto no poder
Que o poder contribua para edificação
Que a edificação seja coerente com a razão
Que a razão seja a manifestação da estabilidade
Que a estabilidade nunca retroceda
Que o retrocesso não apareça sob ameaça
Que a ameaça não seja uma censura
Que a censura não nos prive a liberdade
Que a liberdade seja sempre a democracia
Que a democracia seja um fruto do amadurecer
Que o amadurecimento seja nesta estação
Que a estação nos conduza ao infinito
Que o infinito nunca seja ilusão...
Podem me fazer calar, silenciar minha opinião, mas graças ao bom Deus não me podem censurar os pensamentos!
A liberdade de expressão é o sagrado direito de qualquer idiota dizer o que quiser, sobre o que quiser, quando quiser.
Se alguém alega saber o que é bom para você melhor do que você mesmo, de duas uma: ou é sua mãe – que provavelmente sabe mesmo o que é bom para você – ou é um tirano politicamente correto, essa nova raça de déspotas esclarecidos.
O feminismo essencial sugere raiva, falta de senso de humor, militância, princípios irredutíveis e estabelece um conjunto de regras para ser uma boa mulher feminista ou, pelo menos, uma boa mulher feminista branca e heterossexual – odeie pornografia, censure de maneira unilateral a objetificação da mulher, não satisfaça o olhar masculino, odeie os homens, odeie sexo, foque na sua carreira, não se depile – ok, este último é brincadeira. Tudo isso não chega nem perto de ser uma boa descrição do feminismo, mas o movimento tem sido há tanto tempo distorcido por falsas percepções que até quem deveria ser mais consciente acabou acreditando nessa imagem essencial do feminismo.
A ampla opinião popular e a imprensa livre com responsabilidades mas sem cortes e censuras são os magnos pilares das garantias constitucionais da democracia e da verdadeira liberdade.
Tirem os livros dos jovens e eles sonharão. Tirem os sonhos e eles escreverão os seus próprios livros.
Hey vocês, esposas dos senadores
É melhor darem uma boa olhada nas suas vidas
Antes de pregarem pra cima de mim
A sua definição do que é obsceno
Quantas histórias inventadas,
invertidas
pontuadas do nada...
Quantas outras verídicas,
censuradas,
adulteradas pela crítica...
A verdadeira arte é uma modalidade da fala muito alem das palavras e alfabetos. A arte não é troca muito pelo contrario é um monologo do universo criativo do artista que impregna de sugestões vivas particularmente a atmosfera temporal de cada observador.
Todos de nós, apesar da hipocrisia de alguns, tem um censor embutido. Não se pode negar isso. Uns falam, outros guardam para si.
A coragem embriagada vem fácil. Quero é ver a transparência sóbria, que nos coloca de frente – e por inteiro – com as dores e as delícias do viver.
Me censuram por fazer grandes, detalhes tão pequenos. Me perdoem. Sou poeta. Esse é o meu papel, afinal de contas, contas que muitos não fazem, tudo aqui é tão detalhe.
Certas pessoas dizem que na ditadura militar não houve corrupção, mas isto se deve ao fato que os militares controlavam os meios de comunicação de tal forma que nenhuma informação chegava ao povo sem que passasse pela censura dos militares.
Ainda estamos em tempos coloniais... Submissos ao trabalho escravo, em busca da alforria capitalista, embora quanto mais se tenha mais se queira possuir... Ah, essa maldita agulha hipodérmica!
Estamos em eterna travessia do navio negreiro, alienados e vivendo de caridade dos sofistas...
Em uma caverna dando às costas para a saída. Somos zumbis modernos conectados por fios, que nos modelam e configuram, sem chance de falar, sem vontade própria e à base de chicotadas.Esse som é denominado censura.
A arte tem por si o poder de transformação por novas maneiras de ver e de fazer mas nunca qualquer criação tem o menor direito natural, ético e moral para advir em obra pela destruição e da transfiguração de qualquer conceito, pensamento, cultura, religião e semântica pré existente. Cabe na arte a observância frequente constitutiva da livre expressão de todo artista desde que não e nunca ultrapasse o limite do direito natural do outro, de quem for e do que quer que seja.
