Cego
Aos pés da Santa Cruz,
Um dia eu vi.
Fazia tempo que me afastei da luz,
Estava cego e não percebi!
Um conselho havia sido dado,
Mas não recebi.
Pelo mundo fui castigado,
Logo assim entendi!
Que não devo amar a ilusão,
Mas o que fala o mandamento.
O amor tem de estar no coração
E dentro do seu pensamento.
Foi lá que ele se entregou
Aos pés da Santa Cruz.
Com sua morte nos salvou,
Derramou seu sangue, Jesus!
Seu sangue no calvário
Derramado para nos salvar.
Hoje cantou esse hinário,
Para Nosso Divino Pai honrar!
Sou cego de amor por você; Você é o meu sopro de vida; Minha razão de viver; Sem você a vida não faz sentido; Eu prefiro morrer que te perder.
No passado me fingi de surdo para não ouvir o teu evangelho, de cego para não ver as Tuas obras, de mudo para não confessar, mas não resisti ao Teu chamado, agora prefiro o Teu reino à posse de todas as riquezas do mundo.
Vagando na escuridão!
Vagando na escuridão,
sempre a procura de luz.
Qual cego andando em trevas,
porque não conhece a Jesus.
Todo bom homem torna-se cego para as maledicências do mundo quando passa a enxergar com o coração as maravilhas do amor de Deus
O amor nunca foi cego. O que acontece é que o amor por ser um dos sentimentos mais lindos que existe, compreende, perdoa, ajuda, não julga, e busca que tudo seja melhor. Nina Lee Magalhães
CEGUEIRA
Cada cego vê o que sente.
Eu pouco vejo
Mesmo à minha frente,
E acabo por ser cego
De corpo e alma
Nesta cegueira que acalma
A esmorecer,
O pecado de ver...
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 27-05-2023)
Em minha inocência não fui cego, é, do ciclo que me desperto, ja pela força do hoje e, no agora sempre intero.
