Castigo
A Ira...
Rezar, orar, fazer promessas
Nada disso tem valor a Cristo
Pois, Ele observa ações
Não valida como Fé as intenções
O Senhor observa atento
Tudo o que floresce do coração
E, por isso, não há valia em orações
Abençoando aquele que ama o irmão
Que reparte o pão e estende a mão
Diante da necessidade do outro
Pois, não se leva riquezas terrenas
Para o céu, somente a alma
E disse o Senhor:
“Não se preocupem em acumular Riquezas aqui na terra
Onde a traça e a ferrugem destroem
E, onde os ladrões arrombam"
Vi irmão ofender irmão
Vi irmã mentir, tomada da desonra
Vi conspirações que alegravam
A todos que desejavam malefícios
Olhei em cada olhar que exalava ódio
E com Deus, implorei pelo perdão
Aos que agiram com arrogância
E em sagrada ação, optei pela distância
Não havia alva áurea na alma
Dos que abandonaram
Crendo não haver retorno e dor
Vindo da ira do Divino Criador
Imposto é um recurso do governo para cobrir os seus erros, passando a conta para o povo. Se fosse bom, não seria imposto.
“A cadeirinha do pensamento”
Aparentemente inofensiva, a cadeirinha do pensamento se apresenta como um recurso educativo. “Vai para lá e reflita sobre o que você fez!” — dizem, com a melhor das intenções. Mas o que será que realmente acontece na mente de uma criança sentada ali, sozinha, com olhos que ainda mal entendem o que fez de errado?
Em teoria, é um convite à introspecção. Na prática, é um pequeno palco para o sentimento de inadequação. A cadeirinha ensina, sim, mas o que ela ensina pode não ser o que esperamos. Ensina que errar é um ato vergonhoso, algo que precisa ser punido com o afastamento. Ensina que, em vez de buscar compreensão, é melhor temer a consequência.
E o que passa na cabecinha dela enquanto encara a parede? Talvez não seja arrependimento, mas uma raiva que não sabe como expressar. Uma criança isolada tende a imaginar coisas: “Por que sou sempre eu?”, “Isso é injusto”, “Quando eu puder, vou fazer diferente… ou pior.” Assim, a cadeirinha planta sementes: não de reflexão, mas de ressentimento.
O pior é que, ao ensinar o isolamento como resposta ao erro, a cadeirinha faz algo ainda mais profundo. Ela deixa a criança sozinha consigo mesma num momento em que mais precisa de conexão. A mensagem implícita é clara: “Quando você errar, ficará só.” Será que é isso que queremos?
Educar não é fácil. Ninguém nasce sabendo como lidar com as tempestades emocionais de uma criança. Às vezes, recorrer à cadeirinha parece ser a única opção para ganhar tempo, silenciar o caos. Mas talvez devêssemos questionar: a quem ela realmente beneficia? À criança ou ao adulto que não sabe o que fazer?
Talvez o erro da cadeirinha não seja apenas o castigo em si, mas a falta de diálogo que ela representa. E se, ao invés de apontar um lugar solitário para sentar, apontássemos para o nosso coração? “Senta aqui comigo. Vamos conversar.” Assim, ensinaríamos que errar faz parte do processo, que as emoções podem ser compreendidas e que, mesmo nos momentos difíceis, o amor e a empatia não precisam sair de cena.
Porque a verdade é que as crianças não precisam de cadeirinhas que as afastem; elas precisam de braços que as acolham.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
As leis morais do Universo estão profundamente enraizadas na constituição das coisas. Nós não as quebramos - nós nos quebramos sobre elas.
"Eu sou apenas um rapaz latino-americano, com o coração na estrada e a alma em Belchior. Minha voz é um vinil riscado, cantando o velho e o novo num tom desafinado. Na cidade grande, entre o asfalto e o sonho, carrego um Alucinação, onde o amor é jovem e o tempo é medonho. Como nossos pais, sigo, com a poesia na veia e o futuro no castigo."
Não importa quantas vezes vejam as provas, as pessoas não acreditam até receberem uma sentença. Discordam do castigo de Deus porque Ele as criou para serem pecadoras.
Minha mãe sempre diz que nem tudo é o que aparenta. Que, se olharmos de fora, perceberemos que a vida é um presente, não um castigo. E, se aceitarmos isso, a jornada pode ser linda, incrível e fantástica.
Sobre o fatalismo ou terrorismo religioso na pregação do fim do mundo, vale a experiência de cada um na luta contra diagnósticos irreversíveis da medicina. Do microcosmo ao macrocosmo, sempre é possível um milagre.
A escritura lembra Jonas em seu desejo de ver uma cidade destruída por sua revelação. A cidade se converteu, o castigo não aconteceu. Deus prefere o milagre. E você?
Aquele que recebe uma chicotada repentina ao invés de reagir ao golpe julga merecê-lo, e começa de imediato a buscar em sua mente os motivos de haver sido castigado.
Deus, Allah, Gadu. O criador em sua unipotencia concede a suas criaturas o livre arbítrio, ou seja: a liberdade de agirmos como bem entendermos. Porém,todas as nossas ações e escolhas
Estão sujeitas a uma lei natural e básica de justiça, chamada de" lei da causa e efeito", " ação e reação",ou "semeadura e colheita". E é por meio dessa lei que seremos julgados e seremos responsabilizados, por tudo de bom, e por tudo de ruim, que fizermos ao nosso próximo, e ao nosso corpo e espírito. Nós melhorarmos, pra que no final, seja leve o acerto de contas. IFNR
Não importa se existe
Reencarnação, se a Vida é uma simulação, uma probabilidade quântica ,ou se é um percurso finito só de ida… o importante é se em qualquer dos cenários, você honestamente se esforçou para ser a sua melhor versão de si mesmo!
O ser humano é julgado por seus pares o tempo todo. Porem só existe um julgamento, o de sua própria consciência é só existe um castigo, que é o remorso. Nenhum outro julgamento é tão preciso. Nem outro castigo faz se tão persistente.
Com Robert Sapolsky: talvez o livre arbítrio não exista mesmo, dado que também acredito nas profecias bíblicas cristãs, o que torna qualquer efeito das minhas decisões uma realidade já escrita, pensada e previamente conhecida. Isso não torna o mal um bem, tampouco o bem em mal, mas põe a necessidade de punir igualmente a necessidade de perdoar. Se a ignorância é mesmo uma benção, o maior castigo é elevar a sapiência.
Me sinto castigado pelo próprio inferno que busquei durante anos. Achei que eu já tinha sido perdoado. Mas parece que ainda há coisas a pagar.
