Cartas de Sofrimento para Ex Namorados
RECOMEÇO
Eu cansei de escrever poemas e rimas falando de dor, de sofrimento e de tudo aquilo que me machuca, que fere.
Eu cansei, eu cansei, eu cansei de falar daquilo que dói.
Fui aprendendo que é preciso escrever e falar sobre a alegria da vida, sobre o silêncio que habita a minha casa neste momento e que também habita a minha mente, e sobre a possibilidade de pensar em tudo e, ao mesmo tempo, em nada.
Eu cansei de escrever sobre o que ficou para trás, para trás na minha estrada.
É melhor olhar o horizonte, escrever sobre o dia e sobre a hora exata que está em minhas mãos. Olhar para a frente, sabe? E dizer que eu nasci para falar das coisas que fazem vibrar de alegria o coração e das coisas que me fazem ser quem sou: poeta.
Nildinha Freitas
CARREGO MINHA CRUZ
Carrego minha cruz no balaio
Com sofrimento quase desmaio
No bate estaca de cada passo
Cadência de cada momento
Segundo de cada pensamento
A vida é uma missão
Com escuridão e muita luz
Onde cada um leva sua cruz
Alguns fazem por mostrar
Para que sintam piedade
Outros usam cruz com maldade
Para engano e também crueldade
Por aparências da falsidade
Por isso levo a minha no balaio
Onde me esquivo de qualquer raio
Assim na tentação eu não caio
Do mal eu corro e saio
E sigo assim meu caminho
Levando com todo carinho
E mesmo com desalinho
Formato a dor em cada espinho
Para que mantenha a fé
E possa seguir a verdade
Que supera e revigora
Conforta e ameniza a alma
No rumo de cada etapa
Sigamos as linhas do mapa
Desígnios escritos no céu
Onde a mistura de vinagre e mel
Nos tornam assim tão fiel
Aos princípios que resumem
Que onde existe o amor
Mesmo quando surgir a dor
Com lágrimas e risos
Seguimos felizes com a nossa cruz !
João Batista Barbosa
Poesias e pensamentos
O que é desconfortável para você, pode ser confortável para mim;
O que é sofrimento para você, pode ser alívio para mim;
Se sou louca? Mas, é claro que sim, é que às vezes a minha lucidez me enlouquece.
Por favor, entenda, é que me atrevo a sonhar e a satisfazer
os desejos do meu coração, ainda que lhe pareçam absurdos.
GANHAR O MUNDO E PERDER A ALMA: Uma Leitura Espírita Sobre o verdadeiro Sofrimento Humano, a Reencarnação e o Verdadeiro Sentido da Vida.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Entre todas as advertências morais deixadas por Jesus, poucas são tão profundas e perturbadoras quanto esta:
“De que serviria a um homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?”
(Mateus 16:26)
Durante séculos, essa frase foi interpretada como uma exortação contra os excessos do materialismo. Contudo, à luz da Doutrina Espírita, ela adquire uma profundidade muito maior. Não se trata apenas de uma crítica à riqueza, ao poder ou à fama. Trata-se de uma reflexão sobre o próprio destino do Espírito imortal.
O homem passa pela Terra apenas por um instante. A alma, porém, atravessa os séculos.
Aquilo que o mundo chama de sucesso nem sempre corresponde ao que o Céu reconhece como progresso.
Enquanto a Terra mede o valor de uma criatura pelo que ela possui, o mundo espiritual a avalia pelo que ela se tornou.
É justamente aí que reside a grande tragédia humana.
Muitos passam a existência inteira conquistando posições, acumulando bens, buscando reconhecimento e aplausos, mas negligenciam a construção do próprio ser. Desenvolvem a inteligência, mas esquecem a consciência. Alimentam o ego, mas deixam a alma faminta.
Quando chega a hora do retorno ao mundo espiritual, descobrem que os títulos ficaram na Terra, os cofres permaneceram fechados, os aplausos silenciaram e apenas a consciência os acompanha.
Foi a isso que Jesus se referiu.
Não à perda da alma em sentido absoluto - pois o Espírito é imperecível - mas ao retardamento de sua evolução e à dor moral produzida pelas escolhas equivocadas.
Os Valores da Terra e os Valores do Céu
A humanidade vive sob duas escalas de valores.
A primeira é transitória.
A segunda é eterna.
Os valores da Terra são aqueles que desaparecem com a morte:
riqueza;
prestígio social;
influência;
aparência física;
poder político;
reconhecimento público.
Não são maus em si mesmos.
O Espiritismo jamais condenou a prosperidade material.
Allan Kardec esclarece que o problema não está na posse dos bens, mas no apego a eles.
A riqueza é prova difícil porque oferece ao homem inúmeras oportunidades de desenvolver orgulho, egoísmo e vaidade.
Os valores do Céu, ao contrário, permanecem além do túmulo:
amor;
caridade;
humildade;
resignação;
conhecimento moral;
fraternidade;
capacidade de servir.
São esses os tesouros que Jesus recomendava acumular.
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Kardec recorda que os bens terrestres pertencem apenas temporariamente ao homem. Os bens da alma, entretanto, constituem patrimônio eterno.
Por isso, um pobre pode ser espiritualmente rico, enquanto um milionário pode apresentar-se diante da espiritualidade como um mendigo moral.
A Dor da Alma e o Sofrimento Humano
A maioria das pessoas acredita que sofre apenas por causas presentes.
Perda de emprego.
Doença.
Separação.
Fracassos.
Luto.
Injustiças.
Contudo, a Doutrina Espírita ensina que o sofrimento possui raízes mais profundas.
Em muitos casos, a dor atual é apenas o reflexo de causas anteriores.
Não apenas desta existência, mas de vidas passadas.
Quando observamos o mundo sob a ótica de uma única encarnação, encontramos aparentes injustiças por toda parte.
Por que uma criança nasce cega?
Por que alguém enfrenta extrema pobreza enquanto outro desfruta abundância?
Por que pessoas bondosas sofrem tanto?
Por que indivíduos perversos parecem prosperar?
Sem a reencarnação, essas perguntas permanecem sem resposta.
Com ela, surge uma lógica moral universal.
As Causas Atuais e as Causas Pretéritas
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo V, Kardec distingue claramente duas origens para os sofrimentos humanos:
Causas atuais
São consequências diretas das ações da presente existência.
O indivíduo colhe aquilo que semeou.
Excessos geram enfermidades.
Orgulho produz conflitos.
Egoísmo gera solidão.
Imprudência traz prejuízos.
Nesse caso, o sofrimento funciona como resultado natural dos próprios atos.
Não é castigo.
É consequência.
Causas pretéritas
Existem dores cuja origem não pode ser encontrada na vida atual.
São provas ou expiações relacionadas ao passado espiritual.
O Espírito renasce trazendo consigo tendências, débitos morais e necessidades educativas.
A reencarnação não é punição.
É oportunidade.
Cada existência representa uma nova chance de corrigir erros e desenvolver virtudes.
Assim, muitas das dificuldades aparentemente inexplicáveis encontram sentido dentro da continuidade da vida.
Como ensina Kardec em A Gênese, capítulo XVII, a lei da reencarnação é a chave que permite compreender inúmeras passagens do Evangelho que, sem ela, pareceriam contraditórias.
A Questão 222 de O Livro dos Espíritos
Na questão 222 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec investiga a situação dos Espíritos após a morte e antes de nova encarnação.
Os Espíritos explicam que, nesse intervalo, o ser revê sua caminhada, avalia seus progressos e compreende suas necessidades futuras.
É nesse estado que percebe com clareza aquilo que, durante a encarnação, muitas vezes ignorava.
A alma enxerga então o valor real das coisas.
Aquilo que parecia enorme na Terra revela-se insignificante.
Aquilo que era desprezado mostra-se essencial.
Muitos Espíritos lamentam oportunidades perdidas.
Outros reconhecem que trocaram conquistas eternas por satisfações momentâneas.
É a realização tardia da advertência de Jesus:
Ganharam o mundo.
Mas negligenciaram a própria transformação moral.
Por Que Sofremos Diante da Vida?
O sofrimento não existe porque Deus seja injusto.
Nem porque tenha abandonado suas criaturas.
O sofrimento é instrumento de educação espiritual.
Kardec afirma que a dor é uma das grandes alavancas do progresso.
Enquanto o prazer frequentemente adormece a consciência, a dor desperta reflexões profundas.
As grandes perguntas da existência quase sempre nascem das lágrimas.
O sofrimento obriga o homem a olhar para dentro.
Convida-o a examinar seus valores.
Questiona suas prioridades.
Desfaz ilusões.
Revela fragilidades.
Mostra a transitoriedade das coisas materiais.
Em muitos casos, aquilo que chamamos desgraça é apenas uma etapa necessária do crescimento espiritual.
Sob a perspectiva terrestre, vemos perdas.
Sob a perspectiva espiritual, muitas vezes existem libertações.
O Segundo Advento do Cristo e a Renovação da Humanidade
Em A Gênese, capítulo XVII, Kardec analisa as palavras de Jesus sobre sua volta.
O Mestre não prometeu necessariamente um retorno corporal.
Anunciou a vinda de uma nova compreensão de sua mensagem.
Segundo a interpretação espírita, essa promessa se concretiza através do Consolador Prometido, identificado com a Doutrina Espírita.
O Cristo retorna não em um corpo físico, mas na restauração de seus ensinamentos.
A reencarnação, a comunicabilidade dos Espíritos e a lei de causa e efeito oferecem uma compreensão mais ampla da Justiça Divina.
Assim, a humanidade é convidada a abandonar a visão limitada de uma única existência e compreender sua verdadeira condição de Espírito imortal.
Ganhar o Mundo ou Ganhar a Si Mesmo?
Talvez a pergunta de Jesus pudesse ser formulada hoje de outra maneira:
De que adianta possuir tudo aquilo que o mundo admira se a consciência permanece inquieta?
De que vale a fama se não existe paz interior?
De que serve o poder se o coração continua vazio?
De que adianta conquistar impérios externos enquanto o mundo íntimo permanece em ruínas?
A Doutrina Espírita ensina que a finalidade da existência não é enriquecer, nem tornar-se famoso, nem acumular títulos.
O objetivo fundamental da vida é a evolução do Espírito.
Tudo o mais é instrumento.
Tudo o mais é transitório.
Quando o túmulo se fecha sobre o corpo, inicia-se a verdadeira avaliação da existência.
Não somos julgados por Deus como um soberano julgaria seus súditos.
Somos julgados pela própria consciência iluminada pela verdade.
Nesse momento, cada Espírito percebe exatamente o que fez de si mesmo.
E compreende que o verdadeiro patrimônio adquirido durante a jornada não eram os bens que acumulou, mas as virtudes que desenvolveu.
Por isso, a advertência de Jesus permanece tão atual quanto há dois mil anos:
Ganhar o mundo pode impressionar os homens.
Mas somente ganhar a si mesmo conduz à felicidade duradoura.
Fontes:
O Livro dos Espíritos.
O Evangelho Segundo o Espiritismo.
A Gênese.
Evangelho de Mateus 16:26–28.
Evangelho de Marcos 8:36 -
14:60–63 (correspondente ao trecho citado sobre o Sinédrio).
O sofrimento e a dor são, o grande tecido da vida, com pequenas conta-gotas de alegria. Viver sorrindo o tempo todo, é a forma que muitos encontram para tecer este tecido, porém, também é uma forma de auto enganar-se, pois a realidade no dia-a-dia, nos confronta com o caos preponderante!
Olhar o mundo de forma a ver ele maravilhoso, é inspirador, mas, a cada passos dados na vida, são indicadores que um dia ela terá seu fim ! Viver o presente, é sonhar...
Sei que, por causa de todo o sofrimento que a ansiedade já nos causou, é natural que tenhamos passado a enxergar nossas expectativas como um grande mal em nossas vidas. Mas no que uma pessoa sem expectativas se torna?
Uma pessoa sem expectativas, ou que busca reduzi-las constantemente, pode inclusive estar, dia após dia, desaprendendo a viver por medo delas.
O sofrimento é o cinzel nas mãos de um escultor invisível, retirando de nós o excesso de vaidade para revelar a essência de mármore. É preciso a agonia de um prelúdio de Chopin para que possamos entender a paz que sucede a tempestade interior. Não tente apressar o tempo da sua cura, pois cada nota tem seu tempo exato de ressonância no salão da vida. A beleza que nasce da dor é a única que possui autoridade moral para falar sobre a esperança.
- Tiago Scheimann
*Nossa Música*
A música que me traz sofrimento
Não é a mesma que te alegra
A sua toca lembrança
A minha toca ferida aberta
Mas hoje a gente escolhe
Outra melodia pra tocar
Sem passado nos acordes
Só presente pra dançar
Vamos ouvir a nossa música
Juntos, no mesmo tom
Esquecer tudo que magoou
E fazer do peito um som
Que seja violão ou silêncio
Que seja grito ou oração
Desde que a letra seja nós
E o refrão seja perdão
Esquecer outrora não é apagar. É só parar de dar replay.
(Saul Beleza)
Tem gente que ainda acredita que o sofrimento tem CEP e conta bancária. Como se a dor fosse uma funcionária pública que só atende bairro pobre, senha limitada, horário comercial. Mas a vida não respeita esse tipo de organização. A vida entra em qualquer casa, seja ela de tijolo cru ou com portão eletrônico que abre sozinha, e senta no sofá como visita inconveniente que não vai embora nunca.
Eu já pensei que dinheiro fosse uma espécie de vacina emocional. Tipo assim, tomou a dose, pronto, imunizada contra angústia, insegurança, insônia e aqueles pensamentos que aparecem às três da manhã sem pedir licença. Só que não. O dinheiro compra silêncio, mas não compra paz. Compra espaço, mas não compra leveza. E, às vezes, compra até mais barulho, porque quanto mais você tem, mais gente opina, mais gente quer, mais gente observa. É uma vitrine que nunca apaga a luz.
Tem gente sofrendo dentro de casa grande, com quarto sobrando e abraço faltando. Família que parece propaganda de comercial, mas por dentro é um campo minado de mágoas antigas, palavras engolidas, expectativas que viraram cobrança. E aí não adianta o tamanho da mesa se ninguém se olha de verdade enquanto janta. Não adianta o carro importado se o coração vive andando a pé, cansado, sem destino.
E tem também o peso de ser visto demais. A pessoa vira alvo, vira assunto, vira comparação. É como se cada passo fosse monitorado por uma plateia invisível, pronta pra aplaudir ou apedrejar dependendo do humor do dia. A falta de segurança não é só física, é emocional. É não saber em quem confiar, é duvidar até do elogio, é se perguntar se gostam de mim ou do que eu tenho. Isso cansa num nível que nenhum spa resolve.
No fim, a dor não pede extrato bancário. Ela chega do mesmo jeito, senta do mesmo jeito, aperta do mesmo jeito. Só muda o cenário, mas o roteiro é parecido. Porque sofrimento não é sobre o que falta fora, é sobre o que transborda dentro. E tem coisa que dinheiro nenhum consegue organizar.
Eu olho pra tudo isso e penso que talvez a maior riqueza seja conseguir deitar a cabeça no travesseiro e não travar uma guerra interna antes de dormir. Conseguir confiar, rir sem desconfiança, existir sem sentir que está sempre devendo algo pra alguém. Isso sim é luxo. O resto é acessório.
Se Deus te permitir esquecer
esqueça-se do sofrimento que te causaram
e sempre que perceber que
lhe foi permitido crescer
faça como as plantas
e cresça em direção à luz
quando te pedirem que fale
se não puder falar bem
então se cale
quando te perceberes
que lhe é dado o direito
ao silêncio
aproveite para refletir
raciocine sobre o quão é bom
não ter a função de acusar,
selecionar, praguejar e maldizer
quando te for permitido ler
leia de tudo, aproveite o que for bom
assim você vai aprender
a afastar teus ouvidos
daquilo que não vale à pena ouvir
e tua boca aprenderá
o quanto é bom dizer coisas
que resultem coisas boas
porque não existem palavras
que se pode dizer à toa
não se compra sabedoria
inteligência é como as flores
que se colhe no dia-a-dia
pense em quanto é bom
poder fazer o mal
e não fazê-lo
Com a medida que permitires
também lhe será permitido.
Edson Ricardo Paiva
Talvez não haja sofrimento maior que o das almas carentes, que mal aprenderam a buscar curas para as dores físicas.
Porque a dor do corpo grita, aponta, incha, sangra — e, ainda assim, muitos só aprendem a silenciá-la com remédios apressados, sem jamais perguntar de onde ela veio.
Mas a dor da alma… essa só sussurra.
E, quando não é ouvida, encontra um megafone no corpo.
Há quem passe a vida peregrinando por consultórios, comprimidos e diagnósticos, enquanto a verdadeira ferida permanece intocada: a ausência de sentido, de afeto, de pertencimento.
Não por descuido, mas por desconhecimento.
Nunca lhes ensinaram que pode haver vazios que não se preenchem com anestesia, mas com presença.
Que há cansaços que não se resolvem com repouso, mas com reconciliação interior.
Almas carentes não são fracas — são famintas.
E fome não se cura com distração, mas com alimento verdadeiro.
O problema é que muito poucos foram orientados a reconhecer essa fome.
Ensinaram-nos a tratar sintomas, não a investigar silêncios; a conter lágrimas, não a compreender suas origens.
Talvez o maior sofrimento seja esse: carregar uma dor que não tem nome — e, por isso, não receber cuidado.
Buscar alívio onde só há paliativo, enquanto a raiz implora por atenção.
Curar o corpo é necessário.
Mas aprender a escutar a própria alma — isso é urgente.
Porque quando a alma é negligenciada, o corpo acaba pagando a conta de um abandono que nunca foi dele.
O fundo do poço de um homem é a saudade,porque a saudade nos leva ao profundo do sofrimento,a saudade em si corroi nossa alma,destitue nossos sonhos e mina nossas esperanças
Impossivel se refugiar de uma saudade,a saudade praticamente ela entra na nossa vida,sem permissão,aterroriza o nosso coração e disseca uma paixão!
Há sofrimento possível de evitar
basta de algumas coisas conta se dar.
Quando chega a hora de partir... partir
simplemente não insistir.
Desistir? Sim, não...
Ir em busca da própria felicidade
quando você percebe que seu lugar não é mais aqui,
sim.... desistir de insitir, de mendigar por um amor que não é seu,
desistir de forçar ao seu lado ficar o que é meu.
É deixar o outro ficar,
deixar o outro ficar com quem quer ficar,
não é desistir... é admitir
que aqui não é mais seu lugar.
Então vá, liberte e seja livre
pro seu próprio amor encontrar,
pra ficar onde realmente é seu lugar.
Não estrague a vida de três...
ou de quatro...
porque em algum lugar a um outro alguém que com você quer ficar.
Sensível ao sofrimento alheio...
Inato poder de Cura...
Dedicado ao seu próximo...
Não mede esforços para aliviar suas dores...
Encontra a tecnica apropriada..
Young Therapist.
Proporciona cuidados atentos e respeitosos...
Envolvendo o paciente com perícia...
Instiga o desejo interior de auto-cura...
Xeque-mate do tratamento bem sucedido.
Olha a sua volta e percebe...
Tudo faz parte de um Plano Maior..
O seu trabalho, a sua Missão de Vida!
E
A única coisa que conseguirás escondendo um amor será dor e sofrimento. Não permita que o medo, a vergonha e a falta de coragem impeçam-te de poder desfrutar de momentos que ficarão guardados em sua memória por toda vida. Por mais inferior que possa vir a se sentir, não permita que a tristeza te domine, não ame sozinho, não deixe que a ausência de atitude e de algumas palavras te façam sofrer. Não há nada de errado em declarar um sentimento tão puro, seja maduro e diga tudo o que realmente sente pela pessoa amada. Isso te deixará mais leve e aliviará a sua consciência. Se o sentimento for recíproco da outra parte aproveite o máximo que puder cada instante e se não for descarte a possibilidade de ficar junto a quem se deseja, o sofrimento será bem menor do que se manter calado diante desta situação.
Amar sozinho pode trazer-te inúmeras sensações e sentimentos exceto a felicidade.
Dia estranho!
As pessoas estão estranhas!
Parece que hoje é dia do sofrimento, das lagrimas ao vento.. das palavras ditas e não ditas que causam o arrependimento...das loucuras feitas que levam a vergonha alheia... do perdão não perdoado jogado na cara, como se o passado fosse voltar para tampar o buraco deixado lá...do presente e futuro incerto, como se não houvesse o amanhã, como se não houvesse o hoje.
Apenas a certeza que acordei sem ouvir, sem falar, sem exergar, sem o sorriso nos rosto que para muitas pessoas encanta... como se eu não existisse, sem alma, sem coração, apenas um corpo em movimento!
A certeza que ainda encontrarei o sentido em tudo isso, ou a incerteza de que esta certeza é apenas uma confusão interior! Loucuras de uma mente sã!
Sofrimento: tu pensas, e repensas, e lembras, e relembras, e rememoras cada minuto, e cada segundo, e cada suspiro...
Tu olhas, e olhas, e olhas cada fotografia de dois que foram um um dia.
E a dor dói, profundamente doendo.
E o sofrimento destruindo, e tu ruindo, e a dor corroendo.
E tu sofres... e a dor doendo... e o sofrimento devagarinho te consumindo...
E, ao teu redor, parece que tudo continua sorrindo... tudo continua lindo.
E então tu desconfias: há alguém mentindo ou a vida está me traindo
O sofrimento que brota
Da ponta da minha pena
Traz versos a rota
Que faço na esperança amena
O turbilhão incomoda
E o procurar por uma vida sem a
Paixão. A ilusão transforma
A dor em beleza
É como se quisesse à toa
Vestir de esplendor a gama
Das coisas sem nexo, que vem à tona
E transforma em beleza além de mundana!
Diga-me: como é acordar sem dor?
Sem sofrimento... sem tormento?
Não lembro... tanto tempo faz...
não sei mais como é acordar em paz?
Como é acordar e querer viver,
querer estar viva
viver o dia sem sofrer?
Como é acordar sem de você lembrar?
Como é acordar e querer acordar?
Só queria acordar e concordar
com quem diz que vale a pena viver
que só de acordar já se deve estar feliz...
Eu só queria acordar sem dor
nem precisaria ter de volta o seu amor...
POTENCIALMENTE DESTRUTIVO
É da dor e do sofrimento que nascem as melhores palavras.
As vezes nem tão boas assim para descrever realmente o que se está sentindo..
Porque existem algumas coisas que nao conseguimos descrever em palavras.
Elas tem que serem sentidas e quase sempre são as piores..
Se pudessem ser escritas se tornariam faceis de mais..
E tudo que é facil nao dura muito e se tratando de sofrimento esse sim deve durar bastante..
Para que sempre que lembrarmos dele não desejarmos que se torne realidade novamente..
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