Cartas de reflexão
Não há crença que justifique abrir-se mão da reflexão de modo a não questionar a própria fé. Quando aquilo que se professa não admite dúvida que suscite a busca de entendimento, como esperar, então, que haja condição de absorver tal nível de verdade divina, se até para o mais reles contraditório não se faz uso da inteligência?
De nada vale reflexão sem reação. Acessada a informação, independente de sua natureza, ela nos cobra uma ação que não precisa ser externa, mas de postura. Se negativa para prevenir um mal maior, e se positiva para dar causa a construções pessoais ou coletivas. Mas sem mudança alguma, ainda que interna, toda reflexão se faz absolutamente inútil, e daí a reação se mostrar indispensável.
Diante dos ensinamentos cotidianos. Cabe-nos uma reflexão, se as mães têm um dia no ano para serem afetivamente homenageadas, a nossa mãe refletida no amor de Maria recebeu em sua homenagem um o mês inteiro, com isso iniciamos neste mês de maio, “mês de Maria”. Fica o convite para vivermos neste mês mariano com mais intensidade e refletir nossa caminha em busca da perfeição.
"Reflexões são boas, no que dispõem a fazerem, penso eu! Sem reflexão de uma imagem minha poderia, eu, ser muitos e concomitante ser, apenas, um? As reflexões transformam a mimha imagem em muitas refletidas, é assim que aprendo com o erro não cometido por mim e assim sou aquele que observa podendo no por vir ser o criador de uma criatura que não existe, ainda, concomitante ao criador a criatura que observa suas reflexões torna-se criador e o seu criador mais uma criatura com o poder da reflexão. Sem reflexões poderia ser criador? Uma resposta positiva me mostra algo imenso e uma negativa algo imensurável pelo seu tamanho reduzido, sem respostas torno-me o que de fato sou. Nas minhas reflexões há três respostas para cada imagem. Isso é uma coisa boa..."
" O mundo anda perdido...é muita gente achando que tem razão, sem reflexão...sem conhecimento...sem argumento...idiotizar é o lema das redes de conexão...ou seria desconexão...sem a mínima instrução...mais um idiota pra coptar...pobre mundo...desconectado da realidade...analfadigital...emburrecido por convicções sem sustentação...sua razão...sua emoção...destruição...aniquilação....perturbação....extinção...repensar e recomeçar um novo caminho...tudo está perdido...sem sentido...sem imaginação...humanidade combalida...falida...falecida."💫
" Por entre o despertar da manhã...a vibração da tarde...a reflexão da noite...existe um caminho...destino...escolhas...aflições...desilusão...confusão...acertos...erros...arrependimento...confissões...por entre todo enfrentamento um desafio...viver...viver...viver."🌜🌟🌛
No dia das crianças, uma auto-reflexão da minha infância: retardado mental, inofensivo, brincalhão, debochado; quando bem pequeno, montava no cabo de vassoura no quintal da casa do meu avô, e imaginava ser um cavalo. Assim, quando ia com ele no mercado, galopeava pelas ruas da Vital Brasil, parando em frente ao barzinho de esquina, na subida da rua Senador Vergueiro, quando iniciava um show fazendo meu cavalo relinchar, de modo que o cabo da vassoura, por várias vezes, atingia as pernas dos que estavam por perto, enquanto meu avô pedia desculpas rindo. Quando isso acontecia, meu avô, mais debochado do que eu, olhava para a pessoa e ainda fingia que estava dando uma chicotada no meu cavalo imaginário para o atingido ver, o que me deixava transtornado. Não se bate em animais. Meu cavalo fez época e o nome dele era Araraboia. Meu avô entrava na minha viagem. Quando eu pegava a vassoura, ele colava umas fitas de Senhor do Bonfim que tinha a rodo naquela época colorindo o cabo inteiro, No meu peito, colocava medalhas de santos e broches de clubes. Eram as medalhas das guerras que haviam me condecorado. A distância máxima que percorri com meu cavalo foi da Vital Brasil até a Moreira César, em Icaraí. Na volta, pegamos um táxi e perdeu a graça. Uma vez, meu avô foi jogar carta com os amigos no quintal. Estava assistindo televisão. Ele passou, apertou o botão da tv rindo, e perguntou onde estava Arariboia. Respondi que não queria mais montar naquele cavalo. Disse que havia crescido. Ostentei na cara do velho! Ele então me respondeu que já era velho, mas que mesmo assim o que mais lhe impressionava no meu cavalo, naquele momento, era o rosto. Segundo ele, a impressão que dava naquela manhã era que estava inchado. Disse que os poucos dentes estavam cariados e sujos, e que, certamente, só a piscina do quintal, naquele dia de sol, poderia esbranquiçar os dentes do bicho. De repente, começou a dizer que dos cantos da boca do meu cavalo escorria uma "baba bovina" que ele estava limpando com as patas manchando o sofá da sala. Disse que o animal estava no canto da sala ruminando lembranças de quando eu era pequeno. Disse ainda que o som que meu cavalo emitia naquele instante, como uma espécia de ronco, contínuo, monótono, eram como pedaços de músicas esquecidas, mas que muitas crianças queriam cantar. Na época, não entendi essa frase, mas lembro bem dela. Disse que já estava escutando esse ronco do cavalo que durava duas horas, dando a impressão de que ele estava morrendo. Perguntei como, sem perceber que estava entrando na onda dele, e ele respondeu que parecia um peixe no chão se debatendo e abrindo os brônquios: foi então que, meio descompassado com a interpretação realística do meu avô, avistei a piscina da sala, o tal Oásis que ele dizia ser capaz de ressuscitar o Arariboia. Quando saí da sala com a vassoura, a velharada amiga do meu avô gritava em coro: "pule com ele na água, pule com ele! E Tchibum, me joguei na piscina e depois avistei meu avô vindo atrás e jogando na água todos os broches e tudo mais. Fiquei ali enquanto eles jogavam carteado por mais de três horas. Rolou um churrascão. Isso tudo pra dizer (pra quem tem filho pequeno é mais fácil) que nossos cavalos vivem dentro de nós o tempo inteiro, mas asilados nos abrigos e cocheiras da idade, das dores, das dificuldades. A idade só nos faz tirar a "montaria" do cabo de vassoura. Acalma-nos, porém, o espírito... O amor, o tempo leva...
Às vezes, amantes solitários, tentam buscar respostas: uma reflexão para os desencontros; duas reflexões para os motivos dos desencontros; e um milhão pela burrice de perder tempo com desencontros em vez de estreitar e consolidar um definitivo encontro, pois encontro é união, e união é amor!
Ler é um ato que requer atenção, reflexão e conhecimento. Por que, quem escreve, tem sempre uma intenção, seja ela de contestar, desperta, informar, ou até mesmo de excitar, pois existe a possibilidade de se camuflar significados. Para fazer a leitura das entrelinhas é preciso ter perspicácia, atenção e sensibilidade, porque as informações podem ser explícitas e implícitas. Contudo, se pararmos para pensar, podemos ver o quanto este mundo é fascinante. Cada palavra um ou mais significados, daí a riqueza de possibilidades que podemos inserir em um texto.
Apenas uma reflexão e entendam como quiserem. O restaurante está lá todos os dias pra lhe servir. Alguns dias o cardápio não vai lhe despertar o desejo de saborear. Outros apenas o suave e delicado aroma dos ingredientes vai te fazer sentir vontade de comer até se fartar. Mas o recado principal é que vai sempre estar a sua disposição. Se não aparecer pra comer tenha certeza que outro o fará. Basta passar na frente e verás que todo dia alguém diferente está na porta em busca de novas experiências gastronômicas.
Qual seria o melhor momento para se falar... guando as palavras permita-me reflexão da vida..... Coloquei minha razão ao lado da emoção, na verdade da evolução de minha mente. Seguindo o meu pensamento, sem esperar encontrar o destino. Onde o tempo passou deixando marcas de um ser humano em busca do amor. No amanhã? Nem sei! Pensar no futuro? Que futuro, o presente ainda não está longe da minha vida, viver, esperar, procurar, encontrar, amar,odiar, acreditar na esperança. A vida é o caminho da certeza da evolução, perfeição não existe. Descansei nos braços da sabedoria. Encontrei o caminho para felicidade hoje, no sorriso de um anjo em forma mulher.
Reflexão: A política se compararmos é como as estações do ano, Primavera, verão, outono e inverno, meses floridos, quentes, secos e frios. Um ciclo se fecha, outro inicia mas sempre retorna em um período de quatro tempos. Não existe uma era do gelo perpétua, ou seja, nada dura para sempre ou se acaba, pois outro ciclo retorna com maior ou menor intensidade, mas retorna.
A reflexão que gostaria de compartilhar é a seguinte: mesmo quando nos deparamos com situações que parecem impossíveis de serem resolvidas, não devemos perder a fé. Deus tem o poder de realizar o impossível e fazer milagres em nossas vidas. Seja qual for a sua necessidade ou desafio, confie no Senhor e busque Sua orientação, pois Ele está sempre pronto para nos guiar e ajudar.
Alguns erros a gente pode refletir sem apelar pra redenção.reflexão essa que baseia na totalidade de reparação,de consciência,sem julgo mas monitorando o estado de agonia.existem erros que não voltam atrás, é assumir a consequência e suportar o tormento doloroso, porque é um livro aberto que decepciona, é uma marca que não mostra mas sinaliza, é uma convivência onde termina mas em outros momentos sempre retorna.
A falta do entendimento histórico e da leitura com reflexão crítica está evidente na simplicidade da argumentação repetitiva e empobrecida daqueles que são facilmente convencidos pelos exploradores de mentes fracas e de mão de obra barata. Acredito que a leitura constante, qualitativa e crítica seria a salvação desses personagens.
"Os esquissos situados nessas simplórias obras, permanecerão eternas como reflexão de um incauto escritor apaixonado, de como ele iniciou o desenvolvimento de sua brutesca habilidade como um gráfico poeta, aprendendo com as cúpulas de seus rudes erros, os cursivos acertos da fabulosa língua portuguesa."
Assim como um espelho reflete a imagem do observador, a reflexão permite que enxerguemos a nós mesmos com clareza e honestidade, revelando verdades que muitas vezes preferimos ignorar. A reflexão é como um espelho da alma, pois assim como um espelho reflete a imagem do corpo, a reflexão reflete as nossas escolhas, pensamentos e sentimentos mais profundos.
Chega o fim do ano e com ele a reflexão inevitável que toma conta da mente sobre tudo que foi vivenciado e o que futuro reserva, os momentos difíceis e os alegres, ocasiões repletas de felicidades, outras de tristezas, mudanças frequentes de ânimos, de comportamentos, medos superados, vitórias surpreendentes, resiliências descobertas, gosto amargo de aflições, choro e suor derramados, muitas e diversas emoções, corações confortados, partidos, restaurados, cada fato foi imprescindível, nada em vão, portanto, claramente, não é fácil chegar até o fim de mais um ano, entretanto, graças a Deus, é possível, razão suficiente para ser alguém grato e disposto para o novo ano que está vindo.
A solidão me visita mais uma vez na hora da minha reflexão. Sopra o vento lá fora e eu tento sentir seu cheiro solto pelo ar. Ouço o barulho tépido que se lança nessas janelas fechadas. Notas que cabem numa melodia. Música que embala meu sonho despertando meu corpo para os desencontros da saudade.
Temos o momento de recuar outro de nos aproximar e também o da reflexão em que a gente dá um passo pra trás outro pra frente, e nesse ínterim vamos seguindo nossa sina, sentindo apenas o pulsar do coração que bate como um sino que parece vir de uma capela tão próxima ao mesmo tão distante onde nesse patamar a vida nos parece apenas um realejo.
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