Cartas de Amor para Namorados em Crise
Crise de identidade
Em plena maturidade
Sinto-me tão insegura
Penso estar tento uma crise de identidade
Quem eu sou, e oque estou fazendo?
Busco respostas, com uma finalidade.
De me encontrar e me aquietar
Será que me faltou sobriedade
Ou será que vida é só isso mesmo
E encontrar a tal felicidade
Parece-me tão frustrante
E oque antes era pra mim prioridade
Deixou de ser importante
Pra alguns esses pensamentos
São frutos de ociosidade
Pra mim é pura reflexão
Ou pode chamar de crise de identidade.
Crise de 2015?!
A crise que nós vivemos no país é a de falta de caráter do jornalismo brasileiro.
Uma coisa é dizer que o país está em situação maravilhosa, pois não está; outra é inventar um caos que não corresponde à realidade. A verdade, como de hábito, reside no meio do caminho: o país enfrenta problemas sérios, mas está longe de viver "em crise". E certamente teria mais facilidade para evitá-la caso a mídia em peso não insistisse em semear o pânico na mente da população - o que, aí, sim, tem potencial de provocar uma crise real.
Que é, afinal, o que eles querem. Porque nos momentos de verdadeira crise econômica, os mais abastados permanecem confortáveis - no máximo cortam uma viagem extra à Europa. Já da classe média para baixo, as consequências são devastadoras, criando um quadro no qual, em desespero, a população poderá tender a acreditar que a solução será devolver ao poder aqueles mesmos que encabeçaram a verdadeira crise dos anos 90. Uma "crise" neoliberal que sufocou os miseráveis, mas enriqueceu ainda mais os poderosos.
E quando nos damos conta disso, percebemos por que os colunistas políticos insistem tanto em pintar um retrato tão sombrio do país. Porque estão escrevendo as palavras desejadas pelas corporações que os empregam.
Como eu disse, a crise é de caráter. E, infelizmente, este não é vendido nas prateleiras dos supermercados.
Rsrs...
PRESIDENTE DA ZÂMBIA DECRETA JEJUM NACIONAL PARA ORAR E TIRAR O PAÍS DA CRISE.
Presidente da Zâmbia Decreta Jejum Nacional Para Orar e Tirar o País Da Crise.
Texto: Helga Piçarra
A cada dia que passa a crise económica mundial aumenta de dimensão. Se no passado os países africanos não se sentiram afectados directamente, o quadro mudou de figura em 2015.
Assim como em Angola, na Zâmbia, a inflação tem estado a mexer com a economia do país da pior maneira. Desde o início deste ano que o kuatcha - moeda local do país - depreciou até 45% face ao dólar norte-americano; houve ainda uma queda brusca no preço do cobre, que é uma das principais fontes da receita deste Estado, visto que representa 70% das exportações.
12167738 158383227843349 1325759987 nFoto reprodução: facebook
Numa tentativa de procurar uma resposta para a crise económica em que o país se encontra, o presidente zambiano pediu "ajuda Divida", e em colaboração com várias igrejas locais, sendo que sábado passado, na cidade de Lusaka, foi um dia de oração e jejum nacional. Perante uma multidão de mais de 5000 pessoas, Edgar Lungo, presidente da Zâmbia, afirmou que: «o nosso Deus [já] ouviu as nossas preces. Ele [já] perdoou os nossos pecados e temos a certeza de que vai curar o nosso país que enfrenta graves problemas socioeconómicos». Continuou: «vocês sabem que Deus é amor e apelo a cada um de vós que faça o seu melhor e que deixe o resto nas mãos de Deus».
Apesar da Zâmbia ser um pais onde 85% da população é cristã, nem todo mundo está satisfeito com o apelo divino do presidente.
O chefe tribal Ntamdu, da província do norte-ocidental chamou os governantes de "idiotas", e ainda acrescentou: «rezar e jejuar para quê? Para que um milagre económico aconteça? Por acaso foi Deus que causou este sofrimento todo às pessoas, para que agora apontes "fizeste isso e aquilo e queremos que revertas a situação?"».
O que é viver?
Quantas pessoas se deparam com esta pergunta em determinados momentos (de crise) na vida. Mas de certo modo, não existe resposta concreta e direta para esta pergunta. Mas existem, sim, rastros perceptíveis sobre o que é viver.
Viver é embora ter milhões de incertezas sobre o universo, ter a certeza de que a sua vida não foi dada em vão.
Viver é saber que as pequenas ou grandes distrações do cotidiano são as que dignificam nossa existência e que sim, resolver problemas em casa é tão nobre, importante e altruístico quanto salvar toda a fauna, flora e crianças do mundo afora.
Viver é se emocionar, sentir, avaliar, ponderar e refletir sobre cada ação, e ao mesmo tempo, não pensar sobre nada.
Viver é fazer coisas que gosta, que não gosta e ter a possibilidade de escolha e mudança, mesmo quando pensa que não há outras saídas.
Viver é conhecer outras pessoas, biomas, culturas e formas de amor e amizade.
Viver é permitir o erro, perdoar velhas ações e ser gentil se caso vir a errar de novo.
Viver é dividir momentos, tristes e felizes, com pessoas que se puseram a gastar tempo e sentimento em nossa companhia, de outro modo, seria apenas egoísmo.
Viver é sempre buscar uma forma de melhorar como humano, irmão, filho, amigo, namorado, cidadão e usufruir de sua existência como instrumento de mudança e criação.
Viver é se dedicar e entregar à uma causa maior, mesmo quando os resultados são desconhecidos, aparentemente insignificantes ou abstratos.
Viver é evitar machucar conscientemente a ti e outros seres, sejam de forma física, psicológica, direta ou indireta.
Viver é se expressar, fazer arte, se sujar.
Viver é ter altos e baixos, e saber que todo momento de eternidade um dia tem seu fim.
Viver é também sentir dor, sofrimento, mas saber que um dia ela também terminará.
Embora viver seja tanta coisa, podemos resumi-la em apenas uma palavra: escolha.
Pois afinal, é seu livre arbítrio que te encarregará de levar uma vida curta, longa, feliz, agitada, serena ou desanimada.
Então, estando bem ou mal, feliz ou triste, satisfeito ou insatisfeito, perdido ou localizado, faça escolhas, porque são elas que te levarão à novas etapas e desafios. Mas se for parar para pensar, não fazer escolha nenhuma já é uma escolha, então não tem como fugir.
E respirar, viver também é respirar.
O pensamento pode ser o seu melhor companheiro em momentos de crise.
Amadurece a mente é uma das coisas mas complicadas de nossa vida .
É preciso estar em paz pra aceita tudo, mesmo quando não queremos aceita nada.
É preciso coragem pra ficar em silêncio, quando a palavra é a melhor opção.
Não é muito, mas o que eu penso pode ser o melhor remédio pra cada dia que passe eu fique mas experiente e maduro, pra de mostra que quando a alma tá em paz toda a mente fica em paz.
Republiqueta de Bananas
Escândalo de corrupção
Política desestruturada
Crise, manifestação
Traição, delação premiada
A política virou cinema
Cada dia uma nova cena
Ninguém fala de outra coisa
Que não seja desse tema
Até um muro foi erguido
Para conter a hipocrisia
Um lado prefere o golpe
O outro a “democracia”
Está tudo invertido
Os poderes estão trocados
O réu vira juiz
E o Juiz vira deputado
E o Brasil é dividido
Entre time e facção
Um lado veste vermelho
O outro, a camisa da seleção
Peixe grande é tubarão
Primeiro comando, segundo escalão
Bandido pequeno comanda favela
Os de Brasília comandam a nação
As nossas instituições
Viraram boca de facção
Planalto, congresso e supremo
Estão tomados por ladrão
É uma questão de preferência
Cada um já tem o seu
Herói bandido pistoleiro
Mito, guerreiro do povo brasileiro
A cobra armou o bote
A oposição o contragolpe
A presidente pedalou
E a nação se empacotou
O deputado foi acusado
Por crimes de corrupção
Mesmo assim é presidente
De uma grande instituição
Ninguém se salva nesse jogo
Nem a corte, nem o bobo
Um lado, bate panela
O outro, come pão com mortadela
E somos todos enganados
Por uma falsa proteção
Estado de direito no Brasil
É uma grande enganação
Leandro Flores
Belo Horizonte, 17 de abril de 2016
(o dia da hipocrisia nacional)
O Brasil de hoje/2015 é um país em crise institucional semelhante a que levou Getúlio ao suicídio, quando o jornalista Carlos Lacerda não economizava palavras para denunciar os escândalos do governo. É um país à deriva, administrado por sindicalistas irresponsáveis; desqualificados e corruptos!
*100% dos brasileiros estão "PISTRANTOFÓBICOS"!
Pistrantofobia - Dicionário inFormal
www.dicionarioinformal.com.br/significado/pistrantofobia/20707/
5 de jul de 2015 - Significado de pistrantofobia. O que é pistrantofobia: É o medo de confiar nas pessoas devido experiências negativas ou decepções no passado.
Poesia Vã
Descobri a crise infinita.
Solução na submissão.
Pois na dor infinda, apenas há tragédias que o fim replica.
O que posso representar? Se for feito, está feito.
O que era? É Sério! Não sei dos meus atos, apenas enxergo as feridas nas carcaças das esquinas.
Por que disse isso mesmo? Ah! Foi a reconciliação, que a mim sugeriu sobre outros que me feriu.
Sua súplica é tardia, pois minh’alma está rendida nas teias da melancolia.
Ser voluntário é ser solidário
Em tempo de crise, é quando mais precisamos uns dos outros, para ultrapassarmos as dificuldades que enfrentamos.
Neste ano do Voluntariado, escrevi este poema, que é uma homenagem a todos aqueles, que generosamente, oferecem de si, o seu tempo e a sua atenção a ajudar os que mais precisam. Bem hajam.
O voluntário dá-se aos outros
E em troca, só espera gratidão
A dádiva vale sempre a pena
Porque é dada pelo coração
Ser voluntário é dar de nós
Bons exemplos e boa vontade
Para minorar os males alheios
E repartir com eles, felicidade
Os voluntários são mensageiros
De justiça e bem-aventurança
Eles semeiam por todo o mundo
As sementes boas da esperança
A solidão não dá felicidade
Só há felicidade partilhada
Não se pode ignorar o outro
Sozinhos, não somos nada
Não é rico, quem têm muito
Rico não é quem tem mais
A riqueza sem solidariedade
É pobre de valores espirituais
Não são santos milagreiros
Mas fazem milagres de verdade
Acreditam num mundo melhor
Pela partilha da solidariedade
O egoísmo não é virtude
De que nos possamos orgulhar
É a pobreza dos que têm muito
Mas tem tão pouco, para dar
Tudo aquilo que se desperdiça
Tudo o que não faz falta a você
Faz falta, aquele que nada tem
Não desperdice o que tem, dê
O voluntário é amigo do amigo
Ele é um amigo desinteressado
Que acredita num mundo melhor
Num mundo, por todos partilhado
►Crise Existencial?
Gostaria que alguém me ensinasse a amar,
Pois eu já cometi muitos enganos quando tentei me apaixonar
É que o meu coração não aguenta mais se machucar
Será que não existe uma fórmula? Um guia?
Bem que eu gostaria que a resposta estivesse na esquina
Mas se fosse tão simples, não haveria poesia
Às vezes não sei o que há de errado com a minha vida
Me sinto muito deslocado, em um mundo inabitável
Como se eu fosse o único ser restante da espécie de apaixonados
Mas nada, e ninguém, me tira o poder do sonhar,
Imaginar mãos dadas a caminhar para um misterioso lugar,
Sobre as nuvens da criatividade a nadar,
Nada com o que se preocupar, apenas o tum-tum do meu coração a cantar
Sem me mover para nenhum lugar e com sentimentos puros
E meu sonho termina ao nascer do dia e me vejo segurando o travesseiro.
Talvez um poema conquiste uma flor
Mas não sou capaz de compor um, talvez uma carta de amor?
Agora questiono se meu sentimento possui ou não valor
Às vezes olho para a janela e me indago onde estou,
Pois me sinto deslocado, um cavaleiro sem seu fiel cavalo,
Inútil como um Arthur sem um reinado
Apenas existindo, apenas ocupando espaço,
Almejando uma companhia para me sentir motivado
Me fazer sentir, me servir de musa para um porta retrato.
Mas está tão difícil se declarar
Está tão difícil confiar
Que meu coração tem medo de apostar na roleta
Pois o resultado pode ser uma nova tristeza
A sorte está com aqueles que, em meio a esse caos,
Encontrou uma princesa.
Mas talvez o amor não seja o remédio
Talvez o que estou sentindo não seja depressão, e sim tédio
Talvez eu só precise de uma miragem, agradável, neste meu deserto
Não me parece familiar este sentimento perverso,
Que trama a destruição do meu lado singelo,
E que eu descrevo com pequenos e modestos versos
Sãos os minuciosos dos gestos que me tornam único,
Mas nem por isso estou incluso, tornei-me inseguro
Passo o dia me protegendo do mundo,
Feito o bicho-papão se escondendo no escuro
Com medo dos seres sujos, dos falsos e injustos,
Que mutilam aqueles que agem com um sentimento puro.
Passei a ter uma cabeça caixa-preta
Fechada para tudo, até mesmo a direita, ou esquerda
Minha escrita tornou-se mais pesada
Com a mão tremula, eu fantasio em palavras, uma noite estrelada
Apenas para nutrir minha paz atualmente abalada.
Alguém me ensine o que é o amor verdadeiro?
Como sei se é real o que estou vivendo?
Seria a saudade um vestígio concreto do amor certo?
Alguém me diga se sou uma pessoa de verdade
Se o que sinto é normal, que não sou uma atrocidade
Me preocupo se estou fazendo corretamente a minha parte
Não minto quando digo que gosto de alguém,
Mas será que mentir as vezes não me faria bem?
Pois quando digo a sinceridade, logo me expulsão,
Justificando-me que não é por maldade.
Alguém me ensine, estou perdido
Não sei se meu comportamento faz sentindo
Não sei se sou o modelo previsto para este mundo ilícito.
Pancreatite I
Nos primeiros dias de 1.992 sofri uma crise aguda de pancreatite desencadeada pela bebedeira na noite do Ano Novo.
Fazia mais de dez anos que eu bebia muito mais do que o socialmente aceito e se meus amigos perdoavam os meus vexames, o pâncreas não perdoou e se incumbiu de me dar um grande susto com uma crise hemorrágica necrosante, que me enviou a uma estada forçada de setenta e cinco dias no Hospital Albert Einstein em São Paulo.
Minha salvação foi mais que perícia dos médicos, segundo eles mesmos, foi um milagre operado pela providência, que muitos acreditaram Divina.
O aviso serviu e passei vinte e cinco anos e sete meses sem colocar uma gota de álcool na boca o que me gerou uma economia de muitos milhares de reais.
No limiar dos meus setenta anos e com tempo suficiente para repensar a vida e muito mais, resolvi que era hora de voltar a beber, agora socialmente, como vejo uns poucos amigos dos que me restaram praticarem.
Pensada e deliberadamente fui até a geladeira e peguei na prateleira das cervejas da Amanda uma latinha.
Munido de um copo, despejei a metade e vim para a frente do computador, pronto para uma das mais desafiantes experiências dos últimos vinte e cinco anos.
De gole em gole saboreei todo o copo e fiquei surpreso com a similitude com a minha Brahma sem álcool e nenhum resquício de mal estar ou tontura.
Chamei a Amanda, recém chegada em casa e contei a ela minha aventura. Mais do que depressa ela falou:- mas você em certeza que pegou a cerveja com álcool? Minha única certeza é jamais confiar nas minhas certezas e fui ver o resto da cerveja na geladeira e era 100%...sem álcool!
Não fiquei por aí….aguarde o final, ou seria, o recomeço da minha história com o álcool.
Eu vou ficar bem...
É só mais uma crise, mas vai passar!
Só espero que passe logo.
Eu vou mais uma vez recomeçar!
Mesmo que a vida tenha fechado outra porta mais uma vez.
Mas eu vou recomeçar...
Não importa aonde parei ou o quão cansada estou.
Eu vou tentar mais uma vez!
E dar uma nova chance a mim mesma, vou encontrar forças para renovar as esperanças.
Eu vou acreditar de novo!
Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida, não espere a morte para dar flores, não espere a doença para dizer que ama, não espere perder para dar valor, não espere o seu amor partir para perceber a falta que faz andar acompanhado, não espere o melhor salario para se empenhar no trabalho, não espere tirar nota baixa na escola para começar estudar, também não tome decisões precipitadas use o relógio de Deus nele está o tempo perfeito.
A vida é como o vapor de uma panela, diga que ama hoje, perdoe hoje, se empenhe hoje, amanhã pode ser tarde demais.
Tiago 4:14 Contudo, vós não tendes o poder de saber o que acontecerá no dia de amanhã. Que é a vossa vida? Sois, simplesmente, como a neblina que aparece por algum tempo e logo se dissipa.
Livro exclusivo
Guerra, países, ambos em crise/
Direita, esquerda, aumenta audiência /
Imprensa inocenta a violência/
Religião e ciência, buscam a carência/
Opiniões, obrigações, falta de opções.
Mundo perdido, como um romance mal lido/
Ou nova releitura, cheia de loucuras?
Senso comum, não vai a lugar algum/
Acorrentado, calado, impedindo qualquer ato/
Mentiras, vendidas até em revista/
Politica ilícita, governo sem vida/
Indigno trabalho, problemas com salário?
Mundo perdido, como um romance mal lido/
Ou nova releitura, cheia de loucuras?
Tempo de sofrimento se vai com o vento/
Mundo em caos, pedindo o mal/
Vingança gerando esperança/
Sem paz, sem mas?/
Laços leais, ilegais/
Favela, referência de terror com plateia.
Mundo perdido, como um romance mal lido/
Ou nova releitura, cheia de loucuras?
Flores, trazem amores/
Dores, favor, sem vigores/
Buscar entendimento, ah o conhecimento!/
Imaginação trazendo uma nova ação/
Aventura surgindo como cultura/
Um poema?
...
Não,/
Um dilema/
A realidade parece mortalidade,/
Mas a esperança, é um mantra,/
Renasce a cada dia, sem palavras perdidas,/
Surge todos os dias, para sempre demonstrar a vida!
Mundo novo, escrito por todos/
Pergaminho popular, que chamamos de lar.
CÉLULAS CANCERÍGENAS
Os últimos desdobramentos da crise do Senado Federal são deprimentes. Não se trata apenas de crise política, mas também de crise ética e moral da maior gravidade.
Presenciamos acusações e provas recíprocas de desvios de recursos públicos, de nepotismo, de falsidade ideológica, de peculato, de atos secretos etc. que, além de transgredirem o chamado decoro, são consideradas crimes pela legislação penal brasileira.
O pior é que, no Brasil, tudo dá em nada, ou melhor, dá em pizza, como inconsequentemente se denomina a impunidade nesse país sem escrúpulos.
Será que é justo manter milhares de famintos, analfabetos e miseráveis criminosos na prisão, enquanto políticos bem mais ofensivos à nação ficam impunes? Não estou defendendo marginais, mas não podemos ter dois pesos e duas medidas.
O Brasil tem uma política lamentável quando se trata de ética e de moral, e chegou ao fundo do poço com as últimas ocorrências. Os atos criminosos foram oficializados com total apoio das mais altas autoridades do país.
A passividade dos brasileiros deixa de ser uma virtude e passa a ser uma grave doença quando se tolera atos criminosos. A delinquência como prática comum e inerente às atividades políticas se torna células cancerígenas.
Dizem que tenho uma visão ingênua da prática política. Pode até ser que seja essa a minha visão, mas muito pior é a visão POLÍTICA CORRUPTA.
MODERNIDADE DE HOJE
Já que terceirizaram o meu trabalho...
Terceirize, minha crise, minha fome
o desando e desvio do congresso
terceirize também para mim...
O descarrilamento desse bonde
e esse imposto que me consome.
Terceirize minhas dividas
a fila da minha doença
os exames do INSS
a espera do INPS...
O desacreditar da política
a diversidade das crenças.
Terceirize o parlamento
a ética que lá não existe
o desvio dos impostos
nos trazendo tanta crise,
terceirize esse mal gosto
a crise de leste e sul...
Do oeste e do norte
Terceirize o golpe da foice
o suspiro da minha morte.
Antonio Montes
Oração de Um Homem em Crise
(Bartolomeu Assis Souza)
Mestra Mente,
Infinita sabedoria.
Venho te pedir luzes,
Conselhos, bençãos, orientações...
Sou um homem em crise...
Quero vencer meus preconceitos,
Meus temores, minhas fraquezas...
Aumenta a minha fé...
Ás vezes a descrença penetra o coração...
Os reveses da vida são duros...
Afinal, não sei o que pedir...
Sou um homem em crise...
Só tu sabes o que preciso...
Só tu me amas mais do que possa amar...
Abre meu coração, cura-me...
Ensina-me a orar melhor...
ORA TU MESMO EM MIM...
Amém...!
Pós-crise
Ventou-se e tudo mudou-se
caiu tudo como um demolição
logo, logo tudo estava no chão
o que restou...
Solidão, tristeza e desilusão que
ocupava a ocasião.
mas uma coisa que se tem certeza
que situação desse tipo é passageira
fortaleceu-se fé e esperança que se
sairia dessa lambança.
Quando chegou o tempo logo veio o
vento e lhe arrumou o alento
paz , alegria e prosperidade fazia parte
da nova fase.
Crise social, crise no poder judiciário, o que está acontecendo com a sociedade brasileira?
Vivemos em um sistema político chamado: democracia. A democracia é (ao menos em tese), o governo do povo. O que existe hoje é uma distorção no conceito de democracia, atribui-se mais relevância a vontade de um indivíduo, em detrimento aos costumes e moral da coletividade.
Isso foi implantado na sociedade através do POLITICAMENTE CORRETO que em sua filosofia parece ser bom, contudo, somente na teoria.
Na prática, ocorreu um inversão de valores sociais, essa inversão quase que impossibilita distinguir o certo do errado. Por consequência dessas mudanças sociais o Direito/Leis passa por inúmeras transformações e uma imensurável falta de segurança jurídica, onde atribui-se maior valor aos direitos das minorias que a maioria da população e isso NÃO é bom para a democracia.
Não é bom para a democracia porque a democracia é o governo do POVO, porém o que menos se vê são os clamores da sociedade serem atendidos pelo poder, poder esse representado pelo(s): legislativo, executivo e judiciário.
Consequência disso é intolerância, divisão de classes, impossibilidade de diálogo, uma sociedade civil totalmente desorganizada.
Estaríamos vivendo um processo de ANTI-DEMOCRACIA?
Se a maioria (em número e não de classe), tem que calar-se e adequar-se a novos costumes sociais, quase como se manifestação fosse crime de censura e protesto pecado, isso é democrático?
Isso NÃO é o povo no poder!
Esses são alguns dos reflexo de um Estado grande, o Estado não pode legalizar vontades subjetivas e impor isso como lei e/ou valor social.
Quer dizer, o Estado não deveria, porque no Brasil o Estado pode tudo, só falta cumpri com seu Dever, fazer prevalecer a vontade do povo, exercitar a democracia.
Obs: Resumi umas cinco vezes antes de postar, um texto que não gostaria de ter escrito. Me entristeço com cenário da nossa realidade.
Crise de Identidade
Se a ansiedade me desse um tempo para resolver tudo com calma. Mas ela me lembra que o quarto está bagunçado, a pia está cheia de louça, o pet precisa de cuidados, eu também preciso, e me pergunto quando foi a última vez que fui à manicure. Esquece, melhor não lembrar.
Faculdade, livros, arquivos, e-mail, currículo, WhatsApp. Facebook. Gente chata que aparece para tirar o pouco de paz que eu achava que estava conseguindo ter, sorrindo à toa por nada. Vai sorrir assim lá no inferno!
E no amor? Ah! O amor vai bem, obrigada! Para todos os efeitos, vai bem. Próximo parágrafo, por favor.
A televisão tem tanta bobagem para distrair minha atenção daquilo que realmente vale a pena, que me faz ficar embotada. Distraída e emburrecida e embotada. Bah!
Vontade de ler um livro nada literário, nada cultural, nada intelectual, do gênero policial, suspense, como Sidney Sheldon, Agatha Cristie, sei lá. Pelo menos vou me distrair com um pouco mais de qualidade. O simples fato de ler já é um grande negócio.
As notícias jornalísticas me causam enjoo. Vontade de fugir para um país que não existe, do outro lado do mundo. Mas o mundo não tem lado, a Terra é redonda. Então, pra continuar a andar em círculos para não chegar a lugar algum, é melhor ficar por aqui mesmo. Pelo menos no Brasil não tem guerra. É o que todo mundo fala. Não tem guerra oficialmente declarada por conquista de expansão territorial, comercial ou de poder, porque guerra interna sempre teve, social, política, de classes, econômica, sempre teve, e como mata gente essa guerra. Mata gente de fome, de doença, de analfabetismo, de violência, de falta de ética. Mas brasileiro é povo forte, morre e ressuscita todos os dias. Eu mesma já morri várias vezes na fila de emprego, na fila Sus, no assalto à mão armada, na conta do supermercado, no racismo camuflado, no voto desperdiçado. "Morreu sob Pôncio Piltatos. Foi crucificado, morto e sepultado.Ressuscitou ao terceiro dia.." - deixou de ser bíblico, é a realidade do pobre cuja nacionalidade é brasileira.
Preciso fazer uma terapia. Mas hoje não tô a fim. Nem a fim, nem com dinheiro para esse fim. Aliás, não tenho dinheiro para quase nenhum fim. Será que esse é o meu fim? Pobre de mim. Paradinha para coçar a cabeça.Vou tomar um calmante. Mas aqui não tem calmante, sempre encarei meu problemas de cara lavada, sem entorpecentes, sem drogas, grande coisa! Será isso sinal de coragem ou de teimosia? Covardia! Medo de trocar o tipo de dependência. Dependência de problemas para dependência de alucinógenos ou alienógenos. Alienógenos, o editor de textos está me alertando de que essa palavra não existe. Pois passa a existir a partir desse momento. Neologismo não é direito só de político falastrão, também posso, dá licença. Aliás, não acompanhar o noticiário é um bom alienógeno, sinto-me culpada por tomar desse psicotrópico de tarja preta quase todos os dias. Ele causa efeitos colaterais horríveis. A gente fica sem saber das coisas, do que acontece no nosso país, mas que diferença faz saber das coisas se não se pode mudá-las? Ah, não me venha com o lindo discurso de que a participação ativa na vida política do meu país é a única forma de mudar as tais coisas. Já usei bastante esse discurso, mas ele não me convenceu, só serviu para convencer os outros. Vou tirar umas férias dessa participação ativa, quero ficar na passiva. Aliás, nunca saí dela, achava que era cidadã atuante, descobri que não passo de uma objeto amorfo da grande massa.
A massa! Não sei se sinto orgulho de fazer parte da massa ou se sinto orgulho de pelo menos saber a diferença entre massa, povo e elite. Se não faço parte da elite, faço parte da massa, mas acho que não da massa de manobra. Só um pouco, confesso. Não se muda de massa de manobra para simplesmente massa da noite para o dia. Nem de massa para elite de uma hora para outra, só para quem é velhaco.
Falando em velhaco, quando adolescente sonhava em ser política. Esconjuro! Não sei quando, mas fui exorcizada. Graças a Deus! ou ao Diabo, pois ele não iria gostar de me ter na política tentando atrapalhar os planos dele, de jeito nenhum. Então vou ficando por aqui, literalmente por aqui. Na escrita e no meio do povão.
Até breve, ou até outra crise!
