Carta a um Amigo Especial
Feliz Páscoa!!!
(Somos tudo e nada)
Mais uma data especial para agradecer pela saúde, pelas pessoas, por cada momento que vivemos... Por tudo!!!
É o universo deixando claro o quanto somos frágeis e o quanto a vida pode ser imprevisível...
O que se quebra é para sempre...
Mas não precisa colar pedaços...
Com os cacos podemos fazer algo novo...
Uma nova amizade, um novo conceito...
De uma mesma pessoa...
De uma mesma situação...
Pegar o que for bom, as experiências, as expectativas, as oportunidades... E CONSTRUIR juntos um novo caminho a seguir...
Não reconstruir, porque buscamos algo novo todo dia...
Recomeçar, tb, não... Começar...
... Não "renascer" e sim NASCER...
Nascer a cada dia depois de cada batalha...
Veja as alegrias do outro, mas nunca queira está no mesmo lugar...
Porque ninguém sabe o custo de cada sorriso...
Cada um carrega a cruz e os calos que conquistou...
Assim, como a dor e o peso de suportar...
Somos tudo e nada...
Hoje podemos ser tudo...
E amanhã, nada...
A vida tecida na rede artesanal,
surgida ali de forma especial.
- Altos ventos de outrora! -
Numa viagem para dentro,
contemplando o agora...
- Augusta ágora! -
A Humanidade é celestial,
mas ela vive de forma banal.
Doutores deveriam fazer o caminho,
De volta para a liberdade.
- Excelsa verdade! -
A felicidade consiste em navegar
como os pescadores pelo mar...
- Máxima virtude! -
Balneário Barra do Sul é o despertar,
pelas mãos do tecedor voltei a pensar.
O destino filho da rede artesanal,
crescido de um jeito sem igual.
- Nasceu como maré calma! -
Enfrenta com força a maré alta,
porque ele tem paz e alma...
- Virtuose e glória! -
Nascidos do desapego
Da suntuosidade do litoral...
Só conhece, quem testemunhou;
e só pode contar, quem escutou.
- Não duvide! -
Foi Deus quem determinou,
Ele é quem teceu, e nos criou...
- Escritos no firmamento! -
Quem tem personalidade,
não se leva pelo vento.
Porque o Mestre e Caminho,
A Verdade e a Vida,
Escolheram por companhia:
a amizade do pescador.
Souberam tirar o sustento
Da rede tecida,
Disso ninguém duvida:
a vida é arte celestial...
A classe política em especial tem mania de usar a ofensa como instrumento de corrosão da liberdade de expressão alegando que estão exercitando ela, porque ela tem o objetivo de amanhã cortar a sua liberdade de expressão.
Nos anos pré-eleitoral e eleitoral as ofensas entre a classe política são especialmente frequentes, não caia nesta arapuca de ser inocente útil e comprar uma briga que não te pertence.
Você é povo. Eu sou povo. Eu e você não temos mandato. Deixe que a classe política, militantes e fanáticos se lasquem.
Tratemos da nossa paz interior porque a conta deles quem paga somos todos nós, e eles estão longinquamente trabalhando para cortar até a nossa possibilidade de reclamar.
Amor lindo amor,
não basta dizer
que sou especial,
É preciso mostrar
que tens o quê
nenhuma fortuna
na vida pode comprar:
educação emocional.
O amor quando vem
pleno e do coração
de alguém escolhe
ser o endereço
sempre se ocupa
da bondade, do zelo
do tato e do compromisso.
A sua falta de tato
numa data especial,
apenas confirmou
o quê eu já sabia:
você é uma alma fria.
A sua ironia ainda
será a sua armadilha,
eu sou poetisa e o seu
menosprezo me soa:
'amanhã será outro dia'.
A sua ausência serviu
como borracha para
apagar da memória
quem mostrou desde
o início que não prestava.
A sua falsa inteligência
só deu pista sobre pista,
ela foi tão precisa que
fez com que eu queira
de ti para sempre distância.
Do Sol,Para Além.
Vem do Sol,a luz que faz a vida ser.
Algo especial.
De uma estrela,para vários alinhamentos no seu sistema planetário.
Que é recitado por uma unidade astronômica,que sabe de cada movimento e distância,dos seus queridos seres.
No destemido planeta Mercúrio,e as suas noites amigas.
Do mesmo Sol,que o ilumina bem de perto.
Pelo lúcido planeta Vênus,e a sua grande personalidade.
Algumas vezes inquieto,outras vezes virtuoso.
Ao planeta Terra,que no azul e verde que se unem,também se encontra coisas sobre nascer,viver e sonhar.
Na vermelhidão do planeta Marte,há muito o que enxergar.
Como um desfiladeiro que atravessa a sua simplicidade até os mistérios que o envolvem.
Sob uma luz solar estão guardados,os quatro planetas rochosos.
Luz solar que permeia um Cinturão de Asteroides.
Milhares deles,saltitantes.
Voando entre muitos espaços,estão o planeta anão Ceres,que é um pouco tímido,e o pensativo asteroide Vesta.
E entre eles,outras notáveis belezas estão.
Aos olhos do Sol cada pedacinho de pedra,ou grande rocha é acolhido.
Como o gigante e gentil planeta Júpiter.
Que de um jeito fabuloso,também protege os quatro planetas rochosos.
Com um brilhantismo que marca o seu nome.
Até chegar ao planeta Saturno.
Bonito e rodeado por um entrelaçando sistema de anéis,que se tornam mais fascinantes,tocados pela luz do Sol.
Luz que chega com delicadeza ao planeta Urano.
Que é azulado em um misto de ternura e sabedoria.
Parecido com ele,é o planeta Netuno.
Predominante na cor azul,é sereno e coberto por nuvens brandas.
Onde ele está a luz do Sol,brilha de um jeito meigo.
Ainda com uma certa força,para sentir o Cinturão de Kuiper.
Que é repleto de rochas,gelo e de um silêncio profundo.
Na vivência desse silêncio,estão carismáticos planetas anões.
Plutão é generoso.
Haumea é gracioso.
E Makemame é grato.
E ainda tem mais.
Confiantes em cada ir e vir,dos seus respectivos sentimentos.
Nesse ponto o Sol brilha,sem um efeito de aquecer.
Mas,com a alma que tem,sabe que os seus seres distantes,estão em seu pertencimento.
Como o Disco Disperso.
E a sua calmaria permanente.
Nos confins do seu transparecer.
Que tem vários sorrisos ao planeta anão Éris.
Que é leal,e com gestos de cavalheirismo.
Nessa distância uma unidade astronômica,se permite ir um pouco mais.
Com uma parte da escuridão que se sobressai.
No planeta anão Sedna.
Que vê distantes os outros planetas.
As outras rochas e asteroides.
Que em harmonia, acenam ao seu coração,para que ele jamais se sinta só.
Até que novamente,possa tocar o Sol.
Sol que se move e atrai um lugar,os seus planetas,e as suas centenas de satélites naturais.
Na conhecida e encantadora,Lua.
Com Fobos e Deimos,em sintonia.
Nos ritmos entre Ganimedes,Io,Europa e Calisto.
Nas façanhas de Titã,e Encélado.
Nos compromissos entre Miranda,Ariel,Umbriel,
Titânia,e Oberon.
Nos trejeitos de Tritão,e Proteu.
E girando em Sol,também se vestem de luz.
Caronte,Hiʻiaka e Namaka,S/2015 (136472) 1. E que nas lembranças solares, Disnomia se completa.
E ainda existem outros satélites naturais,que são impressionantes e imponentes.
Mais distante do que o Sol pode iluminar,a vasta Nuvem de Oort.
Que entre emoções e suspiros,vagueia sem cessar com Cometas e Centauros.
Cometas que trazem brilhos mágicos.
Aos míticos Centauros,e as suas histórias antigas.
Nuvem de Oort que não é branca,ou de algodão.
E que conforta cada essência desse lugar.
Nessa longínqua jornada,a singela unidade astronômica se desdobra para continuar a contar.
E quando retonar mais perto do Sol,poderá recriar as distâncias que percorreu.
Dessa magnífica estrela.
Ao variados alinhamentos ao seu redor.
Estrela da vida.
Que é atraída pela luz da alma,para além de um lugar.
Nós nunca tivemos a dita música… não porque, não quiséssemos ou que não encontrássemos… Simplesmente, não tivemos, porque eu nunca me consegui decidir nem encontrar apenas a dita música para nós.
Sempre considerei que éramos, e que somos ainda (mesmo que afastados), um conjunto de várias músicas, de diferentes estilos, diferentes cantores, ou seja, uma miscelânea.
Sei que você perdeu o seu amigo, seu animal de estimação, que era tão querido... como deve estar seu coração. Você sabe que a sua ausência vai doer por um tempo, mas depois vai passar. Tudo é uma questão de tempo pois ele está em um bom lugar. Acalme seu coração dessa dor, pois tudo o que você deu a ele foi o seu amor.
Sempre tive um grande defensor, patrono e insubstituível amigo e amigo leal, presente em qualquer tempo, aquele que puxa as orelhas quando está sem razão mostrando a razão. Guerreamos juntos com armadura, sabre e brasão como cruzados do dia a dia. Importante: sempre sem renunciar a ouvir o coração. Porém, se foi, partiu e sumiu, não o vejo mais no meu reflexo no espelho, deixando o estímulo da esperança, não do convívio pelo ônus do tempo, mas do reencontro.
Vasculhando na memória algum assunto, encontrei a carta que eu rabisquei na capa de um livro: “pra você”, era o destinatário. Não sei por que não mandei, talvez não quisesse passar a limpo o passado. Em letras garrafais eu te dizia: “acertei o caminho não porque segui as setas, mas porque desrespeitei todas as placas de aviso”. E achei curioso eu usar essa metáfora sem nem ao certo saber o que queria te dizer com isto. E, depois de repousadas aquelas palavras, percebi quanta coisa eu escrevi pra você, querendo dizer pra mim. Porque eu jamais chegaria aonde cheguei se só andasse em linha reta. Tive que voltar atrás, andar em círculos, perder dias, perder o rumo, perder a paciência e me exaurir em tentativas aparentemente inúteis pra encontrar um quase endereço, uma provável ponte: a entrada do encontro. Você tão ocupado com seus mapas, tão equipado com sua bússola, demorou tanto, fez sinais de fumaça e não veio. Você simplesmente não veio. Mas me ensinou a intuir caminhos certos, a confiar nos passos, a desconfiar dos atalhos. Porque eu estava do outro lado e só. Sem amparo. Mas caminhava. E você estava absolutamente equipado com seu peso. E impedido de andar por seus medos.
Escrevo aqui esta carta pra demonstrar um pouco do que sinto por você transformado em palavras, sei que é pouco mesmo pra demonstrar mais te garanto que todas essas palavras serão verdadeiras ditas por um garoto bobo e apaixonado. Quando te conheci estava vivendo em um mundo que era exclusivamente meu, onde nada faria mais sentido pois eu estava cansado de sofrer, mais então foi nesse tempo que você apareceu e conseguio me tirar desse tal mundo e me trouxe novamente pra uma nova realidade em que tudo voltou a fazer sentido, tudo voltou a ter cores e hoje me sinto uma pessoa mais segura por apenas amar você. Só por você existir te garanto que sou mais feliz, e ninguém será capaz de tirar essa felicidade de mim porque tudo que é considerado verdadeiro sempre será infinito.
Esperei uma ligação, uma mensagem subliminar, uma importância, uma carta, um recado dentro do livro, um coração desenhado com nossos nomes dentro na carteira da classe em que estudávamos, um adesivo de apaixonados encontrado envolto no chiclete, uma árvore riscada com nossas iniciais, uma tatuagem secreta, uma poesia de amor deixada no espelho, uma foto cortada com minha face, uma rosa despedaçada na busca das respostas de um bem ou mal me quer, uma mão que tape meus olhos e me surpreenda no final do dia, um beijo roubado e prensado na parede, um olhar que possa me despir sem me tocar e uma frase que contenha a palavra "amor" ao menos uma vez por semana. Só fiz apenas essas exigências, que escritas parecem muitas, audaciosas e um fardo pesado de expectativas empenhadas, mas, quando se ama de verdade tudo isso não se pede - vêm, surgem, brotam do âmago, se expoem e libertam, sem achar bobeira ou um roteiro a seguir, porque, o amor é descarado, destemido e aventureiro e o que se mais quer é demonstrá-lo e esfregar na cara dos incrêdulos que ele existe em mim e talvez em você.
’Vasculhando nas memórias algum assunto, encontrei a carta que eu rabisquei na capa de um livro: “pra você”, era o destinatário. Não sei por que não mandei, talvez não quisesse passar a limpo o passado. Em letras garrafais eu te dizia: “acertei o caminho não porque segui as setas, mas porque desrespeitei todas as placas de aviso”. E achei curioso eu usar essa metáfora sem nem ao certo saber o que queria te dizer com isto. E depois de repousadas aquelas palavras eu percebi quanta coisa eu escrevi pra você, querendo dizer pra mim. Porque eu jamais chegaria aonde cheguei se só andasse em linha reta. Tive que voltar atrás, andar em círculos, perder dias, perder o rumo, perder a paciência e me exaurir em tentativas aparentemente inúteis pra encontrar um quase endereço, uma provável ponte: a entrada do encontro.Você tão ocupado com seus mapas, tão equipado com sua bússola, demorou tanto, fez sinais de fumaça e não veio. Você simplesmente não veio. Mas me ensinou a intuir caminhos certos, a confiar nos passos, a desconfiar dos atalhos. Porque eu estava do outro lado e só. Sem amparo. Mas caminhava. E você estava absolutamente equipado com seu peso. E impedido de andar por seus medos.
Quando o cara quer, pode acreditar que ele arruma um jeito. Mandando sms, carta, telefonando, enviando email, telegrama, código morse, sinal de fumaça[..] Ele vai te dar um sinal, se ele quer mesmo ele vai dar um jeito. Do contrário não tenha tantas expectativas, porque expectativas causam decepções. Sabe por quê? Porque nós homens somos previsíveis, se nós queremos, queremos, se não queremos, não queremos. Não se iluda. Quando o cara quer, não tem distância, problemas, família, trabalho, futebol, estudo, mãe, barba por fazer, celular sem bateria, chuva, falta de dinheiro que o impeça de ir atrás de quem ele ama.
Querida Claire, quero que saiba que é um prazer te escrever esta carta. Lembra da vez que você estava andando no corredor da livraria, e um maluco desengonçado tropeçou e te fez derrubar tudo que estava segurando na frente das suas amigas, que além de rirem do pobre garoto, riram também de você. Ele ficou todo sem jeito, achando que você iria surtar, chamá-lo de idiota e tudo o mais que servisse como xingamento, e segundos depois você fez exatamente o que ele achou que faria? Os pedidos de desculpas não foram o suficiente, você toda mesquinha, o xingou, fez a maior birra, e como se não bastasse falou que da próxima vez era melhor ele olhar por onde anda. Dois dias depois, você o viu sentado ao lado da sala de informática, sentou-se ao seu lado e pediu desculpas por tudo o que tinha falado. Ele seria um idiota se dissesse não pra um sorriso como o seu. A partir daí vocês ficaram amigos, muito amigos na verdade, e tanto você como ele, notaram que a cada dia sentiam-se um mais dependente da companhia do outro, e logo passaram a ser mais que amigos. Compartilharam felicidade, da mesma forma que compartilharam a tristeza, dividiram sorrisos, carinhos, segredos…tardes de domingos, fossem elas chuvosas ou ensolaradas. E quer saber o que eu acho disso tudo? Eu tive a sorte danada de ter sido aquele garoto maluco e desengonçado que você fez questão de perguntar se era cego, por não vê-la ali, com tantos livros nas mãos. Eu vi você evoluir de menina, para a mulher da minha vida.
Á carta e á cartazes, a carta seguiu-se alegre ao mensageiro, endereçada "em casa" com um fim ela encontrou um meio, em outras palavras, busque o conselho e encontre com a sabedoria, a carta brilha, e aquele que a lê se maravilha, ela habitá, homens e mulheres lendo-a e crendo, se transformara.
Minha primeira carta de recusa não foi uma carta qualquer, com apenas um texto padrão e um NÃO gigantesco gritando na cabeça. Ao final dela, havia uma consideração escrita a caneta azul: “Ainda que tenha de colecionar cartas de recusa, faça uma extensa coleção, por favor, faça. Continue este movimento. Por favor, insista.”
Aquela carta que manchou a minha vida foi um último suspiro de dor, o choro que vinha pela manhã me fez pensar que hoje eu sou só, mas eu amo mesmo, não tenho medo, os medos que eu tinha e tive, estão guardados num pote com um veneno mortal que pode me matar a dor. Seja feliz vai a luta, marca seu ponto na justa e o resto eu deixo pra la.
Tenho comigo sempre mais um sorriso. Uma palavra boa como carta na manga. Não entendo o proposito que é estar neste mundo. E se não tiver mais nada depois, tudo é em vão? Meu consolo é a ideia de que estou aqui de passagem. E que há algo melhor a espera de mim. Se não posso viver feliz, ao menos zelo pela felicidade dos outros! Mas se falho nisso também?! Alguém me dá uma luz! Tô me sentindo presa por tão pouco. Não quero ser egoísta, mas tenho também que pensar no que será melhor pra mim, no que me causará menos danos. Ou sou muito guerreira ou muito covarde, e então eu continuo!
Eu poderia juntar cada verso de música que me lembra você, e te escrever uma carta, um email, ou mandar pelo bate papo do facebook. Poderia te dizer o quanto sinto falta do teu abraço, e o quanto me sinto bem em teus braços. O quanto me sinto tua. E te sinto meu. O quanto teu sorrir me faz bem. E te falar de todas as vezes que eu memorizei teu abraço, o teu calor, o teu cheiro, pra não perder mais. Eu poderia recitar todos os versos que escrevi inspirada em você. É, poderia. Mas se a vida é um jogo, prefiro deixar você perceber a cada ato, ao demonstrar. Porque as palavras meu bem, o vento carrega, e pra bem longe se quer saber.
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