Carta a um Amigo Especial
VELHOS ARQUIVOS
Escuto um poema falado,
mergulho em mim extasiado
tão recente... Tão passado.
Ao fundo uma música conhecida
que balança a sensibilidade
já abalada nesta idade.
Procuro em velhos arquivos
minha poesia mais linda,
tempos que me sentia poeta,
acho que eu nem tinha nascido ainda.
O mundo pra mim passou,
hoje sou papel amarelado
de um poema obsoleto e mal acabado.
Se não existe um Deus como podemos considerar que o mundo atual é injusto, mal ou imperfeito sendo que sem Deus o mundo atual é o melhor possível ?
Se existe essa noção de injustiça, maldade ou imperfeição logo deve existir algo que é justo, bom e perfeito que usamos de referência para julgarmos o mundo injusto, mal ou imperfeito.
EU SÓ QUERIA DIZER QUE TE AMO
Eu só queria dizer que te amo, e que pra mim nunca foi um engano
Foi justo para nós nos encontrarmos e depois nos entregar a paixão
Foi, é, e ainda será o momento mais marcante em nossas vidas
será alvo de lembrança todas as manhãs quando eu te acordar,
Me valorize pra não me perder, me perder pra solidão
Cola em mim pra eu não te deixar sozinha, a solidão não nos merece
Diz pra mim que também me ama, me faz por um instante e a vida toda
saber que alguém me ama como sou e que sem mim sua vida não faz sentido.
Me lembre toda hora como tudo começou, os detalhes, os travos na hora de
decidir, tudo o que não foi dito na hora por medo - e talvez não tivesse sido tão bom como saber disso agora, depois - e hoje tudo o que é feito é uma continuação do que foi iniciado, me faz saber que naquele dia tudo mudou pra você, pois foi o que aconteceu para mim. Diz que não vai me deixar, jamais, por nada nem por ninguém e ainda que eu insista, não dê ouvidos, pois a minha consciência ainda não quer se conformar que existe um amor assim. Me escuta cada vez mais, segue o caminho que traçamos, não desvia dele, nem pra direita nem pra esquerda, segue reto, firme e no futuro quando olhares para traz, vera que tudo valeu a pena e que uma vida foi pouco para o tamanho desse amor.
...Ah! Bem que eu queria! Às vezes eu bem que queria ser normal,
Como um maluco qualquer, ela também queria que eu fosse comum, mas não sou.
A alma fala por si e fala mais alto do que o meu ser, ou eu esteja enganado...
Eu sou um maluco qualquer... Nós olhos de quem não me conhece.
Nós olhos de quem não sabe enxerga, tudo é normal, todos são comparados, rotulados...
A vida... As pessoas... Não é feita de comparações... Não é feita de rotulações.
Dificilmente aprendem isso. Dificilmente observam isso. Dificilmente...
Em meio à grandeza da ignorância do dia a dia...
Falar, escrever, explicar, ou tentar ensinar não vai adiantar...
O único meio correto e se afastar.
ROMÂNTICO SONHADOR.
O romântico é um sonhador,
Que sonha o seu sonho alado,
É um poeta apaixonado,
Sonhando sonhos de amor.
Vive num mundo irreal,
De sonhos, lendas e magias,
De ilusões sem igual,
De contos e fantasias.
Faz seus versos e poesias,
De tudo se faz um pouco,
Poemas, rimas curtas e vazias,
É um belo romântico louco.
Cada verso que se faz,
Não se sabe se foi capaz,
S e foi sucesso ou fracasso,
De um pobre gênio ou palhaço.
O poeta sonhador,
Na sua realidade,
Canta esperanças e amor,
Chora tristezas e saudades.
Vê nas lágrimas as saudades,
No coração vê o amor,
No riso a felicidade,
E na mulher uma flor.
Ele sonha com um mundo,
Sem violência e maldade,
No seu sonho mais profundo,
Sem mentiras e só verdade.
Vê no seu próximo um irmão,
Não vê ódio, não vê nada,
Pois se lhe der um limão,
Faz-se dele limonada.
E nesse sonho sonhado,
O poeta em traços fortes,
Vai deixando o seu recado,
Até que lhe busque a morte.
Poesias, em rimas são cânticos,
De versos toscos e profundos,
Enquanto existir românticos,
Haverá amor no mundo!
Havia um tempo em que eu vivia
Um sentimento quase infantil
Havia o medo e a timidez
Todo um lado que você nunca viu
Agora eu vejo
Aquele beijo era mesmo o fim
Era o começo
E o meu desejo se perdeu de mim
E agora eu ando correndo tanto
Procurando aquele novo lugar
Aquela festa o que me resta
Encontrar alguém legal pra ficar
Agora eu vejo
Aquele beijo era mesmo o fim
Era o começo
E o meu desejo se perdeu de mim
E agora é tarde, acordo tarde
Do meu lado alguém que eu nem conhecia
Outra criança adulterada
Pelos anos que a pintura escondia
Agora eu vejo
Aquele beijo era o fim, era o fim
Era o começo
E o meu desejo se perdeu de mim
Agora eu vejo
Aquele beijo era o fim, o fim
Era o começo e o meu desejo se perdeu de mim
Que a gente esqueça da guerra, mas nunca de um sorriso.
Que esqueçam de um dia chuvoso, mas nunca do arcos íris no horizonte. Que até esqueçam da dor.
Mas que nunca se esqueçam do amor.
O amor é a causa da vida. O amor é o que nos faz levantar a cada dia com a esperança de fututos incríveis.
Não dá pra viver (ou sobreviver) dependente do que é raro, como um viciado que aguarda ansiosamente a próxima dose. Precisamos descobrir o sabor da simplicidade e curtir a beleza do que não requer tanto esforço. Porque é fácil ser feliz em meio a cenários paradisíacos, em contextos pré-fabricados para a perfeição. O desafio é se manter pleno com o que se é.
Porque há isso. Há aquele tipo de pessoa que gosta de interpretar a infelicidade e curte viver e reviver o drama como um agasalho, que aquece e protege de algo muito mais sério e profundo, que incomoda. E este nunca passa, pois, se transforma em um acessório. Há, ainda, os que esperam muito da felicidade, quando a felicidade em si é realmente algo simples, muito mais simples do que imaginamos. A questão é perceber, o que é a felicidade para cada um. Aonde ela está.
Para ter essa tal felicidade como algo rotineiro, que cada um realmente merece (ou deve merecer) é preciso se despir de preconceitos e se entender com o que está aí. Por inteiro. Afastar fantasmas e fazer de cada dia um dia bom. Não precisa ser incrível… precisa que faça valer a pena estar vivo.
Viver é passar por dias comuns e, na rotina, descobrir coisas novas com o que aprendemos entre um tombo e outro, entre cada batida do coração.
Se amar
Se gostar é reservar 15 minutos do seu dia para cuidar da sua imagem, é acordar um pouquinho mais cedo para hidratar a pele, pintar o rosto e arrumar o cabelo (mesmo que isso signifique um coque ou um rabo). Se cuidar é lembrar de mandar as roupas para a lavanderia, limpar os sapatos e deixar a calça na costureira para uma bainha perfeita. Se cuidar é ficar atento aos sinais que indicam um super ganho de peso, é ter cabeça fria para encarar uma reeducação alimentar (e fazer um supermercado mais saudável). É trocar o lanche pronto da rede de fast food por qualquer coisa mais natural, mesmo que isso tome outros cinco minutos que você pensa não ter. Se gostar, é comemorar as vitórias alheias e usar estas como inspiração. É perceber que invejar alguém não muda nada na sua própria situação. Se gostar é abandonar relacionamentos que lhe destroem, daqueles que lhe jogam para baixo e que lhe causam mal estar. É separar amigos de conhecidos, sem que para isso você tenha que construir uma parede entre as pessoas, uma barreira contra as relações interpessoais. Se gostar é investir em conhecimento, em cultura, em diversão, e não apenas em coisas que você compra somente para mostrar à plateia. Se gostar é se fazer feliz, é perceber que sua sorte está nas suas mãos e que, no final das contas, sua história precisa de um esforço seu, pessoal, para caminhar bem. Se gostar é vencer a preguiça e perceber que a história da falta de tempo pode ser uma mera desculpa para a falta de vontade e que o tempo passa realmente rápido, principalmente, quando trocamos nossa vida por horas em frente à televisão ou dias vivendo no estranho mundo virtual. Se gostar é se envolver com seus problemas, com suas tarefas e com suas vontades, é assumir a responsabilidade por suas falhas e curtir o peso das suas conquistas.
Há aquela velha e boa fábula que conta a história do menino que sempre alarmava um falso ataque do lobo às brancas indefesas ovelhas. O Pastor, prestativo e atento, sempre acreditava nos falsos avisos do garoto. Quase sempre, um dia o Pastor se cansou. Justamente no dia em que o ataque era verdadeiro. O menino desesperado gritava pela ajuda do Pastor enquanto as ovelhas eram mortas.
Outra versão da fábula, mas com o mesmo efeito moralizante, é a do beija-flor que sempre dava enganosos alertas de incêndio na floresta. A inconsequente ave divertia-se ao ver toda a fauna mobilizar-se a fim apagar o que nunca existiu. Até que um certo dia... todos sabemos o que aconteceu.
Transpondo a fábula à realidade, apesar de não ser o garoto ou o beija-flor, por muito tempo emiti falsos sinais. Distribuí indícios e promessas de algo grandioso. Expressei, amiúde, (com uma dissimulação de fazer inveja a Capitu) sentimentos de bem-querer. Manifestei e fiz transparecer um amor sem começo nem fim.
Tal como o beija-flor ou o garoto, talvez tenha agido com o intuito de suprimir a pungente pequenez a que estava fadado. Fomos, eu e meus personagens, por muito tempo o centro das atenções. Nos divertíamos às custas da credulidade alheia. Crédulos que, por inocência ou ignorância, sempre guardavam na memória lembranças daquilo que, de fato, nunca existiu. Exceto em sonhos.
Hoje, por ironia do destino, minha história vai terminando como a de meus caros companheiros, o garoto e o beija-flor. Somos iguais em descrédito e desgraça. Hodiernamente, por mais sinceras e eloquentes sejam nossas palavras, ninguém mais dá ouvidos a elas. Eu não matei nenhuma ovelha. Quero, assim como o Pastor, cuidar do meu rebanho de um só exemplar. O que, no entanto e infelizmente, é impossível. Transformei-me no Lobo da história.
Eu tampouco quero apagar essa chama que sempre fantasiei ter, mas que só agora a conheço verdadeiramente. [Almejos sem meios. (Sonhos vãos). Não voltam.] O beija-flor que sempre fui, apesar de ter experimentado tantas rosas, apaixonou-se por uma flor intocável. Delicada demais para um lobo; grande demais para um pequeno e dissimulado beija-flor.
E o final dessa história... eu quero mudá-lo.
Nem todas as flores têm a mesma sorte: umas nascem para enfeitar a vida; outras, a morte.
Qual a razão de viver?
Quem dentre os seres pensantes já não se fez esta pergunta?
Afinal, um poeta já nos mostrou o que os tempos modernos podem trazer...
Por que tanta luta se o que buscamos é viver?
Para os miseráveis a resposta é simples
O que posso fazer se preciso sobreviver?
Mas por que muitos insistem em somente existir quando podem viver?
ENTÃO VEM O NATAL
Em nosso tempo de criança
Esperar pelo Natal era uma alegria
A árvore era um sonho, uma esperança
De que o Papai Noel existia.
Depois a gente ia crescendo
E já nele não mais acreditava
Mas fingia bem me lembro
Senão presente não ganhava.
O presépio sim era importante
Pois a cada ano que passava
Vinham ideias mais interessantes
E com criatividade a gente o montava.
Agora com os tempos já idos
Nosso coração continua exultante
São os netos que nos deixam comovidos
Com esta expectativa contagiante...
Labirinto
Vivemos em um labirinto.
Escolher pela razão ou pelo instinto?
Temos uma única saída e ninguém pra sinalizar.
Nossa única opção, escolher uma direção e arriscar.
Temos medo, de mitologia, que nós mesmos, criamos.
Já sobrevivemos por vezes, erros que caminhamos.
Então, melhor tentar pelo instinto, encontrar a saída.
Sofrer na caminhada é sina de nossa vida.
Quando menos esperar, estaremos fora deste labirinto.
Seja pela razão, emoção ou instinto.
O importante é ser feliz, mesmo que as escolhas sejam incertas.
Tenhamos sorrisos largos e portas sempre abertas.
Indiquemos nas paredes, os caminhos já passados.
Pra caminharmos apenas, caminhos, não caminhados.
Homens, mulheres, crianças e idosos, juntos na caminhada.
Beijos, abraços, sorrisos, colorindo nossa estrada.
Juntos destruiremos, monstros taurinos.
E continuaremos unidos e nos amando, quando sairmos.
4:00!
Me rouba o sono, Um som de vassoura ao chão.
Tento voltar dormir, mas é em vão.
Minhas loucuras torturam miha mente.
E finalmente, demente.
Pensamentos ressuscitam.
Putrificados, vem e ficam.
Já eram sepultados.
Não aceitam ser ignorados.
No cérebro, pressão.
Sensação de explosão.
Me sinto alien neste planeta.
Um vizitante, um cometa.
Sou diferente e não escolhi ser.
Tento me adaptar e sobreviver.
Tento anular meus sentimentos.
Tento controlar meus pensamentos.
Tento, tento e as vezes, consigo.
Mas não demora e meus próprios concelhos, não sigo.
Queria dormir uma semana.
Pra não ter você de volta na minha cama.
Dominando meus pensamentos.
Me lembrando nossos momentos.
Mas não controlo minha mente.
Já são 5:00, minha mão dormente.
Vou finalizar e tentar dormir.
Talvez role um pouco, até conseguir.
Mas não tenho outra opção neste momento.
Espero um dia possa morrer em mim o sentimento.
O estado de espírito está no centro...
De buraco negro sem fundamento...
Ou de um jogo do destino pagando caro,
Demais como poderia ser usado.
Em tantas vezes não sei mais como começou,
Em meio da tristeza deixo passar despercebido nas profundezas...
Todos os flagelos são incomuns,
Um verdadeiro deslumbre as tentações,
Veria as versões do teus desejos.
Abraço o desespero entre menções,
Daqueles que foram seus prazeres.
Realmente a fronteira entre os delírios,
Deliciosamente deliciam teu corpo,
Invadem sua alma faminta de sensações,
Que dominam cada espaço no limite,
E assim de sublime a língua que invade...
Suas cavas úmida de desejos que da;
As vertigens do mundo...
No despertar de gemidos.
A música fenômeno de tua alma,
Realidade o seu gostos hostis...
Fazem parte da sua submissão...
Em jato no termino gemidos...
Floresce num oceano no teu coração.
Sedento de vida como as corredeiras,
De um mar que sai de dentro para fora.
Num diluvio que germina a cada momento,
Que imagina que estamos fazendo amor,
Enquanto o fogo de nossas almas...
Queimam os maiores prazeres.
Sempre avassaladoramente...
Nossos fantasmas se perdem numa felicidade,
Sem fim apenas em um caos...
Que se encontra nesta época...
Tão profundamente perdida até atroz,
Pois o amor é uma ironia do destino.
Posso não acreditar mas os fatos;
Sejam obscenos nas consequências,
De cada um dos nossos prazeres.
Esteja sobre as influências de um mundo.
Decadente pelos atos que transformam,
O amor em uma grande violência de prazer,
Mesmo no caos seus lábios são puro amor.
Por Celso Roberto Nadilo
Meu bem, por onde andas agora? Eis aqui um homem de bom coração, assim como o inverno nas noites de verão.
Sentado na mesa de um bar, bebendo algumas doses de tequila na esperança, talvez, de te encontrar ainda hoje.
Sinto a ausência do calor em qual encontro no seu corpo, assim como o vapor recém aquecido de uma xícara de café. Já lhe disseram, por um acaso, o quão está linda hoje? Perguntaram como é que foi o teu dia? Lhe encheram de amassos no amanhecer pós a madrugada? Não, meu bem... Talvez, jamais.
Enquanto me encontro aqui, vou lhe desenhando. Desenhando o teu rosto em minha mente e sorrindo feito um bobo ao imaginar tua boca suando ao pedir um beijo meu, o teu olhar em êxtase, em meio à tanto olhar, um brilho junto ao meu. Seu cabelo cor de mel, seu aroma doce de frutas vermelhas... meu bem, e agora, por onde andas? Venha matar com o teu desejo incontrolável de fazer amor, com o teu corpo quente. Quente assim como nas noites de inverno...
SUBLIMIDADE DE UM MOMENTO
Na semântica do amor, nossos corpos
Desafiam os limites da exaustão.
Momento sublime é ver-te cingindo
O calor dos meus braços,
Arrefecendo no abraço,
No fulgor em minhas mãos.
Quebramos paradigmas e anelos desvalidos,
Tingindo as entranhas do mundo paralelo...
Cruzando as linhas do verbo desconhecido,
Rasgando segredos e decretos
Em nosso universo alumiado em luz neon.
Aqueço-te e sonho em teu cobertor de infindos sonhos,
Encobertos nos penachos de cílios
Que resguardam o repouso dos olhos inânimes.
Enlevados, sentimos os vestígios de felicidade
Em repouso, próximo as paragens
Do rio opimo que corre em virtude do mar.
Muitos são os mistérios do amor. Um deles é o poder que exerce de nos resgatar. De devolver a paz outrora perdida e ainda nos levar além do que somos.
O amor se materializa através das atitudes que manifestamos. Do nosso jeito de olhar com menos pressa, de cuidar com mais atenção. O amor é presença, é saber que independente das circunstâncias sempre haverá um lugar para se aconchegar quando se perde a serenidade, ou simplesmente um lugar de reencontro.
Muitas vezes, o amor vem de longe. Outra maneira de ser presente e outra maneira de manifestar o carinho. Mas a sensação é a mesma. Quando ele chega vem com o poder de nos conduzir e ampliar a visão na busca do equilíbrio necessário. O coração ganha paz e a alma contempla as maravilhas da transformação interior. Seja amor. Espalhe amor. Viva amor.
Estou
Estou em um mundo paralelo perdido no espaço tempo escondido nos confins da terra e da minha mente um lugar ainda desconhecido que ate o dono do universo teme, fora do infinito. Um lugar espeço longo e negro, sombrio que daria medo ate a os que se dizem fortes e inabaláveis e a única voz que ouço e minha própria voz tendo uma breve brisa gelada. Tendo eu como melhor amigo onde chorar e o fim, tristezas são para os fracos e para os que não têm estomago para aguentar. O calor não existe só o frio e a tristeza cada passo que do pesa como toneladas de um material pesado e espeço e negro um composto bioquímico grudado a meu calcanhar, que toda vês que grito pedindo por ajuda, mas fundo e mais longo e maior esse lugar fica ele cresce para cima e para os lados só me resta sentar e ficar calado pela eternidade vagando pelos confins da terra. Sendo assim estou perdido só eu e minha mente sátira. Talvez eu saia desse lugar conseguindo lutar contra min mesmo contra meus próprios conceitos e igualdades e meus pobres pensamentos sombrios. Tenho medo de achar meu lado mal por que ele esse lado pode ser muito maior do que eu penso.
Nossas vidas são passíveis de desprezo
Frutos de um termino sem fundamento
Está como uma espécie em declínio
Tremendo sucesso sua própria destruição
Cantaria minhas tristezas assim ainda sorri
Abandono estes sentimentos levianos
Ate atroz emocional se reprimi a este respeito
Rir conto mentirosos tão mesquinhos
Numa felicidades para qualquer tipo
Seja um pouco do relato extremo
De nossas almas perdidas no alem.
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