Carta a um Amigo Especial
Em todas as poesias que eu fizer,
elas sempre vão falar de você.
Em cada letra, eu mostraria um traço teu,
como a floresta que se abre
só pra te ver passar.
Em cada espaço dos meus pensamentos,
eu diria que o amor não é infinito…
mas parece —
como nuvens no céu,
como estrelas que insistem em brilhar.
E eu não vou mentir:
quando me expresso, é você que aparece.
No fundo, o que eu queria mesmo
era te conhecer de verdade
e sentir que tudo isso
foi real.
O Apito, a Matemática e o Óbvio
Em Natividade, vive-se um tempo curioso: discute-se muito, posta-se muito, argumenta-se muito — mas o trânsito continua falando a língua bruta da imprudência.
Em tempos de abusos no volante, não é o grito que organiza.
Não é a live que corrige.
Não é o discurso inflamado que reduz colisões.
As armas mais poderosas continuam sendo as mais simples:
o apito e a vigilância institucional.
O apito não é autoritarismo — é sinal.
A vigilância não é perseguição — é presença do Estado.
A matemática é elementar, quase primária:
Ausência de fiscalização + sensação de impunidade = abuso.
Presença constante + regra aplicada = redução do excesso.
Não requer hermenêutica. Não exige tese de doutorado. Não depende de narrativa ideológica.
É conta de soma.
Quando não há quem observe, alguns avançam o sinal.
Quando não há quem registre, alguns estacionam sobre a faixa.
Quando não há consequência, multiplica-se o descuido.
E a cidade paga em risco o preço da omissão.
Enquanto isso, ali perto, em Porciúncula, formam-se agentes, treinam-se procedimentos, aguarda-se homologação. Pode parecer burocrático. Mas é método. E método é a base da ordem.
Em Natividade, o debate muitas vezes se perde entre versões e justificativas. Porém, a rua não entende versões — entende presença. A rua não interpreta intenções — reage a ações.
O apito não é barulho.
É lembrança de limite.
A vigilância institucional não é espetáculo.
É aviso silencioso de que alguém está cuidando.
E quando o poder público hesita em assumir esse papel, a equação se resolve sozinha — e nunca a favor da coletividade.
No fim, a matemática do trânsito é cruelmente simples:
Onde o Estado não ocupa, o abuso ocupa.
Onde a regra não se impõe, o improviso reina.
Não é questão de opinião.
É questão de soma.
De mim pra VOCÊ. (Um pronome quase definido).
Tudo começou há um tempo atrás, Um tempo em que pensei finalmente estar em paz.
Foi quando percebi que tudo era uma ilusão, Ilusão que aos poucos só féria o meu coração.
Foi quando decidi, parar de acreditar no que mais queria crer mesmo sem encontrar VOCÊ.
Foi aí que VOCÊ apareceu em meu viver.
Pude então perceber que VOCÊ já estava aqui, Aqui dentro do meu coração.
Quase me enganei, Quase que não percebi, que o meu coração precisa só de ti.
Foi quando percebi, que tudo era uma ilusão, Ilusão que aos poucos só féria o meu coração.
Foi quando decidi, parar de acreditar, no que mais queria crer mesmo sem encontrar VOCÊ.
Foi aí que VOCÊ apareceu em meu viver.
Pude então perceber que VOCÊ já estava aqui, Aqui dentro do meu coração.
A sabedoria não está no saber, nem no mero conhecer; é como um vento.
Ninguém sabe de onde vem, para onde vai, ou desde quando sopra.
O sábio não perde tempo tentando entender essas coisas.
Ele apenas alinha suas velas na direção correta,
sabendo que jamais poderá dominá-la,
apenas aproveitar a brisa de sua visita, aliviando a moléstia debaixo do sol.
Ecos Da Confusão (Haniely Rocha)
Diante de muitas incertezas, em um mundo que antes era vazio e de solidão,
surge uma luz que mora em meu coração.
Já que muitos não me notam em palavras ou expressão,
guardo tudo aqui dentro, minha simples confusão.
Escrever até que ajuda, já que aqui eu não sou vista.
Fiquem com minhas palavras, vivências jamais vividas.
Só desejo que a luz não vá embora outra vez,
pois achei lindo enxergar as cores da sensatez.
Não despreze as lágrimas; elas têm valor diante de Deus. Mas não pare nelas. Ele te chama a dar um passo além: crer mesmo quando os olhos marejados não veem saída.
Porque lágrimas tocam o coração de Deus, mas é a fé que move a mão d’Ele.
“Sem fé é impossível agradar a Deus” (Hb 11:6).
"Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas." (1 Pedro 4:10)
Ou seja, o chamado não é para sermos especialistas em títulos, posições ou aparência, mas em repartir, socorrer, ouvir e levantar os caídos.
A morte pode tentar encerrar histórias,
Mas o Autor da vida sempre escreve um novo capítulo.
Ela pode parecer um ponto final,
Mas para os que estão em Cristo, é apenas uma vírgula de passagem para a eternidade.
"Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá."
João 11:25
Não temas. Se tua esperança está no Cordeiro,
A morte não é derrota,
É porta de glória.
A mesa é lugar de: Comunhão → todos somos um em Cristo.
Perdão → nos lembramos que fomos alcançados pela graça.
Esperança → ela aponta para o grande banquete no Céu, onde nenhuma lágrima, dor ou divisão existirá.
Exclusão é obra dos homens, mas inclusão é marca do Reino.
A mesa aponta para a eternidade.
Hoje partilhamos o pão e o cálice, mas é um ensaio do banquete eterno.
“Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro.” (Apocalipse 19:9)
A inclusão final será no céu: todos os remidos, de todas as nações, juntos diante do Cordeiro.
Que a minha vida seja um altar,
não de aparência, mas de entrega.
Que o perfume da minha fé suba ao trono,
e que, quando este mundo se calar,
meu nome ainda seja eco no coração de Deus.
Porque tudo aqui passa…
mas ser reconhecida por Jesus
é a maior glória que uma alma pode alcançar.
A ciência e o Amor
Amar não tem a ver com reciprocidade.
Na verdade, é raro encontrar um amor de verdade, incondicional. A pessoa já nasce apaixonada — ama sem saber, sem conhecer. Ama nesta vida e em outra, talvez espiritual…
apenas ama e espera.
Não há perguntas, muito menos respostas. A ciência é linda, mas limitada.
E, no íntimo, a pessoa sabe quem é…
e sente a sua contraparte —
um estranho que te completa.🌛🌞
Suspirar
Teu sorriso é revelador,
Um tesouro escondido...
Tomar-te-ei pelas mãos
A guiar-me por teus olhos,
Eu adentrarei em teu coração.
Quero me ver no brilho dos teus olhos
Refletindo os sonhos do meu coração,
E saberás que nesta e outra vida
Terás para sempre o meu amor...
Eu me abrigarei no teu coração
E ficarei a florear teus pensamentos,
Até que se torne esse amor
O rebento de o teu suspirar por mim.
Edney Valentim Araújo
Um só amor
Quem pode separar
O coração do amor
Quando os dois
Se tornam um só?
A minh’alma...
Absorvida em teu amor,
Há muito tempo se afogou em lágrimas
Desejando o teu calor.
A sua ausência que me cerca
Não diminui o meu amor...
Mas a saudade que me invade
Só aumenta a minha dor.
O coração que se entrega ao amor
Não se preocupa com a dor,
Pois bate toda uma vida
Pra viver um só amor.
Edney Valentim Araújo
1994 / 1996
Princesinha
Eu queria te esquecer,
E por um instante
Lembrar-te como uma amiga.
Mas de nada adiantaria,
Ainda assim eu te amaria.
Encantar-me-ia por teus olhos de menina
No teu corpo de mocinha,
Eu sonharia a cada dia estar na sua companhia.
De princesinha encantada
Que encantou meu coração,
Eu te tornaria a minha eterna rainha,
Abrigar-te-ia no castelo do meu coração.
Mas sem o teu amor,
Sou agora um plebeu
Que se tornou vassalo
Deste amor tão desejado.
E a imagem da pequena menininha,
Princesinha que desejei como rainha,
São pinceladas deste sonho
Que cresceu só no meu coração.
Ei
Ei você
Que um dia
Olhou ternamente pra mim,
Ei você
Que levou pra sempre
O meu coração...
Ei você
Que com um sorriso
Deu-me um riso sem fim.
Ei você
Menininha linda
Que eu sempre ei de amar.
Eu te chamei de “amor”
No silêncio do meu clamor,
Pra que escrevas na tu’alma
Que por mim
Sempre serás amada.
Edney Valentim Araújo
1994...
Te amava
.
Eu te amava...
Como agora amo
E te amarei.
.
O tempo é só um bocado
Do muito que te amo
No amanhã que te amarei...
.
Se te amei só um pouquinho
Hoje amo mais um pouco
E amanhã um pouco mais te amarei.
.
Vivo o hoje que te amo
Como outrora eu te amei,
Do “pouco a pouco” que amarei...
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Lampejo
.
Entre o hoje e o amanhã,
Um tempo e outro tempo
Todo tempo é pra te amar…
.
O que outrora eu nada era
Sou pra sempre incipiente
Nessa arte de te amar…
.
Se me fosse no seu tempo
Um instante em sentimentos
Me veria em ti estar…
.
Agora pois, é no lampejo
Que te me vejo
Só em mim te encontrar.
.
Edney Valentim Araújo
Conta para mim
Só um olhar,
E tornas-te dona desse meu coração.
Conta para mim,
O que foi que você fez com este coração.
Conta-me o teu segredo.
Sussurra baixinho...
Sussurra com carinho ao ouvido.
Revela teu segredo...
Fala a esse coração que é todo teu,
Revela teu segredo para esse coração.
Conta para mim...
Fala a esse coração indefeso,
Coração que já te revelou o seu único segredo.
Diz a este coração, coração que te ama,
Torne-se cumplice dos meus sentimentos.
Ele precisa saber teu segredo.
Edney Valentim Araújo
Entre um e outro
O tempo passa, a saudade fica,
Mas meu amor por você, a um e a outro resiste.
Na saudade, um dia se torna um século.
Mas o tempo que lentamente passa só faz aumentar meu “amor” por você,
Toda a eternidade não seria mais de que um breve instante se eu estivesse com você.
Edney Valentim Araújo
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