Carta a um Amigo Detento

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O verdadeiro sentido do espírito natalino,
Vai muito além de um dia comemorativo.
O cenário não é o comércio e sim o berço,
Não foi coberto com roupas importadas,
Mas com trapos e palhas.
A luz que O iluminou não foram fogos fluorescentes, foi a estrela cadente.
Nasceu para trazer luz, porém morreu numa cruz.
Sua cabeça não foi coberta com o gorro do noel,
Mas com uma coroa cruel.
Mais que comemorar o Seu nascimento,
É viver todos os dias o Seu renascimento.

Inserida por Tisantana

Hoje acordei com um vazio, achei que fosse fome; comi e não passou.
Uma solidão que permeava, fui pra multidão e mesmo assim me sentia só.
Aquele aperto que pressiona meu peito, coloquei uma música pra distrair, mas não adiantou.
A saudade apertou mais forte hoje, tentei ocupar a cabeça, porém só conseguia pensar em você.
O nó na garganta veio, mas decidi não chorar; preferi celebrar, escolhi relembrar dos nossos momentos felizes.
Este é o meu primeiro ano longe de você, queria te abraçar, queria te beijar; mas eu preciso aprender que para ter você comigo, eu não preciso te ver, basta te sentir.

Inserida por Tisantana

O que se opõe ao descuido e ao descaso é o cuidado. Cuidar é mais que um ato; é uma atitude. Portanto, abrange mais que um momento de atenção. Representa uma atitude de ocupação, preocupação, de responsabilização e de envolvimento afetivo com o outro. E principalmente escutar e respeitar.... eu escrevo e a poesia dos meus gênios, da minha maneira ... Pode? Sonho.... acumulando meus compilados assim formei meu caráter e discernimento, adoro ser criticada, por alguém que está aqui, antes de julgar, olhar erros de pontuação e português, entenda o q aquilo significa para vc.
Sou aluna, escutar, olhar..... saber o momento de ensinar.
Amo sim, não ser admirada... É necessário cuidar da ética para não anestesiarmos a nossa consciência e começarmos a achar que tudo é normal.

Vou cuidar-te com amor sem igual para sempre uma rosa com dom de si mesma!
Por isso, vou namorar as palavras, cuidar bem delas para que possamos conviver bem com nós mesmos já que somos feitos a partir e por elas.
Obrigada dEUs
Pega a palavra nAMORada e tira o AMOR. Sobra.... nada!
Tira O acento do amém e
MAIS AMOR POR FAVOR!!!
O amor é uma arte, pena que nem todos são artistas 🙂
Jamais esqueça que 90% do brasil não sabe ler... leia a alma não as palavras... o poeta não precisa se preocupar com isso.. como o amor...
O amor é uma troca! Tudo é troca!
Troque com quem sabe o que é amor e dor.
Arrasei!
MJMJ, Maria João Abujamra

Inserida por mjabujamra

⁠Um Estranho Amor!

Em meio a uma tempestade,
Um amor nasceu...
Veio confuso,
Sem ninguém entender.

É real esse sentimento
Ou será reflexo dessa
Catástrofe onde cresceu?

Assim como o tempo lá fora,
Essa conexão ficou mais forte,
Uma dualidade lutando
De igual para igual...

Porém, apenas um
Pode sobreviver.
Não é uma opção;
Não há como escolher.

Os dois vieram do universo,
É o seu destino e o meu...
A natureza é muito sábia.
Não é, e nunca foi, um castigo amar!

O vendaval é só tempero
Que todos têm que enfrentar.
O apego é consequência
De algo já enraizado.

Não veio de hoje,
Nem de ontem,
Mas de um passado
Bem distante.

É sim um estranho amor...
Que na noite escura da alma chegou.
No meio da dor e do desespero,
Esse grande afeto sobreviveu.

Mas veio como presente!
Não é karma...
Não é ilusão...
É uma bênção!

Um arco-íris
Que surge na chuva...
Todos olham;
Mas ninguém entende.

O amor nunca é estranho.
Mesmo com as dificuldades...
Não importa quando ou de onde veio.
Ele é sempre uma verdade.

Se ele nasceu...
Surgiu...
E acordou...
O importante é que permaneceu.

Além do tempo... Do espaço...
Dos sonhos, no espiritual...
O meu amor não é estranho...
Ele é real!

Inserida por EdineuraiSaMarSi

⁠Meus Dois Maridos

Um me ama mais que tudo...
É casamento espiritual,
Amor puro e verdadeiro...
Porém, vive na mentira,
Preso ao "padrão social",
E não me escolheu.

O outro me deseja...
Seu corpo inteiro me clama...
Mas não se engane –
Não existe ali nenhuma forma de amor –
Só me quer na cama.

E a minha alma grita...
Sabe bem quem eu quero...
Mas está tão cansada...
E se desespera.
Só quer ir embora,
Longe desses dois maridos infelizes,
Que, de qualquer forma, me machucam,
E nenhum me completa.

E onde fico,
No meio de tudo isso?
Tento preservar
Minha integridade.
Guardo em mim a verdade...
Se não posso tê-los
Por inteiro,
Me afasto...
Vou em paz...
Buscar o que é meu por direito.

Inserida por EdineuraiSaMarSi

⁠⁠Dádiva de um sonho
Flor Azul

Era meia noite...
E o céu brilhava entre as estrelas...
E no meu quarto...
Despi me e deitei me...
Confusa em meio a tantos devaneios...

De repente sinto um perfume no ar...
E como sempre...
Ele está lá...
Com uma Flor Azul em suas mãos...
A flor dos meus sonhos...

Olho assustada para a porta e ela continua trancada...
...Se aproxima de mansinho e já não sinto medo...
Me beija suavemente, enquanto coloca a flor em meus cabelos...

Acordo na manhã seguinte...
Nua, sozinha, com os lençóis em desalinho...
Meio atordoada...
Começo a acreditar...
Que tudo não passou de um lindo sonho...

Mas o cheiro da Flor Azul ainda está no ar...
Me cubro com um lençol...
Vou até a janela...
Olho para fora e nada vejo...
E nesse exato momento...
A Flor Azul cai do meu cabelo...

O tempo passa com rapidez...
Daquela noite não me esqueço...
Os sonhos são engraçados...
Pois, estão sempre a um passo da realidade...

Um dia abri a porta procurando uma saída...
E o encontro com a Flor Azul em mãos...
Novamente...
Invadindo a minha vida...

Inserida por EdineuraiSaMarSi

luz lunar
força da noite e da madrugada
em um açoite com o dia
fostes o suor do meio dia
a poesia da pessoa amada.

pingos gélidos de dor
sucumbe a pena em vapor de esperança
da fonte pecaminosa do horror
renasce o amor e jamais se desmancha

pois o cemitério
da ilusão
é o mistério
da noite em oração

Inserida por gnpoesia

Vou me tornar apolítico, não sou um cidadão o suficiente para construir o bem comum.

Apoiei o impeachment de Dilma e sei que ela cometeu crime de responsabilidade e fui taxado de "golpista" pela opinião contrária e sempre defendo que as contradições gera o equilíbrio a qual chamei filosofia das contradições, pois só a filosofia alcançaria a magnitude de toda e qualquer compreensão.

Idealizei projetos para a cidade de Uiraúna, cidade que arquitetei meus sonhos e derramei minhas lágrimas, porém, não trago o que o ermitão traz para sua comunidade, o alimento e a sobrevivência.

Sonhei em ser até Governador e ser conhecido pela minha luta a favor da cultura e da educação e Presidente da República sendo o salvador da Pátria.

Sonhei ao tomar banho em ser presidente de todo Poder Legislativo Federativo, começando pela Câmara de Vereadores de Uiraúna, Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, Presidente da Câmara Federal e do Senado Federal, com toda as minhas contas aprovadas e mostrar probidade e moralidade no trato com a coisa pública.

Decido apenas em ser um cidadão e contribuir com algo pela minha cidade, Estado e País, a Ordem DeMolay me ensinou isso, em servir ao povo e pelo povo carente lutar, mesmo em ser apenas mais um cidadão cheio de utopias.

Inserida por gnpoesia

O sol desaponta por trás do mar e a luz se esconde na procela debaixo de um esplêndido luar, há águas, há horizonte, há lágrimas...

Chorarei por toda vida até que as águas de março inunda os meus mistérios e afogue um antigo amor em seus ministérios...

estarei a rezar em confissão por um amor vadio que conquistou meu coração.

Inserida por gnpoesia

desde criança eu sempre me arrumei para ir à escola, eu gostava de ir, um dia antes eu olhava para meus cadernos e sentia ago inexplicável, era como se eu tivesse ganhado um prêmio valioso, e, assim, eu ia para escola sozinho, quando era mais criança ia cm minha tia nanam, ainda lembro ela me deixando no Afonso Pereira, aí depois ia com as amigas e os amigos. Nunca chorei no primeiro dia de aula e nem entendia o motivo de que choravam, era algo tão natural e bom, nem entendia aquilo tudo.

Na escola passei por muitas dificuldades, de ordem intelectual e o relacionamento com meus amigos, sofri muito por ser gordo, lembro que no São João eu fui recusado de participar da quadrilha por ser gordo e a menina não me queria como par, isso eu não dizia em casa e ficava calado, era mais fácil dizer que não gostava do São João e suas festividades.

A minha timidez veio com a escola, pois ser gordo era algo feio, asqueroso e que não podia namorar com quem queria, aí você passa a ser o defensor dos outros em situação de fragilidade e pequenez, mesmo sofrendo. Depois de tanto tempo me consultei com uma colega do ensino fundamental e que me fez chacota por ser gordo sendo minha nutricionista, eu fiquei pensativo e senti a resposta do tempo, pois quando eu ia sentar na sala de aula , ela organizava um grupo para que na hora que sentasse todos se levantassem e organizou até um coral e me chamou de "gerildo", ou seja, fazendo menção aos girinos, larvas dos anfíbios, ou, precisamente, os sapos.

Mas passei pela escola e até minha professora do reforço não acreditava em mim, o amigo que hoje é farmacêutico um dia na escola de reforço me apelidava e me excluía, ainda fazia chacota de mim, e, hoje, eu compro em sua farmácia.

Mas mesmo com tudo isso na infância, eu tinha dois pais, um pai de sangue e um avô, fui criado pelos meus avôs e tudo que passava na escola eu supria em casa, pois na casa de meus avós eu me encontrava e era feliz.

Inserida por gnpoesia

é abraço e beijo, é beijo xingado, um tapa se cala, feito calo em sapato, você é assim e assim sou eu sem você, é esquisito amor, é algo com dor que se torna indolor quando cheiro sua ilusão.

Ao amor, pipoca doce de parque, à nossa paixão essa doce ilusão que ninguém quer, e a você, meu amor, eu te dou meu coração, faça de mim o que quiser.

Inserida por gnpoesia

LUZ PARDACENTA

o sono agigantou-se em um clarim sombreado pelas formas abstratas do ser e do sentir que transborda a nossa essência flácida e de glórias como o raio profundo da grandeza celeste sob o luar das estrelas e do consistório resplandecente da grande varonil, silenciosa e serena das margens de um rio calmo que vai escorrendo e vai escorrendo sem destino e sem a sombra do amor que vai-se e esvai-se ao acaso.

Inserida por gnpoesia

Este amor que sinto e que pulsa e exige de mim por um beijo, um abraço, um cuidado qualquer e uma paz inquieta de falar bem baixinho ao seu ouvido, cara, EU TE AMO!

Este amor sem culpa, que culpa de nada, é pecado amar? que aos poucos me deixa e do nada vem ao meu abraço tímido e indiferente em busca de um tudo que ao mesmo tempo é nada, nas noites vazias pelo seu nome chamo justificando na frase, EU TE AMO!

Inserida por gnpoesia

E há em cada espanto um encanto que contagia pois em cada canto eu louvo a poesia.

Há uma trilha sonora cantada em poucas notas saudando o dia, e o meu gemido em plena noite, velando o açoite dessa fantasia.

A poesia é o som e a magia, uma saída nas cartas de Tarot adivinhando o doce amor da canção e a rima que bate forte o coração.

E o sereno da madrugada sem me dizer mais nada apenas canta a oração em prol da magia, pois as valsas do coração é a trilha sonora da ilusão, onde clama a poesia...

Inserida por gnpoesia

A noite lacrimeja de alegria o horizonte serenando a face da terra sob a fímbria de luz de um luar esplendoroso.

O acaso soprava favônios perfumados e o alvorecer prenunciava o amanhecer com seus raios dourados.

Os sonhos são estilhaços de luzes jogadas no firmamento feito estrelas nevoeiradas.

O silêncio da madrugada é a poesia suave de sua voz adormecida e os nossos mistérios trancafiados nas noites já esquecidas.

Inserida por gnpoesia

À procura de riqueza o poeta destinou o seu destino, ao sonhar com um caminho que parecia ser divino, sob a luz do luar enfrentou a sua sina, encontrou uma botija que sonhava desde menino.

Em uma madrugada de solidão, há anos estava guardado, escondido e acuado sua grande realização, o poeta reencontrou e por ali mesmo se debandou sem ter imaginado que teria encontrado o seu próprio coração.

Inserida por gnpoesia

O fim é o sereno de uma noite calada e abandonada; É o ontem que se torna o presente em um imaginário saudosista;

O fim são enamorados que perde o seu amor e que guarda na profundeza de seus corações.

O fim é também o amanhecer, onde as flores desabrocham e exalam um velho perfume conhecido;

São aves douradas que ganham o céu ensolarado sem saber onde chegar mas que voam, voam e voam.

Inserida por gnpoesia

E agora Campina que eu me dobre,
para pedir com meu verso pobre,
um pouco de clemência e de paixão.

Não destruas a minha mocidade,
matando meu ideal de liberdade,
e ceifando esta grande ilusão.

Sou candidato e é um grande sonho,
matá-lo é triste teto que medonho,
e um pesar mais triste e mais profundo,

Derrotado sairia em desatino,
criatura vagando sem destino,
uma alma perdida pelo mundo.

Dá-me Campina esta oportunidade,
de te servir com minha mocidade,
e de lutar com a minha rebeldia.

Eu te peço do amor sentindo açoite,
mais um pouco de luz para minha noite,
mais um pouco de sol para meu dia.

Inserida por gnpoesia

⁠E eu canto a poesia das invenções,
que encenou as suas melhores versões,
de um amor que meu amor viveu.

Ao desencanto de encantos perfilham,
As vagabundas desalmadas,
alardeando pelas ruas abandonadas:
- as estrelas brilham, ainda brilham,
ainda brilham essas ruas desoladas.

Aos céus elevo o meu canto
ao encanto dos anjos, oferenda a Zeus,
Um amor que meu amor viveu.

Inserida por gnpoesia

⁠Ofereço-te uma xícara!


As tardes espreitam a noite e a noite me relembra a madrugada e um céu sem estrelas e sem lua, ruas vazias e mais nada.

A brisa suave do horizonte traz-me a felicidade dos deuses do prazer, a sensação vadia de que perdi você.

O amor tem um sabor de existência e esse gosto vem do doce de um beijo ou do encanto de um sorriso e até mesmo do silêncio do entreolhar.

A gente se entreolha, isso é um máximo, os olhares não dizem nada pois escondem por trás da timidez a voracidade de corpos sedentos e de almas com aparência inocente pois o amor é inocente, ensina as trilhas do prazer desnudo.

Ofereço-te uma xícara, esbanje suas lágrimas para que seja o meu café das tardes miseráveis onde desejava o teu corpo e o teu beijo, a essência de mil loucuras e de minhas ternuras obsessivas, o aroma de meus dias ansiosos e o café de minhas tardes solitárias onde eu bordava novas paisagens de amor enquanto você galanteava confidências no leito quase perfeito da glória.

E nessa rotina entre o tudo e o nada, sem saber o que é o amor, nada mais importa - um sorriso a toa, a saudade sem passado e um desprezo, desprezo?

- Que beba água de pote, só entendo de amor e é de amor o que me adorna.

Inserida por gnpoesia