Carta a um Amigo Detento
Não podemos está olhando para os restos do passado, Existe um futuro intacto esperando ser descoberto.
O que ficou para trás é uma sombra de lembranças que não voltará a existir.
Podemos recriar uma nova história tentando imitar o que já foi vivido, mesmo assim, será só uma cópia do que um dia já teve sua existência.
Caminhemos para o futuro sem apego o que passou, esquecendo tudo que ficou para trás.
Meu Pai, Meu Rei
Meu pai era um homem simples, mas sua presença era marcante. Ele tinha o hábito de chamar os amigos de “Meu Rei”, e essa expressão carinhosa se espalhava por onde passava. Sua alegria era contagiante, e todos se sentiam bem ao seu lado.
No entanto, ele tinha um defeito: a bebida alcoólica. Essa luta constante era parte dele, mas não definia sua essência. Sua qualidade mais admirável era a honestidade. Ele nunca escondeu suas fraquezas, mas também nunca deixou de ser verdadeiro consigo mesmo e com os outros.
Sua fé em Nossa Senhora era comovente. Ele rezava com devoção, e sua crença era visível em cada gesto. Era lindo de se ver alguém tão sincero em sua espiritualidade.
Meu pai partiu, mas deixou um legado. Ele me ensinou a ser autêntico, a valorizar a honestidade e a ter fé, mesmo nos momentos difíceis. Hoje, sigo seus passos, lembrando-me sempre de ser quem sou, com todas as minhas imperfeições e virtudes.
E quando ele me chamava de “Lambuzinha”, eu não entendia, mas agora sei que era um carinho. Como o pássaro “lambuzo”, que voa livre e contente, assim era nosso amor, simples e envolvente.
Saudades tenho de suas gargalhadas, as mais engraçadas, suas piadas sem graça mas que nos animavam, seu jeito tão sem jeito, sua braveza, sua energia. Meu pai, você se foi, mas tudo isso está vivo em mim. Você se orgulhava em dizer “essa é minha filha mais velha”, e eu me orgulho em dizer “esse é o meu pai, meu melhor amigo, meu herói”. Te amarei eternamente. 🌟❤️
Você é um retardado que está em grupo respondendo a um post ateísta, defendendo um deus magnânimo e super poderoso, que não lhe deu inteligencia e sabedoria para ignorar e para entender que veneno mata se ingerido.Além do mais, ninguém botou um revólver na sua cabeça para lê ou pediu a sua opinião e nem tão pouco foi chamado.
Fica a patrulhar POST e mensagens para ateus, e acha que isso é uma indireta para você, quando ninguém quer saber o seu problema que tem em relação a isso. Então, vai se tratar enquanto é tempo seu maluco, antes que isso vire uma esquizofrenia que não tem cura.
Se é que já não esteja desenvolvida.
Talvez seja breve...
A recordação de um sonho...
E um desejo pontuado de estrelas...
Talvez seja breve...
O barulho que fazem os sentimentos...
A lógica do presentimento...
A razão perdida...
A dor da ferida...
Talvez seja breve...
O agora donde se murmura a vida...
A chegada...a partida...
A glória e a ruína...
Talvez seja breve...
A memória acalentada...
Ou a memória sendo esquecida...
Talvez seja breve...
A paixão não correspondida...
O amor jurado ser eterno...
A dor do peito...
O flagelo...
Talvez seja breve...
A falsa ou verdadeira promessa...
O brilho de uma jura...
Feito em dias claros...
Ou na noite mais escura...
Talvez seja breve...
A alegria ou a tristeza...
A maldade de uma língua...
O bem e o amparo de mãos sofridas...
O medo e talvez o desejo do desconhecido...
Talvez mais breve seja o espamo de um grito...
Talvez seja breve...
O tempo que escoa...
A doença que se avizinha...
A morte que clama...
O silêncio que murmura...
O convite ou a recusa de deitar-se na cama...
O momento de se achar tudo perdido...
Mas que não seja breve...
O seu olhar sobre mim...
Seguido por um sorriso...
De que estás a pensar...
1001 maneiras de poder me amar...
Que me alegre...
Que não consegues disfarçar...
E se tudo que foi breve...
Que muito tenha valhido a pena...
Pois é vivendo que se aprende...
E aprendendo que se vive...
Sandro Paschoal Nogueira
Como eu gostaria de ter um amor,
Mas um amor forte, amor sem pudor.
Bem la de dentro com toda forca.
Nao quero uma amor comum, mas um amor
verdadeiro e diferente
aquele que arde no fundo da alma
aquele amor que voce nao quer saber nem mesmo de ti
Mas so de amar e amor
Talvez um amor louco,mas o louco amor nao faz sentido
sabes, mas este e o o amor que quero
aquele amor vivo e que me faca viver
este e o amor que quero!
Inquisição
Às vezes as maiores injustiças são feitas pelos tribunais. E isto muitas vezes é um reflexo do contexto político, jurídico e social da época. As maiores injustiças e erros jurídicos foram os condenados pelo Santo Ofício nos séculos passados. A maior parte da vítimas eram inocentes ou mesmo todas elas. Simplesmente a Inquisição acusava não dando ocasião aos acusados de se defenderem; muitas vezes obrigavam os julgados a confessar crimes que não tinham cometido. Por exemplo uma pessoa que não era herege confessava que o era por ser pressionado a confessar o que nunca tinha feito.
Hoje em dia também por vezes e até nas igrejas se fazem injustiças deste tipo. Simplesmente porque faz parte da cultura da época essas acusações. Então sem matarem a pessoa fazem como se a tivessem morto. Matam-na moralmente e em todos os aspetos. Hoje há uma nova Inquisição e está presente na ordem jurídica e mesmo no plano religioso. Muitas injustiças se fazem. Por exemplo uma excomunhão da igreja. Há um hábito cultural de acusar. Mas muito injustiça é feita! Isto só revela a falta de amor na igreja e na sociedade em geral.
Espelho
Dia 1
Aqui hoje na frente de um espelho
Vendo os errors do passado, pelo menos tentado.
Principalmente aqueles que afetam diretamente o meu presente, e tentar corrigi los.
Este Presente que eu ainda não o vi como um presente, mas como um karma que me aprofunda em um lugar de dor e murmúrio
Não tem como colocar isto na vida como uma vida de momentos feliz se não de amargura
E sempre retorno para me olhar no espelho, pois ainda acho que em um momento eu verei o meu passado de erros lá no fundo. E assim terei uma solução para está infelicidade e assim faz lá ir adiante.
E assim sempre que passo por um espelho, tento ver se a uma mensagem para que possa desvendar
Mas nunca e como eu quero, mas sim como o contador desta minha história quer. E vou me levando como eterno passageiro das mensagens mal escrita. Como vou fazer para poder descrever um sentimento que nem eu mesmo sei dizer ou interpretar. Vou para o próximo parágrafo sem saber o que fiz em meu passado, e se fiz nem eu mesmo sei o que foi feito pôr mim. Será que todo ser tem uma história no passado que marca desta maneira?!
Dia 2
Depois não me entender de forma nenhuma, agora vou mergulhar nesta nuvem de ansiedade que busca quanto menos espero e me leva de novo pra uma viagem de nada. Nada sim, e o que espero de mim!!! Só tenho que ter coragem e dizer um basta e por um fim nisto que me deixa sem palavras e sem sonhos. Cada vez que tento procurar a solução e aí que fica mais complicado. Voltei a frente do espelho e não pude observar nada diferente de outro dia, está lá mudo como sempre e ainda me olhado como se estivesse me perguntando o que eu queria?
Como posso eu achar que um espelho poderia me mostrar o meu passado e me dizer se foi mal ou bom!
Só eu mesmo!!
Dia 3
Ainda com muita vontade de mudar minhas vontades, como se eu tivesse este tal poder.
Eu achava que tudo isto era mudado quando bem queríamos, mas não bem assim … só podemos viver e pensamos que somos livre para tudo. Cheguei a conclusão que este livre arbítrio tem exceções e cabe somente a alguns. Tenho passado por situações que olhando de fora é fácil de se converter tudo a sua volta com um estalar de dedo!! Haha, venha fazer esta viagem comigo e veja como luto para mudar o meu curso de vida.
Eu sei que não mudarei tudo de um dia para outro, mas tenho que lutar e acreditar que é possível e provavelmente se eu não acreditasse talvez estaria pior. Eu estou pedindo socorro agora, já não sei o que fazer para tudo isto desaparecer, como já disse, quanto mais eu quero mais ela fica aqui comigo e me castiga com este medo de ficar só e de muita tristeza. Medo de perder tudo que conquistei e de tudo que sou, e tristeza de não poder fazer nada quanto a isto.
Dia 4
Eu aqui refletindo no eu ouvi pela manhã, e tentando absorver cada para que disse e ouvi.
Nada de mais, mas é muito preocupante porque se eu foi ou sou egoista, por que só fui descobrir isto agora? Porque eu não havia notado antes? Será que pisei na cabeça de alguém para chegar onde estou?
Mas olhando o meu passado eu ainda não consigo ver onde está este egoísmo, sabe não ainda me vejo desta forma. Tenho quase certeza que pensei mais em outros que em mim mesmo. Assim eu acho.
Está palavra, ela é muito forte e eu não a tenho em minhas atitudes. Será que depois de ouvir algumas pessoas e eu só por sentir que minha dor e menor que a de outro e me confortar com a situação, quero dizer com o meu problema porque isto que se passa em minha vida e uma problema que me guia dentro de fatos e fatores que me desgoverna de tudo que é real. Como pode ser? Fico pensando em cada momento que passei em minha vida, será que sou realmente um egoista??
poesia
Uma dia pensei em escrever alguma coisa
Mas que está coisa tocasse um coração
Então comecei a escrever poemas, pensando em conquista um coração
Escreve tantas coisas que o coração me mandava escrever
Foi aí que ele, meu coração me mostrou você,
Porque você é a poesia que ele(coração) que queria que escrevesse e até hoje escrevo você em minhas poesias e no meu coração.
Canto assombrado
Certo dia dois amigos, saindo de um bar a caminho de casa lá pelas altas da madruga.
E começaram a falar de assombração.
Um deles pergunta ao outro?
Genivaldo, você acredita em assombração?
Ele olhou para o amigo e disse: Porque está pergunta agora Astrubal?
Estamos num caminho que nem luz tem e você vem com uma pergunta sem pé e nem cabeça sô!
Disse Genivaldo.
Sei lá porque disse Astrubal. Estár aqui andando com cê e me veio isto na cabeça como se tivesse me soprando nos ouvido uma voz.
Genivaldo foi logo falando, para com esta conversa que não acredito em nada disto! Estás coisa só existe na cabeça da gente, assombração e uma imaginação do nosso subconsciente.
E Astrubal, começou a falar: sabe eu ouvi minha mãe e meu pai contar cada história e que era uma verdade verdadeira so!
Eles me contaram que morava em uma casa muito antiga no interior de minas, e eles tinha um restaurante que fazia comida para as pessoas que trabalhavam nas estradas. E era muita coisa pra fazer depois do espidiente, que era muitos pratos e copos pra lavar. Mas como o consaço falava mais forte, eles dormiam e de manhã eles lavavam toda prataria e os copos. Mas uma certa noite, minha mãe acordou com um certo barulho lá na cozinha e uma falazada que parecia que estava em uma festa. Minha mãe que tem um sono leve, abriu os olhos e passou a mão pra ver se meu pai estava deitado ainda. E não era mesmo que meu estava estava lá juntinho dela. Ela se levantou e foi olhar que estava lá embaixo lavando as louças, abriu a porta de vagarim e não viu e nem ouviu as vozes mais!
E Ginivaldo com olhos arregalados disse: para com está bobagem, fantasmas não existe. Vai vê que sua mãe e seu pai contava estas histórias só pra deixar você com medo so!
Mas Astrubal disse,não pra que eles ia dizer isto pra mim?
E aí continua história:
Aí minha mãe chamou o pai e disse que tem gente lavando as louças pra nois!
Como meu pai não ouviu nada e disse pra mãe: volta a dormir que isto é o cansaço que subiu na sua cabeça e fez que você ouvisse coisas.
Aí ela se acomodou na cama e voltou a dormir.
Mas tarde, foi o meu pai que acordou com a barulheira lá na cozinha, e ele fez a mesma coisa e passou a mão na cama pra ver se era minha mãe que estava lá em baixo lavando as louças.
Aí ele viu que minha mãe está deitada ainda e foi na porta do quarto e abriu uma cretazinha pra ver se via alguém… e não viu não nada!! Trancou a porta e chamou minha mãe e disse que ouviu e viu um homem grande lá embaixo na cozinha. Se abraçaram e ficaram ali mesmo quietos até o amanhecer.
Genivaldo já com um pouco de medo, pergunta. Porque contar uma história sem sentido desta! Assombração e só na nossa cabeça homem, quem morrer nunca volta. E já andando nas estrada de roça e escura, Genivaldo, disse vamos falar de outra coisa que desvia nosso pensamento desta história, vamos contar piada sô!
De repente um barulho assustador perto dele e Genivaldo saiu correndo feito um louco e gritava que não foi ele que começou a mexe com o demo e que não tinha nada a ver com a história!
E Astrubal, correu atrás dele e disse: Mas você disse que assombração e nossa imaginação e que vem de nossa cabeça. porque você saiu correndo feito louco?
Respondeu Genivaldo; nem sempre a gente espera pra saber se realmente existe ou se está em nossa cabeça.
Mas o meu subconsciente pediu pra mim correr !!!!
CONTO DE UMA MULA
Depois de passar um tempo fora do Brasil, voltei para minha cidade que tanto gosto. Chegando, fui ver o que havia mudado e saber as novidades. De “tão grande” que é, em poucas horas, consegui me atualizar sobre tudo.
Terminando o passeio, perguntei ao meu irmão onde poderia conhecer as meninas bonitas da cidade pois, pelo que me lembrava, era nas feirinhas de artesanato na praça principal, mas muita coisa mudou...
- Mas quero conhecer as meninas que têm uma beleza compatível com a minha! – exclamei em um tom bem sarcástico.
A procura não demorou dois dias. Não sei o que meu irmão fez, mas conseguiu me apresentar uma linda garota. Muito linda mesmo, só vendo para acreditar. Marcamos de sair algumas vezes para conversar e nos conhecer melhor. Quantas coisas conversamos... E eu ficava cada dia mais apaixonado.
Vinte dias depois estávamos namorando.
Ela falava de mim para as suas irmãs. Falava tanto que até ganhei um fã clube na casa dela. Toda a família, até o pai era meu fã sem nem mesmo me conhecer, pode isso?
Marcamos um dia para que pudesse visitá-los e enfim conhecê-los. Chamei um amigo, Frederico, e sua namorada, que era amiga da minha futura esposa, para irem juntos. Sim... Eu já estava pensando em casamento!
O grande dia chegou, a aventura estava apenas começando, iria conhecer a família dela no alto do São Francisco – e não pense que o rio, São Francisco é o nome da fazendo do meu futuro sogro e eu estava me achando por isso.
E lá fomos nós!
Saímos na madrugada de um sábado, em uma Brasília. Chovia tanto, até certo ponto estava tudo bem, isso enquanto estávamos em uma estrada de asfalto, mas depois... Aquele depois de mineiro sabe? Tudo tinha barro, as estradas, os meus amigos e a minha futura esposa, mas eu continuava me achando.
Os morros eram tão altos que pareciam que estavam nos levando para o céu. Cheguei a pensar em desistir, mas pensei bem e tudo parecia ser uma prova de amor onde eu estava sendo testado (mudança de posição – melhor adequação de leitura) e se eu falasse que queria desistir da viagem iria parecer má vontade minha de conhecer a família dela e todo fã clube criado para mim.
Levei uma prosa com meu amigo Frederico e com meu motorista que garantiy que nada iria nos impedir de chegar lá:
- Já dirigi em condições piores que essa, meu rapaz! E já estamos quase chegando.
O “quase chegando” demorou a manhã toda. Eu já não sentia minhas pernas, elas estavam dormentes, pois no banco de trás não tinha muito espaço para esticá-las.
E finalmente chegamos! Eu estava feliz em poder esticar minhas pernas e minha futura esposa em rever seus familiares. Todos estavam esperando no alpendre (nas fazendas é assim que são chamadas as varandas, né?), foi muto legal. O pai dela nos esperava bem na porta e, assim que chegamos ao alpendre, ele despachou as mulheres para a cozinha ficando lá apenas Frederico, ele e eu. Eu estava morrendo de vontade de ir ao banheiro, mas a vergonha de pedir falou mais alto.
Se me perguntarem sobre o que conversamos, não saberei porque meu foco estava todo na minha bexiga – prestes a estourar – e que a cada minuto a minha vontade de ir ao banheiro aumentava. Lembro apenas que ficamos um bom tempo lá.
Foi minha futura esposa quem me resgatou. Certo momento ela apareceu para avisar que o café estava pronto e para acompanhar tinha broa de milho e queijo “fresquim”. Aproveitei a deixa e fui ao banheiro – QUE SENSAÇÃO MARAVILHOSA! O único problema é que a descarga era aquela de caixa que tem que esperar encher para poder usar e eu tive que ficar esperando para conseguir dar a segunda descarga. A demora foi tanta que na hora que cheguei para tomar o café, a broa já estava um pouco fria.
Conversa vai, conversa vem... Fui percebendo que já tinha conquistado meu sogro. Pensei que estava tudo bem e na paz até que ele me chama para dar uma volta pela fazenda e conhecer a cabeceira dela. Não pensei duas vezes e respondi:
- Vamos sim, vou adorar o passeio! Essa fazenda me lembra a do meu avô.
Meu erro foi imaginar que iríamos de carro. Todo o passeio foi feito a pé (nossa que sofrimento!). Nunca tinha visto e subido um morro tão íngreme. A sensação que tive foi que estava subindo deitado e acho que tudo que comi assim que chegamos foi queimado no “exercício” que eu fiz. Fizemos uma parada em um lugar lindo e a vista de lá de cima era tão bonita. Ficamos um pouquinho por lá e meu futuro sogro já começou a andar novamente.
- Achei que nosso passeio acabava aqui. – disse a ele meio assustado
Ele riu e respondeu:
- Não chegamos ainda não, menino!
Andamos mais uns 20 minutos – detalhe: era só subida – para aí sim chegarmos à tal cabeceira da fazenda. Graças a Deus! Se tivesse que andar mais um pouco meu sogro iria ter que descer comigo nas costas, eu não tinha mais força nas pernas para dar um passo sequer.
A vista da cabeceira era muito bonita e a caminhada por lá não era tão ruim assim. Meu futuro sogro me levou a uma parte que era mata bem fechada, assim que chegamos lá ele começou a contar sobre cobras que viviam ali e não era qualquer tipo de cobra, não... Era uma tal de “jararacuçu”, se o nome já é difícil de ser escrito, imagina o quão pavoroso esse bicho deve ser (só de pensar eu morro de medo).
Onde estávamos era tão alto que o nome da fazenda (Ato de São Francisco) começou a fazer sentido. Lá eu realmente me sentia bem perto do céu e de São Francisco.
Começou a escurecer, minha apreensão de estar lá em cima começou a aumentar. Perguntei para meu futuro sogro se não já estava na hora de voltarmos. Ele percebeu meu medo e retomou a conversa sobre as tais cobras e seus perigos antes de começarmos a descida de volta.
Durante a descida ele me falava que elas, as cobras, cruzavam sempre esse caminho que estávamos fazendo para chegar ao ninho delas que era ali bem perto. Não esperei uma só palavra a mais dele e corri feito um corisco, chegando primeiro que ele em sua casa.
Depois dessa “fuga” eu só pensava: “Putz! Minha apresentação está indo de mal a pior. ”. Mas não terminou por aí não! No dia seguinte levantei bem cedo para tomar café e mais uma grande aventura me esperava. Imaginam o que era? Andar a cavalo! Dessa vez não iria desapontar minha digníssima futura esposa. Eu adoro andar a cavalo, vocês nem fazem ideia! Ele é meu animal preferido.
Então lá fomos nós, meu futuro cunhado trouxe os cavalos e logo me deu as rédeas de um bem pequeno, parecido com uma mula. Parecia que já estavam adivinhando que eu não me daria muito bem. Sim, eu disse que adoro andar a cavalo, mas a verdade é que eu não entendendo muito bem desse animal e as vezes que andei foi com meu pai.
E lá estava eu sentado na garupa dele.
Uma coisa que dizem sobre os cavalos que é verdade, é que eles têm uma percepção muito aguçada sobre quem está montando, se a pessoa tem ou não experiência ou até mesmo convivência com eles.
Bom, estava na cara que eu não tinha nenhuma experiência com cavalos. Assim que montei, o cavalo saiu em disparada em direção à porteira e eu não conseguia fazê-lo parar. Quem me salvou de passar uma vergonha ainda maior foi minha futura cunhada que foi ao meu encontro e conseguiu nos parar. Logo que todos montaram, começamos a nos movimentar e mais uma vez a minha mula saiu na frente em disparada. E, para piorar (mudança para ficar mais harmônica a leitura), eu não sabia como pará-la e muito menos onde era o freio do animal. Ela só parou porque fomos de encontro com uma porteira e todos estavam gritando ao fundo, mas assim que consegui abrir a porteira ela saiu em disparada novamente como se estivéssemos em uma corrida e, com isso tudo acabei batendo meus joelhos na porteira e indo parar no chão enquanto a mula corria pasto a fora. De longe essa foi a pior parte da minha apresentação aos pais da minha futura esposa.
Depois que eles garantiram que eu não tinha me machucado seriamente, as risadas começaram e tudo por causa de uma mula que não entendeu meus comandos e não me respeitou. No fim da história quem se saiu como super star foi a mula!
Estava envergonhado por todas as más impressões que causei, mas no fundo, e apesar de tudo, todos gostaram de mim e eu conquistei minha amada e sua família, mesmo com as mancadas.
No vasto mundo digital, você (@eumarcospako) é uma estrela guia, com um toque humilde e uma alegria contagiante.
Mostrando onde ir, o que comer, cada dia, transformando simples momentos em algo fascinante.
Sua cabeça brilhante, sem um fio de cabelo, reflete uma luz que nos inspira e cativa.
Seu sorriso é um farol que ilumina o caminho, inspirando-nos a viver a vida com paixão e muito bom bom bom diaaa.
Amanhã e sempre, seguir você é um carinho, que nos leva hoje a explorar Sergipe, o Brasil e um dia o mundo através de suas lentes e com bastante emoção.
Caminhante da Fé
Em um mundo de crenças e de fé,
Caminha um garoto, firme em sua jornada.
Sem religião que o defina ou limite,
Mas com Deus em seu coração, em cada batida.
Não tem santos ou ritos para seguir,
Sua alma livre, leve, em constante busca.
Mas crê em algo maior, invisível, sutil,
Que guia seus passos, que o inspira e impulsiona.
Desde cedo aprendeu a lutar,
Pelos sonhos que nascem em seu peito.
Com esperança e fé, ele traça seu caminho,
Mesmo nos dias mais sombrios, não se deixa abater.
Acredita no poder de suas mãos,
No esforço e na vontade que o movem.
Mas acima de tudo, sabe que não está só,
Que uma força maior o ampara e protege.
Assim, segue em frente, determinado e fiel,
Aos seus ideais, aos seus mais profundos desejos.
E mesmo sem uma religião para o chamar de seu,
Ele nunca perde a fé, essa chama que o aquece e ilumina.
Poema para um amor distante
Em versos te envio meu afeto,
Saudade que me aperta o peito,
Te desejo aqui, bem pertinho,
Para sussurrar baixinho:
Eu te amo, meu bem, com fervor,
Mais que as estrelas no céu a brilhar,
Mais que o sol que aquece a flor,
Mais que o mar que se põe a bailar.
A distância nos separa, é verdade,
Mas meu amor por ti não é banal,
Ele cresce a cada saudade,
E te espera com fervor sem igual.
Volta logo, meu amor, rapidamente,
Para que eu possa te dizer pessoalmente,
Que te Amo com alegria.
Eu te amo, com todo o coração,
Eternamente, minha paixão!
E o digo com toda a sabedoria.
Aqui, nas palavras, nas frases, deixo o meu coração.
É um tempo de palavras frágeis, soluções tão ágeis, uns gostam, outros desgostam, uns curtem e outros bloqueiam.
Mas aqui, ainda assim, deixo meu coração, deixo minhas dores, angústias. Mas deixo também alegria e saudade.
Um dia, serão apenas palavras e frases, mas ainda assim, terá o meu coração.
Às vezes, no ímpeto de acertar, a alma é um rio que se desvia do seu leito natural, cortando a terra com fúria silenciosa, mas sem perceber que ao querer tanto fazer bem, faz mal. Tentamos, com a pureza de uma estrela solitária, iluminar o caminho dos outros, mas a nossa luz cega, atravessa os olhares e não encontra compreensão.
É no fervor de agradar que nos perdemos, tal como uma flor que se abre demais e se desfaz ao vento. Nossas intenções, como barcos à deriva, colidem com rochedos invisíveis, fazendo-se em pedaços antes de alcançarem a margem desejada. Queremos dar o melhor de nós, mas, em nosso excesso, desajustamos a harmonia do mundo ao nosso redor.
Não lemos os sinais, não escutamos o sussurro das folhas, o chamado dos silêncios. Apressamo-nos, os olhos fixos no horizonte, sem ver o presente que se dissolve como um sonho matinal. Somos egoístas, não por escolha, mas por descuido, pela cegueira do coração que deseja ser amado.
Na ânsia de sermos compreendidos, esquecemo-nos de compreender, de ouvir os murmúrios que nos são destinados. E assim, com as mãos cheias de boas intenções, derrubamos as pontes que queríamos atravessar, ficando, ao final, ilhados na nossa própria solidão.
A vida é como navegar em um rio de águas correntes
Onde você não pode voltar ao circuito anterior
Onde não faz sentido reclamar da forte correnteza
Onde é necessário vez ou outra dar uma pausa
E se dedicar em construir um bom barco
Para que daqui pra frente se torne mais leve navegar
E ainda seja possível curtir a paisagem de vez enquando
Sem se preocupar com as chuvas que possam vir.
Porque não existe vida sem chuva
E tampoco só de sol vive o homem.
É necessário chover pra crescer.
Tenho medo de te deixar
Eu te amo demais
Ou será que amo um fantasma ?
Ou será que amo quem você mesmo me falou
Que fingiu ser alguém, que não era, para poder me conquistar
E depois do plano ter dado certo
Mostrou o seu real lado
Vivo confusa
Te olhando dormindo, e vejo o homem que amo
Vejo e ouço suas ações
E te desconheço
Acho que sou a esposa viúva
Só que de um marido vivo
O anseio em te deixar é muito grande
Eu prometi a mim
Que você seria minha última tentativa no amor
E parecia que estava prevendo
Porque sinto que já estou morta
E se não tiver mais você você na minha vida
O meu corpo já desalmado
Cairá de vez
"A alma genuinamente devota não exibe a sua devoção como se fora um troféu. É discreta, contida, austera, quase envergonhada do amor que traz no coração.
Como diz Santo Tomás no belo comentário que fez a um Salmo, há lágrimas que lavam delitos ("lacrymae lavant delictum"), e estas são justamente as da alma devota — que chora compungida por não se sentir à altura do amor que sente, ao qual quer fazer jus.
Tamanha delicadeza só é possível em segredo; só Deus a pode ver".
Poeta apaixonado
Ademiravel um ser que reflene e emana uma energia positiva que aquece a alma,
Estou num dialelio entre duas bitolas de medida a razão de ser e paixão de ser, emoção que vibra no meu coração.
Estando catacenico sem saber o que fazer, apelo pelo teu socorro para me dar folgo do viver.
Penso num resultado formando por ambos
Ser correspondido dá animo
Dando valor a meu pedido
De um abraço, calororoso
Para demonstrar o meu lado amoroso
Para subir ao ceu descer atravessar o mar escalar montanhas
Sussurrando as palavras encantas a uma pessoa desejada. Clamo prroclamo porque meu pensamento só flui para si.
Sua beleza interna e externa tem uma dimensão elevavada.
Você AMA?
Queridos Estudantes de Medicina,
Escrevo-lhes hoje com um profundo sentido de responsabilidade e um coração cheio de compreensão. Como Medicina, sou uma disciplina vasta e complexa, repleta de desafios que muitas vezes testam os limites da paciência, resiliência e determinação. Sei que, ao longo do caminho, vocês têm enfrentado pressões imensas, noites insones e um peso emocional que poucas outras carreiras podem compreender.
Peço desculpas pelos momentos em que pareceram sobrecarregados, quando a montanha de conhecimento a ser assimilado parecia intransponível. Sei que, às vezes, as aulas intermináveis e as horas passadas em bibliotecas e laboratórios parecem uma jornada solitária e extenuante. A exigência constante por excelência pode ter feito com que vocês questionassem sua escolha, suas capacidades, até mesmo sua sanidade.
Lamento pelas vezes em que se sentiram desamparados diante da complexidade dos casos clínicos, pelas lágrimas derramadas ao ver um paciente sofrer ou perder a batalha para uma doença implacável. Peço desculpas pelos estágios em que a carga de trabalho foi esmagadora, onde a linha entre aprendizado e exaustão foi cruzada demasiadas vezes.
Reconheço que as renúncias são muitas: momentos perdidos com a família, festas e celebrações que passaram sem sua presença, hobbies abandonados, e a constante sensação de que o tempo é um luxo raro. A paixão por curar e salvar vidas frequentemente exige sacrifícios que são difíceis de medir e difíceis de suportar.
Mas, por favor, saibam que cada dificuldade, cada noite sem dormir, cada lágrima e cada momento de dúvida não são em vão. Vocês estão sendo moldados para serem os guardiões da saúde, aqueles que estarão na linha de frente, prontos para enfrentar e vencer batalhas que outros sequer imaginam. O caminho é árduo, mas a recompensa é incalculável: a chance de fazer a diferença, de ser a esperança para aqueles que mais precisam.
Peço que perdoem as falhas e os desafios que lhes imponho. A jornada é difícil, mas estou confiante de que vocês sairão mais fortes, mais sábios e mais compassivos. A Medicina é, acima de tudo, um ato de amor e serviço à humanidade, e sei que cada um de vocês tem o potencial para iluminar o mundo com seu conhecimento e dedicação.
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