Carne
O Homem está literalmente destruindo a carne (corpo) e adulterando sua essência (alma) e é por isso que a humanidade está nessa turbulência caótica e totalmente corrompida . Aí a pergunta que não quer calar: - PAI porque me abandonaste? Muitas vezes agimos como seres irracionais em todos os sentidos e desprovidos da fé fizemos desse mundo essa paisagem morta...
Cicatrizes são poemas, que a vida nos dedica, entalhando em nossa carne versos inesquecíveis, para recordarmos que o sofrimento ensina e a dor, é poesia.
Ó Deus, Tu és o Meu Deus, de madrugada Te buscarei; a minha alma tem sede de Ti; a minha carne Te deseja muito em uma terra seca e cansada, onde não há água;
Para ver a Tua Força e a Tua Glória, como Te vi no Santuário.
Porque a Tua Benignidade é melhor do que a Vida, os meus lábios Te louvarão.
Assim eu Te bendirei enquanto viver; em Teu Nome levantarei as minhas mãos.
Salmos 63
É Normal Abalar no Deserto,Provação ou Tempestade Pois a Nossa Carne é Fraca.Ainda Bem Que Nosso Deus Cuida de Nós.
Um dia que você tiver inveja de um outro ser humano, lembre-se de que você é de carne e osso como ele. A única atitude que você precisa ter é ser original.
Entre o verbo da promessa e a carne da ação, reside o abismo onde muitas vezes naufraga a fé cristã. A fidelidade não se veste de intenções futuras, mas se revela na presente e constante conformidade com a sabedoria perene das Sagradas Letras.
Por isso, digo: vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne.
O "Espinho na carne" é visto como um instrumento usado por Deus para manter Paulo humilde e dependente Dele.
O vento da aflição quer apagar a Chama
Da minha adoração
O mundo é um oceano
Minha carne é um furacão
Minha vida é um barquinho buscando direção
Descansa em minha alma
E acalma a tempestade
Que agita o meu coração
O homem é o holograma vivente do Infinito oculto: em sua carne, o traçado das veias imita os meandros da Árvore Primordial; em seus órgãos vibra a harmonia secreta das emanações eternas. Sua respiração não é apenas ar — é o sopro ritmado do universo serpenteando entre mundos, ecoando a melodia dos astros. Cada célula é um selo estelar, cada batida cardíaca ressoa como o tambor do Tempo. Aquele que ouve esse concerto silencioso com os ouvidos da alma, torna-se o alquimista do próprio ser — e, ao tocar-se, transmuta o mundo inteiro com um só gesto interior.
