Cansei de ser Alguma coisa que não sou

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Quando escrevi esse verso estava me sentindo só, sentia a falta de alguma coisa importante algo que não compreendia nem entendia.
Estava incompleto faltava-me um pedaço que me desse á felicidade e fizesse-me gritar aos quatros continentes “eu amo”.
Meu coração transbordava em lagrimas e meus sentimentos insistiam procurar o quê nem eu mesmo sabia.
As imperfeições se completam e sem lógica aprisionam meu coração e me dão a tua imagem em meu pensamento.

Não quero mudar meu jeito de pensar e nunca pensei em deixar de sonhar, mas de alguma forma eu preciso parar e não mais frustrar;

Não me deixo falecer sob circunstância alguma e não retrocedo um só milímetro para não perder o foco de ser quem sou;
Não desacredito a minha capacidade, pois tenho a força necessária para me erguer mesmo não aparentando para quem está ao meu redor;
Sei que sempre valerá à pena ao final das minhas batalhas, pois nasci para vencer as minhas dificuldades;

⁠Tudo acontece com algum propósito
Se aconteceu foi por algum motivo lógico
E se veio foi por alguma permissão
E se foi embora também teve alguma razão;

⁠Se me tivesse a chance de deixar-lhe alguma lembrança minha...
Deixaria um pedacinho da minha vida!
Com amor e carinho de respostas às perguntas que fizesse algum sentido...
Procuraria os segredos que me faltasse, deixaria o que pudesse o que fosse encontrado.
Mas o que fosse indispensável, além do acaso não privaria os teus desejos...
Lhe deixaria o meu amor para lhe confortar o tempo inteiro!

“Para na mesa ter alguma coisa, primeiro vem um pequeno processo.
Nada aparece do nada — o esforço de hoje é o alimento de amanhã.”

Me esforço ter alguma coisa dos meus sonhos mas dei em conta que né todo sonhos deve ser alcançado e né todas mulheres devem ser amadas, e né todos nossos próximos são nossos amigos íntimos e né tudo que os ricos tem, nos pobre devemos ter


Porque todos nós temos os propósito diferentes

⁠Honre sua palavra se você prometeu alguma coisa, cumpra sua promessa o melhor ATIVO que você tem em sua vida e sua palavra isso te faz diferencial entre milhares de outras pessoas.

Sintonia


Tem alguma coisa acontecendo quando conversamos.


Não sei explicar direito.


Às vezes começamos falando de uma coisa
e, quando percebemos,
já estamos em outro assunto, rindo, brincando
ou simplesmente compartilhando pensamentos.


Sem esforço.
Sem precisar medir cada palavra.


É como se houvesse uma sintonia
que não precisasse ser combinada.


Você entende algumas coisas
que eu nem precisei explicar.


E eu gosto disso.
Gosto dessa facilidade que existe entre nós.


Num mundo onde tantas relações
parecem exigir esforço para funcionar,
é bonito encontrar alguém
com quem simplesmente acontece.


E quando acontece assim...
A gente percebe.

"Amar é reconhecer na presença do outro um abrigo para a alma, onde aparência alguma tem valor maior que a paz que ela traz ao coração.”

Amizade não é audiência disciplinar toda vez que você erra alguma coisa pequena.

Tem dias em que parece que alguma coisa dentro de mim simplesmente se apagou. Eu continuo vivendo, conversando, sorrindo e fazendo aquilo que preciso fazer, mas existe uma parte de mim que permanece em silêncio, tentando entender por que tudo parece tão difícil.
É estranho sentir tanta coisa e, ao mesmo tempo, não conseguir identificar exatamente o que está acontecendo. Às vezes penso que estou bem, até perceber que estou apenas tentando me convencer disso. Outras vezes, sinto uma tristeza que não consigo explicar e uma vontade enorme de desaparecer por algumas horas, apenas para não precisar lidar comigo mesma.
Tenho guardado sentimentos demais. Coisas que nunca falei, dores que tentei esquecer e pensamentos que prefiro esconder. Talvez eu tenha me acostumado tanto a fingir que estou bem que já nem sei mais diferenciar quando realmente estou.
O pior acontece quando fico sozinha. Minha cabeça se torna um lugar difícil de permanecer. Pensamentos antigos retornam, inseguranças aparecem e tudo aquilo que durante o dia consigo ignorar parece ganhar voz.

Conquistar algo se baseia principalmente no desejo; assim, sempre que você almejar alguma coisa, lembre-se de que o primeiro passo para alcançar uma meta é dar início à sua jornada, mesmo que seja apenas uma pequena ação.

Até um tijolo quer ser alguma coisa
- Louis Kahn

“Se um dia minhas palavras sobreviverem a mim, talvez seja porque alguma parte da minha alma encontrou nelas um lugar para permanecer.”

— Juliana Hoffmann Liska

seus olhos.


Antes mesmo de entender o que estava acontecendo, eu já tinha encontrado alguma coisa nos olhos dela que não sabia explicar. Eu falava dos olhos porque era a maneira mais fácil de falar do que acontecia comigo quando olhava para ela. Pareciam ter profundidade suficiente para esconder tudo aquilo que eu não conseguia dizer. E talvez fosse exatamente por isso que eu gostasse tanto de mergulhar neles.


Porque havia dias em que o mundo parecia fundo demais.


As coisas lá fora tinham aquele peso que a gente tenta fingir que não sente. A vida seguia, as pessoas continuavam falando, os dias continuavam passando, mas existiam momentos em que tudo parecia difícil de levar. E então eu encontrava aqueles olhos.


Era como cair no mar sem ter medo de afundar.


Eu não precisava saber nadar. Não precisava saber para onde estava indo. Bastava entrar.


Talvez seja isso que algumas pessoas fazem com a gente. Elas não resolvem necessariamente aquilo que está quebrado, não apagam os problemas, não tornam o mundo mais fácil. Elas apenas conseguem fazer com que, por alguns instantes, a gente não precise lutar contra ele.


Ela era esse intervalo.


Eu podia passar horas tentando organizar dentro de mim aquilo que não tinha nome e, ainda assim, bastava olhar para ela para alguma coisa se aquietar. Havia um tipo de silêncio naqueles olhos que não era vazio. Era abrigo. Um lugar onde eu podia deixar todas as coisas que carregava sem precisar explicar por que elas pesavam tanto.


E talvez eu tenha amado também essa sensação.


A de ser recebido por alguém sem precisar chegar inteiro.


Eu acreditava que amar era isso: oferecer alguma coisa de si e perceber que, de alguma forma, aquilo também fazia o outro respirar melhor. Cada gesto pequeno parecia carregar uma energia que não precisava ser anunciada. Um cuidado aqui, uma presença ali, uma tentativa de estar perto quando o mundo ficava difícil. Como se amar fosse construir, aos poucos, um lugar onde dois poderiam descansar.


E eu queria ser esse lugar para ela também.


Talvez por isso a distância sempre tenha parecido tão cruel. Porque quando alguém se transforma em refúgio, a ausência deixa de ser simplesmente ausência. Ela começa a parecer uma porta fechada para um lugar onde você costumava conseguir respirar.


E ainda havia a saudade.


Aquela espécie de presença que continua existindo mesmo quando a pessoa não está. As lembranças permanecem vibrantes, ocupando espaços inesperados, aparecendo no meio de uma música, de uma noite, de um pensamento qualquer. Você percebe que algumas pessoas conseguem permanecer dentro da gente mesmo quando já não estão ao nosso lado.


Foi assim que ela ficou em mim.


Não como uma foto parada no passado, mas como uma paisagem que ainda aparece quando fecho os olhos.


E talvez seja por isso que aquela imagem do mar sempre tenha feito tanto sentido.


Porque eu não mergulhava apenas nos olhos dela.


Eu mergulhava naquilo que sentia quando estava ali.


Na tranquilidade que encontrava. Na versão de mim que aparecia quando não precisava me defender de nada. Na sensação de que, por alguns minutos, eu estava exatamente onde deveria estar.


Ao lado dela.


E talvez algumas pessoas sejam mesmo obra de alguma força que a gente não entende. Não necessariamente porque foram feitas para ficar para sempre, mas porque, em algum momento da nossa história, precisavam existir.


Ela existiu.


E me ensinou que existem olhos capazes de ser oceano.


Que existem abraços que parecem margem depois de muito tempo à deriva.


Que existe amor que não chega fazendo barulho, mas vai preenchendo os espaços vazios até a gente perceber que já não sabe exatamente onde termina a nossa solidão e começa a presença do outro.


Hoje, talvez eu entenda que mergulhar nos olhos dela nunca foi apenas sobre olhar.


Era sobre confiar.


Sobre fechar os olhos para o mundo por alguns segundos e acreditar que, se eu afundasse, alguém me encontraria.


E talvez seja essa a coisa mais bonita e mais dolorosa sobre amar alguém profundamente: às vezes, a pessoa se torna o mar onde você aprendeu a respirar.


E quando ela vai embora, você passa um tempo tentando descobrir como voltar a superfície.


Mas algumas profundidades não desaparecem.


A gente apenas aprende a carregá-las.


E eu ainda carrego aqueles olhos comigo.


Como quem um dia caiu no mar e, em vez de ter medo da profundidade, descobriu nela um lar.

Meu quarto enferruja, meus cigarros queimam e o tempo passa — mas alguma coisa em mim ainda se recusa a desaparecer

“Toda interpretação jurídica revela alguma coisa sobre a lei e alguma coisa sobre o intérprete.”

Toda norma protege alguma coisa e, ao mesmo tempo, decide quem ficará desprotegido.

Ele é extremamente doce como mel. E, de alguma forma, isso me faz querer protegê-lo do mundo.




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