Jean la bruyère
Brinque com a vida como se você fosse uma menina. Feche os olhos, imagine-se, esqueça do mundo lá fora. Abrace aquilo que te faz feliz. Sonhos são gratuitos. Em sonhos não existem distâncias... palavras o vento leva embora. O que importa é mergulhar no mundo dos sonhos, daquilo que te faz sorrir. Só isso!
Eu não entendo a vida,nem nunca vou entender. Vou apenas vivê-la fazendo dela o melhor que eu puder.
Vejo um dia lindo lá fora, sorrisos distribuídos aos montes, e eu queria muito uma vontade de sair e ter uma noite diferente das que eu tenho tido, cheia de choros e coisas que bloqueiam o riso. Mas cadê a coragem? Eu queria escolher a roupa mais bonita, me vestir por fora e por dentro de coisa boa, usar uma maquiagem que transpareça felicidade, nada escuro. Queria mesmo era pôr um salto e sair arrasando por aí, colecionar suspiros e agradecer elogios.
Queria ver pessoas que me fazem bem, dar abraços apertados e calorosos, daqueles que fazem a gente perder o fôlego. Queria fechar meus olhos, respirar fundo, e agradecer por estar viva.
Queria tanto... mas tem algo que me trava, como uma voz baixinha que diz: "fica no seu cantinho menina, aí... quieta no escuro. Senão vai doer de novo, você se lembra?".
Então eu fico aqui, tentando escolher entre a incerteza e a voz na minha cabeça. Talvez eu escolha os dois, ou talvez nenhum. Sem desespero, vou me deixar levar.
E lá fora, chuva. O tempo se encontra fechado, nublado.
Coração geme os desajustes gerados ...
Densa mágoa, a altura da garganta, trava tudo.
Suspiro de não contentamento lástima vil do ego.
E por um instante tudo gira, se inverte,
O dia, lindo dia, se converte em escuridão,
O sol em chuva, e os teus raios em trovões.
Ecoam-se os gritos angustiados,
Latentes, fortes e veementes,
Traçados mediante conduta conturbada,
Puro desconcerto do acaso, triste acaso.
E lá fora, chuva, riso em choro,
Felicidades em tristeza e assim se vai ...
A vida e seus desconfortos,
O ser humano e seu lado humano.
E se eu te pedisse...
esqueça o medo,
deixa pra lá o tempo
ignore a experiência
faça de conta que não existem:
o ontem, o vivido, o sofrido...
Esqueça a convenção,
faça diferente,
pense só na gente,
siga teu coração...
E se eu te pedisse...
me faça feliz,
não te importe com o que o outro diz...
E se eu te pedisse?
Acho engraçado quando as pessoas tentam me fazer de boba, a única coisa que faço é sorrir e deixá-las felizes achando que conseguiram.
Nesta altura do campeonato resolvi escrever. Sei lá, já fiz tanta coisa nesta vida que tava faltando isso. Aliás, eu escondia este potencial... me achava incompetente. Agora não me acho mais, talvez os outros ainda achem.
Esta bem estou é viajando mesmo,
agora pra um lugar distante que nem Eu conheço
mas la sei que vou encontrar um lazer
pra na vida pensar refletir o que é de errado fiz nesta vida por ter
a minhas melhores condições de raciocínio na perda de os melhores momentos viver
sim foi é sem sentido tudo que fiz por agora merecer.
Há pessoas que estão na nossa vida
Como estrelas fazendo uma constelação no céu
Estão sempre lá
Para nos guiar
Quando nos perdemos
Outras fizeram conosco parte do caminho, uma jornada de luta
Choramos e rimos
Fomos companheiros, amigos, confidentes
Partilhamos
Também há quem nos surja no caminho como exemplos a seguir:
Mostram-nos o que devemos ser
Outras são as que nos ensinam
O que não queremos ser
Todos os que passam no nosso caminho acrescentam algo
Levam algo consigo
Umas ficam sempre presentes ainda que ausentes
Outras deixam apenas um lugar vazio
No espaço do esquecimento
E queremos bani-las para bem longe para não mais voltar
Tornam-se fantasmas
Ocupam as suas masmorras
E ficam lá
À espreita de nos poder voltar
A atormentar
Com todas aprendemos, crescemos e nos tornamos grandes
Porque as conhecemos
As tivemos ao nosso lado
Quando precisamos delas
Ficaram pegadas suas na nossa memória
Memória coletiva
Somos todos parte integrante uns dos outros
Agradeço à vida todos os que me apresentou
E que o melhor de mim
Seja feito da experiência do que retirei
Do pior de cada um
Tu que me lês
Estás aqui
E eu?
Sei lá as vezes a vida parece que a vida vai equilibrar .Somente quem passou por muita tormenta ,a casa tremeu diversas vezes ,passou por tsunamis,terremotos,alguns meses como naufrago ...Sabe que momentos de equilíbrio de paz amor tem q ser apreciados ,não comemorados. Comemoração traz barulho e festa ,conversa boba e ai se perde a atenção .Apreciar é ficar em silencio admirando a calmaria ...E olhos bem atentos para mar ,ouvidos,e corpo são e mente sã .
Independência ou morte
O trabalho acabou
Hora de ir para casa
A violência começou
Nenhum pássaro bate asa
Olho de um lado
Olho de outro
Com o passo apertado
Feliz por não ter ouro
Chego em casa
Nada para comer
Com esse meu salário
É difícil sobreviver
Contas e mais contas
Com transporte, educação,
Higiene, alimentação,
Vestuário, saúde e lazer
Com esse meu salário
É difícil viver
Enquanto a morte fico a esperar
Começo a pensar
Morrer deve ser melhor que viver
Pois nessa vida, ganho pouco e pago muito
Mas, fico também a pensar
Como não há dinheiro para pagar a população,
Se há dinheiro para pagar
Político Ladrão.
Sei la as vezes me indigno com próprio divino .Nasci ingrato e pelo jeito irei morrei ingrato . Independência divina ,sei la filho bastardo da criação
Independência ou Morte
LIVRE
Livre, palavra fácil de escrever, paroxítona!
Mas vivê-la? Muito difícil,
Nas amarras do passado e conceitos presos nos achamos,
mas esse desejo nos prende tal como as amarras daquele passado,
porém nos vemos presos no novo que ainda não conhecemos
