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â a gente sĂł sente o amor no outro porque ele estĂĄ em nĂłs. nos queimando e mostrando que o melhor de tudo isso Ă© sentir, vocĂȘ nĂŁo Ă© mais
ferida aberta
que sangra e me faz chorar.
hoje vocĂȘ Ă© como
um pequeno corte na pele:
aparentemente inofensivo,
mas que nunca deixa de arder.
a memĂłria Ă© nosso maior anticorpo.
Ă aquilo que se finca por dentro dos poros
Por de dentro da casca
Pois o amor nos entra Ă dentro
E fica lĂĄ
Resinificam e viram memĂłrias
Esse Ă© o nosso karma ou a sorte.
O livre arbĂtrio
" SĂł existe um Senhor verdadeiro mas acontece muitas das vezes ouvirmos pessoas dizerem que a vida terrena Ă© sĂł ilusĂŁo, ilusĂŁo seria se o Senhor nĂŁo nos tivesse deixado a sua palavra atravĂ©s do filho. Todos nĂłs temos uma missĂŁo no mundo, nĂŁo estamos aqui por acaso, temos liberdade para segui - lo ou nĂŁo. Se quiseres seguir, siga - me " Deu - nos o livre arbĂtrio em nossas escolhas, mas quem decide Ă© ele o nosso Senhor! Aproveitemos o tempo de isolamento para meditarmos no momento " Solange Malosto
â A partir do momento que o que vocĂȘ faz afeta outras vidas, a sua vida nĂŁo Ă© mais sĂł da sua conta.Â
â INSPIRAĂĂOÂ
A vejo como a estrela
avistada no céu.
Ela nĂŁo estĂĄ lĂĄ,
sĂł sua luz, seu passado.
NĂłs poetas,
nĂŁo estamos no tempo dela,
e sim, a traduzimos em nosso tempo.
O momento avistado.
â O objetivo da vida Ă© sempre de aprender a cultivar as virtudes. Quando nos negamos a fazer isso, sofremos as consequĂȘncias atĂ© aprender que esse Ă© o Ășnico caminho que nos gerarĂĄ felicidade.
Livro: InteligĂȘncia Consciencial - a conquista da autonomia da consciĂȘncia
â AusĂȘnciaÂ
Leva me logo contigoÂ
NĂŁo posso mais esperarÂ
Sua ausĂȘncia me torturaÂ
Vivo sĂł pra te amar .
Hoje estou mais confiante
Porque te sinto mais prĂłximoÂ
Pode ser um simples sonho
De um amor que era sĂł nosso.
Quando te vejo sorrindoÂ
Minha alma se iluminaÂ
Seus olhos sĂŁo duas estrelas
Que o meu coração fascina .
Te vejo sempre em meus sonhosÂ
Me confias teus segredosÂ
Entre nĂłs hĂĄ harmoniaÂ
Pois vivemos um grande enredo .
Veja-me como eu te vejoÂ
Ama-me como eu te amoÂ
Assim seremos sempre felizesÂ
Sem cometermos mais enganos .
O verdadeiro amor.Â
SĂł se sabe que Ă© amor quando quer que o amado seja feliz, mesmo que nĂŁo seja com vocĂȘ.
O amor Ă© isso, Ă© altruĂsta, nĂŁo sente inveja, nĂŁo se recente e nĂŁo Ă© egoĂsta.
Poucos sĂŁo aqueles que sabem o que Ă© amor de verdade e poucos serĂŁo aquele que irĂŁo sentir e irĂŁo recebĂȘ-lo. â
â DOR INFINDA
JĂĄ no sumido aquele afeto profundoÂ
SĂł eu, Ăł pieguice, sĂł eu me lembro
Das noites e dias secos de setembro
Maçadas, e o meu amor moribundo
Desde esse dia, eu ermo no mundoÂ
Atado a solidĂŁo e sem deslembro
De ti, e do falto um azedo membro
NĂŁo houve fĂŽlego por um segundo
Quando, ainda cria... - hoje perdidoÂ
E lastimando no leito a desventura
Tenho a sensação de jå ter morrido
Ah! saudade, que a vasca misturaÂ
No peito, e ao aperto tĂŁo sofrido...
Dor infinda... e cheia de amargura!
© Luciano Spagnol - poeta do cerradoÂ
Setembro, 06/2020, 05â46â â TriĂąngulo Mineiro
LĂĄbios de cereja
â NĂŁo sei se fui de encontro a teu olharÂ
Ou vocĂȘ veio de encontro a mim,
SĂł sei que estĂĄ sendo assim.
SĂł sei que era pra gente se encontrar.Â
Pouco sei de encontros na calçada,
Mas quem sabe eu veja
Nos teus lĂĄbios de cereja
Um momento de arrepio na alma.
Que hĂĄ de ser bom te conhecer.
E mesmo que seja sĂł hoje,
Estas palavras gostaria de dizer:
Pra vida e felicidade diga sempre sim.
E quando ler este poema,
VocĂȘ possa se lembrar de mim.
â Dama da noiteÂ
Ă lua amada amante
SĂł tu que me acompanhaÂ
Nas noites cheias em claroÂ
Ăs tu que inspiraÂ
TĂŁo mĂĄgica companhiaÂ
Minha janela que clareiaÂ
SĂł tu Ă©s minha telaÂ
SĂł tu Ă©s minha poesiaÂ
Minha leitura preferidaÂ
Minhas noites mal dormidas;
nunca sĂŁo vaziasÂ
Pois preenche com tua belezaÂ
Lua de prata toda acesa
Me despe do negativismoÂ
Ouve meus segredosÂ
E até o que eu não digo
Oh, lua linda...
 Que pÔe estrelas no meu riso
Poema #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 06/09/2020 Ă s 20:30 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
