O que te move
Uma parte de mim
descansa por saber
que leva em si a tradição
entre belas montanhas,
sem perder esperanças.
Nasceu capaz de sair
muito antes da Primavera,
se for preciso fazer guerra
contra qualquer guerra,
e contra qualquer quimera.
Jamais por escolha
e nem por ter nascido
forjado para a guerra,
e sim por amor à terra,
nenhum pouco efêmera.
Com o brilho cortante
da estrela mais brilhante
do rigoroso Inverno
e nascido tão belo,
que ouso chamar
de meu o seu Universo.
A cidade de Rodeio é cercada
pela graça e toda a majestade
dos gentis vales e montanhas,
que a vida entrega, esbanja
o Rio Itajaí-Açu e por ele é amada,
e pelo Rio Benedito a venerada.
No nosso Médio Vale do Itajaí
é a cidade onde os ribeirões
São Pedro, do Salto, Liberdade
e Rodeio Doze cortejam guardiões
com poemas de amor e eternidade.
E por aqui tudo tornam verdejante,
os olhos absolutamente encanta
tornando o coração mais amoroso,
e com toda a devoção sutil acampa
traçando a rota diária da renovação
nas águas do curso da esperança
Na companhia de Juana de Ibarbourou
O amor é perfumado,
tem algo que desce
das montanhas na primavera
para defender sua terra.
Como um buquê de rosas
floresce em meio à guerra;
amando, juntos, eles possuem
além de todas as primaveras,
sem temer as noites eternas.
Meu Moçambique, hoodoo sagrado,
Terra de rios que murmuram segredos,
Montanhas com ossos de reis antigos,
E veias cheias de ouro, promessas e luto.
Teus olhos brilham — não de esperança —
Mas quando te vendem por trocados,
Trocando terra por silêncio,
Minas por memórias apagadas,
Heranças por contratos estrangeiros.
Ó meu belo Moçambique… tão roubado, tão calado.
Ó Moçambique de tambores calados,
Povo sem cultura, disseram —
Pois ensinaram-te a temer teus deuses,
A negar teus sonhos, teus espíritos.
Chamaram profetas de bruxos,
Chamaram sabedoria de maldição.
E tu, em silêncio, aceitaste:
O sagrado virou pecado,
O curandeiro virou ameaça,
E a alma se escondeu na sombra.
Há grilhões que não se veem,
Mas ainda arrastam teu corpo.
Escravidão não é só corrente,
É esquecer teu próprio nome.
Não serás livre enquanto negares
O dom de andar entre dois mundos,
De falar com os ventos,
De entender o tempo pelo tambor.
Moçambique, não florescerás
Enquanto ajoelhares para um Deus imposto
E um Jesus que te foi reescrito.
Hoodoo, Belo Moçambique,
De incensos e raízes,
De chuva e palavra viva.
Renasce entre os teus,
Grita com tua voz inteira,
Ergue tua sombra e tua luz.
Meu Belo Moçambique…
Desperta.
07:34 22 de outubro de 2024
Na madrugada, eu sonhei que estava em um lugar com montanhas e parecia uma mata atlântica, muito longe daqui, eu estava com a minha mãe, a gente cozinhava um frango e eu olhava para as montanhas e via uma caverna no meio de uma grande rocha e ela estava iluminada e havia um portão semi aberto, eu senti medo quando vi que poderia ter alguém morando ali, de repente, olhei para o lado e surgiu um velho barbudo com uma frigideira que tinha um pedaço de carne, parecia frango, ele estava com um facão enorme e parecia ser bem enferrujado, ao lado dele havia uma criança estranha, que parecia mais um adulto com nanismo, eles me olhavam fixamente. Ele desceu para pedir mais 2 pedaços de frango, porque só tinha 1 e ainda havia uma terceira pessoa com eles, que eu não vi. Eu os olhava e não sabia se sentia medo ou uma sensação de nenhum receio ou sentimento. Talvez, eu estivesse com medo, porque eles pareciam aqueles canibais de filmes de terror e o local era propício mesmo.
Eu não sei o que eu estava fazendo lá com a minha mãe, só sei que eu cozinhava esse frango em um fogareiro, e sabia que a minha mãe estava lá, mas também não via ela.
Bom, eu estava esperando o frango ficar pronto para dividir com eles, no sonho também achei que fosse um teste de Deus comigo. Se passando por aquelas duas pessoas estranhas! Eu estava com medo e ao mesmo tempo tranquila. Talvez fosse isso.
Em uma cidadezinha no meio das montanhas de Santa Catarina, encontrava-se uma casa cercada de abóboras assustadoras, onde pensava-se que era habitada por fantasmas dos antigos proprietários daquele lugar, próximo da casa existia um cemitério cheio de cadáveres enterrados dos professores que educaram os filhos daquela casa.
Tamanha era a assombração que ninguém podia residir nela❗️❗️❗️
Autor: Batista Júnior.
1932 📜 "Troco uma semana de hospedagem numa barraca sem aquecimento nas montanhas canadenses por um dia de Sol em alguma praia do Nordeste do Brasil!"
3309 📜 Nesta noite vou dormir fora do Meu Casebre, pois estou numa Cabana isolada, nas Montanhas, a convite de uma Pretendente. O local é ermo, inexplorado e cheio de feras. Nada disso me amedronta. Tenho medo mesmo é de algum daqueles Textões que, vez por outra, vejo nas Redes Sociais. Aquilo me assusta, Buáaa!
Os caminhos do sagrado são difíceis, cortados por rios infestados de crocodilos e montanhas colossais, que nos ensinam a arte da superação.
Nas mais altas montanhas, eu vou te buscar, nas mais profundas crateras, eu irei te encontrar, não importa se for escuro, ou frio, eu simplesmente vou te amar! ♥
Você até pode acreditar que terá muitas montanhas pra ultrapassar mas esquece que a maior delas está dentro de você.
Gosto de ficar olhando o céu, as montanhas, o beija flor que vem sempre aqui no meu jardim, e que vejo da minha janela. Perco a noção do tempo quando ele está ali. Como é bom perder a noção do tempo, apreciando o belo!
“Agora quero mesmo é só seguir, em frente, fazer umas boas curvas, subir e descer montanhas, mas sempre em frente e de preferência, encontrar algo muito bom no final do caminho, ou até antes do fim dele.”
— Ternuras
Se você tem um sonho caminhe com os pés no chão em direção as montanhas mais altas. Assim você pode tocar as nuvens.
ter não é ser, e muito menos ser é ter ..as montanhas da vida requerem grandes escaladas , e nessas escaladas pode haver grandes avalanches. E digo que muitas vezes as avalanches são boas, porque quando elas caem elas deixam um rastro de mudança naquele lugar que um dia, foi-se para poder ser-se novamente..
Thiago 30/04/2012
A cada dia que se passa escalamos montanhas rumo aos nossos objetivos. Chega uma hora que cansamos, mas não podemos parar, pois no topo da próxima montanha pode estar a nossa conquista.
