Jean la bruyère
Sucesso
aos olhos da nação, é estar no topo,
chegar ao alto então.
bom é que nem todos,
partilham dessa mesma visão.
para alguns o sucesso é ter felicidade.
para outros é terminar o dia zen,
felizes fazendo o bem, sem olhar a quem.
sorrisos ao completar uma pequena tarefa,
um objetivo, alguma meta.
é ter do lado, alguém muito especial.
não é sobre acumular riquezas,
pois viver uma vida vazia de incertezas
somente para obter um bem material
vai te encher de um vazio profundo
um ser cheio externamente,
mas vazio, no âmago do seu ser.
As vezes temos que tropeçar e cair, para aprender a ter mais atenção e olhar por onde anda e não tropeçar na mesma pedra novamente.
A guerra do ego
O Deus sol já deixa escapar fagulhas de seu brilho no horizonte nascente; avisto ao longe nuvens de poeira dourada erguendo-se do solo árido. Tropas se movem ao nosso encontro, confronto! Corvos sobrevoam o espaço do tempo entre a corrida, a batalha e a morte. Lenços nos alpendres pairam ao vento brando de uma manhã dos Alpes, é quase inverno. Quantos são?
Pequenas flores coloridas servirão de tapete para algozes famintos de riqueza e luxúria. Serão envenenados homens de ambição e desprovidos de compaixão. Cansados então, mas motivados pela esperança da paz material e carnal com desafetos ao chão, não há perdão, vai ser o que a natureza provocar em cada um, a luta então!
Na tentativa de ser forte
Você cisma que sou o melhor
Eu não sei se isso é sorte
Mas diante a isto eu sou menor
Você acha que de nós dois
Você é a mais fraga
Mas é pura confusão sua
Eu chego perder a fala
Boba, essa análise é tão fácil
Diante de nós dois
Sigo sendo o mas frágil
Ah, poeta
Que triste situação
Esse seu dom de tornar gigante
Causa muita confusão
Ah, poeta
Esse dom que Deus lhe deu
É tão lindo, é tão puro
É tão lírico, é tão seu
Ah, poeta
O amor não se explica
Chega ser impossível retratar
É confuso, misterioso
É difícil ter que amar
Mas, poeta
A vida é assim
E foi o dom que Deus lhe deu
De tornar gigantesco e vibrante
Todo sentimento que aí bateu
Suplico respeito
O amor merece respeito
Eu não vós peço nada
Além de respeito
Respeito pelo que sinto
Respeito pelo que desejo
Amo-a como nunca amei alguém
É tão recíproco, é tão Incrível
E vou ter de ficar sem
Pois, vós não respeitam
Nada que aqui reside
Quando o amor não se parte
Por traição ou algo alheio
Minha alma, minha gentil
Partiste por desrespeito.
Ei, menina
Deixa eu te dizer
Depois que eu te vi
Só quis amar você
Pode ser muito estranho
Até contraditório
Mas esse amor que sinto
Penso até em casório
É que seu olhos iluminam o meu ser
E essa sua luz me deixa sem entender
Eu sei que pertencemos a mesma história
Então, menina por favor não se demora
Ei, menina
Vem cuidar de mim
Eu não sei até onde vou viver assim
Preciso de você aqui do meu ladim
Ei, menina
Ei, menina...
Ei, menina
Deixa eu te dizer...
Depois que eu te vi
Só quis amar você...
Pode ser muito estranho
até contraditório...
Mas esse amor que sinto
Penso até em casório...
Ei, menina
Acalma o coração
Pois, eu estou aqui
Não lhe abandono não
Tu pode até pensar
que isso é ilusão
Mas ei, minha menina
Cê tem meu coração
Obá é rainha
Dona de todo o meu amor
Obá é A chefe
Comandante das Elekôs
Ela é tão destemida
Que sabe manusear
Qualquer ferramenta
Obá não é amargurada,
É marrenta
Mas o amor nos torna frágil
E com obá não foi diferente
Aquele amor que sentia por Xangô
Lhe deixara imponente
Mas Obá é forte
E se amou em primeiro lugar
Obá nôs ensinou
O significado de amar
E por isso lhe amo
E grito com todo louvor
OBÁ XIRÊ
A rainha de ElekôObá é rainha
Dona de todo o meu amor
Obá é A chefe
Comandante das Elekôs
Ela é tão destemida
Que sabe manusear
Qualquer ferramenta
Obá não é amargurada,
É marrenta
Mas o amor nos torna frágil
E com obá não foi diferente
Aquele amor que sentia por Xangô
Lhe deixara imponente
Mas Obá é forte
E se amou em primeiro lugar
Obá nôs ensinou
O significado de amar
E por isso lhe amo
E grito com todo louvor
OBÁ XIRÊ
A rainha de Elekô
Oyá ô!
Yansã vem descendo
Oyá ô!
Mãe dos raios
Mãe dos ventos
Oyá ô!
Senhora deusa do dendê
Oyá minha mãe
Dona dos Oruns
Do meu viver
Oyá ô!
Mãe guerreira e do fogo
Eparrey, rainha
Desfaz feitiço
Dançando
Desfaz com sopro
Oyá ô!
Yansã brinca com iku
Oyá ô!
Meu velho,
Dobra no ilú.
Oyá ô!
Quebrando os pratos
Oyá ô!
Sejamos gratos
Oyá ô!
Só eu quem sei
Oyá ô!
O poder do "reeei"...
Eparrey Oyá!! Oyá ô!!
Oh, meu peito vazio
Que se alastra a solidão
Oh, devaneio poético
Que imunda o coração
O devaneio de poeta
Torna tudo confusão
Me sinto despertencido
Pertencendo à mim
Somente à mim
Como uma estrada de um mão
Esse meu devaneio
Me deixa louco
Com o fato de despertencer
Vou seguindo em frente
Por aí
Buscando me reconhecer
Ela falava de sintonia. Das coisas da vida e do coração.
Ela sorria feliz. Incendiou minha alma e perdi a razão.
Ela entrou sem pedir. Estrelou meu céu e iluminou minha emoção.
Ela sumiu sem razão. Me deixou perdido e sem chão.
Ela mudou o meu mundo. Sintonia, energia, um lindo sorriso e continuo nas suas mãos.
A paixão sempre nos surpreende! Alimenta a alma e coração. Perto dela o céu, longe dela sem chão. E assim seguimos sonhando. Essa é a sina da paixão.
A gata chegava mansinho. Sem fazer barulho, sem chamar atenção.
Sorriso brilhando, coração palpitando, é o Sol, o pleno verão.
A gata da noite, a gata do dia. A gata sem medo, a gata sabia.
O cheiro da pele, a maior sintonia. Olhares cruzados, o corpo arrepiado e a alma sentia.
A gata é o mel. A gata é o céu e sempre será minha.
