Jean la bruyère
Talvez ela não saiba disso, mas a risada dela me contagia, talvez ela não sabia disso, mas senti falta das nossas conversas, senti falta dos momentos bobos e das coisas simples.
Foram só alguns meses longe dela, mas parecia uma eternidade e foi muito chato, agora só quero aproveitar o tempo com ela.
Hoje a noite fiquei sem sono, vi uns vídeos no YouTube, editei algumas fotos e fiquei pensando em algumas coisas, olha, fico muito feliz por ter você na minha vida novamente, pensei aqui na nossa amizade e o que ela representa para mim.
Sei que a gente teve altos e baixos, mas você significa muito para mim, obrigado pela confiança que me passa, obrigado por ser radiante, isso sempre deixa meu dia melhor
Não sei se já disse isso, mas admiro muito você por ser determinada, forte, correndo atrás dos seus objetivos apesar de tudo, até mesmo sem chinelo kkkkkkkk
Às vezes da muita raiva de você por vários motivos, por ser seca, chata, por falar mal das minhas músicas e principalmente por estar longe
Seja longe de você ou perto, você é muito boa para mim, nesses meses pensei várias vezes em ti e fiquei feliz, triste, com raiva, se pudesse ia na sua casa para bater em você e dizer que estava com saudades.
Seja discutindo, fazendo fofoca, beijando tremendo, mandando meme, mandando foto, falando sobre assuntos sério ou aleatórios, cada coisinha com você se torna boa e engraçada, e isso só demonstra que você é singular na minha vida
Sou príncipe de Oyó
Guerreiro, eu sou nagô
Filho do fogo e do dendê
Sou bamba, meu velho
Bamba no Orô
Sou santo forte
Tropeço e não caio
Sou menino, trovoada
Filho do raio
Sou justo, senhor
Menino nobre
Meu nome, vos digo
Xerê de Cobre
Acontece
Acontece de alguém te machucar
De te iludir com falso amor
Mas não deixe de amar
A vida é momentânea
Então não se culpe por ser amor
As pessoas hoje em dia
Estão anestesiadas, de tanta monotonia
Elas não se permitem ser amadas
E nem a amar alguém
Pois, existe tanta gente ferida
Que não ama, se abstém
Mas ousa, não se culpe por amar
Você merece todo amor do mundo
Que alguém um dia vai lhe dar
A vida é curta pra ser menos
Então, seja sempre mais
O amor é uma dádiva
Que deve ser plantada em cada peito
E regada constantemente com gestos, atitudes e carinho
Acredito nessa nossa geração
Que é tida como problemática e mimizenta
Mas não isso
A gente só não aguenta
Ter que ser refém de uma sociedade doentia e covarde
Onde não podemos ser nós mesmo e nem dizer o que sentimos
Que somos tidos como dramáticos,
Em falar-te de amor, empatia e felicidade
Mas kakakaka isso sempre existiu
É que nossa geração tá cansada
De ver tanta gente com dor acumulada
Morrendo engasgada
Por ter medo de ser julgada
Por você, sociedade
Então, pare
Seja você, a vida é um sopro pra vc ficar se escondendo por medo do que vão pensar
Seja amor
Seja livre
Vai voar
Não fique preso ao passado
Seu amor futuro não tem culpa do que de foi
Não deixe seu amor abstrato
Coloque a dor de lado
E faça do amor seu principal prato
Vivendo uma vida super saudável
Onde vc se ama, se respeita
Onde vc se quer bem
Onde vc se rega feito uma flor
E novamente, ousa
Não se culpe por ser amor.
Seus olhos reluzem
Como brilha o sol no sertão
O calor que neles habita
Invadiu meu coração
Seu sorriso é uma foqueira
Como aquelas de João
Seu beijo é como as cantigas
Que manda embora a solidão
Sua beleza me fascina
Deixa o cabra todo bobão
Seu amor me contagia
Grito isso em todo sertão
Mas a saudade que me habita
Faz tudinho corroer
Ai, quem me dera voltar
Tô morrendo de saudades
Docê.
Eu não me lembro
Não me lembro como eu era antes
Antes de você, antes de tudo isso
Eu sei que eu era
Me deixou sequela
Não foi uma boa época
Mas eu eu não me lembro
Eu deveria
Ou não
Eu não sei de mais nada
Estou perdido
Você causa isso
Perdição
Essa vida é engraçada
Eu que sempre disse não
Que achava clichê
Esse papo de casal
Me aparece você
E faz eu perder
Essa minha postura
De bandido mau
Coração enrijecido
Sorriso morto e sem alegria
Meu peito se mantém frio
Meu cotidiano sem vida
Meu peito se intoxicou
De tão tóxico que foi minha sina
Cada amor que aqui me vinha
Me tornara um suicida
Não sou vacinado contra isso
Por favor, não delira
Pois, pro amor cara menina
Pro amor não tem vacina
Ei, menina
Para, respira
Eu sei que é difícil
Muito difícil
Falar sobre o que vc está sentindo
Mas para, respira
Problemas se resolvem conversando
Não pira
Tudo vai melhorar
Amanhã é outro dia
Tente novamente
Não morra engasgada
Ei, menina
Ah, o amor...
O amor possui mistérios
Definitivamente não consigo compreender
O amor
Que invade e aquece o peito
Que de tão leviano, faz adoecer
Eu sei que faz parte da vida
Eu sei que não é a hora
Eu sei que cê precisa ser erguida
E sei que não vou jogar fora
Tudo que vivemos até aqui
Mas, amor...
Tô sendo fraco
Minhas forças se esvaindo
Amor, eu sou tão frágil
Amor, estou caindo
Maleme meu pai
Maleme
Omolu é pai
Ele entende meu coração
Por isso o dia é chuvoso
Por isso ventania acolhe
Por isso as nuvens choram
E por isso o Sol se recolhe
Eu não aguento te perder
pois o amor é leviano
Eu não consigo compreender
Pois não tenho você me guiando
Dói pra caralho, essa dor que me habita
Eu não consigo ser eu mesmo
Eu vivo perdido
Perdendo o tesão na vida
Erro
Ontem recebi uma noticia que pode mudar minha para sempre,mas espero que eu faça a melhores coisas possíveis;
não quero cometer os mesmos erros que as pessoas cometem e acaba causando um péssimo futuro para tal;
Espero ser o melhor possível,ser servido de exemplo,tudo aconteceu muito rápido,isso posso afirmar que foi um choque,é um choque para todos lógico,mas não me abalei;
Espero que no final de tudo acabe bem,e que tudo que eu fiz tenha valido a pena,que não tenha feito os mesmos erros que cometeram no passado,daqui para a frente é o que vai importar agora;
Naufraguei no meu próprio oceano
e o meu barco eu não pude mais carregar
Sem farol para me alcançar
Nadei sem rumo em uma imensidão azul
Fui distante até uma ilhazinha
E lá não tinha nada para fazer
Busquei alimento, e sem comer
Pensei na morte como uma solução.
Sonhava ainda com aquele pão
O pão quentinho do meio-dia
Carecia eu das alegrias
De uma fútil vida afortunada
E percebi que já era hora
De me levar de volta a maresia
Levantei um barco grande, fiz questão
E naveguei eu, meu rumo e aquele pão.
Ai cérebro meu.
Porque você é tão idiota.
Decida, não é assim que se vive a vida
Vá aprendendo com as suas feridas
E depois me ensine como é.
Eu me embriaguei do teu sorriso
Você me vomitou os teus anseios
E a ressaca do teu beijo
Doeu forte em cada nervo
e foi na dor que eu tive a prova
de que teu álcool queima sem faíscas
de que meu fígado metaboliza todas feridas e
de que as dores são passageiras
de um ônibus que não anda mais
de ti, um simples corote de 3 reais
Eu queria saber definir a tristeza e diria que
seria como um papel rasgado, amassado, depois reciclado,
mas é simples demais.
Cientificamente falando, estava nos planos:
o cérebro é incapaz de produzir serotonina o tempo todo
e por isso o nosso desconforto
com esse leve e traz que a vida traz
Porém queria eu saber definir a tristeza,
pergunto se seria como dançar a noite inteira,
chegar em casa, e não ter o que jantar.
Escuridão de paz, tento eu lembrar das dores que a tristeza haz
e não faz sentido no meu universo casual
Complexo sem nexo, tristeza é um sentimento da maldade
o primeiro choro de saudade, o luto daquela amizade
o roubo da conquista, talvez seja como escrever uma poesia
sem serotonina, e sempre sendo simples demais.
Felicidade é comprar o pão de manha cedo
e depois fazer o café
cair na gargalhada, sem desespero
esperar da vida o que ela é.
um furacão de ventos fracos
um leito com achocolatado
um beijo e um cafuné
dormir de creme, aconchegado
ver um filme daquele lado
e sentir que esta tudo errado
mas esperar que amanhã
tenha pelo menos outro pão com café.
As líricas objetivas não me entendem
Sera que poderia o poeta da razão
cantar sobre perdão
e falar sobre como o doi o amor?
