Andre guide
Filosofias orientais nos informam por Short Message Service que a raiz da angústia e ansiedade não é o sentimento de agonia ou de tristeza. Nem mesmo os infundados fundamentalistas sem causa acusam a falta de sentido como suplício existencial. Em vez disso, a verdadeira raiz do sofrimento é essa busca sem fim e inútil de sentimentos transitórios, que nos faz estar em constante estado de descontentamento e insatisfação. Devido a racionalização dessa busca cerebral devotada, a mente nunca está miseravelmente satisfeita. Ainda em prazer, atemoriza perdê-lo, ou quer provar doses enérgicas do mesmo ardor. Quando a mente cala como um grande lago cinzento que deságua no nada: eu nunca morrerei e estarei em tudo que vejo e me verás em tudo que vês.
Insulíndia
O tigre, um dos animais mais ferozes e vigorosos do continente asiático, queria construir seu chateauprovençal. Já era um pouco velho. Ele encontrou um lugar bonito à beira do rio. Um cervo teve a mesma ideia, sendo um dos animais mais tímidos e fracos da floresta boreal. No dia seguinte, antes de o sol nascer, o cervo bateu na pastagem, árvores de angelim cortadas e deixadas. Depois veio o tigre, e vendo tanto material de construção já preparado, disse, "aaaiiiiiiiiiiii, Meu Deus! Alguém que me ama tem sido bom em me ajudar” e tocando o terror, começou a construir as paredes da casa.
Na manhã seguinte, o cervo chegou mais cedo e pensou, “whoooa! Jesus! Construíram até o telhado.” O cervo, que era formado em arquitetura e urbanismo, dividiu-os em dois quartos, com suíte, e se estabeleceu em um deles. Quando o tigre chegou e viu a casa terminada, ele pensou que era o trabalho de um amigo desconhecido e se estabeleceram no outro quarto.
Mas no dia seguinte, ao acordarem ao mesmo tempo, entenderam o que se passava.
Como os animais haviam colaborado juntos, decidiram viver vizinhos – já que o tigre estava ficando velho mesmo e precisava de companhia. Por que não viver juntos em paz? O tigre resolveu preparar o jantar e abateu um jovem cervo pelo pescoço.
O jovem cervo estava tremendo de medo, pôs a mesa, mas não provou o prato. Nem sequer dormiu a noite toda. Ele temia que seu companheiro feroz sentisse fome e viesse fazer uma “boquinha” à noite.
No dia seguinte, era a vez do cervo procurar comida. Que faria? Ele encontrou um gigantesco tigre adormecido. Era maior do que o seu companheiro. Ele teve uma ideia. Procurou o texugo halterofilista mais nervoso da floresta e ofereceu uma grande quantidade de mel para que o texugo estrangular o pobre tigre adormecido.
O jovem cervo conseguiu arrastar o enorme tigre morto para a casa. Entrou e disse, “tá aí. O menor tigre que pude encontrar”. O tigre ficou temeroso. Estava ficando velho e o tigre trazido como refeição era duas vezes maior que ele próprio. O tigre tomou Zimelidina com uma dose de conhaque Dudognon e dormiu com medo. O cervo igualmente receoso de uma provável vingança, não dormiu. Na manhã seguinte, o velho tigre apresentou um comportamento psicótico. Uma completa perda de contato com a realidade. Quanto ao cervo, acordou ainda mais medroso: uma reação sintomática ao estresse vivido naquela noite. Ao amanhecer, decidiram compreender um ao outro nas dificuldades específicas e possíveis empecilhos que estavam vivendo. Com o auxílio de esquilo vampiro de Bornéu, que também era terapeuta de casal, chegaram à conclusão que o maior consolo é o prazer e reconhecimento de sua infelicidade, o prazer de ter reconhecido que o destino e a vida são: tal como elas são e para que você chegar a uma forma superior de consciência. O tigre, cansado, disse em um rugido de tigre cansado, estou cada vez mais convencido de que a nossa felicidade ou nossa infelicidade depende muito mais sobre a nossa forma de atender aos eventos da vida do que sobre a natureza desses próprios eventos”; e devorou o cervo.
Amigos são parceiros de vida que navegam em barcos diferentes algumas vezes um ao lado do outro, noutras em oceanos diferentes mas sempre a um abraço de distância se uma tempestade surgir e o mar ficar revolto.
Mantenha quantas amizades puder ao longo da vida. Um dia você vai perceber que não foram as amizades que te fizeram melhor e mais feliz, mas sim o que você aprendeu enquanto fazia de tudo para não perdê-las. No final, os que não renderam esforço algum para ficar, foram os verdadeiros amigos. Os que foram embora, eram, apenas, mero aprendizado.
Uma vez que seja, esqueça esta pressa de viver. Em vez de sair correndo pela vida, vá passeando e curtindo cada momento. Sinta o cheiro da flor, aprenda a conhecer as frutas pelo sabor e os meses do ano pela cor. Escute e voz de quem canta, ouça a letra que te encanta e aprenda a melodia da música que te deixou feliz e teus sonhos embalou. Coma pipoca quente mas se ela esfriar experimente com café com leite, experimente doce, invente, mas não diga que não gosta do que não experimentou. Passeia pela vida mas se quiser mesmo correr, que seja na direção do amor este sentimento que para cada um é diferente, tem uma cor, tem um sabor.
Mas, de tudo, o que me dá mais medo nessa vida é a monotonia. Justamente pela vida ser única, não ter volta. Por não ser nada além da vibração que depositamos em nossa existência. Nada além da força do eco que escolhemos imprimir.
Vem à nuvem, vem à névoa e somem a aves no véu de um Deus. Os olhos fechados vão além, veem tudo e todos no clarão e na treva, os segredos e os pecados que jamais foram meus.
Lembra? Vale ressaltar... Até se derramam as tintas, até se misturam as cores, até não se pintam amores, mas a tinta não pode acabar.
♥ Casinha de bonecas
Ela ainda era menina-criança
Brincadeiras, sonhos, esperança.
Vestidinho com renda na barra
Correndo, sorrindo, fazendo farra
Cabelos compridos, lisinhos.
Sorriso gostoso cheio de carinho
E da cor do céu tinha o olhar
Menina que sozinha se acostumou a brincar
Correndo pelo terraço
Era lá seu mundo, seu espaço.
Num canto a casinha de bonecas
E logo o jeitinho sapeca
Dava lugar às fantasias
E como se dentro da casinha entrasse
E seu mundo transformasse
Ela era então a dona da mansão
E a casinha de bonecas era agora
O mundo que alegrava seu coração!
Procurando um carinho lá nos cafundós do meu coração encontrei um abraço e saibam o que descobri: Abraços não mofam. Ele estava de braços abertos me esperando.
A violência desempenhada pelo estado, através de suas estruturas de guerra contra seus cidadãos pobres, alimenta uma cadeia de ódio e revanche social.
Um sorriso é como um raio de sol que mesmo ao encontrar em seu caminho uma porta fechada, sempre acha um buraquinho para passar e iluminar os cantinhos tristes da vida onde a escuridão se instalou. E num lugar escuro, qualquer fiozinho de luz que surge já é suficiente para enxergar e achar algum pedacinho de alegria escondidinho que ao ser iluminado se expande até se transformar em felicidade.
