Brasileiro
Por todo tipo de má conduta durante essa pandemia, sou levado a crer que a humanidade piorou bastante. Pelo menos no Brasil.
Singular e plural
De origem, nasci em um pedaço do Brasil que é denominado Espírito Santo (no interior).
Fui criado, em um pedaço do Brasil, que é denominado Rio de Janeiro.
Entre o nascimento e o hoje, convivendo em outros pedaços do Brasil, contrui uma verdade, para mim, não sou de nenhum lugar especifico, sou Brasileiro.
Independente o sotaque, a cultura, o ecossistema, todos são irmãos de minha Pátria, meu pais, meu lugar.
Vivo num País plural. Num País de um povo lindo onde cada um, tem o que oferecer e entregar, em beleza, cultura, fraternidade e conhecimento.
Eu não tenho naturalidade, tenho NACIONALIDADE.
SOU BRASILEIRO, XOM MUITO ORGULHO E FELICIDADE.
Principio idos
Principio idos que jazia.
Apenas pássaros voando nesse céu.
Companhia de uma trilha.
Para se descortinar. Mais um dia.
Mais um pedaço do véu.
Soltos feito aparato no escuro.
Soltos nesse mundo ,
sem clareza para perceber.
E encaram as noites mais lúgubres,
Sem nada poderem fazer.
Apenas juntarem coragem,
Para voar e voar.
Sem o final nada saber.
Mas também. Que graça teria.
Se de tudo soubessem.
Se , a cada momento inconstante.
O malho do abrasivo. A vida se tece .....
E; se construindo. Quase nada se apercebe.
E até o final. O queimar da parafina.
Quem sabe. Poderia saber.
E nesse momento da Vida.
O todo. Algum sentido fazer.
Marcos fereS
Seria verdade
O homem sofre da verdade.
Do desejo sádico,
que não consegue conter.
Da raiva que causa que causa culpa.
Do medo de sentir a raiva.
Porque sentira raiva, não é cômodo.
E assim, esconde-se a raiva.
Passando a sentir medo.
Medo da raiva.
E não saber administrar esses sentimentos.
Por medo de Criador, do homem, das etiquetas.
Dos erros que são inevitáveis. Quem nunca.
Dessa forma , cria-se um mundo de projeções.
E divide, polariza.
E atira a culpa em algo, alguém, em situação.
Sendo que a única coisa que se pode doar ,
E a si mesmo.
Todo o resto é transportar coisas de um lado para outro.
E ai , o desafio. A única ação de doação do ser.
E o chamado amor desapegado.
Projetado na vida..
Mas não e culpa de ninguém.
Antes. De todos. Original.
E base da existência nessa terra.
O medo como cautela para se preservar.
E a raiva, para suportar a culpa.
Enquanto se constroem para fora.
Para dominar o planeta.
Dorme , sabendo que a verdade,
Poderia ser outra.
Pela impermanência de tudo.
E que, se alguma coisa, se
Destaca pela sua exuberância.
Foi apenas por capricho daquele,
Que a realizou. E; que irá passar. Também.
Carregando raiva, medo, culpa. Projetando
Nos objetos do mundo. Daquilo que o coração
Está cheio. O ser vive buscando. Um momento.
Que poderá realizar um pouco mais.
Da onde se encontra.
E; enquanto isso, Sonha.
Nesse imenso carnaval.
Marcos FereS
A festa é por excesso de alegria e mesmo com tanto sofrimento e injustiça, ainda sobra mais dia após dia.
A inteligência artificial (IA) não substitui o ser humano. Ela é uma ferramenta. Uma ferramenta que permite que o ser humano deixe de ser utilizado como uma.
“Em 2010, a acessibilidade digital era aumentar a fonte. Hoje, é enxergar quem não era visto. Minha missão sempre foi essa: dar forma ao invisível.”
- Moises Felippe Bertges, pioneiro em acessibilidade digital (Portal Sentidos) e criador do modo escuro (Dark mode).
Existe uma linguagem que não se escreve. Que mora no silêncio entre uma palavra e outra. E é nesse intervalo que eu me encontro.
É mais importante para mim, como cidadão, saber para onde o Brasil está indo, qual o caminho que estamos seguindo, do que pequenos detalhes de uma fala aqui, outra fala aqui. Eu não estou preocupado com esses detalhes. Estou preocupado com o rumo que o Brasil está indo. Qual a possibilidade, o que estamos fazendo de saneamento para reduzir 6 mil mortes por ano de crianças que morrem por falta de saneamento? Isso para mim é importante. Agora, se alguém falou A ou B, se "tuitou" alguma coisa, pra mim, me desculpem, isso pra mim não é importante. Eu quero saber de resultado.
fui o escolhido para conhecer o que acontecia na terra que eu nascia, mas as músicas altas e o cheiro da comida fria tomaram meus sentidos afiados e cessou a minha velha calmaria. parecia ter vindo de longe, não era desse país, aquele em que se escondiam em bancadas hostis mas desejavam assim como a do chico buarque: aquela lei que a gente era obrigado a ser feliz. e voando bem alto, assim como eva, escolheram que hoje o sol não apareceu, escolheram não ver a preciosidade da terra que você nasceu, escolheram definir que daqui só geram capitais, não é nessa nave que vamos fugir para outros ideais (se você considera os seus como banais). gilberto cantava sobre o brasil do meu amor, terra de nosso senhor, mas djavan recitou que amar é quase uma dor.
na voz da elis, "o Brazil está matando o Brasil, o Brasil nunca foi ao Brazil" porém nos olhos dele brilha um profundo azul anil. a grama do vizinho é sempre mais verde, mas essa grama já acabou pois a renderam para o mercantil, fabril. não dão valor àquele povo gentil, "i love Brazil". nossas cores se tornaram um símbolo político, imbecil. os donos dessa terra foram calados, pau-brasil.
cazuza dizia que era só mais um cara, que via futuro repetir o passado, e nunca notaram que o tempo não pára. tim maia torcia para que o mundo inteiro lhe pudesse ouvir sobre os sete mares que chegou a descobrir e de lá, me contou que todos notaram o quanto somos o raio de sol, união numa partida de futebol, a aquarela do céu, o azul do mar, o verde da floresta, a cultura divina, a energia dos barzinhos de cada esquina. essa nave vai pra longe e se tanto a preferem, colham dessa horta, mas até eles viram a quantidade de beleza que esse país conforta.
seria mais fácil se conhecesse: a energia dos estádios quando um gol acontece, a diversidade imensa no florão da américa, às belezas que os quadros da tarsila expressa, jeitinhos que nunca serão iguais à esse, cervejinha no copo dançando um pagodão, alegria quando o funk movimenta a nação, toda forma de cor e de amor que se expresse e o orgulho quando a nossa bandeira cresce, talvez assim, entenderiam a importância de gostar do Z, mas também de dar valor ao nosso S.
cazuza dizia que era só mais um cara, que via futuro repetir o passado, e nunca notaram que o tempo não pára. tim maia torcia para que o mundo inteiro lhe pudesse ouvir sobre os sete mares que chegou a descobrir e de lá, me contou que todos notaram o quanto somos o raio de sol, união numa partida de futebol, a aquarela do céu, o azul do mar, o verde da floresta, a cultura divina, a energia dos barzinhos de cada esquina.
No Brasil as bissextas politicas de partidos políticos entorpecem e tumultuam as verdadeiras politicas educacionais e culturais de estado.
No Brasil de hoje não existe patriotismo verdadeiro sem a inclusão do direito das comunidades populares menores, da liberdade das diferenças e do indígena brasileiro.
Me perdoem as cariocas, as gauchas, as paulistas e as meninas do povo mineiro mas mulher formosa, mesmo fogosa e com a cor do pecado a qualquer sorte, está no norte, só mesmo as da amazônia.
Fui rondonista pelo " Projeto Rondon", por quatro vezes, e iria mais quantas vezes fossem necessárias.Brasilidades na pele e na alma em campo muito alem do papinho da praia no final de semana.
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