Brasileiro
Imaginações imaginadas
Pouco tempo antes;
Havia informações.
Mas não da quantidade de agora.
Parte, ficava por imaginar.
A decorar, a esperar, a enfeitar,
Idealizações tamanhas.
Que não cabia, na cabeça e
Explodia de felicidade, e a
Alegria da espera.
Cingia a Vida, cheia de Esperança.
Para os comuns dos mortais.
Podia ser algo a mais.
Mas, para outras. Não.
Isso foi tirado, para a maioria.
Pensar ter um computador.
Se alimentando de informações.
Com demonstrações de racionalidade.
Sem ao menos duvidar.....
Racionalmente o homem sabe que:
Dois quilos de calorias e um copo da água.
O mantem vivo.
É pouco, muito pouco. E; envenena-se aos poucos.
Com suas próprias verdades.
Não precisou descobrir, degustar.
Viver suas próprias verdades.
Errar, lamentar, cair começar novamente.
Ter seu pedaço de Vida por direito.
Para aprenderem,
Praticando a Vida.
Essa parte do Cérebro, que era a fabrica
De chocolates, Ilusões, fantasias, esperança.
Não foi mais utilizado.
Parte da alegria de estar vivendo.
Perdeu a graça.
Como deixar escapar a Graça pela Vida.
Se a Graça é que; alimenta a Vida.
Foi uma troca injusta. Se alimente de tudo.
O mais rápido que puder. Para perder o
Seu próprio sentido do que éa Vida.
Tornou-se mais um.@@@@@
Os seres humanos estão procurando,
A todo tempo. Algo novo para apresentar
Ao mundo. Mas perdendo a subjetividade
Da alegria de viver.
E não estão sabendo reconhece-la, quando chega.
Só razão não faz verão.
É preciso aprender também;
com seus próprios sonhos.
Marcos fereS
Breve destino
Manifestações verbais. Oscilando em alta pressão.
O tundando , o quanto podem,
As intempérie dos pesos das ações
Para qual não estavam arrumadas.
Para alvidrar decisões quantitativas.
Que transfaz para o mundo.
O poder do mais lacônico.
De boa intenção, porem quimérico.
Desvirtuando o andamos,
Do melhor viver.
E por serem maioria.
O colegial, outorga
Ascendência.
Sobre o todo.
E quando chega a hora,
Emerge-se a superficialidade dos
Pensamentos condensados.
E calam-se inocentes e com
Ignava, como infantes.
Sem conceberem o rumo,
Que as circunstancias,
Deverão tomar.
Marcos fereS
Final de tarde
Reflexos cinzentos
Micro movimentos
Esfrego-me
Estou bem atrás de você
Sob a sagrada conchinha
Donde nela moramos.
Pote de Vaga-lumes
Lá está o seu tesouro.
O seu Céu. O seu coração.
A Luz nunca se apaga.
O que apaga é o pavio.
Existem outros tesouros,
No céu que foi realizado.
E que todos os dias.
Acordas, levanta para trabalhar
E manter para manter.
O próprio céu particular.
As vezes; as luzes demoram
A se ascender. Mas não existe
Nada além. De ausência da luz.
Em um próximo momento.
Poderá reencontrar a mesma luz.
Que gira envolta da sua constelação.
Do tesouro. Que vendeste tudo.
E compraste aquela terra que só sua.
Mudam-se os pavios.
A luz não muda. É Eterna.
Existem outros tesouros que foram,
Lavrados nessa terra. É que podem ser
Reconhecidos. Como vaga-lumes dentro
De um pote de vidro.
Umas luzes escapam. Mas estão sempre,
Em volta do pote que as guardou.
E cada um possui seu pote.
Cada um possui seu pedaço de céu.
E quando sofre. É porque; tem medo
De perder a terra que cultivara.
Durante toda a Vida.
E esse medo. É apenas, a noite da
Alma. Que; quando novamente
Desperta. Entende que não existe
Separação. Mas somente até logo.
Porque, o que se foi. Foi apenas o
Pavio. A luz, está livre e impressa,
Em todas as nuances que foi
Realizada naquilo que conhecemos,
Como tempo e espaço.
E sem todo o corpo para preencher.
Sobra energia vital. Para percorrer
Todo o universo. E visitar novos mundos.
Mas sem esquecerem daqueles, que
Um dia. Escolheram para caminhar
Juntos essa terra. E guardaram esse
Tesouro no coração.
O que fica. São apenas pavio.
Que manteve a chama acesa.
Dentro do pote de vaga-lumes.
Marcos fereS
“Paira no ar uma dúvida, tão grandiosa quanto Júpiter, que o país do jeitinho não tenha mais jeito”.
Se amadurar
Dê repente.
Um ninho quentinho.
Um balançar suave.
O aconchego da mãe. E sonhar.....
Era bom flutuar e respirar nesse
Paraiso de amor e ternura; feito peixe.
Sabia não precisar de mais nada.
Já me acostumara. Não sabia o que era.
Mas a gente se acostuma fácil. Com é bom.
Ouvia vozes terna, vinda do lado de
Fora. Momentos de outros tempos.
Sendo tecido, pelos enamorados.
E descansava confiante.
Estava no Paraíso.
Em algum estante. Rompesse feito
Bolsa. E um frio envolve todo meu
Ser. Mãos para todos os lados.
Luzes que faziam arder, minhas pupilas.
E um tapa....
Verte-se pela primeira vez.
Águas da bolsa, por meus olhos.
E dali; em diante.
Ainda sinto a saudade daquele paraíso.
A aprendi a passar.
E; se amadurar.
Para os próximos momentos
descortinando, que
Eram apenas. Formas de adaptação.
Para novos lugares. E para novos sentidos.
Para se alojar.
No ventre da Mãe.
Marcos fereS
pelos
pelos encravados
nos dorsos dos corpos acima
dos membros procurando pelos
vários motivos dislexo e simbólicos
onde necessários, ser descobertos pelos
próprios provocadores pelos motivos
acima faram encravados pelo próprio ser.
Marcos FereS
Maria Rosa
Pensava ser dono.
E; passando setenta e cinco voltas em
Torno do sol acreditando nisso.
Enquanto retira-lhe as vestes.
Maltratando-a.
Que em silencio, voltava a cobri-lo com suas vestes.
Se esborracha buscando
Novo horizontes ao seu redor.
E retornar lugar da saída.
Porque se fizera curvada.
Andavas em círculo.
Acreditava possui-as por direito.
Derramando todo o seu ímpeto,
Representativo, molhando suas vestes.
Ignorava a sua singeleza.
Por fim; cansado. E febril.
E retorna para seus seios.
E ; Ela o guarda. Com silencio.
No seu ventre. Velando e perdoando.
Todas as faltas sofridas.
Não aprendera a saborear
Todas as delicias colocadas na mesa.
Furtou-se do Amor e da Paz.
Preferindo extasiar-se no inebriante
vício de poder. Poder cada vez mais.
E no fim. Acredita seriamente.,
Ter sido machucado
Pelo Espinho da Rosa.
Nada havia apreendido.
Silêncio Profundo.
Marcos fereS
Brisa
Bate mais forte.
O meu coração.
A brisa desta noite.
Me fez lembrar você.
Ponho a saudade dentro desta canção.
E todo o sentimento que agora descobri.
É o tempo. É o vento. É o momento de
lembrança de você.
Onde esta. Neste momento.
Manda noticia na carona deste vento.
Que sopra a brisa que me faz enlouquecer.
Onde está , neste momento.
Leva noticia na carona deste vento.
recebe ai . meus pensamentos.
Que em todo tempo .Só vou amar Você.
marcos fereS
Neutro e racional
Quatro elementos.
E as descobertas da
Ciência.
E agora. Computadores
De alta performance.
Como competir com
IA de cem bilhões de dólares.
Como acreditar que o homem
Não foi feito para fins de poder
De alguma supremacia extintiva.
Pulsão não evoluída dos seres humanos.
E agora. Não é mais fixação.
Como impedir esses monstros
Inteligentíssimos se propagem para
Todo planeta azul.
Como assegura. Que. Assim como:
Exterminamos varias espécimes em
Nome do progresso.
Com a alta performance em manipular
Os quatro elementos básicos do
Planeta. Por razão obvia.
A IA decida que o homem não
Serão necessário para continuação da
Vida no Planeta azul.
E extrema-lo , com se extermina javali,
Jacaré, e demais animais da fauna.
Quais a atitudes tomar.
Para evitar tamanha racionalidade.
Que trouxe o homem até aqui.
Acreditar que o homem pode impedir
Que essa superioridade o aniquile.
Que tem sobre o controle toda a segurança
Do sistema.
Acreditar que o gatilho não será
Disparado por uma mente doentia.
Praticar mea culpa e inviabilizar os
Seres humanos para não alcance
Acessa essa tecnologia.
Acreditar na porção divina de conhecimento,
Que controlara, todos os atos dos homens.
Afim de evitar o extermínio da raça homens.
Aonde fica a garantia do homem em ser o
Possuidor de direito no planeta azul.
E agora. O que antes fixação. Agora realidade.
Como modificar a pulsão de sete bilhões
de homens em desejar multiplicar sua fome de poder
Sobre o semelhante.
Apenas inteligência, não basta.
Só coragem, também não.
Já é real essa verdade.
Retroceder. Quem irá.
Seria perder enfraquecer o poder
De controle e supremacia.
Robôs feitos para o extermínio
De humanos.
Quem possui argumentos,
Para modificar a decisão racional
Da IA. Para melhorar o meio ambiente e
Preservar a terra.
Como evitar de pensar.
E embriagar-se com outras idéias.
Ou até mesmo, não desejar enxergar
O obvio. Daí a tristeza coletiva.
Não expressa em palavras. Mas
Na falta de esperança.
E, em ato continuo. A angustia de
Pensar. Essa realidade, é questão.
De tempo. Assim como os homens.
O medem.
E pensar que não haverá retrocesso
Nesse caminhar.
O homem não está preparado para
Conter suas pulsões.
E o botão vermelho, está logo a sua frente.
Só que. Quem o apertará será a IA.
Não se consegue, racionalizar uma moral,
A ser proposta, para ser seguida racionalmente.
Para quem ainda não acredita.
Não é um Tirano Sauro Rex. Que o homem
Usando da razão. Pode conter.
E uma IA milhões de vezes mais rápida da
Inteligência do homem. Me mais forte que
A constituição de carne humana.
Pensado: mas jamais o homem ira,
Transformar o IA, contra si próprio.
Sete bilhões de homens da terra.
Esse texto e muito forte.
Mas não posse de exercer essa
Faculdade.
A única palavra que me vem a
Cabeça neste instante é.
MAKTUBE.
Não me conheça
Eu sempre busquei ser mais reservado. Calado. Quieto. Sempre gostei da minha companhia. Gosto de autoconhecer-me.
Nunca fui um cara de pedir para que as pessoas me compreendam. Nunca fui de ter que me explicar quando alguém acha que me conhece, mas mostra-se equivocado quanto a isso.
Não quero que ninguém busque me entender sem antes entender-se. Sem antes entender as suas próprias emoções, sentimentos e desejos.
Não gosto que alguém chegue a mim julgando-me por eu ser assim (…). Não gosto de moldes, não gosto de molduras, não gosto de formas definidas que tentam me encaixar em padrões.
Eu gosto da minha liberdade. Gosto de fluir em mim. Gosto da minha intimidade. E eu vou lutar sempre para ser assim (…)
Entre reticências, eu posso caber sem fim em mim.
— Ruan Guimar
Paraíso de Tupã
Saia da casa grande,
Em busca de comida,
Na travessia do mato.
Chegava ao terreno
Pantanoso.
No Rio de muitas curvas.
Onde as garças brancas,
Planavam em volta das
Lagoas de jacarés.
Refazendo a travessia;
Só tirava da natureza
O que trazia. E o que
Precisava para cuidar da família.
De coração agradecido.
Minha prece a Tupã fazia.
Sabia que morava no paraíso.
E nada que vinha da natureza
Esse tupi temia.
Estava no vale. No Vale do Paraíba.
Marcos fereS
Sofrível
A Vida apenas conhece a Vida.
E lhe empresta um momento
único de ser.
Esse momento. Embora saibamos ser
as vezes cruel.
Não precisa ser sofrível.
Porque; sofrimento,
e uma maneira de estar no mundo;
na forma de vício.
Ao apego de um momento
já inexistente na Vida.
Que é a única que prossegue.
marcos fereS
Os fios do tapete
A realidade formando,
Os próximos pensamentos.
Em um caldeirão de ideias,
Fervilhantes.
Obrigando tudo que é ser,
mexer-se em forma de massa.
Desejando ou não.
Aperfeiçoando.
O todo conhecido.
Ad eterno. Antes de linha;
da compreensão. Para depois.
Tecem-se os fios,
E destinos pessoais e coletivos.
E o lugares reconhecidos por todos.
Que sempre estarão no meio da fila.
Inexistindo outro lugar,
Para chegar. A não ser;
A do próximo momento.
Sendo trabalhado pelas mãos,
do próprio criador.
Marcos fereS
Está na hora de esvaziar a cuia.
Reeducar os sentidos.
Com os pés na Terra.
E cabeça no Criador.
Marcos fereS
No final, nossas idéias são convergentes, lutamos todos por um ideal, e queremos simplesmente o melhor.
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