Bom Senso

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Sabedoria
é bom senso
que germina
e aprofunda-se
em meio
à ambiguidade, no
exercitar contínuo
do discernimento.

Café ou chá Fé?!⋆☕︎ ˖𓂃 𓈒𓏸


Um pouquinho de bom senso.






✌︎︎𑁤☘︎POR FAVOR ☥

Pior que o bom senso, é o senso comum.

É mais fácil rotular a ambição de trilionários como falta de bom senso ou maldade, do que admitir que o verdadeiro obstáculo é a falta de coragem para crescer.

clone.

Com o avanço da tecnologia e, principalmente, com a minha completa falta de bom senso diante da modernidade, decidi que vou criar um clone seu.

Não precisa se assustar. É só um projeto científico.

Mais ou menos.

A primeira especificação é simples, ele precisa ter a sua aparência. E quando eu digo a sua aparência, não estou falando apenas de cabelo, olhos, boca, altura, essas coisas básicas que qualquer programador preguiçoso colocaria no código. Quero o conjunto completo. Quero aquele rosto que parece ter sido desenhado com uma certa má intenção, porque não é possível uma pessoa sair por aí com essa cara e ainda esperar que os outros funcionem normalmente.

Quero os seus olhos também.

Mas não basta colocar a cor, o formato e a distância entre eles. Quero o jeito que você olha.

Isso vai dar trabalho.

Porque tem um tipo específico de olhar seu que provavelmente não existe em nenhum banco de dados. Aquele olhar que muda de significado dependendo do que está acontecendo. as vezes parece que você está prestando atenção. as vezes parece que está julgando. as vezes parece que sabe exatamente o que eu estou pensando e decidiu não comentar só para me deixar nervoso.

O clone precisa disso.

Inclusive, vou precisar instalar um módulo chamado “olhar de Luana”.

Ainda estou tentando descobrir se é inteligência artificial ou ameaça psicológica.

A voz também é indispensável.

Não quero uma voz parecida. Quero a sua.

Quero a maneira como você fala determinadas palavras, as pausas que você faz, o jeito como muda a voz quando está rindo, quando está brava, quando está com vergonha e principalmente quando tenta fingir que não está com vergonha, nessa sua defensiva absurda.

Quero até aquelas palavras que só você falaria em determinadas situações.

Porque uma inteligência artificial pode aprender milhões de idiomas, mas se ela não souber exatamente qual palavra você usaria para me tirar do sério, ela é simplesmente inútil.

Pode desligar.

Também quero suas manias.

Todas.

As pequenas, as bobas, as que você provavelmente nem percebe que tem.

Quero que o clone faça aquela coisa específica que você faz quando está pensando. Quero que ele tenha suas reações involuntárias, suas implicâncias, seus jeitos, suas mudanças repentinas de assunto e até aquela capacidade impressionante de transformar uma conversa completamente normal em alguma coisa que eu vou ficar lembrando três dias depois.

E, obviamente, quero instalar o seu senso de humor.

Mas esse é perigoso.

Porque o objetivo é criar um clone seu, não uma arma de destruição em massa.

Embora, pensando bem, talvez as duas coisas sejam praticamente a mesma tecnologia.

Também quero as nossas memórias.

Todas.

Quero que, quando chegar aquela hora silenciosa da noite em que o mundo inteiro parece diminuir o volume, eu possa sentar ao lado dele e dizer

“Você lembra?”

E ele lembrar.

Lembrar das coisas que ninguém mais entenderia.

Das conversas que começaram falando de uma coisa e terminaram em absolutamente nada.

Das piadas que, explicadas para qualquer outra pessoa, perderiam completamente a graça.

Dos momentos pequenos que não pareciam importantes quando aconteceram, mas que, depois de algum tempo, ganharam aquele peso estranho de coisa que a gente gostaria de viver de novo.

Quero que ele ria das nossas lembranças.

E quero que, as vezes, ele fique em silêncio comigo.

Porque talvez seja essa a parte mais difícil de copiar.

O silêncio.

O seu silêncio nunca foi simplesmente ausência de palavras. as vezes ele dizia mais do que você conseguiria explicar falando.

Então eu quero isso também.

Quero até a sua maneira de ficar quieta.

Quero o seu jeito de existir perto de mim sem precisar fazer nada.

E, claro, existe uma especificação absolutamente indispensável

o toque.

Não adianta ter aparência perfeita, voz perfeita, memória perfeita, inteligência perfeita.

Se eu não puder reconhecer você pelo jeito que a sua mão encontra a minha, o projeto fracassou.

Se o abraço não tiver aquele negócio inexplicável que faz o resto do mundo parecer um pouco menos urgente, pode devolver para a fábrica.

Se o toque não tiver a mesma capacidade de dizer “estou aqui” sem precisar pronunciar uma única palavra, nem instala.

Porque, no fim, talvez seja esse o defeito fundamental da tecnologia.

Ela consegue copiar quase tudo.

Rosto.

Voz.

Movimento.

Memória.

Comportamento.

Pode até aprender a responder exatamente como você responderia.

Mas ainda não descobriu como fabricar a sensação de encontrar alguém e pensar, sem precisar dizer

“Ah

Era você.”

E acho que é aí que o meu projeto começa a dar errado.

Porque quanto mais eu tento especificar o que o clone precisa ter, mais percebo que não estou tentando criar uma segunda Luana.

Estou tentando construir uma máquina capaz de reproduzir aquilo que acontece comigo quando você está por perto.

E isso, infelizmente, não cabe em código.

Não tem atualização.

Não tem backup.

Não tem versão premium.

Nem a inteligência artificial mais avançada do mundo conseguiria entender por que uma determinada risada sua consegue mudar completamente o clima de uma noite.

Então eu poderia continuar.

Posso pedir o seu jeito de andar, o jeito de mexer no cabelo, as expressões que você faz sem perceber, as frases que só você fala, o seu olhar quando está feliz, o seu olhar quando está tentando esconder alguma coisa, a maneira como você pronuncia certas palavras, o seu abraço, o seu silêncio, as nossas memórias, as nossas piadas, os nossos códigos secretos...

Mas quer saber?

AH, DEIXA PRA LÁ.

É MUITA COISA.

O projeto ficou caro demais, a tecnologia ainda não chegou nesse nível e aparentemente eu descobri que fabricar uma Luana exige mais engenharia do que eu imaginava.

Tem como você voltar logo mesmo?

KKKK

Porque, pensando bem, eu nem queria um clone.

Eu só queria você.

E, convenhamos, essa versão original ainda é infinitamente mais bonita.

Opinião temos todos... Mas não dá pra conferir o bom senso dos omissos.

O Abrigo das Boas Risadas e a Falta que faz O Bom Senso de Humor

O senso de humor é imprescindível, uma das melhores versões de abrigo através de boas risadas. É algo pessoal, que pode ser contagiante para muitos e mal compreendido por outros; capaz de transformar a dor em riso e de trazer um refrigério durante as adversidades; um jeito de não viver a vida com tanto pessimismo, o que não exclui os momentos de seriedade.

Essa contrariedade do senso de humor é resiliente e indispensável, um encorajamento quando a fase está muito difícil. Portanto, rir chega a ser um ato de coragem, que dá ânimo ao espírito; literalmente um alívio cômico que conforta o coração aflito; uma leveza para a mente, quando o cenário é preocupante com pensamentos em conflito — o riso, de fato, é entusiasmante.

Acredito que nem tudo será engraçado, muito menos para todos, e está tudo bem, não é necessário; mas o bom senso de humor muitas vezes faz falta. Fica chato se é preciso ficar me explicando, com aquele sentimento de estar sempre pisando em um campo minado; paro de me sentir bem-vindo como antes. Então, prontamente, respeito e me afasto, pois perde a graça quando o riso é limitado.

Esse meu afastamento talvez seja um déficit de maturidade, porém é quase um instinto de sobrevivência, provido de espontaneidade. Além do mais, muitas vezes não é definitivo; no máximo, pode demorar para eu voltar a ficar à vontade. Faz parte, e não é triste se o riso de uma pessoa querida não for provocado, mas sim se ela ficar ofendida — uma reação inesperada e nada agradável.

O comentário quando é desprezível sem o mínimo de bom senso, feito com seriedade, claramente, inoportuno, maldoso, com o intuito de afagar o próprio ego às custas do menosprezo do outro, faz querer muito o silêncio, melhor do que corresponder tal descaso, por mais difícil que seja, caso contrário, o seu desgaste será inevitável e o quadro ainda poderá ser invertido e você que será visto como o insensato.

A coragem de praticar a legalidade,
o bom senso, a honestidade intelectual
e a justiça (tanto no exercício da política quanto na vida pública)


é incompatível com uma sociedade que normalizou a astúcia, a cumplicidade
e a degradação moral e cívica como regra consolidada da qual muitos ainda se orgulham.


No Brasil, esses valores são realidades irreconciliáveis!
Não se combate crimes cometidos por parlamentares tentando favorecê-los, protegê-los ou blindá-los.
Isso não é governabilidade,
é conivência institucionalizada.


Que exemplo moral, cívico e penal
está sendo legado por esses representantes?!


Quais precedentes deixam para uma sociedade
já exaurida de injustiças e descrente
da própria democracia?!
✍©️@MiriamDaCosta

Indenização ao Bom Senso

Há dias em que abrir as redes sociais equivale a atravessar um mercado onde todos gritam ao mesmo tempo, mas poucos têm algo a dizer.

A sensação não é apenas de cansaço, é também de agressão sutil.
Como se a nossa cognição fosse diariamente submetida a um teste de resistência.

Diante das parvoíces que se multiplicam
com a velocidade da fibra ótica... surge a pergunta quase irônica:
Deveria existir uma lei de indenização ao bom senso?!...

Um mecanismo jurídico que compensasse os danos morais causados por opiniões rasas, desinformação reiterada e certezas infladas pela ignorância performática?!...

A proposta pode soar autoritária à primeira vista... e talvez seja....
afinal, em uma democracia, a liberdade de expressão é cláusula essencial.

A Constituição Federal de 1988 protege o direito de manifestar pensamentos, inclusive os equivocados, os imprecisos, os tolos e até os absurdos.

O Estado não pode ( e nem deve!) tornar-se árbitro do que é inteligente e do que é absurdamente tolo.

E viva essa liberdade que nos abre ao conhecimento geral e ao mesmo tempo nos
algema à suportação da parvoíce generalizada...

No entanto, há uma diferença entre liberdade de expressão e liberdade de alcance irrestrito. As redes sociais não são praças públicas neutras, na verdade são empresas privadas com algoritmos desenhados para maximizar engajamento, isso não é novidade!

Plataformas digitais como a "Meta Platforms" e o "X" operam segundo uma lógica econômica óbvia, ou seja, quanto maior a reação e o engajamento....maior o lucro.
E poucas coisas geram mais reação do que o absurdo e a mediocridade da fofoca ...

O problema não é a existência da opinião frágil,
mas sim, a sua amplificação desproporcional. A arquitetura digital privilegia o escândalo, a indignação instantânea e a polarização simplista.
O pensamento crítico e complexo, por exigir pausa e reflexão, perde espaço para a frase de efeito e o meme inflamado.

Falar em “indenização à inteligência” é, portanto, menos um projeto legislativo e mais uma metáfora ética.
Trata-se do reconhecimento de que há um desgaste cognitivo coletivo em curso.
A saturação de ruído compromete o debate público, esvazia a capacidade crítica e banaliza o erro. Fazendo o errado parecer certo... O injusto passar por justo...

Talvez a verdadeira reparação não esteja na criação de novas leis, mas no cultivo de novas posturas.
A inteligência não precisa de proteção estatal, precisa de responsabilidade individual.

Cada compartilhamento é um ato político.
Cada curtida é uma validação simbólica.
Cada silêncio também é uma escolha.

A maturidade digital exige discernimento: saber quando curtir, quando argumentar, quando ignorar e quando se retirar em silêncio... reagir com consciência a cada provocação nas redes sociais é um gesto de força, não de fraqueza.

Em tempos de campanhas pré-eleitorais devemos redobrar nossa atenção na obtenção dessa maturidade digital, né?!

O algoritmo se alimenta de indignação
e o bom senso se fortalece na contenção.

No fim, não precisamos de um tribunal para julgar a estupidez que parece reinar... Precisamos de cidadãos capazes de reconhecer que liberdade implica responsabilidade, inclusive a responsabilidade de não transformar o espaço público em palco de vaidades desinformadas.

Se houver uma indenização possível, que seja a de preservar a própria lucidez em meio ao ruído do caos.

Em tempos de excesso de voz, pensar com rigor é resistência.

Que a nossa cognição seja "indenizada" pelo nosso bom senso no almejar uma certa maturidade nessas redes sociais...
✍©️@MiriamDaCosta

... no
Brasil às avessas,
Leis outrora respaldadas
no bom senso - na aplicação
e proteção do que seja o justo,
conciliador - foram reduzidas
a artigos de uso
pessoal!

O bom senso pode ser comum a todos, mas sua aplicação exige aquilo que nenhuma igualdade natural garante: disciplina intelectual.

"Em nome da liberdade de expressão, do bom senso e da justiça autorizo qualquer pessoa (qualquer mesmo) a escrever - por conta própria - a minha biografia, não importando se o objetivo é histórico-informativo ou apenas admiração incontrolável ou apenas fofoca ou apenas obtenção fácil de pecúnia."
Frase Minha 0616, Criada no Ano 2013

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Achar que receber determinada coisa é estar na vantagem é extrema ingenuidade e falta de bom senso.

O bom senso o guardará, e o discernimento o protegerá.

Bíblia Sagrada
Provérbios 2:11.

Ajude os outros;
É um princípio de vida.


Ajude a você mesmo;
É uma questão de bom senso.⁠

É a coragem que nos faz eloquentes.
O bom senso não se ensina.
Do livro: Aforismos Vol. 5

Bom humor, bom senso, bons costumes, bom gosto, senso do ridículo e um bom dia politicamente colocado faz toda a diferença nas relações sociais, e, acima de tudo, quando não se perde a oportunidade de manter-se calado. Profissionalmente isso tudo é louvável, admirável e indispensável.

Inserida por Leivanio

Ela tinha que ter um bom senso. Um bom senso comum. Comum como todo mundo diz que tem que ser. Ela tinha que ser alguém que o mundo queria que ela fosse. Por que ser alguém que ela queria ser, era muito difícil, muito impossível. O jeito é se entregar mesmo, é fazer apenas o previsível. O jeito é abaixar a cabeça e dizer sim, sim, sim, milhões de sins, até que o arrependimento seja maior do que a submissão.

Inserida por sararibeiro

Todo ser humano, tem que ter discernimento e bom senso, do que é certo ou errado, do que é bom ou ruim, caso contrário, o mesmo estará perdido, neste Mundo evolutivo, de provações e espiações.

Inserida por VinnyEstrella