Bom Senso
Quem não tem responsabilidade afetiva deveria ter, pelo menos, bom senso para não sair com quem diz estar à procura de um relacionamento sério.
Respeito é sinônimo de bom senso
Respeito é sobretudo o que se espera de um sentimento
Por isso respeite a si mesmo
Não queira ser o que você não é por que ninguém consegue ser perfeito
E quem respeita sabe viver
Esse é o único caminho que serve para você!
Qualidade de vida é um projeto da disciplina, parente do bom senso, aliada do bom gosto e também da ética.
Alguns brasileiros, incluindo certos políticos, perderam o bom senso e respeito aos demais, ou talvez nunca os tiveram.
Antes de tudo tenha bom senso - saiba pensar e saiba ver o porquê das coisas. A sabedoria do raciocinio abre as portas da fé e acompanha de mão dada a gratidão. Uma fé cega não ajuda e só causa atrito. Seja grato, e ser grato é bonito, mas não seja subserviente!
A coragem de praticar a legalidade,
o bom senso, a honestidade intelectual
e a justiça (tanto no exercício da política quanto na vida pública)
é incompatível com uma sociedade que normalizou a astúcia, a cumplicidade
e a degradação moral e cívica como regra consolidada da qual muitos ainda se orgulham.
No Brasil, esses valores são realidades irreconciliáveis!
Não se combate crimes cometidos por parlamentares tentando favorecê-los, protegê-los ou blindá-los.
Isso não é governabilidade,
é conivência institucionalizada.
Que exemplo moral, cívico e penal
está sendo legado por esses representantes?!
Quais precedentes deixam para uma sociedade
já exaurida de injustiças e descrente
da própria democracia?!
✍©️@MiriamDaCosta
Indenização ao Bom Senso
Há dias em que abrir as redes sociais equivale a atravessar um mercado onde todos gritam ao mesmo tempo, mas poucos têm algo a dizer.
A sensação não é apenas de cansaço, é também de agressão sutil.
Como se a nossa cognição fosse diariamente submetida a um teste de resistência.
Diante das parvoíces que se multiplicam
com a velocidade da fibra ótica... surge a pergunta quase irônica:
Deveria existir uma lei de indenização ao bom senso?!...
Um mecanismo jurídico que compensasse os danos morais causados por opiniões rasas, desinformação reiterada e certezas infladas pela ignorância performática?!...
A proposta pode soar autoritária à primeira vista... e talvez seja....
afinal, em uma democracia, a liberdade de expressão é cláusula essencial.
A Constituição Federal de 1988 protege o direito de manifestar pensamentos, inclusive os equivocados, os imprecisos, os tolos e até os absurdos.
O Estado não pode ( e nem deve!) tornar-se árbitro do que é inteligente e do que é absurdamente tolo.
E viva essa liberdade que nos abre ao conhecimento geral e ao mesmo tempo nos
algema à suportação da parvoíce generalizada...
No entanto, há uma diferença entre liberdade de expressão e liberdade de alcance irrestrito. As redes sociais não são praças públicas neutras, na verdade são empresas privadas com algoritmos desenhados para maximizar engajamento, isso não é novidade!
Plataformas digitais como a "Meta Platforms" e o "X" operam segundo uma lógica econômica óbvia, ou seja, quanto maior a reação e o engajamento....maior o lucro.
E poucas coisas geram mais reação do que o absurdo e a mediocridade da fofoca ...
O problema não é a existência da opinião frágil,
mas sim, a sua amplificação desproporcional. A arquitetura digital privilegia o escândalo, a indignação instantânea e a polarização simplista.
O pensamento crítico e complexo, por exigir pausa e reflexão, perde espaço para a frase de efeito e o meme inflamado.
Falar em “indenização à inteligência” é, portanto, menos um projeto legislativo e mais uma metáfora ética.
Trata-se do reconhecimento de que há um desgaste cognitivo coletivo em curso.
A saturação de ruído compromete o debate público, esvazia a capacidade crítica e banaliza o erro. Fazendo o errado parecer certo... O injusto passar por justo...
Talvez a verdadeira reparação não esteja na criação de novas leis, mas no cultivo de novas posturas.
A inteligência não precisa de proteção estatal, precisa de responsabilidade individual.
Cada compartilhamento é um ato político.
Cada curtida é uma validação simbólica.
Cada silêncio também é uma escolha.
A maturidade digital exige discernimento: saber quando curtir, quando argumentar, quando ignorar e quando se retirar em silêncio... reagir com consciência a cada provocação nas redes sociais é um gesto de força, não de fraqueza.
Em tempos de campanhas pré-eleitorais devemos redobrar nossa atenção na obtenção dessa maturidade digital, né?!
O algoritmo se alimenta de indignação
e o bom senso se fortalece na contenção.
No fim, não precisamos de um tribunal para julgar a estupidez que parece reinar... Precisamos de cidadãos capazes de reconhecer que liberdade implica responsabilidade, inclusive a responsabilidade de não transformar o espaço público em palco de vaidades desinformadas.
Se houver uma indenização possível, que seja a de preservar a própria lucidez em meio ao ruído do caos.
Em tempos de excesso de voz, pensar com rigor é resistência.
Que a nossa cognição seja "indenizada" pelo nosso bom senso no almejar uma certa maturidade nessas redes sociais...
✍©️@MiriamDaCosta
O comentário quando é desprezível sem o mínimo de bom senso, feito com seriedade, claramente, inoportuno, maldoso, com o intuito de afagar o próprio ego às custas do menosprezo do outro, faz querer muito o silêncio, melhor do que corresponder tal descaso, por mais difícil que seja, caso contrário, o seu desgaste será inevitável e o quadro ainda poderá ser invertido e você que será visto como o insensato.
Bom senso
Bom senso é distinguir o certo do errado,
O justo do injusto e o verdadeiro do falso,
Em situações diárias, está sempre ao lado
Do equilíbrio, da sensatez e sabedoria de pulso.
O bom senso e o irmão da justiça,
E tem o objetivo de julgar corretamente.
Ele é o mediador separando o certo do errado,
o justo do injusto, a verdade da falsidade presente.
É a sabedoria diária que simplifica a vida,
Anda junto com a sensatez,
Evita as impulsividades da lida,
E equilibra as decisões com lucidez.
Infelizmente, não vemos isso acontecer.
O bom senso se perdeu completamente,
A impulsividade age pra valer,
Atropelando de vez toda a justiça,
Ignorando a tudo moralmente.
É preciso mudar isso imediatamente
Voltar aos tempos do bom senso
E juntar-se à sabedoria
E ambos estarem em harmonia.
Raimundo Nonato Ferreira
Abril/2026
Descobri que nas incertezas da vida o bom senso pode ser fatal, qualquer erro se justifica na busca do auto-conhecimento, titubear as vezes pode te levar a se perder para sempre.
As oportunidades são únicas; as águas que passam sob as pontes nunca são as mesmas, os rios se renovam. Mesmo em proporções ínfimas diante dos mares sempre estão em posição superior, apesar de sempre doarem suas águas, nunca ficam vazios!!!
O Abrigo das Boas Risadas e a Falta que faz O Bom Senso de Humor
O senso de humor é imprescindível, uma das melhores versões de abrigo através de boas risadas. É algo pessoal, que pode ser contagiante para muitos e mal compreendido por outros; capaz de transformar a dor em riso e de trazer um refrigério durante as adversidades; um jeito de não viver a vida com tanto pessimismo, o que não exclui os momentos de seriedade.
Essa contrariedade do senso de humor é resiliente e indispensável, um encorajamento quando a fase está muito difícil. Portanto, rir chega a ser um ato de coragem, que dá ânimo ao espírito; literalmente um alívio cômico que conforta o coração aflito; uma leveza para a mente, quando o cenário é preocupante com pensamentos em conflito — o riso, de fato, é entusiasmante.
Acredito que nem tudo será engraçado, muito menos para todos, e está tudo bem, não é necessário; mas o bom senso de humor muitas vezes faz falta. Fica chato se é preciso ficar me explicando, com aquele sentimento de estar sempre pisando em um campo minado; paro de me sentir bem-vindo como antes. Então, prontamente, respeito e me afasto, pois perde a graça quando o riso é limitado.
Esse meu afastamento talvez seja um déficit de maturidade, porém é quase um instinto de sobrevivência, provido de espontaneidade. Além do mais, muitas vezes não é definitivo; no máximo, pode demorar para eu voltar a ficar à vontade. Faz parte, e não é triste se o riso de uma pessoa querida não for provocado, mas sim se ela ficar ofendida — uma reação inesperada e nada agradável.
