Boa noite
_Angel_
Acha que seus pecados serão perdoados nas chamas do fogo que que seu coração queima...
Muitos se ajoelham esperando que céus queimem...
Mais tarde o amor será o último momento no qual será seu último suspiro.
Anjos caiem com a verdade que ainda vivemos...
Que o espírito da Páscoa continue norteando a nossa vida. Que os mandamentos de Jesus continue fazendo parte do nosso dia a dia para que possamos honrar o seu santo nome. Que a Páscoa não seja apenas um dia, seja uma oportunidade de renascermos no amor de Cristo dia após dia, para nos tornarmos cada vez mais perto de sermos a imagem e semelhança de Deus.
Que possamos celebrar a Páscoa em qualquer dia do ano.
Dê-nos uma noite abençoada meu Pai Celestial! Boa Noite 🌙
Seria o amor a persistência no amar...
Gostar no profundo do seu ser...
Pois vida é um sopro de longe se torna melhor.
Profundo fôlego pois lhe falta ar.
Respirei profundamente acreditamos que logo tudo estará melhor.
Sois pacientes pois o ar se bebe em lágrimas.
Tais desejos que ainda vivemos o amor, meros mundanos sentimentos sentimentos de deuses...
Embora sejamos apenas formigas num universo imenso.
Séria dito o que somos cultivados para amar nas amarras da vida nos encontramos no apogeu da luz que nos ilumina...
Para sombras perdemos os conhecimentos nos acorrentamos nas ideias de loucos insanos mesmo assim sorrimos para um novo amanhã.
Quando a ideia de te amar surgiu em minha mente, como um sussurro suave na calada da noite... Você, como se pudesse ler meus pensamentos mais profundos, me lançou um olhar carinhoso e desenhou no rosto o mais belo e sincero sorriso.
Odeio as manhãs e muito claro e quente.
Amo a noite ela e perfeita dotada de tanta beleza para onde quer que olhe me considero um adepto da noite principalmente as frias e sombrias onde tudo que se ver são sombras na noite não tem interferência do mundo o silencio reina a calma esta presente em todo lugar que se vá e se andar com atenção vera os amantes da lua no momento de criação de uma novo poema de amor ou tristeza ao caminhar por ai eu sempre vou a uma bela vista com ampla visão das belezas noturnas você pode me sentir mas nunca me ver e eu sempre escrevo sobre você.
Hoje vou fugir do tradicional
chega de brisa, quero brasa
um pouco mais de cor
pintar os lábios de carmim
me vestir de céu
descer do salto, voar bem alto
se facilitar, arranco as assas
viro vento, ventania
e faço a noite virar dia.
As vezes o caminho
Se torna muito estreito
Carregado de espinhos
E vai perfurando o peito
Não há caminho sem fim
E nem fim sem recomeço
Mesmo tendo um dia ruin
A noite sempre agradeço
O álcool da meia-noite
Palavras… são elas tais, sem tirar nem por, muitas vezes, razão dos meus ais.
Essas que rastejam pela sombra da noite e não precisam ser verbalizadas para serem ditas.
Proferem algo que o insano fará e o são achará louco.
Vício esse que já não posso largar.
Um tanto contraditório, pois tenho leveza e não sinto mal-estar.
Indiferente, mas ainda assim feliz de um jeito que não sei e até se faz preferível não explicar.
Distópico, convexo e módico.
A dor já não me acomete mais, pois ontem cometi sincericídeo.
A sucessão dos dias e noites é uma benção poderosa que nos permite recomeçar em uma página nova a cada novo amanhecer. Escreva coisas lindas na tua e tenha um maravilhoso dia!
É Domingo à noite. E o que nos resta? Dormir! Pois esse é o único meio para pularmos esse fatídico momento.
Título: Eco sem nome
Estava indo tudo bem, até que…começou a tocar essa música
Minha voz foi cortada pelo silêncio
Apenas um instrumental repleto de sentimento.
E eu celebrei a nostalgia, como se nunca a tivesse vivido, não prometendo algo a mim mesmo,
Mas, rasgando-me no deserto das horas
(silenciosas)
Busco a não paz, o eco da saudade que se faz e desfaz.
Porque relembrando o momento cotidiano da minha criança interior,
Revivi várias promessas,
que eu negociei com penhor.
As forças de um pescador
Não eram as de um sujeito qualquer,
Eram as forças de um senhor, as memórias de um baiano,
Que se dizia meu avô.
Isso é excentricidade dos poetas.
É o eixo do corpo carregado de nostalgia e constância de alma,
É o pulsar de um coração de areia,
Levado pelo vento, levado pela força espiritual,
E isso talvez seja o caso, pois o ontem é um fantasma sem nome.
Mas o fantasma não é invisível?
É sim por isso mesmo que fica no coração.
Exceto se você for uma sombra do dia anterior,
Uma miragem a ser temida, mas nunca tocada.
O que me importa, é ser uma versão diferente de mim mesmo,
Assim como no espelho quebrado do agora,
Que mesmo fragmentado mostra como eu sou.
Estava indo tudo bem, até que…
Começou a tocar essa música de novo
Domingo à noite
São meios de encarar essa escuridão
ZZZ então surge Zollim, Zollim é a voz do coração
Zollim é sentimento, Zollim é a melodia única,
Que diz sobre a emoção
Que celebra o movimento,
Que celebra o invisível ao palpável,
Transformando sombras em saudades,
E a ansiedade do domingo, em uma obra-prima.
Vou tirar os fones
a melodia externa
é a que mais me consome
chove intenso
é noite de orgias
pingos molhados
gargalham energias
noite de amor
gotejam as torneiras do vinho
e as trovoadas
arrancam rolhas
de espumantes
é noite de charcos
de relâmpagos faiscantes
de entrelaces de amantes
é noite
e chove
tudo está
distante.
Estava sozinho na penumbra da noite a caminhar, com os pensamentos ao longe a te procurar. Uma lembrança me fez recordar, o quão bom era, quando tinha sua boca para beijar.
Ontem, o passado e o presente se encontraram,
Em um encontro marcado pelo destino.
Olhares que se cruzaram, sorrisos que se desenharam,
E o tempo parou, como se o mundo estivesse em suspenso.
A memória da saudade se apagou,
Quando os braços se abriram e o abraço foi verdadeiro.
O coração, que batia forte de ansiedade,
Se acalmou, pois o amor estava ali, presente.
As palavras se perderam, mas os olhos falaram,
E a emoção transbordou, sem precisar de linguagem.
O ontem se encontrou com o hoje,
E o futuro se iluminou, cheio de promessas.
O encontro de ontem foi um renascimento,
Um recomeço, um novo capítulo.
E agora, o amanhã é visto com esperança,
Pois o amor que voltou é para sempre.
*Entre o Tempo e o Amor*
Em uma noite solitária, o céu desprovido de estrelas, o tempo escorre como areia na ampulheta. Um jovem reflete sobre o tempo incessantemente, mas sobre o que exatamente? A resposta é evidente... no amor. Olhos castanhos, como o café que o mantém acordado, transmitem uma saudade bordada em seu peito. Uma jovem tão deslumbrante quanto o pôr do sol, cabelos lisos e um sorriso suave que se revela em seus lábios.
Este rapaz, imerso nos momentos passados, nos beijos e sorrisos compartilhados, lágrimas derramadas e pensamentos deixados, está completamente apaixonado por um amor que o faz refletir sobre a vida e seus planos. Anseia por um abraço, mas não de qualquer um, apenas dela, a garota que mudou seu coração.
Ele pensa nela como Van Gogh via a noite estrelada. Ama-a não como Romeu amou Julieta, mas como o dia que não é completo sem o sol, como a maré alta que depende da lua, como o céu á noite é iluminado por estrelas.
De maneira sincera, nos dias mais sombrios, entre versos e palavras escolhidas, este simples rapaz descobriu sua resposta. Como se sente ao lado dela? Ele interpreta esse sentimento como se estivesse imerso nas páginas de uma história de amor, um romance que ansiava vivenciar. Hoje, apesar dos erros e dá dor, ele compreende o verdadeiro significado do amor.
Como a noite é longa!
Só, as noites sem ti.
Senta-te, amor, perto
Do leito onde esperto.
Vem pr'ao pé de mim...
A saudade me consome,
Em cada pulsar do coração.
Aqui ao pé da cama
Teu nome ecoa, chama,
Ansiando por tua mão.
És a minha estrela,
A luz que me guia.
Como estou presente!
Sussurra-me ao ouvido
E a distância se afilia.
Que é feito de tudo?
Que fiz eu de mim?
Deixa-me sonhar,
Sonhar a sorrir
E seja isto o fim
Desta noite sem ti.
