Frases sobre Barco
Você lembra?
Lembra aquele dia no passeio de barco como você me olhava?
É impossível não perceber, o quanto o teu coração funciona como um gêiser.
Lembra na varanda do hotel, eu você e as estrelas conversando com um mar de sorrisos e um céu de felicidades?
Lembra?
Devagar eu toco meu barco. Finalmente entendi que não é sobre velocidade. É sobre direção. É sobre a coragem de seguir adiante, mesmo quando o mar fica agitado, mesmo quando a neblina assusta. É sobre não querer o raso,e nem a calmaria do comodismo. Mas ir em frente, sempre.
Você me magoou, sabia?
Tive a sensação de ser a âncora afundando o seu barco.
Fiquei confuso, confesso!
Até semana passada eu era o seu universo, você se perguntou uma vez na minha frente o que seria de você se ficasse sem mim.
Era tudo mentira? Eu fui enganado? Eu entendi errado?
Fui bem claro com os meus sentimentos em todos os momentos que eu estive ao seu lado, então por que me fez enganado?
Evito qualquer aborrecimento em te dizer o que eu tenho vontade e prefiro escrever, melhor que remoer uma coisa fria.
Foda-se! Já que escrevo, não vou ter cautela em dizer que: você me mostrou que tudo foi uma grande farsa, apenas mais uma das tolas "historias de amor" que terei que escrever em algum momento.
Pra não me sufocar.
E aos poucos, enquanto eu assisto pela tela do meu computador as palavras ganhando forma no bloco de notas, eu vou me aliviando.
Esquecendo, lembrando e digitando.
Deixando sangrar uma paixãozinha que me fez sonhar.
Mesmo que um sonho limitado a falsidade de mãos dadas.
NO PAIN! Sofrer eu deixo para as palavras, elas sofrendo fica mais bonito.
Enquanto caminhava feliz a beira mar, num barco sem fundo, tropecei na perna de um velho cego, sentado em pé num dos cantos de uma parede oval que filosofava sobre a vida, lendo um grosso livro de Matemática de apenas uma capa que dizia: a terra é redonda como uma bola Triangular que gira parado no sentido anti-horário, e... terminando a sua longa leitura, o velho cego e mudo, fechou o grosso livro e dormiu caminhando numa cama feita de madeira de pedra e disse: - Sou um pobre sonhador.
"Ela precisa de um mar de flores amarelas um barco feito de livros e Deus, pra ela velejar com todas coisas que ela mais ama pra longe de tudo que tira sua paz"
Se for preciso, eu pego um barco, eu remo
Por seis meses, como peixe pra te ver
Tão pra inventar um mar grande o bastante
Que me assuste, e que eu desista de você
Se for preciso, eu crio alguma máquina
Mais rápida que a dúvida, mais súbita que a lágrima
Viajo a toda força, e num instante de saudade e dor
Eu chego pra dizer que eu vim te ver
Uma hora o barco muda, a maré sobe e a gente tenta não se afogar nesse tsunami de pensamentos. Ninguém nasce sabendo nadar, a não ser os peixes, é claro. Mas a gente pratica diariamente, na piscina.
Um barco no porto pode até estar mais seguro porem, este não é o seu propósito.
Deixe de lado as âncoras de sua vida e viva seus propósitos.
"A fé deve ser sempre o leme que o guia no barco da vida.
Ela não pode ser só o vento, pois as vezes o vento é forte demais, às vezes fraco, e às vezes nem venta. A fé não pode ser a água. Às vezes tem correnteza, as vezes não. As vezes o mar fica revolto, e destrói o barco. A fé não pode ser só tripulante. Nunca se saberá a qualidade deles.
Faça da sua fé o leme que te guiará para a direção certa, sofrendo influência da tripulação, do mar e do vento.
Mas se você tiver força para direcioná-lo corretamente, você chegará ao seu destino."
Se o vento muda...!
Então porquê eu não posso mudar...?
Sim,
Mudarei sim,
Jamais um barco navegará em sentido contrário ao vento.
Não importa o cais que encostarei,
Nem portos,
Não almejo um paradeiro,
Vou desfrutar dos mares,
Pois temos vários,
Os desejos que sinto,
É maior que os 7 mares,
Não apenas ancorar-me num porto e apreciar um único horizonte,
Credo....🤦🏼♂
Autor :José Ricardo
Alma de Artista
Ela se tornou amarga e sem brilho nos olhos, a verdade é que ela parecia um barco sem ter onde ancorar, seus olhos perdidos em alto mar, consequência de contar seus mais nobres sonhos a pessoas pobres de pensamento. Um artista pode apagar-se sem os incentivos certos.
Tristeza
Estou na janela de casa observando o barco indo junto ao mar.
Vejo o sol desaparecendo junto do mesmo e sendo consumido pela escuridão.
E além das lágrimas de tristeza no meu olhar
O sinto consumindo meu coração.
Freneticamente meu pensamento vagam pelo passado cheio de arrependimento
Querendo volta no tempo para mudar
Quero contar para alguém
Mas os meu atos não deixou ninguém para eu contar
Os pingos de chuva começa a cair
E minhas lágrimas se junta a ela
Pelos meus erros
Se vai anos de espera
O barco e o dia se foi levando consigo quem eu mais amei
Me deixando sozinha
Destruí a vida da pessoa que cuidou de mim, por egoísmo e vingança
E hoje o vendo partir me arrependo e só me resta anos de esperança
Mas de toda a minha vida de arrependimento eu fiz algo que já mas me fará se arrepender
Enquanto meu amado embarca no barco
O meu coração dele eternamente vai ser.
Você pra mim é o mar que navega meu barco por onde quer que eu vá o vento que sopra as velas é sua voz quando sussurra em meu ouvido palavras que me deixam a deriva sem direção a navegar mais quando olho pra você o caminho se faz por si só como obra do destino.
A vida é um barco que navega sobre um mar de mentiras.
E quando esse barco afunda você se afoga em toda realidade.
Á DERIVA
Estou à deriva tal barco neste mar que é a vida
Navegando por entre as ondas
Neste mar turbulento que ela tem sido
Dias de acalmia
Dias de tempestade
Dias de sol
Dias de chuva
Noites escuras
Noites estreladas
Procurando ao longe o farol
O farol que me guie para um porto seguro
Já o vislumbrei
Mas voltei a perdê-lo
Neste momento de tempestade
Procuro simplesmente sobreviver
Tentando não naufragar
Mesmo à deriva preciso navegar
Com esperança
De um dia porto seguro vou encontrar
O barco se distanciou demais da margem, e ele para voltar vai levar o mesmo tempo que durou para se distanciar
Entre o mar e os céus
Lá longe! Entre o mar e os céus!
Na crista das ondas, um barco navega.
Da praia, aceno-lhe um adeus,
Sobre a branca areia, onde o mar se entrega.
Tão longe! No vasto horizonte,
Ainda se avista ao entardecer,
Por trás, a cor deslumbrante
Do vermelho e ouro, do sol a morrer.
Erecta, me atrai o fascínio
Da cena mais bela que hei imaginado!
E o sol, já no seu declínio,
Aureola o barco, qual fantasma alado.
A lua, em quarto crescente
Se eleva no céu, num traço oblíquo;
Emana tão fosforescente
Cor, azul celeste, que entro em delíquio.
Eflúvios da madre natura,
Envolvem meu ser, em mansas marés.
No sonho, um amor de lonjura,
Na renda de espuma, vem beijar-me os pés.
