Bandeira
É tanta gente reclamando da justiça
brasileira, é tanta gente levantando
bandeira, mas são poucos os que pagam
pra curar a ferida social.
Os intolerantes são chatos,
levantam a bandeira do
insensato,a graça da vida
é ser meio desregrado.
Amo o meu país. Essa é a minha bandeira. E que os meus irmãos cidadãos tenham no peito a mesma coisa: um coração brasileiro.
Não se deixe enganar por aqueles que, sob a bandeira da mudança, criticam de maneira leviana, os atos alheios só para obter o teu voto. Você provavelmente só irá mudar o lixo da lixeira.
Ó meu Brasil !
Ó meu Brasil !
Querem mudar sua bandeira,
repleta de explendor.
Querem colocar em você,
uma bandeira de uma só cor.
Querem impedir a nossa fé,
mudando o evangelho sagrado.
Estão zombando de Cristo,
eita povo malvado.
Pensam que a Terra é deles e que
Deus nos abandonou.
Coitado desse povo,
cuja mente está fechada.
Pois a pandemia chegou,
mas para eles não foi nada.
Quem brinca com Deus morre,
Ele é o nosso protetor.
Não temos medo da morte,
pois confiamos no Senhor.
Ainda que o inferno se levante,
para nos pesguir, Deus é o nosso
escudo e nada vai nos atingir.
Levantarei a bandeira !
Levantarei a bandeira,
não as cores varonil.
Mas a do Espirito Santo
para mudar o Brasil.
Precisamos ter na mente e
também no coração.
Quem peca contra ele
já perde a salvação.
Pátria amada idolatrada que não abandona seus filhos;
No verde de sua bandeira, a esperança de um povo heroico;
No amarelo do sol da liberdade, os raios que acalentam seus filhos;
No azul do céu, o futuro que espelha essa grandeza e o desejo de conseguirmos conquistá-lo com braços fortes, desafiando a própria morte;
No branco da pureza de um povo, que estará sempre acreditando na ordem e no progresso do amanhã;
Povo determinado e que não foge a luta quando chamado;
Terra dourada e amada, onde nossos bosques tem mais vida e beleza;
Que o seu amanhã a partir de agora seja de paz, glórias e muita justiça
Bandeira vermelha
A bandeira vermelha desbotou
Representando ela a vergonha
De um grupo que saiu do poder
E perdeu a força de barganha
O sapo barbudo está velhinho
Fugindo de variadas acusações
Seria, mesmo assim, inocente?
Antes crer em fadas e dragões
A famosa estrela já não brilha
O céu é nebuloso para alguns
Como ao filho mais importante
Da Microrregião de Garanhuns
Nosso país está a se endireitar
Em uma tentativa de melhora
Rejeitando o pessoal canhoto
Para voltar a enxergar aurora
Mas tudo passa, tudo passará
Não é, meu caro Nelson Ned?
Aguardemos os dias futuros
De sonhar, nada nos impede.
Meu Pará
A culpa é do paraense...
Que chega lá fora e já vai hasteando a sua bandeira
Égua do caboco pávulo!
Que carrega na mala, com orgulho, a sua cultura.
Que não esconde o seu gosto por um bom açaí, daquele grosso, que acompanha o peixe frito, o charque, a farinha d'água ou de tapioca; da maniçoba, do tacacá, do chibé e do famoso pato no tucupi.
Que conta as horas para tomar banho de rio, se embrenhar na mata ou apenas se embalar numa rede.
Que conta, todo prosa, do mar de gente que se reúne para assistir o Círio de Nazaré
Que disputa um pedacinho da corda, mostrando o tamanho de sua fé!
E quando toca tecnobrega, calypso, carimbó ou siriá?
O caboco pai d'égua, já começa a dançar!
É parente, pensa num povo contente!
O paraense pode até sair do Pará, mas o Pará, com certeza, jamais sai dessa gente.
“O interessante é que ninguém levanta a bandeira da honestidade, da sinceridade, da santidade ou da verdade, mas para seus interesses e práticas hedonistas abomináveis!”
A única bandeira que defendo ou posto no status da minha vida é, foi e sempre será unicamente a de Cristo meu Senhor e Salvador!
“Sempre tremulará, no topo da haste da mente do homem sensato, a bandeira da compreensão e do respeito; e ele será forte e ela será seu norte.”
Como Neruda
Quisera eu fazer poesia como Neruda
no entanto, que bandeira ei de erguer
com a minha poesia ativista?
Nas Américas de hoje não há mais luta
nem disputa, nem suor nem sangue
nem cicuta. Sobretudo na América
onde vivo, se respira um ar putrefato
de hipocrisia ideológica, a América Latina de hoje é uma latrina de corrupção fisiológica.
Então farei poesia de protesto
contra a falta de honra dos poetas
dos homens públicos e privados
este é o meu último desejo
