Bandeira
RIO MORTO
(Parodiando Manuel Bandeira)
Onde as águas puras do passado
Produziam vida em abundância
Contemplo agora a realidade
Do presente, degradado, poluído,
Onde escorre, na areia, o rio morto.
Rio morto, rio morto, rio morto.
Águas de paisagem cristalina
Que abasteciam os ribeirinhos!
Águas, potáveis águas,
Para bebermos jamais.
Se perderam com o rio morto.
Rio morto, rio morto, rio morto.
Rio morto, rio injustiçado
Rio violentamente, rio
Morto, sem motivo algum,
Razão nenhuma. O que foi
Ficou no passado.
Agora é apenas um rio morto
Rio morto, rio morto, rio morto.
OAB não têm bandeira politica não pode ter como inimigo o advogado que discorda da opinião da entidade. OAB não tem dono, alias tem dono sim “Os verdadeiros donos da OAB são os advogados inscrito na entidade” OAB somos nós advogados.
O teu inimigo não é o vizinho que defende a bandeira amarela ou vermelha, tampouco a pessoa que riu quando você caiu. Teu verdadeiro inimigo é aquele "eu lírico" que te faz desacreditar nos teus sonhos, que te diz que és incapaz de prosseguir, que te faz se sentir um lixo mesmo enxergando o teu potencial no agir, que te diz que é tarde demais para recomeçar. Não o escute.
Qual é o limite da tua Bandeira? É o do momento em que a colocas na ponta do mastro, em vez de guardá-la para ti mesmo.
Pessoas que se matam por causa da cor de uma bandeira já estão mortas há muito tempo e ainda não sabem
A bandeira é colorida e a luta é pela paz A gloria, são para aqueles que morreram com o laser da homofobia Antes do ódio, pense na fonte nascente dos olhos dos pais A repugnância pode até destruir alguns, mas todos jamais.
Se é que temos que lutar por alguma coisa além da nossa bandeira ✝️
vamos então lutar por políticas e não
por políticos.
(1989)
Era dois de outubro de 1989
O sol levantou - se junto à bandeira colorida
A medida em que ela era erguida
A luta atingia um outro patamar
Foice, facão, machado, e enxada na mão
E o sonho de ver o alimento brotar da terra
Levaram 120 familias a marchar
Rumo a uma nova ocupação
Homens, mulheres, idosos, crianças
Nas mãos traziam bandeiras
Que conduziam as fileiras
Nos corações traziam esperança.
Mais de nove mil hectares de terra
Concentradas nas mãos de uma só pessoa
É hoje então o assentamento Lisboa
Também chamada de _"nossa terra"_.
Quatro anos de acampamento
E hoje quem ver toda essa estrutura
A música, a poesia, a arte, a cultura
Nem imagina o sofrimento
A luta foi e é bastante sofrida
Faltavam lonas, cobertor, remédios e até comida
Energia, lá não tinha
A ajunda, as vezes vinha
Mas não conseguiu evitar
Que o povo viesse a enterrar
O corpo de um sem-terrinha.
Agenor da Silva poderia
Está agora jogando bola
Ou escrevendo poesia
Dispertando, por ai, rebeldia
E não sendo nome de escola.
Vinte e nove anos depois
Quantas conquistas aqui tem!
No chão aqui só pisava boi
Hoje tem milho, mel, feijão e arroz
Capim aqui não mais convém.
Tem educação, ensino médio e fundamental
Tem quadra, igreja, música boa e futebol
É terra fértil banhada pelo sol
Tem, bumba meu boi, capoeira, artesanato, carnaval
Tem jovens cheios de utopia
Tem atletas, poetas, e cantores
Juntando forças com os trabalhadores
E continuando a luta no dia - a- dia.
“O interessante é que ninguém levanta a bandeira da honestidade, da sinceridade, da santidade ou da verdade, mas para seus interesses e práticas hedonistas abomináveis!”
MEU MUNDO
Sempre levantando
a bandeira branca da franqueza
Sem trancas em minhas portas
De coração manso, vivo a liberdade
De me expressar.
Desconjuro julgamentos,
Pois da paz vivo de juros...
Sou feliz assim...
E assim vivo...
Caminho...
Deito-me em minha rede
Descanso em minha tenda
Inspiro-me
Respiro esse viver
Essa paz, esse aconchego
Dos meus versos me deleito
Entre as linhas que alinham
Cada palavra, cada momento
Cada sentimento que fluem
Em minha mente
Que em meu sangue pulsa
Que minha alma ousada
Canta cheia de graça
E na magia Grita
Exalando... Aromatizando
Meu mundo
O Mundo da Poesia.
Ontem foi o dia
Ontem foi o dia do poeta e da poesia, Carlos, Bandeira, Olavo, que maravilha. Vinícius, disse para que o amor eterno durasse, enquanto pudesse. Patativa lá no agreste respondia que no amor ele mais investia. Castro, após nascer nesse glorioso dia, preocupava-se o dia inteiro como experiente e jovem carpinteiro das palavras a destruir ao invés de construir navios negreiros em sua lavra. Camões já estava pra lá de Trapobana, a erigir sua nova choupana repleta de versos altaneiros prevendo dias tristes a Castro em sua luta desumana em prol dos carcomidos negros, com seu calcanhar atingido pelo desastre ao jovem ocorrido. Poetas também têm problemas, até no dia da poesia, muitos choram e muitos riem.
Até mais, poeta e poesia.
jbcampos
A Petrobras não é apenas uma empresa.
Ela é uma Nação.
Um conceito.
Uma bandeira.
E por isso, seu valor é tão grande, incomensurável, insubstituível.
Esta é a crença que impulsiona os que a defendem.
E, sem dúvida alguma, também, a abjeta motivação que está por trás dos canalhas que pretendem destruí-la.
A verdade é uma só... ao levantarmos uma causa, lutemos por ela. Não precisamos de bandeira (mito). precisamos é de caçar e identificar os que ainda escravizam a vida humana, fato que a cada dia cresce ainda mais. Bater tambor, dançar, comemorar datas, símbolos, tudo bem, mas a luta é a principal arma de uma causa!
Sorrir é a bandeira da paz e um convite ao bem-estar. Não use a arma do mau humor para ferir quem lhe quer bem.
Não sou Mário Quintana
Piorou ser Manuel Bandeira
Agora não sei quem vai escrever
O poema de minha vida inteira
"Enquanto insistirem em hastear uma bandeira vermelha em solo verde amarelo. A frase ordem e progresso será somente mais uma frase."
Como Neruda
Quisera eu fazer poesia como Neruda
no entanto, que bandeira ei de erguer
com a minha poesia ativista?
Nas Américas de hoje não há mais luta
nem disputa, nem suor nem sangue
nem cicuta. Sobretudo na América
onde vivo, se respira um ar putrefato
de hipocrisia ideológica, a América Latina de hoje é uma latrina de corrupção fisiológica.
Então farei poesia de protesto
contra a falta de honra dos poetas
dos homens públicos e privados
este é o meu último desejo
