Bandeira

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Ainda pulsa a esperança


O fogo devora o verde,
o amarelo, o azul profundo,
uma bandeira queimada como memória de um sonho.
Ruas viraram cinza
e eco de passos perdidos,
mas ainda pulsa a esperança
em meio ao abandono.


As chamas refletem o caos de cidades em pranto,
carros queimados,
prédios que choram fumaça.
No horizonte,
silhuetas caminham sem destino,
como sombras que guardam histórias de um povo ferido.


O céu se abre em nuvens pesadas, carregadas de medo,
helicópteros cortam o silêncio
de uma pátria em alerta.
Mesmo na destruição,
há um grito que insiste:
“Olhem para nós,
aprendam com a dor
que carregamos.”


E assim, entre brasas e escombros, o país respira,
resiste no eco de vozes que ainda não se calaram.
A bandeira, ferida, ensina que mesmo em chamas
pode brotar a coragem de recomeçar.

E no fogo,
A bandeira ainda brilha,
não como símbolo,
mas como desafio.
Que arda o que precisa arder,
para que o amanhã renasça das cinzas, intacto e audaz.

O governo federal deveria reforçar o Elo e focar numa só bandeira! Na bandeira verde, amarela, azul e branca! PIX é Brasil! E o Brasil é dos brasileiros! A soberania nacional é inegociável!

Minha bandeira é verde-amarela... e vermelha! Da constelação de ases, uma estrela brilha mais forte e ostenta o 13! Rumo ao hexa!

Vamos brinca com constituição.


Vamos todos vamos vestir a bandeira americana sendo brasileiro um pais democrático se fosse uma ditadura nunca mais íamos ouvir tais discursos do fascismo da direita. Sendo o flagelos do relativismo da extrema direita agora cai as máscaras.
Bebam detergente comam amaciante sejam a diferença.
Verde amarelo orgulho da nação soberba, saudem o pneus. Marchem para lutar pelo fascismo.
Sejamos cegos, surtos tudo é manipulação da esquerda comunista.
Os milhões que roubei foi empréstimo do banco... sou seu coveiro, eu também sirvo ossos, vou ser a favor da tercerização e do trabalho escravo igual a miséria.... lugar de pobre.... (...)
Lugar de larápio de colarinho branco é nos paraíso fiscais.

É fácil identificar a torcida patriotária! Usam o boné do Trump, a bandeira americana como capa e vestem a camisa da seleção!⁠

1574
"Não tenho como confirmar mas contaram-me que o grande Manuel Bandeira, quando menino, encontrou-se, no bonde, com ninguém menos que Machado de Assis! (Eu sequer sabia que eles eram contemporâneos). Mas... Imaginem a emoção!


E, para ficar bem com o Maior de Todos, Manuel Bandeira teria dito que havia lido todos os livros do 'Bruxo do Cosme Velho'. Desconfiado, Machado começaria a fazer perguntas, quando a 'próxima parada' salvou o Menino Futuro Grande Poeta: ele precisou descer ali mesmo, HeHeHe!"

0400 "Sei bem o que é Ingratidão. Ingratidão é não terem ainda criado Bandeira, Hino e Medalha para me homenagear. Estátua não quero, pois Estátuas são banheiros de pássaros!"

PELEJA SERTANEJA

No sertão nasce o guerreiro
Com coragem por bandeira,
Aprendendo desde cedo
A vencer a vida inteira.
Faz da luta seu caminho,
Da esperança, companheira.

Quando o sol castiga a terra
E a chuva tarda a chegar,
O sertanejo não desiste,
Segue firme a caminhar.
Pois conhece que a vitória
Também sabe esperar.

O mandacaru florescendo
É lição de resistência,
Mesmo em solo castigado
Não abandona a existência.
Mostra ao povo nordestino
O valor da persistência.

O vaqueiro rompe a mata
Enfrentando espinho e chão,
Conduzindo o seu rebanho
Com firmeza na missão.
Leva a fé como armadura
Protegendo o coração.

Cada enxada abre sulcos
Na esperança do plantar,
Mesmo vendo a terra seca
Nunca deixa de sonhar.
Quem cultiva com coragem
Sempre aprende a esperar.

A mulher do velho sertão
É exemplo de bravura,
Transformando pouca água
Em riqueza que perdura.
Com amor sustenta o lar
E enfrenta toda agrura.

O poeta faz do verso
Uma espada de valor,
Cantando a vida sofrida
Misturada com amor.
Cada rima é resistência,
Cada estrofe, um louvor.

O sanfoneiro anuncia
Que a tristeza vai passar;
Quando o fole solta o canto,
Faz o povo se alegrar.
Mesmo em tempos de peleja
Sempre existe um festejar.

Quem conhece o sertanejo
Sabe bem de sua fé;
Nunca baixa a sua fronte,
Nunca perde o rumo em pé.
Tem em Deus sua fortaleza,
Sua rocha, sua mercê.

A peleja do sertão
É batalha sem igual;
Mas quem luta com esperança
Nunca encontra o ponto final.
Pois o povo nordestino
Tem coragem ancestral.

Enquanto houver sol queimando,
E um vaqueiro a cavalgar,
Haverá no velho sertão
Uma história pra contar.
Da peleja nasce a glória,
Da coragem, o triunfar.

No tecido dessas frases
sobre a haste desses versos
a poesia tremula inquieta
a bandeira da leitura
no poema que mais
esse vento completa




(Leonardo Mesquita)

⁠Você é Mestre-Sala
do meu peito,
Eu a Porta-Bandeira
do meu jeito,
O Samba é o
mestre de nós dois,
A Bandeira é o amor
que não se deixa
nenhum pouco para depois.

O céu noturno de quando foi assinado
o decreto da nossa Bandeira Nacional,
foi desenhado com exatidão e esmero
como no próprio Hemisfério Austral,
Na justa posição astronômica em que
as vinte e uma estrelas se encontravam,
assim todos homenagem prestaram.


Depois mais seis novos estados surgiram,
e em vinte e sete estrelas resultaram.
Há quem as queira no futuro delineando
o contorno do mapa da nossa Nação;
Penso que ninguém mais deve tocar
no nosso augusto e primoroso Pavilhão.


A base de orientação no céu noturno
alimenta a memória e o próprio coração,
erguendo a história da memória
e na afetividade da nossa Pátria inteira
com as grandezas da arte e da ciência,
para prestarmos eterna e total reverência.

Igual poema do Bandeira

Demétrio Sena - Magé

Depois de um enfarto quase fulminante, a senhorinha deu entrada em estado grave, na sala vermelha. Em dois dias, lúcida e falante, já estava na sala amarela, onde aguardava um cateterismo.

Feliz da vida, e obviamente sem o consentimento do pessoal da enfermagem, teve acesso secreto a salgadinhos e doces, na enfermaria. Fez um piquenique altamente calórico, às escondidas, com a pessoa irresponsável que foi visitá-la.

Na madrugada seguinte, voltou à sala vermelha, em estado crítico, aos gritos e com extrema dificuldade para respirar. Era um novo enfarto. Não tivemos mais notícias suas, até o dia em que deixamos aquela unidade de saúde, para o cateterismo que ela faria antes de minha esposa.

Esse episódio me lembrou o poeminha Notícia de jornal, do Manuel Bandeira. Espero que depois de toda a farra ela não tenha, metaforicamente, mergulhado na Lagoa Rodrigo de Freitas.
... ... ...

Respeite autorias. É lei

SURFAR

E agora, José. José para onde?
Antes de tudo ouvir o tango Argentino de Bandeira.
Depois retirar a pedra do caminho.
Brincar um pouco com as andorinhas de fio do Quintana
Fazer Mestrado e Doutorado... Nunca serei nada.
Só não quero passar pela agonia do parque de João e do outro José.
Entender... Que te amo por não amar bastante ou demais a mim.
Entender... Ainda, que é necessário Amar!Amar!E não amar ninguém.
Queria voltar a fumar.
Tragar como Augusto e pensar nas bocas que gostaria de escarrar.
Entender que viver é ser o outro.
Entender como Manoel que a maior riqueza do homem
é a sua incompletude.
Por fim quero fugir
Ser qualquer.
Entender, que eu sou o que no mundo anda perdido,
Entender, que eu sou o que na vida não tem norte.
Em fim. para onde? Surfar.
..

Inserida por fabionr

Acredito na bandeira vermelha dos homens, acredito em revolução, não vejo a possibilidade de me fazer prisão

Inserida por DehcoKateinork

Eu sou do meu amado e ele é meu, sua bandeira sobre mim é o amor!!!!!!!

Inserida por Belkis

Saudade não é questão de pele, bandeira, etnia ou raça, é diferente disso __ é questão de alma, distância, interpretação de espírito ou matemática dos sentidos que calcula tudo em fórmulas nada convencionais e sempre estranhamente exatas.

Inserida por lukazi

# 02/05/12 --:--
O mofo na parede do palácio formou ilusoriamente a bandeira
da minha nacionalidade, relembrando-me assim do voto que os homens tem com a mãe pátria .

Inserida por HelomHeSo

Minha Terra.
Minha terra tem as cores da Bandeira,
Terra lugar lindo de viver.
Terra de grandes mares, de céu azul,
Onde o sol brilha mais forte aqui no sul...
Nas noites de lua cheia e suas estrelas brilhantes,
E nas manhas com seus pássaros cantantes,
Nas matas verdejantes com suas cachoeiras de águas cristalinas,
Dando boas vindas a essa Terra linda.
Que maravilha!

Inserida por FadinhaCau

Juntar a lenha pra fogueira, cortar a seda pra bandeira, preparar a mandioca para o caldo... Ansioso por ver o céu da roça, sola do pé na terra... quiçá borboletas no caminho.

Inserida por Jonatanribeiro