Bancos
A ignorância espiritual é tanta dentro das igrejas denominacionais que toma tempo até daqueles que ocupam os primeiros lugares nos bancos.
Se engana quem pensa que é o político quem dá as cartas do jogo. Quem manda no mundo são aqueles que confiamos de guardar nosso dinheiro. Se quer acabar com a corrupção, comece entendendo a origem do dinheiro que financiou a campanha. Sem capital, político nenhum se elege.
Para uma operação de portabilidade ou compra de dívida com redução de parcela de empréstimo segura e regular, o banco jamais creditará o valor destinado à quitação do saldo devedor do contrato antigo na conta bancária do cliente, menos ainda haverá orientação para que o cliente transfira esse valor para a posse da Correspondente Bancária para qualquer finalidade que seja. Isso é parte de um golpe. FUJA.
A economia de nenhum lugar livre sobrevive por muito tempo amordaçada como mero refém dos interesses perversos de ganancia de alguns poucos grupos financeiros.
Acredito em politicas publicas não só assistencialistas para remendar de forma precária as parcelas jurisdicionais não alcançadas a população por parte da maquina publica e muitas vezes mau dinamizadas a fundo financeiro perdido. Creio em politicas publicas sustentáveis pelo pensamento neo-liberalista, como ferramentas de contemplação, ajustes, promotora de trabalho e renda para os setores esquecidos e mais sofridos da sociedade. Divergente disto a politica econômica implementada no Brasil nos últimos anos visou equivocadamente o foco em tributos, arrecadação e índices financeiros, que não retornam de nenhuma forma em beneficio as camadas mais pobres da população. A população de uma forma geral precisa de credito pois é naturalmente empreendedora. Cada vez mais inova se em busca de ocupações e trabalhos pois já percebeu que o emprego é um modelo extinto e ultrapassado. Mas para isto acontecer precisa de um minimo de capital a custo barato para desenvolvimento das novas ideias. Um lugar onde o empréstimo financeiro via agiotagem criminosa tem juros mensais bem menores que os praticados de forma livre pelas seis únicas e principais instituições financeiras do mercado nacional, reafirma a polarização de grandes oportunidades, ganhos e crescimento, só para os grandes empresários e para os banqueiros.
“No intervalo de um programa de debates sobre a reforma da previdência tem sempre um banco ou uma agência de investimentos exibindo os comerciais”.
Não sou a favor da autonomia do Banco Central porque quem governa um país, por óbvio, são os governos, eleitos democraticamente pelo povo, não os bancos...
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