Bancos
Reter o dinheiro de trabalhadores em bancos em colapso é o retrato do capitalismo de compadrio em sua face mais perversa.
“A inteligência artificial consulta bancos de dados. A consciência humana consulta bancos de experiências.”
Enquanto os bancos controlarem a sociedade, a escravidão, a pobreza e a miséria jamais chegarão ao fim.
Se aqueles que detêm o maior acúmulo de dinheiro e poder no mundo – os bancos – não têm interesse em acabar com esse ciclo, como isso poderia acontecer?
Há décadas, essa estrutura se mantém intacta, e está na hora de enxergar o verdadeiro poder que os bancos exercem sobre a sociedade. Esse é o primeiro passo. Sem essa compreensão, qualquer tentativa de mudança será apenas superficial.
Mas enquanto o povo continuar sendo conduzido pela narrativa imposta pela mídia – que foca sua atenção nos fantoches políticos, desviando o olhar dos verdadeiros controladores do sistema – a realidade não mudará. A sociedade seguirá nesse estado degradante que você vê todos os dias.
Os bancos detêm o poder. A cegueira implantada precisa ser removida. Abra os olhos para o que está à sua frente e perceba o óbvio:
Poder = Dinheiro
Dinheiro = Bancos
Bancos no poder!
A meta do verdadeiro pastor não é encher bancos de ouvintes, mas saquear o império das trevas, resgatando pecadores por meio da pregação da cruz, entendendo que o sucesso métrico difere da eficácia salvífica.
“Os bancos da praça sabem mais de despedidas do que de descanso; sustentam corpos por minutos, mas guardam para sempre o peso dos amores que não voltaram.”
[...] O céu estava estrelado, abaixamos os bancos e ficamos olhando. Depois disso será difícil olhar o céu e não lembrar de você. De nós. [...]
Dizem que não se pode comparar um "Ladrão de Galinhas" a um "Ladrão de Bancos". Será? Quem rouba "galinhas", rouba a do vizinho que um dia lhe estendeu a mão, fonte de alimentação para os filhos pelos ovos que botava.
Não são nos grandes feitos que mostramos quem somos, e sim nos pequenos detalhes.
A Paz que agente precisa é uma questão de tempo, mas mesmo assim temos saudade de sentar nos bancos das praças das cidades e refletir sobre as coisas da vida natural e extinta.''
O que definirá a igreja desse seculo , não será os números de bancos cheios , mas a saúde espiritual dela.
Os meus escritos não vem engessados por bancos acadêmicos e nem passam pelo filtro de autores famosos! Eles são simples, naturais como a sinceridade de uma criança. São feitos quando meus sentimentos arrebanham as letras que estão dispersas e as reúne no redil dos meus pensamentos, que despretensiosamente as transforma nas crônicas e versos que ousadamente exponho à paciência de quem as lê!
As empresas, inclusive os bancos, contratam a peso de ouro, artista para sorrir no outdoor para seus clientes, mas não ensinam os seus atendentes. a sorrir.
Os melhores bancos são as mães, elas não nos cobram juros, guardam nossos segredos, nos ajudam a amenizar as feridas e ainda tornam menores as preocupações.
