Bancos
Fomos evoluindo e o tempo foi passando,
e quando demos por ela,
começamos assaltar bancos e museus sem medo.
SK8
Sinais de vela nos bancos da praça
Debaixo do sol enquanto o povo passa
Na city, street, fifith, nollie, nose slide
180 backside, Smith grind
Se equilibrado sobre o carrinho
Mapeando com cautela o caminho
Desvio da pedra, que pode conduzir a queda
Insatisfação e comemoração quando o shape quebra
Rodas e pés deixando rastros por onde passam
Streeteiros caçam, obstáculos naturais que o satisfaçam
E ultrapassam as leis da gravidade
Pra vencer cada degrau dessa cidade
A receita a palavra chave é a descoberta do segredo
Treino e autoconfiança pra vencer o medo
As ruas aguardam manobras
Transições, escadas, corrimões, calçadas
Skate debaixo dos pés
Dirigido por mim, guiado por Deus
As ruas aguardam manobras
Transições, escadas, corrimões, calçadas
Skate debaixo dos pés
Convicção pra executar a manobra com perfeição
Exatidão, calculando salto e a rotação
Suor escorrendo do rosto
Vou ali tomar água no posto
Joelho machucado mas sempre disposto
Diversidade
Esporte e diversão pra toda idade
O lance é dominar o pico
Sem completar a manobra eu que não fico
Por que skatista é sempre um vencedor mesmo sem patrô
Feminino mirim iniciante amador
Trajeto pra que um dia torne-se Profissional
Ser for fun é opcional
Tentativas e mais tentativas
Mentes criativas
Rodas em atrito com o piso
Manobra concluída e um sorriso
As ruas aguardam manobras
Transições, escadas, corrimões, calçadas
Skate debaixo dos pés
Dirigido por mim, guiado por Deus
Quatro bancos, cada banco uma pessoa, cada pessoa uma história, cada história uma narrativa diferente de cada um sentado em cada banco.
Educação vem de berço, não se aprende nos bancos das universidades, e não há dinheiro que a compre. Um dos maiores legados que um pai pode deixar ao filho. O outro é a oportunidade de adquirir conhecimento. Esse, sim, se aprende nos bancos das universidades. Já sabedoria, só mesmo a vida vai te dar.
No Tempo dos Trens...
Era ali uma antiga e desativada estação
Bancos em madeira desgastadas, pés de ferro
Placas indicando setores, alertando cuidados
Pisos cimentados, cinza, mal conservados
Recordo dos dias em que muitos ali iam
Se postavam em espera sob a coberta plataforma
Uns, com bagagens, outros, à espera do apito
Que, soava em meio à fumaça da locomotiva
Havia ali a presença de ambulantes e passageiros
De anfitriões, de amigos saudosos, gente simples
Olhares sendo trocados... ansiosos por abraços
Meninos curiosos, pais saudosos, férreos trilhos
Namoradas vestidas de “para ver Deus”
Sem maquilagem, inquietas, prendadas
Acompanhadas, como manda o bom alvitre
Desejosas do beijo que teria de esperar
O tempo, discretamente, levou a estação
Desativou a alegria de chegada e partida
O progresso fez da ferrovia vaga lembrança
Onde parava o trem, hoje, passa vento e boiada
Ter dois bancos, um federal e um privado, é uma ótima opção pense com um eu posso barganhar taxas menores e com outro ter os menores juros, incrível não é?!? como eles nos bitolam e nos fazem parecer raciocinar encima de um jogo com regras pré estipuladas. Somos apenas marionetes, cumprindo o seu "destino".
Sobreviver entre hipócritas, é uma lição que você nunca vai aprender nos bancos das escolas ou em universidades.
Alguns bancos a fechar
E o Zé-povinho a pagar.
As empresas a falir...
A ordem é p'ra fugir!
In VERSOS - Trovas e Sonetos
eu não entendia
& ela se mexia tanto ao meu lado
& aqueles bancos apertados
o ar condicionado gelando tudo
(os brincos dela, o meu humor)
mais de uma hora cruzando
ruas, avenidas, parágrafos –
o livro gritando alto
num mundo surdo
depois de arrumar-se
mais algumas dezenas de vezes
passou batom nos lábios
o sol já estava no meio do céu
quando ela se levantou
foi então que percebi que
três pequenos pássaros
voavam em suas costas
A economia é um triângulo com 3 pilares que a suportam que são: o governo, os cidadãos e os bancos, mas só a do meio é que carrega com todo o edifício.
O sem-teto
Na casa do meu pai há muitas mansões. - João 14: 2
Eu os vi enrolados em bancos de parque em Chicago. Eu os observei adormecidos em portas dentro da sombra da Casa Branca. Eles caem contra as paredes de um metrô de Nova York. Eles se amontoam nos becos de Los Angeles. Eles são os sem-teto - inquietos, furtivos, muitas vezes doentes.
Para mim, a falta de moradia ilustra a condição humana sem Deus. A Bíblia diz: "Todos nós, como ovelhas, nos desviamos" (Isaías 53: 6). Negar a Deus, como tantas pessoas fazem hoje, é ser um sem-teto em um mundo que Ele projetou para a Sua própria glória. Abandonar Sua lei moral é se desviar sem rumo. Negar a Ele é tornar a vida sem sentido. Recusar Seu amor é afundar na frieza do desespero.
A resposta para o dilema humano é acreditar em Jesus Cristo. O líder da igreja primitiva, Agostinho (354-430), disse: “Tu nos fizeste para Ti, e o coração do homem está inquieto até que descanse em Ti”.
Confiar em Cristo é entrar na calorosa e amorosa família de Deus (Jo 1:12). Esperar Nele é aguardar ansiosamente por um lar celestial que durará para sempre (14: 1-3). Recebê-lo é tornar-se parte de seu mundo de verdade, moralidade e paz.
Você está se sentindo sem-teto? Venha para casa para Deus.
À deriva em um mundo que não tinha sentido,
senti uma compulsão de vagar,
E então um dia brilhante eu encontrei Jesus,
Finalmente encontrei a casa do meu coração! - k. De Haan
Nós estamos sem casa até que Cristo esteja em casa em nossos corações. David C. Egner
Eu roubei doze bancos em sete estados. Tenho pouco mais de nove milhões de dólares em dinheiro. E ninguém sabe quem eu sou.
A Roda Gigante já não gira, seus bancos estão vazios e suas luzes multicoloridas estão apagadas. Resta somente a luz do Sol que hoje já se vai mas promete voltar e trazer de volta a vida que tínhamos antes. #covid19
"Devido às quebras de bancos, queda nas bolsas, cortes no orçamento, crise nos combustíveis e pelo racionamento mundial de energia, informamos que a famosa luz no fim do túnel será desligada."
Cadê a Graça?
Cadê a graça?
De dona Graça
Que ria de graça
Nos bancos das praças?
Dona Graça era assim
Aparecia espontânea
No meio dos homens sem graça
Ria da solidão
Dos Aborrecimentos
Dos homens hostis
Que não sabiam viver.
No meio da multidão
Eu encontrei dona Graça
Que me deu um braço
Me chamando pra viver
E quando abracei dona Graça
Eu fiquei cheio de graça
Veio um adulto sem graça
Dizendo que a minha graça
Não tinha razão de ser
Por que estou rindo assim?
Achando graça de quê?
Cadê a graça?
A graça está no teu rosto
No teus abraços
No teu Corpo
Na tua alma
Nos teus olhos
No teu coração
Na tua contradição
No teu medo de viver!
A graça está na criança
Que cresceu e ficou adulta
E tem medo de crescer
Em concordância com o mundo
Que é onde estar você.
Ela e eu
Eu e você achando graça da vida
E deixando a vida correr.
LYA – UM SORRISO NO OLHAR
É nas coroas dos rios Poti e Parnaíba,
Nos bancos de areias torrente do Piauí,
Com belas praias fluviais temporárias,
São os melhores pontos de hobby e lazer.
Na capital dos Raios vive uma musa,
Que não é a Imperatriz Tereza Cristina,
Uma jovem talentosa e apreciável, Lya,
Arraigada com belezas é una bella muchacha.
Cabelos negros ventilados pelas auras,
Com charme, amor é uma delicadeza,
Traduzindo performance de uma deusa,
Atributo impecável sobressai com leveza.
Teresina uma capital toda planejada,
Por isso o poeta caxiense Coelho Neto,
Então batizou a minha Ciudade Verde,
Onde floresce o romantismo e poetas.
Partilhando da Curva de São Paulo,
Eu vou ao Jockey Club rever a Lya,
Elegante, carinhosa e mui amiga,
Presente que Deus lhe deu - Noélya.
Agradeço-lhe o brilhantismo encantado,
Duma jovem num encontro inesperado,
Surpresa que renasce com o teu sorriso,
É você Lya uma rainha das águas.
Serás sempre aplausível como as águias,
Louvando nos teus lábios és majestade,
Andando nas ruas com real juvenilidade,
Teresinense com arraigados atributos.
(*)L(*)Y(*)A(*), contigo breve vou poetar,
Entre as margens da Frei Sarafim,
Um grande poema eu vou ofertar,
No próximo encontro pra te alegrar.
Do Rio Poty Hotel será toda uma primazia,
Degustando no Restaurante “Le Jardin”,
Os teus suaves encantos de uma princesa,
Com sorriso e muita delicadeza, é poesia.
