Bancos
As teorias do apocalipse climático são sempre superadas pelos gráficos dos investimentos dos bancos.
Cristãos só de bancos costumam fazer dívidas com os incrédulos, investindo o seu tempo com as coisas passageiras, supérfluas e inúteis, correndo sempre atrás do prejuízo, da corrupcão e das contaminações do mundo, acostumados a não se assentarem com a verdade.
O problema da igreja evangélica brasileira não está necessariamente nos bancos, mas principalmente nos púlpitos.
Educação vem de berço, não se aprende nos bancos das universidades, e não há dinheiro que a compre. Um dos maiores legados que um pai pode deixar ao filho. O outro é a oportunidade de adquirir conhecimento. Esse, sim, se aprende nos bancos das universidades. Já sabedoria, só mesmo a vida vai te dar.
Enquanto
nos ocuparmos em tão somente
lustrar bancos de templos e igrejas,
à cata de supostas salvações
e milagres...
O Messias permanecerá
crucificado!
E se eu te dissesse
Que há bancos que financiam partidos
E meia volta aparecem com os cofres falidos [...]
In, As mentiras da verdade
A Paz que agente precisa é uma questão de tempo, mas mesmo assim temos saudade de sentar nos bancos das praças das cidades e refletir sobre as coisas da vida natural e extinta.''
O que definirá a igreja desse seculo , não será os números de bancos cheios , mas a saúde espiritual dela.
"Dá-nos hoje a correria nossa de cada dia, pois os bancos não perdoam nossas dívidas, assim como muita das vezes fingimos que perdoamos os nossos devedores."
BANCOS e JARDINS
(D'sorroco)
Verdes de Vida
Cruas
Bisbilhotando jovenildade
Aspirando ares da urbe
Passam por min
Amors de toda a parte
Encantam-me e me enamoram
Nestes bancos solitarios sem fim
No Tempo dos Trens...
Era ali uma antiga e desativada estação
Bancos em madeira desgastadas, pés de ferro
Placas indicando setores, alertando cuidados
Pisos cimentados, cinza, mal conservados
Recordo dos dias em que muitos ali iam
Se postavam em espera sob a coberta plataforma
Uns, com bagagens, outros, à espera do apito
Que, soava em meio à fumaça da locomotiva
Havia ali a presença de ambulantes e passageiros
De anfitriões, de amigos saudosos, gente simples
Olhares sendo trocados... ansiosos por abraços
Meninos curiosos, pais saudosos, férreos trilhos
Namoradas vestidas de “para ver Deus”
Sem maquilagem, inquietas, prendadas
Acompanhadas, como manda o bom alvitre
Desejosas do beijo que teria de esperar
O tempo, discretamente, levou a estação
Desativou a alegria de chegada e partida
O progresso fez da ferrovia vaga lembrança
Onde parava o trem, hoje, passa vento e boiada
A Roda Gigante já não gira, seus bancos estão vazios e suas luzes multicoloridas estão apagadas. Resta somente a luz do Sol que hoje já se vai mas promete voltar e trazer de volta a vida que tínhamos antes. #covid19
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