Bagunça
MÚSICA DO VENTO...
O vento leva e traz momentos em meus pensamentos.
O vento bagunça as nuvens, mexe com minhas imaginações, mesmo assim é você, toda minha inspiração, inspiração com boa intenção, porquê teu sorrir acalma meu coração...
O vento trás seu perfume, e sinto ciúmes, por procurar e não encontra, quero saber onde esta, não para dominar, para proteger, cuidar e amar...
Quando o vento para, fecho os olhos pra sonhar, em cada sonho um jeito melhor para lhe conquistar, penso até em caminhar beira mar e até chegar ao altar, até porque sonhar não é proibido.
Tudo isso me faz parar e refletir, se tudo é possível existir, sei que sonhar não é proibido, falar pode ser,
Independente de ser ou não ser, as vezes falo do que sonho com você, fica sem palavras e diz que o surpreendi, quando insisto diz apenas, entendi, estou diferindo o seu pensar, fala sem eu esperar...
Sempre penso, bom que entendeu, porque quem sonha sou eu, e nem sempre consigo expressar o meu pensar, me embolo nas palavras, troco letras, falo besteiras e no final, tudo vira brincadeira, mas vale apena, seu sorriso encanta a sena, sena de um menino homem que sonha e não dorme...
O mundo não é perfeito. Sempre foi uma bagunça. Não há como mudar.
Nosso trabalho é mudar nossas vidas, nossos hábitos e nossas atitudes.
Sem deixar vestígios
Bata a porta , entre
Faça bagunça
Não precisa tocar a campainha
Apenas deixe tudo arrumado quando sair .
Poesia de
Islene Souza
Enviado por Islene Souza em 21/03/2018
Código do texto: T6286038
Classificação de conteúdo: seguro
Na bagunça do meu quarto, em uma madrugada extenuante,
Ainda encontro inspiração para escrever versos dedicados a você, integralmente a você.
Aliás, você meu bem, que sempre traz na timidez desse
olhar, o encanto e o desejo de ser amada, além de amar.
Cabelos soltos, riso leve, voz suave e rouca, embebedando meu instinto com doses de loucuras e de prazer,
Tornando esse momento único e mágico.
Você eleva meus sentidos a um êxtase sem fim…
Deixando no meu peito um enorme desejo de berrar aos sete cantos do mundo, o quanto você me cai bem.
AMOR
Amor sentimento forte
grande como uma floresta
o amor nos bagunça
e ao mesmo tempo nos completa.
Às vezes o amor dói
o amor consome
e o amor corrói
mesmo sem sabermos o nome.
O abraço, o beijo
alegria q passa
rindo a beça
de piadas sem graça.
O amor nos agita
e no nosso peito grita
eu amo esse garoto
ou, eu amo esta menina.
Ele chega sem avisar
e quando se assusta
você está a amar
Ame seus amigos
Ame seus irmãos
Ame a todos
Mas que seja de coração.
Obra de Arte
Não, eu não sou de quem me rasga o peito, dilacera, machuca, faz motejo, me bagunça, vai embora, e quando volta, não é para arrumar.
Eu não sou de quem vê somente a aparência, de quem é cego por vaidade, de quem só acha que me conhece de verdade, que não enxerga o que sou por não conseguir enxergar além daquilo que aparento ser.
Eu sou de quem saber ter, de quem sabe ser, ser amor ... Sou de quem traz calmaria, de quem não tulmutua, sou artista do amor, e de mim já faz parte, afirmar que ser tua, não é nenhuma obra de arte.
Desculpe a bagunça! É que por aqui, já passou várias tempestades, á última me levou o teto, me deixando as estrelas!
menina de inocência perigosa,
que acalma e bagunça, aquece e esfria...
se aproxima com distância, vezes parece tão perto, mas não é tocada
que sente, confunde, esconde e demonstra, embaralha... se perde sem querer e querendo, encontra-se onde não se acha....
não se acha solução, sempre há indagação,
desejos, devaneios, divergências, divagações
propostas indecentes da mente
pecados imaginários
vives sempre se posicionando aos braços de amores fantasiados
sorrisos que convida
paixões ilusórias
atrações misteriosas
não aquieta, mas é quieta que ela caça os olhos alheios
não se prende, nem se possui
menina perigosamente inocente,
mal sabe do poder que tem quando joga o cabelo, ou sabe e por isso assim faz
suga as essências, provoca sentimentos
penetra no olhar, vira e vai embora
diz que não pode ficar
que a lua chama e ela tem que ir pra rua
Deus sabe sempre o que faz!!!.As vezes bagunça para arrumar...Muitas vezes, nos `e que nao temos a sensibilidade para entender. Por isso devemos sempre nos alertar,olhar para os lados,para podermos compreender, aprender, e confiar...!!! Amem
Dei um ponto final
nesta história,
preciso parar de pensar
na bagunça que fez em minha vida
Um sentimento revirado não sei porque agora, que você apareceu na minha vida!
Sabe que sei de seus compromissos e nada sou entre eles.
Eu sei que caminharei ainda sozinha por muito tempo.
Até um porto seguro!
Assim como o vento bagunça os cabelos, deixo que ele me leve. Não no sentido conformista de quem apenas assiste a vida passar, mas na leveza de quem vive sem ir contra o fluxo. Vivo num exercício diário de deixar o futuro no lugar que ele pertence, e assim, sem me preocupar, vou vivendo o hoje como um presente.
Vejo o ‘6’ como sendo aquela inércia guardada no quartinho da bagunça que evitamos jogar fora, ou também como a tal da – já clichê – zona de conforto, sabe?
O ‘meia dúzia’, porém, encarna o papel de evolução deste mesmo – coirmão – ‘6’.
Contudo, ele, o ‘meia-dúzia’, segue mais além, e nos permite afrontar o distinto, o desafiador, a sorte, os medos, e o tal desconhecido da forma mais corajosa e inesperada possível.
