Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
Morte
Oi?! Oi?! Onde estou?
Sou... Vou... Alou?!
Puxa vida! Vida?!
Ida sem vinda ...
Ou vinda sem ida ...
Aqui estou, para onde eu vou?
Com quem eu vou?
Em nome dos professores de minha infancia e juventude,
que me ajudaram a ser quem sou na envelhitude,
parabenizo a todos os heróis anonimos no dia a eles dedicado,
que deveriam ser todos os dias do ano, antes de sua extinção...
Osculos e amplexos,
Marcial
NA VERDADE ELES SÃO UMA CLASSE EM EXTINÇÃO
Marcial Salaverry
Vamos ver porque a classe dos professores pode ser considerada em extinção, e claro, vamos procurar entender o que é ser professor, e perceber como é desanimador ver tanta falta de reconhecimento, seja por parte das autoridades, seja por parte de certos alunos e mais ainda, dos pais desses alunos.
Parafraseando um velho ditado, digo que de professor e louco, todos temos um pouco. Todos nós temos algo de professor dentro de nós. Sempre temos algo a ensinar a alguém e, principalmente, sempre estamos, pelo menos, querendo ensinar algo a alguém. Vai daí que, o Dia do Professor é dedicado a todos nós, e não somente àqueles heróis e heroínas que labutam nos bancos escolares, ganhando um dos baixos salários, procurando ensinar suas matérias a alunos, na maioria das vezes abusivamente maleducados.
Qual de nós não tem um lugarzinho especial na memória para algum professor (a) que teve uma passagem marcante em nossa vida? Eu, particularmente, retiro das brumas de um passado longínquo o nome de Dna. Rosina Pastore, que foi minha professora no quarto ano primário e admissão ao ginásio no Grupo Escolar Arthur Guimarães, em São Paulo. Sem dúvida alguma, UMA SANTA. Muito do que sei e sou, devo a ela, pelas lições de vida que dava em suas aulas, sem esquecer igualmente do Prof. Pina, professor de português no Colégio Estadual Presidente Roosevelt, em São Paulo, eis que ambos foram importantíssimos em minha formação.
Entendo que a melhor homenagem que se pode prestar a esses profissionais abnegados é esse mergulho no passado e, com um pensamento forte e saudoso ver e relembrar a importância que os professores tiveram em nossa vida, ainda mais, se considerarmos que a atualidade é bem mais sombria do que antigamente, principalmente no que tange ao respeito que se dispensa a eles. Não deixo, também, de estender os parabéns a todas as pessoas que, revelando o professor que existe dentro de si, sempre estão prontos a transmitir seus conhecimentos para outrem. Todo aquele que ensina alguma coisa a alguém, pode com todo direito ser chamado de professor. Então, a todos aqueles que em alguma época da minha vida dividiram seus conhecimentos comigo, meu MUITO OBRIGADO E MEUS PARABÉNS pelo dia 15 de outubro.
Analisando bem as funções dos professores, chega-se à conclusão de que realmente, um professor para merecer ser assim chamado, tem que ser um ser especial, com uma real vocação para o magistério, pois realmente não é fácil ser professor. Não é apenas decorar as aulas, e despejar matéria em cima dos alunos. Envolve muita coisa. Exige mesmo uma doação por parte daqueles que escolheram essa profissão.
Na verdade, podemos considerar professores, como uma classe em extinção mesmo, devido a certas condições, que cada vez mais, dificultam o exercício de sua profissão, e assim, cada vez menos pessoas querem abraçar uma profissão que, além de ser mal remunerada, ainda conta com a falta de reconhecimento, não só por parte dos alunos, mas também e principalmente por parte dos pais. Mais ainda, por parte dos pais dos maus alunos, que atribuem todos os problemas que seus filhos causam, à ineficiencia de seus professores, e é preciso notar ainda que o que mais assusta e preocupa os Professores hoje em dia, é a violencia que campeia nas escolas, e é preciso que se faça algo para coibir essa violencia que vem criando cada vez mais marginais nos bancos escolares, com a disseminação do uso de drogas, e outros vícios congêneres e igulamente maléficos...
É preciso haver mais respeito a quem tem uma função tão importante e delicada. É preciso que as autoridades esqueçam o lado romantico da coisa, e, esquecendo a utopia, caia na realidade, pois esta é uma das classes mais mal remuneradas que existe, obrigando que um professor tenha outras fontes de renda, para tentar morrer de fome com alguma dignidade. Não podemos esquecer os longos anos de estudo para chegar ao Magistério. Realmente, Professor não é uma profissão, é um estado de espírito. É imprescindível que sua remuneração seja reavaliada.
Principalmente, é preciso que haja mais respeito aos professores, seja por parte dos alunos que precisam entender que eles estão na escola para estudar, e não para badernar, e que, se não quiserem estudar, devem procurar outros meios de vida. E os pais precisam entender que devem fazer sua parte na educação dos filhos, preparando-os adequadamente para a escola, explicando que eles devem respeitar os professores, como se fossem seus pais.
O problema é que geralmente a falta de respeito começa em casa, pois nem todos os pais sabem mostrar aos filhos quais são seus limites, e o desconhecimento desses limites, implica na falta de respeito, não somente aos pais, como também aos professores, criando uma série de problemas nas escolas.
Fechando o círculo vicioso, justamente esses pais, são os que mais reclamam da ação dos professores que acabam desanimando, e desistindo dessa profissão, e assim, pode-se concluir que pelo andar da carruagem, não demora muito, não encontraremos mais ninguém com disposição para encarar essa tão delicada e sacrificada profissão.
Assim, se não houver mudanças em todos os sentidos, podemos considerar os professores, como uma classe em extinção.
Esperando que a coisa realmente se modifique, vamos com uma certa dose de otimismo, esperar que o Dia do Professor, seja realmente UM LINDO DIA, e que eles possam ter e desejar por todo o porvir...
Não sou boa com recomeços, nem com os fins. Gosto mesmo é de quem me vira do avesso. E desperta em mim o desejo de sempre continuar....
Sou intensa, verdadeira
E sofro....
Valoriza quem quer...
Mas depois não vem chorar o leite derramado
Por que quando eu tomo minha decisão
Eu pratico o desapego
Não deixei de amar
Só escolhi deixar de sofrer!
Em mim nasce a poesia como ramos, brota como flor...surge do nada.
Sou poeta, poesia..me deixo ser carregada pelas ondas, me deito em alto mar...viajo pelas estrelas, vou a qualquer lugar, chego onde chegar...
Quando quero me faço rosa, quando penso sou beija-flor... posso também ser borboleta, um cofrinho de amor...sou o que desejo, o que vivo e penso.
Posso ser peixe, posso ser mar...posso me fazer estrelas ou luar..
Também posso ser pássaro, voar, voar...se quiser me faço rio ou sereia a dançar...
Danço com o vento, com a chuva saio a bailar...rodopio, me invento !
Se quiser, vez em quando sou saudade, solidão...sou silêncio, sou palavras...claro ou escuridão, quando quero abraço cascatas, beijo água...tomo banho de vinho, me enxugo com a paixão. Sou festa, alegria...felicidade é minha casa, sorrisos minha mansão...sou castelo e magia, sou verso, sou canção.
A música é minha praia, você meu violão...te toco quando quero, te faço canção.
"Falo da paixão com intimidade, porque a conheço
Sou apaixonado por ela e sua ausência me angustia
E para quem não a conheceu ou entende, eu digo:
Paixão não pode ser inventada, acontece...
Paixão não se pratica, se vive! "
Um veleiro ao sabor do vento, é o que sou..
Ao mar e entre as ondas, deixo me levar..
Navego em busca de um sentido, mas sem destino
No imenso azul, onde o céu e o mar se encontram no horizonte, sou um veleiro ao sabor do vento..
E o vento que afaga as velas, enchendo-as de energia
È o mesmo, que um dia, vai trazer ao meu encontro, o sentido da vida..
Lento ou veloz, manso ou intenso!
Sou um veleiro ao sabor do vento
Os elogios não me iludem, as críticas não me derrubam, sou o que sou, não pelas reações dos outros, mas pela minha satisfação interna!!!
Sou apenas mais um querendo mostrar o cotidiano, através de imagens invertidas, capturadas de uma câmera do celular...
Uma vez ele me falou que sou tão previsível tanto as Estrelas do Norte, disse também que sou feita de instantes, que fui um bem súbito em sua vida. Eu espero que tenha sido a estrela mais brilhante que orbitou naquele mundo sombrio. O admirava dormindo e apenas lamentava o gosto ácido da dúvida, meus olhos vacilantes denunciavam um “por que” a cada contratempo de sua respiração. Então me atingiu de inesperado o dia que o conheci, ele usava botas de couro, aquelas botas de motociclista, sabe, e um chapéu engraçado, me falou que estava terminalmente apaixonado por mim usando o termo “razões óbvias”. E eu não compreendia, mas apreciava que dançávamos no mesmo ritmo e sabíamos até descarrilar o mundo no mesmo compasso. Então, passo a passo, reconhecia um pouco de mim naquele enclave e me sentia confortável por isso, por fazer parte de um reduto de paz e, quem sabe até, ser a fonte desta sensação. Daí percebo que talvez ele seja o “de repente” que eu tanto aguardava e o frio na barriga que jamais cogitei provar. Mas como? Tantas perguntas e não esbarro com resposta alguma e sinceramente, eu não preciso. Daí descubro que também o encontro no meu “onde”. Na direção concreta, no ponto de referência confiável e exato, desvendo por trás do sorriso largo uma alegria recíproca, e na constelação de euforia, o desenho como Estrela do Sul. Minha estrela, jóia rara. E nós somos um. Por quanto tempo? Eu não sei, mas desculpa a falta de jeito, é que eu não posso resistir à tentação de pecar pelo excesso de desconfiança com o destino por ter o atravessado como um meteoro no meu céu. Era o tempo que cura fazendo cócegas no umbigo e ressaltando o meu gargalhar frouxo. E eu sentia isso também, todos os dias. Sentia as cócegas daquele riso baixo, do sopro leve na curva da minha orelha, sentia cócegas no olhar infame e até ousava a desvendá-lo.
- Razões óbvias? – Indaguei.
- Razões nucleares, menina, seu coração é uma bomba atômica e não sei se aguento o peso das explosões.
Tarde demais.
Acho que foi amor à primeira crise de riso.
Vamos definir!
Sou negro, flamenguista, e já peguei uma negra chamada Tereza!
MAS.
Não gosto de SAMBAFUNK, drogas e “probremas”, além de MCs.
O lugar que você frequenta eu dou descarga. Não me manda mais convite.
Sou criança, sou menino, sou jovem, sou homem maduro.
Sou a noite, o amanhecer, o dia, a tarde, o anoitecer.
Sou paz, sou guerra, sou calmaria e perturbação.
Sou o tudo, sou nada, sou luz, trevas e escuridão.
Sou eu, sou ele, sou a sua imaginação.
Sou o que tu pensa, sou o que tu acha, sou sim, sou não.
Sou estrelas, sou céu, sou terra, sou chão.
Sou a lua, sou o mar, todo feito de ilusão!.
Branco não sou Preto também não Sou igual a todos Deus fez nós todos iguais Seja branco,preto,rico ou pobre Iguais somos todos
Como não sou uma pessoa em detalhar tristezas aos poucos para as pessoas, me desabo em lágrimas. Mas quando tudo sufoca demais, acabo explodindo. E na primeira oportunidade para contar há um amigo confiável, eu acabo sendo constrangedor. Acredito que acabo falando demais, e geralmente não me sinto aliviado. Mas, geralmente desabafo não querendo conselhos, e sim abraços ou beijos. De amigos, de alguém especial ou de você.
Fálica submissão, enfastia, meu mundo de cortejos fúnebres. Sou vítima de minha fraqueza, minha embriaguez sem tato. Vítima da verdade, dos fatos, do acaso nefasto. Das correntes sombrias. Tanto a desejar, nada a possuir. Apenas mas um monte de carne sob uma pilha de ossos frágeis. Meu câncer sustenta meus sonhos. Tanto a desejar, nada a possuir...
