PAULO EMÍLIO AZEVEDO, poeta PAz

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Que costumes são esses que se acostumam, que nos acostumam, com o frio, a tristeza e a fome que outro sente sem compaixão?

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A dialética da existência é saber viver entre o ser social concreto e a experiência líquida da solidão.

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Nós somos treinados para matar e morrer. É épica a nossa burrice.

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Aquilo que lhe põe de pé não poderá te tombar. Filho tem dessas coisas.

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A minha parte inteligente é muito inteligente. Mas, a minha parte burra é também muito burra.

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Quando o céu não for mais tão longe quem sabe a gente se encontra mais rápido com Deus e pede pra alterar logo o estatuto da Humanidade.

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A sensibilidade chega num ponto tão alto que transborda em arte.

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Não sei qual é a resposta. Mas, quanto à pergunta tenho certeza que a mesma já se tornou inócua.

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Somos um país com leis, não com justiça.

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Em cidades de praia, as outas coisas (com enorme importância) ficam, em geral, para amanhã.

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Observo atentamente a grandeza da miniatura que somos.

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Pensar o pesar. Pesar o pensar - n questões pra humanidade.

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Existem três, talvez, quatro ou mais (deixo para vocês decidirem e indicarem) formas de se tornar visível na cidade. A primeira é sobrepondo a luxúria à miséria; a segunda (que pode ser efeito da primeira) é apontando uma arma para outrem ou a esmo. A terceira, é (ex)pondo o corpo em movimento (que pode ser pausa), trata-se na verdade de uma arma mais potente e criativa.

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Quem está em movimento não tem partido.

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A obsessão pelas comemorações de centenários me levam a crer que as pessoas ficarão esquecidas por mais cem anos. Vamos comemorar o 99 – somos imperfeitos!

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Fique puto, você está sendo filmado.

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Política, mente correto?

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Não durma acordado nem acorde dormindo. O lema é: desperte seu sonho! Isso faz diferença!

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Poesia é plural. Expressa a diversidade de tantos poemas e revela a singularidade de cada poeta.

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A sensação de que não estamos acompanhando a velocidade do dia-a-dia está correspondente a de que não estamos saindo do mesmo lugar. Chama-se perplexidade.

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Aeroporto é assim: pessoas aéreas sem porto. Aeronaves no solo sem voo.

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Desconfio de quem tem mais que quatro ou cinco amigos. Dos que tem mais de quatrocentas ou quinhentas curtidas em cada post ou foto desconfio, ainda mais.

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Ser daltônico é a única chance que tenho de não ver as cores nas suas engessadas representações políticas e suas respectivas hierarquias estéticas tão vorazes. Vou começar a pintar outro arco íris por aí. Aceito tintas incolores.

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A qualidade de um ser humano se mede pela quantidade de pixels do seu Photoshop.

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Filho é o amor mais sem vergonha que temos. Sem vergonha alguma em dizer que se ama todo o tempo. Parece um mantra, mas é a melhor das pragas de Deus. Que bom que Deus nos fez crianças sem vergonhas. Já o caráter é coisa dada pelos pais e mestres.

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