Marcelo Rissma
Não desistam! Saibam que os sofrimentos que os redimidos sofrem nesse mundo caído são TEMPORÁRIOS, eles gerarão um galardão na ETERNIDADE.
A pessoa que você escolhe para se casar afetará em tudo a sua vida. Sua saúde mental, sua paz de espírito, sua felicidade, como você lidará com dinheiro, com sucessos e com fracassos, como seus filhos serão criados e muito mais. Assim, escolha bem!
Os sofrimentos temporários nesse mundo caído por causa de Cristo gerarão uma recompensa eterna.
(1º Pedro 4.12-13)
Muitos líderes religiosos quando percebem que um membro ou vários membros sinalizam uma possível saída da instituição, usam o artifício mental do medo, tagarelando que quem fica trocando de "igreja" é isso, é aquilo, vai acontecer isso, etc... Esse artifício é um jogo mental para manter o membro cativo em lugar que não o atende mais, nem espiritualmente e nem intelectualmente. A grande verdade é que se o lugar te faz mal, você pode trocar quantas vezes forem necessárias. O que você não pode fazer é trocar o Deus verdadeiro (Jesus) por outro deus.
Muitas pessoas ainda não aprenderam a diferenciar igreja com "i" minúsculo, de Igreja com "I" maiúsculo. A igreja com "i" minúsculo é a placa, o CNPJ, as paredes, a instituição; já a Igreja com "I" maiúsculo é gente que creu em Jesus, se arrependeu de seus pecados, foi redimida pelo sangue do Cordeiro de Deus e vive em fidelidade e conformidade com a Sã Doutrina.
Se a queda é vontade decretiva segundo o calvinismo, então, à vontade decretiva vai contra a vontade ordenada?
Resposta protocolar calvinista: "é mistério"...
Na verdade é uma das várias contradições bizarras do calvinismo.
Um Evangelho que só prega sobre o inferno, e que não prega sobre o Amor Redentor de Deus, é um Evangelho que não salva do inferno.
Alguns pregadores até hoje não entenderam que João 3.16 é o texto áureo das Escrituras!
Calvinistas chamam de predeterminação, preordenação ou predestinação divina às asneiras que os seres humanos fazem com o livre-arbítrio concedido por Deus. Assim, esses hereges deterministas retiram a responsabilidade humana e culpam Deus pelas mazelas desse mundo caído.
Não tenho tempo para ser juiz de ninguém, pois, há muitos defeitos em mim que precisam ser melhorados.
O antropocentrismo humano faz com que ele viva de modo inferior aos animais que ele chama de irracionais.
Calvinistas insistem em afirmar erroneamente que Deus só conhece aquilo que Ele determina. Além de ser um erro teológico primário, pois faz do Deus Atemporal um prisioneiro do tempo, ainda é um ataque absurdo a Onisciência Divina.
Feliz Natal
- O primeiro Natal foi celebrado no céu e na terra.
- Anjos e homens se alegraram.
- Na pequena cidade de Belém, na casa do pão, nasceu o Pão da vida.
- O Verbo Eterno, pessoal e divino se fez carne.
- As profecias se cumpriram.
- Naquela noite, nasceu o Sol da Justiça.
- Deus se fez homem, o Eterno entrou no tempo, o Imenso Esvaziou-Se, O mais Exaltado entre os anjos, Humilhou-Se.
- Sendo o Rei dos reis, Fez-se servo.
- Sendo rico e o dono do mundo, Tornou-Se pobre.
- Sendo transcendente, nasceu de uma virgem.
Esse é o grande mistério do Natal que ainda hoje celebramos. Celebramos porque Jesus está vivo. Está vivo e no trono. Está vivo e vai voltar. Está vivo entre nós e dentro de nós.
Feliz Natal e boas festas!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Jeremias Capitulo 10 Proíbe as Árvores de Natal?
Texto fora do contexto usado pelos heterodoxos e palpiteiros canceladores de Natal:
“Não aprendam o caminho das nações, nem se espantem com os sinais dos céus porque as nações se assustam com eles, pois os costumes dos povos são vaidade. Uma árvore da floresta é cortada e trabalhada a machado pelas mãos de um artesão. Eles o decoram com prata e ouro; eles o prendem com martelo e pregos para que não se mova”. (Jeremias 10.1-4).
Muitos heterodoxos e palpiteiros de internet têm usado esse texto fora do contexto para tentar cancelar o Natal. Eles usam essa passagem para argumentar que a Bíblia condena o uso de árvores de Natal, mas, tudo não passa de narrativas falaciosas. Ninguém precisa ser um mega-exegeta para perceber logo de cara que essas palavras foram escritas cerca de mais de 2.000 anos antes que Bonifácio no início do século VIII e Martinho Lutero no século XVI dessem significado ao uso da árvore de Natal. O contexto do capítulo deixa escancarado que Jeremias estava condenando a prática de esculpir ídolos para adoração, e não decorar árvores festivamente. Como sempre digo: TEXTO fora de CONTEXTO vira PRETEXTO para HERESIAS!
Agora, observem o versículo seguinte:
“Como um espantalho em um campo de pepino eles são, e eles não podem falar; Eles devem ser carregados, porque não podem andar! Não os temas, porque não podem fazer mal nem bem” (Jeremias 10.5). Jeremias está apontando que os ídolos são esculturas sem vida e não são verdadeiramente deuses. Ele continua a explicação no capítulo 10.8-10, onde a madeira, o ouro e a prata são claramente discutidos aqui no contexto de fazer ídolos sem vida em contraste com o Deus Vivo e Verdadeiro. A questão denunciada pelo profeta é a tolice os homens criarem seus próprios deuses.
Outros profetas do Antigo Testamento argumentam do mesmo modo (Isaías 44.14-17). O apóstolo Paulo argumenta na mesma direção (Atos 17.29).
Agora, se as pessoas estivessem fazendo pedidos para as árvores de Natal ou adorando-as como divindades, essas passagens certamente se aplicariam. Mas não é, nem nunca foi assim que as árvores de Natal são usadas. Assim, a tradição da arvore de Natal começa com Bonifácio, e ganha os lares com Martinho Lutero durante a reforma Protestante na Alemanha.
Dito isto, pare de dar ouvidos aos canceladores de Natal e palpiteiros de internet! Essa gente não passa de terraplanistas gospels!
Pense nisso, estude a história da igreja e ótimo Natal!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Calvinismo X Cruz de Cristo
No determinismo calvinista, a cruz de Cristo não é o centro da salvação, mas o prego do decreto arbitrário! Nesse esquema determinista, a pessoa nasce salva (eleito incondicionalmente) ou perdida (réprobo incondicionalmente) por um decreto arbitrário do deus calvinista que, não leva em consideração a fé, arrependimento e fidelidade, por considerarem essas condições estabelecidas por Deus como obras humanas. Assim, qual o propósito do sacrifício de Jesus na cruz? Qual propósito da fé? Qual propósito da pregação do Evangelho? Não já está tudo determinado incondicionalmente antes da fundação do mundo como ensina o calvinismo?
Sola-mentos com essa doutrina heterodoxa.
Pense nisso e cuidado com os heterodoxos deterministas!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
A realidade que precisamos entender é que grande parte das pessoas não tem nenhum interesse pela verdade, mas por aquilo que as favorecem ou as deixam mais confortáveis.
Estamos presenciando uma geração completamente apática, e que não tem nenhum interesse pelas perguntas fundamentais da vida.
