Marcelo Rissma
O povo de Deus sobreviveu a Faraó; Sobreviveu aos Cananeus; Sobreviveu ao cativeiro Assírio; Sobreviveu ao cativeiro Babilônico; Sobreviveu aos imperadores romanos; Sobreviveu as heresias que entraram na igreja a partir do 3º século; Sobreviveu ao papismo e triunfará sobre liberalismo teológico, sobre a nova ordem mundial e por fim ao anticristo.
A insanidade da doutrina calvinista da expiação limitada é que se Deus não amou a todos
(João 3.16; Rm 5.8; 1° João 2.2), logicamente, você também não precisa amar a todos
(Mt 5.43-48; Mt 22.36-40; 1° Ts 3.12).
No mundo tem os que andam nos holofotes (Mt 23.1-7), os que andam nas trevas (Ef 5.1-15) e os que andam na luz (1 João 1.7). Portanto, cuidado com os holofotes e com as trevas, busque andar na luz.
Quando o altar vira palco, o mensageiro vira animador, a mensagem vira entretenimento, o rebanho vira fonte de renda e o culto vira maldição.
Como que Jesus morreu por mim se eu nem havia nascido?
Cristo, na cruz, pagou o preço de sangue o valor dos nossos pecados; Ele não precisava esperar você nascer para fazer isso, assim como a Lei áurea assinada pela princesa Izabel serviu para os negros ainda não nascidos.
Todo líder fraco na comunhão com Deus e com pouca fundamentação bíblico-teológica, vai saturar a igreja com entretenimento e ativismo religioso, numa tentativa de suprir a falta da Presença de Deus e da Sã Doutrina.
Católicos e calvinistas preconizaram alguns dos fatos mais infames da história da humanidade. Perseguiram, difamaram, prenderam, mataram, incitaram o ódio entre os homens, tudo em nome de um “deus” que era o oposto do revelado por Jesus nos Evangelhos.
A conversão te liberta da lama, a santificação é um processo que vai removendo a lama de você; já a religiosidade te enfeita de santo por cima do corpo sujo de lama.
As quatro principais fontes que lideranças antibíblicas usam para manipular o povo são:
1. Entretenimento.
2. Ativismo.
3. Falsas promessas.
4. Falso Avivamento.
Na vida, algumas pessoas acham que são; outras fingem que são; algumas são e não sabem que são; outras são, mas todos fingem que não são; tem as que sonham ser; tem as que não conseguem ser; tem as que estão se preparando para ser; tem as que nunca vão ser; tem as que perderam e perderão a oportunidade de ser; tem as que cansaram de ser e as que não querem ser, mas serão.
A falta de referências alinhadas com o Reino de Deus acaba dando oportunidades para o surgimento de falsas referências.
Quando disserem: “ele é difícil de lidar!” Não se apresse em juntar-se ao acusador; pois geralmente, os tais “difíceis de lidar”, são aqueles que enxergam além das aparências, discernem as manipulações e não se deixam enganar.
A igreja (instituição) só consegue testemunhar que é Igreja(corpo de Cristo) quando ela consegue ser Igreja fora da igreja.
Todos que tiveram um encontro real com Jesus Cristo, nunca mais poderão viver nesse mundo caído sem Ele.
Os que vivem satisfeitos nesse mundo caído são aqueles que ainda não tiveram um encontro real com Cristo.
Fontes que calvinistas usam para tentar refutar os Arminianos:
1) Eu, eu, eu,
2) Reformodinhas de Internet,
3) Teólogos (gurus) calvinista.
Minha pergunta é: "onde estão as fontes de Arminianos clássicos e Wesleyanos dizendo o que os calvinistas dizem que eles dizem?"
Sabe quando os calvinistas mostrarão essas fontes? No dia de São Nunca!!!
A doutrina de que Deus é o autor do pecado não é encontrada na Bíblia, na Ortodoxia primitiva, nos concílios gerais da igreja, na escolástica e nem na tradição reformada de primeira geração (Luteranos); mas somente na tradição reformada de segunda geração (calvinistas), no ateísmo e nos filhos de satanás.
A coisa tá evoluindo! Começou com os desigrejados e a agora evoluíram para os poligrejados. Quem é essa gente? São os turistas denominacionais, os mochileiros gospels, os andarilhos de cultos, os consumidores de conferências e encontros. Que Deus tenha misericórdia dessa gente!
Quando o calvinista fica encurralado com os desdobramentos da sua teologia determinista e fatalista, a saída é lançar tudo no campo do “indizível”, do “inefável” e do “mistério”.
