Marcelo Rissma
As narrativas falaciosas do calvinismo são quase todas baseadas em absolutamente nada! Muitas não passam de elucubrações heterodoxas, criando inferências carregadas de um “teologuês” fajuto que parece convincente, falando com ar de seriedade reflexiva e apresentando as falácias como uma “argumentação impecável”, para que o público não desconfie que tudo não passa de heresia, fantasia e especulações gnósticos-maniqueístas.
A Conferência do Cúmulo do Absurdo!
O argumento pífio dos cessacionistas é de que os dons milagrosos cessaram todos na igreja com a formação do cânon do Novo Testamento no final do século I.
Agora, a pergunta que desmonta essa heresia: "Como é que essa teoria da cessação (incredulidade, ateísmo religioso) lida com o fato de que os pais da igreja, incluindo Justino Mártir, Irineu, Tertuliano e Agostinho, falam todos de curas e milagres no meio deles, incluindo falar em línguas?"
Sabe qual é a resposta quase unânime desses pseudos líderes cristãos? "Não sei como explicar!"
Na verdade essa gente é seca, árida, morta, vazia e heterodoxa! Torço para que estes homens abram os seus corações e mentes para o Espírito Santo, pois os tais têm sido instrumentos de Satanás para desviar muitos.
Pensem nisso, cuidado com os ateus religiosos, não deixem de buscar os melhores dons (1° Co 12.31), não entristeçam o Espírito Santo (Ef 4.30) e não extingam Ele em suas vidas (1° Ts 5.19).
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Jamais duvide da capacidade que algumas pessoas têm em acreditar em coisas contraditórias entre si.
Ex: Calvinistas.
Três Verdades Simples Acerca do Arminianismo que os heterodoxos calvinistas distorcem:
1. Arminianos não ensinam o livre-arbítrio espiritual "sem a graça" e nem que o livre-arbítrio salva!!!
2. Arminianos não ensinam que Deus não pode intervir na história, mas sim, que não intervém para fazer uma pessoa pecar como ensinam os calvinistas!!!
3. Arminianos não ensinam que se perde a salvação por qualquer motivo (pecado), mas somente caso ocorra a apostasia.
John MacArthur, o calvinismo e o cessacionismo.
John MacArthur achando que lacrou disse:
"A maioria dos milagres registados na Bíblia ocorreu em três períodos relativamente curtos: Moisés e Josué, durante os ministérios de Elias e Eliseu e no tempo de Jesus e seus apóstolos. Nenhum desses períodos estendeu-se por mais de cem anos".
Poucos sabem, mas o cessacionismo é um dos frutos gerados pelo liberalismo teológico do teólogo e filósofo calvinista Friedrich Schleiermacher, que destruiu a fé na Europa e USA.
Agora, quanto à fala heterodoxa do pastor calvinista John MacArthur digo o seguinte:
Parece que ele (McArthur) aprendeu direitinho as regras rígidas do dispensacionalismo cessacionista. Todavia, escapa-lhe que esta era em que vivemos - a era do Espírito Santo, é distinta a todas as demais vividas antes! Ninguém espera que mares sejam abertos ou rochas deem água, nem que corvos venham nos trazer pão e carne. Todavia, os preciosos dons do Espírito foram dados à igreja pelo Espírito, dados abundantemente para edificação, encorajamento e consolação.
McArthur acha que encontrou um "padrão fechado" de cem anos para a ação do Espírito, esquecendo que durante todo o profetismo veterotestamentário o Espírito esteve agindo miraculosamente através de seus profetas, quer através de revelações, sonhos, curas, milagres ou outras formas (não apenas nos dias de Moisés e Josué, ou Elias e Eliseu); e no Novo Testamento, então, há uma promessa, aquela que McArthur tanto ignora: DERRAMAREI O MEU ESPÍRITO... ESTA PROMESSA É PARA TODOS QUANTOS O SENHOR DEUS CHAMAR.
A promessa de Deus não é para os cem anos seguintes à fundação da Igreja, mas "para todos quantos Deus chamar"; e a duração estabelecida não é até a morte do último apóstolo, mas enquanto estamos "aguardando a vinda de Cristo" (1° Coríntios 1.7 - até lá, "nenhum dom vos falta"). Os dons não cessarão quando vier o segundo século, mas "quando vier o que é perfeito", e quando "o vermos face a face" e quando "conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente conhecido" (1º Coríntios 13.12).
Dito isto, se McArthur acha que já alcançou o que é perfeito, se acha que já vê a Deus face a face, e se acha que já conhece plenamente, como plenamente por Deus é conhecido, então McArthur não é só cessacionista, mas é também orgulhoso e presunçoso! Na verdade, McArthur se acha hoje melhor do que Paulo, e mais privilegiado do que Paulo no primeiro século.
Pense nisso e cuidado com os cessacionistas estéreis e secos que circulam nas redes sociais como nuvens vazias.
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O Caminho, o Cansaço e a Obra de Deus.
João 4.4-7: "E era-lhe necessário passar por Samaria. Foi, pois, a uma cidade de Samaria, chamada Sicar, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José. E estava ali a fonte de Jacó. Jesus, pois, cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isto quase à hora sexta. Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber."
Observem que Jesus estava cansado do CAMINHO, mas não da OBRA do Pai.
É normal se cansar DO caminho, da religião, do institucionalismo, do clericalismo, dos religiosos, dos donos de igreja, das perseguições, das reuniões enfadonhas que não resolvem nada, dos cultos áridos, das politicagens, da superficialidade de muitos crentes e mais um monte coisa!
Às vezes algumas pessoas me perguntam: “porque você perde tempo com tudo isso?” “Ninguém se importa!”
Minha resposta é que mesmo cansado de tudo isso, continuo trabalhando pelo Reino de Deus, pois meu coração continua apaixonado pela obra, apesar do cansaço do CAMINHO.
Assim, de Jesus (O Caminho), nunca me cansarei, mas DO caminho, ah... esse a gente se cansa sempre!
Pense nisso e ótima semana!
No caminho Daquele que É O Caminho, Marcelo Rissma.
Só lembrando aos palpiteiros:
Opiniões não são argumentos! Opiniões são crenças pessoais, onde não são apresentados fatos, fontes e estudos, mas narrativas falaciosas em torno do tema.
A doutrina calvinista é uma espécie de
milk-shake de interpretações confusas, contraditórias e heterodoxas.
Num abrir e piscar de olhos, o Reino escatológico de Deus que Jesus inaugurou no
Novo Testamento
(Mt 3.2; Mc 1.15), será consumado.
Se a eleição é uma obra soberana e incondicional de Deus no que diz respeito à salvação humana, então a preterição é uma obra soberana e incondicional de Deus no que diz respeito à perdição humana.
Um calvinista defendendo a livre-agência em detrimento do livre-arbítrio é como o paulista que diz que bolacha é diferente de biscoito ou o mineiro que diz que biscoito é diferente de bolacha.
No último suspiro de nossas vidas nesse mundo caído o que importará é se os nossos nomes estão escrito no livro da vida.
Livre-Agência X Livre-Arbítrio
Um calvinista defendendo a livre-agência em detrimento do livre-arbítrio é como o paulista que diz que bolacha é diferente de biscoito ou o mineiro que diz que biscoito é diferente de bolacha.
Muitos não sabem, mas a tal livre-agência no calvinismo é a mesmo livre-arbítrio da Bíblia e da ortodoxia! Aquilo que os calvinistas (paulistas) chamam de bolacha é o mesmo biscoito reivindicado pelos mineiros.
O que os calvinistas fizeram foi ressignificar pejorativamente o termo livre-arbítrio e inventaram uma tal livre-agência. Ninguém (Não calvinistas, filósofos, dicionários) ensinam o livre-arbítrio como os calvinistas dizem que é.
Observem as definições etimológicas e teológicas:
Definição etimológica do termo. O dicionário Vine (2010, pp. 608,756) diz que livre-arbítrio vem do termo grego “eklego”, “escolher, selecionar, eleger” e “eleutheros”, “liberdade de ir onde quer”. O dicionário Houaiss define como: “possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento, motivo ou causa determinante”. A palavra livre vem do latim “liber”, que significa “livre” e o termo arbítrio “arbiter”, que é “uma pessoa escolhida para decidir sobre uma questão” (2001, p. 1774).
Definição teológica do termo. “Entende-se por livre-arbítrio a liberdade que o ser humano tem de fazer ESCOLHAS, tornando-se, consequentemente, responsável por elas e por seus respectivos resultados […]. É a capacidade dada por Deus de fazer ESCOLHAS, e o primeiro assunto de que trata a Bíblia Sagrada. O livre-arbítrio é inerente ao homem, o qual não poderia ser julgado, jamais, se as suas decisões fossem involuntárias, e ele fizesse o que não desejasse pelo fato de ser movido por uma força estranha, alheia à sua consciência e vontade” (BRUNELLI, 2016, pp. 293-295).
Assim, Tanto biscoito quanto bolacha são termos corretos para indicar o mesmo tipo de alimento, no entanto, o termo biscoito é o mais adequado e comum na indústria alimentícia.
Assim, a tal livre-agência no calvinismo é a bolacha, mas o termo correto, bíblico e ortodoxo é o livre-arbítrio (biscoito).
Agradeço a oportunidade, Marcelo Rissma!
Aquietem o coração! Chegará o dia do acerto de contas, onde os “poderosos” desse mundo caído se encontrão com O Todo Poderoso.
O Brasil está em um nível de insanidade inacreditável! Enquanto muitos patriotas foram condenados por "terrorismo", os verdadeiros terroristas (hamas) são defendidos pelos que condenaram os patriotas.
Quem não é visto, não é lembrado???
José estava preso quando foi lembrado (Gn 41);
Gideão malhava trigo escondido no lagar (Jz 6);
Davi apascentava ovelhas no dia da unção (1° Sm 16).
Não importa onde você esteja; Se Deus tem um propósito com a sua vida, ninguém poderá te esconder!
A Conferência do Cúmulo do Absurdo!
Eu vivi para ver um cartaz de líderes (reformados calvinistas) supostamente evangélicos se reunindo para tratar e aperfeiçoar uma doutrina que prega o fim da ação do Espirito Santo, dos dons e dos milagres na igreja! Se isso não é apostasia o que pode ser então?
O cessacionismo nada mais é que um nome sofisticado para incredulidade!
O argumento dos líderes cessacionistas de que os dons espirituais cessaram no primeiro século na igreja com a formação do cânon do Novo Testamento é pífio, patético e ridículo.
Agora, a pergunta que desmonta essa heresia:
"Como é que essa teoria da cessação (incredulidade, ateísmo religioso) lida com o fato de que os pais da igreja, incluindo Justino Mártir, Irineu, Tertuliano e Agostinho, falam todos de curas e milagres no meio deles, incluindo falar em línguas?"
Sabe qual é a resposta quase unânime desses ateus religiosos? "Não sei como explicar!"
Na verdade essa gente é incrédula, arrogante, sem vida com Deus, sem lugar secreto, seca, árida, morta, vazia e heterodoxa! Minha oração é para que estes homens abram os seus corações para o Espírito Santo, pois os tais têm sido instrumentos de Satanás para desviar muitos.
Pensem nisso, cuidado com os ateus religiosos, não deixem de buscar os melhores dons (1° Co 12.31), não entristeçam o Espírito Santo (Ef 4.30) e não extingam Ele em suas vidas (1° Ts 5.19).
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
