Lucas
Sentir o Agora
Somente agora vejo que as coisas tinha que ser assim mesmo,
Tudo que eu sinto agora vem na minha mente
Pensamentos e os momentos mais lindos
Abro aquele sorriso sem medo de me sentir feliz
Pq nao estou aqui para competir
E muito menos para impedir quem eu amo de ser feliz ...
As vezes e preciso ir, claro para voltar a sorrir
Alguem me disse um dia que temos que ser completos ... que nao dependemos de outras pessoas para nos completar hoje mais que nunca consigo entender e me manter forte ...
É sentir o agora
Sem medo de que vai embora
Tem coisas que tem que ir para vir
É sentir o agora
Com coragem de viver o agora ...
Fujo do teu olhar para me encontrar-me em teus abraços fujo teus abraços para me encontrar-me em seus beijos fujo dos seus beijos para me encontrar-me em seu coração o único que nunca conseguiria fuji estando nele tenho o a chave. De comando do seu olhar voltado para mim do seu abraço no meu abraço. Seus beijos no meu somente assim seremos um único coração
Este poema
Não é um poema complicado,
Tanto Estoicos
Quanto Epicuristas
Compartilham do resultado
Este poema
não é um poema apaixonado
cultivo uma apatheia
sem ao menos fielmente ter tentado,
alado às ridicularizações dos dois lados,
fadados
de qualquer forma
às suas paixões de cada lado
Sofrósinas você daqui
Antes que lhe joguem o
Buquê errado
E você chegue a este mesmo
Verso-estado
de amar eufórico
irracional e vulgarmente amarrotado
A verdade é que
Este poema
É um poema falhado
Sem resultado
Amordaçado
Do intelecto ao meu suspiro fraco
Cansado
De meu estado desolado
Apaixonado-desapaixonado
E tu
Tu dos Estoicos e Epicuristas
Está do mesmo lado,
De paixões, conciliações
E Hipona!
Não entende nada,
Coitados.
Pego minha mochila
parto
Vejo camomila crescer
tranquila
A nuvem oscila
O sol me fuzila
Minha atenção cochila.
Putz grila camomila,
vê se não vacila
ainda há uma grande trilha
a ser percorrida
entre mim
e minha última matilha!
XXV
Joguei algumas moedas ao céu
Para ver se elas viram ouro
Num futuro
Em chuviscos
De um outro dia frio
Em que faço rabiscos.
Vou batizar minha alegria de Sarah
Em uma tenda amarelada
Com frutas mordiscadas
Cheiro de anis e cocada.
Ah,
Leveza encantada
Tristeza libertada
Nada sedentária!
Dança embelezada
Entre a coragem da alma
E sorte na estrada.
Heliocentrismo
Dança o universo
inteirinho
bem calculado
muitos números em algarismos.
Não há erro
engano
ou parlamentarismo
só há o Sol
e seu extrovertido
lirismo.
Passou já hoje por aqui,
queimou tanto minha pele
a turismo,
que de repente,
Eritrismo!
Cabo de guerra só serve para se decidir um vencedor e um perdedor. E não há nenhum deles nas relações humanas.
