Jerônimo Bento de Santana Neto

151 - 175 do total de 493 pensamentos de Jerônimo Bento de Santana Neto

⁠O Whatsapp acrescentou novas cores aos simbolos.

Uma ótima ideia respeitando a diversidade.

Estamos conseguindo evoluir externamente principalmente com leis e atitudes politicamente corretas.

Porém internamente nossos corações continuam cheios de intolerâncias e preconceitos.

Mudar esssa natureza segregadora do ser humano é nosso maior desafio.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠A vida do pobre é mais crise do que vida. Nasce, vive e morre em crise.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Basta os lucros das grandes empresas diminuírem um pouco nos últimos anos, pnara a palavra "crise" voltar a tona.

Como sempre os donos do mundo utilizam a mídia para propagar crises com intuito de justificar demissões em massa Brasil afora.

Na verdade a maioria dos brasileiros já nascem mergulhados em crises, face as condições precárias as quais são obrigados a conviver ao longo de suas vidas. Raramente conseguem respirar tranquilos. A vida é a própria crise.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Escutar a sociedade não significa que ela vai decidir nossa felicidade.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Compreendo a negação como uma das características da natureza humana, mas um olhar de rejeição a gente nunca esquece.

Jerônimo Bento de Santana Neto

⁠Numa separação o primeiro desafio para quem perdeu um grande amor será superar a dor.

O segundo desafio será encontrar um novo amor.

O terceiro desafio será evitar comparar com o amor que já passou.

O quarto desafio é enfrentar a familia que não aprovou o novo amor.

Muitas vezes a família não aprova o novo ou a nova namorada porque ainda desapegou do namorado ou namorada anterior.

Para o novo ou nova namorada é muito importante focar na aceitação por parte de seu amor. Depois compreender que é normal o apego da família pelo antigo amor de seus filhos.

Geralmente nesses casos nossos familiares fazem comparações em busca de defeitos que no fundo servem de escudos para encobrir preconceitos.

Não potencialize de forma negativa caso perceba preconceitos.

Compreenda que são sentimentos tipos da natureza humana que é imperfeita.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Os seres humanos praticam as mesmas atrocisades de milênios atrás.

Na roma antiga Jogavam cristãos na cova dos Leões. Na Idade Média queimavam hereges nas fogueiras. Na segunda guerra mundial exterminavam judeus em câmaras de gás.

Leandro Karnal está certíssimo ao dizer que o diabo entrou em férias desde que percebeu o homem executa seu trabalho melhor do que ele próprio.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Para elogiar o seu não precisa criticar o meu.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Díficil afirmar sem algo concreto. Mais às vezes fico pensando. Será o "sistema" não simplifica as leis penais, pelo fato permitir que muita gente ganhe com isso.

Ganhar em cima dos problemas.

Enfim, garantir o ganha pão de muita gente. Juizes, delegados, advogados...

Polêmico.

Uma lógica semelhante a Indústria bélica que depende de guerras para lucrar.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Final da década de 70 todas as tampinhas dos refrigerantes Coca-Cola, Fanta Laranja, Fanta Limão e Fanta Guaraná vinham com personagens da Disney impressos na parte interna para a gente colecionar. Foi uma festa entre as crianças.

Eu e meu irmão mais velho Agnaldo conseguimos colecionar uma boa quantidade, mas tinha dois irmãos vizinhos nossos em São Marcos que morava numa rua próximo a Mata dos Otis que eram imbatíveis, ninguém superá-los em quantidade de tampinhas.

Ficávamos impressionados, de boca aberta ao ver a coleção deles, parecia que eles tinham todas tampinhas dos personagens da Disney. Era um verdadeiro show ver tudo aquilo.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Como não lembrar dos álbuns e pacotinhos de figurinhas que comprávamos nas bancas e armarinhos, torcendo para que não vissem figurinhas repetidas. Tinha álbuns de super-heróis, de personagens desenho animados, de Copa do Mundo, de Mundo Animal e até álbuns de prêmios.

E o saudoso jogo de bafo que praticávamos durante o recreio das aulas, em casa ou na casa dos vizinhos, com objetivo de ganhar figurinhas de outros jogadores. O nome bafo vem do vento que sai das mãos durante a batida no chão para virar monte de figurinhas.

Para isso, dois ou mais jogadores formam uma roda onde todos ficam sentados ao redor das figurinhas que estão sendo disputadas. Cada jogador coloca uma quantidade de figurinhas combinada entre os participantes no centro. O monte de figurinhas é agrupado e é sorteada a ordem de ação dos participantes. Acertada a ordem de participação, um jogador por vez arruma o monte, colocando todas as figurinhas viradas de frente e bate com a mão no monte de figurinhas. As figurinhas que virarem do avesso são recolhidas pelo participante que acabou de bater. O próximo participante arruma as figurinhas que restaram e bate no monte, retirando aquelas que conseguiu virar. O processo continua até que todas as figurinhas em jogo sejam retiradas do monte, ou seja, sejam viradas ao avesso.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Concordo que na teoria roupa não define caráter, mas enquanto a realidade ao meu redor roupa definir caráter serei a favor da descrição e prevenção.

Concordo que o corpo na teoria que o corpo é da mulher, mas enquanto a realidade ao meu redor desprezar esse fato serei a favor da prevenção e descrição.

Por ter esse posicionamento tenho sido chamado de machista pela patrulha ideológica dos políticamente corretos, mas pouco me importa como sou rotulado, o que me importa de fato é que depois do leite derramado já era. Nenhuma ideologia, lei ou autoridade vai conseguir trazer a volta nossos entes queridos.

Teoria é teoria, realidade é realidade

Continuarei aconselhando minha filha baseado na realidade, na vida como ela é...

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Por ter uma perna mais curta que a outra, devido sequela da poliomielite era chamado constantemente pelas crianças e até alguns vizinhos de capenga.
Seja no baba, na escola, nas diversas brincadeiras que fazíamos na rua, esse era o meu apelido. Hoje, com certeza essa atitude seria enquadrada como bullying, mas na época o que eu queria mesmo era brincar e ser chamado assim não me incomodava, achava que era apenas uma forma de me identificar.
Algo parecido, como faziam com meu irmão e um amigo nosso que possuíam o mesmo nome, na hora do par ou ímpar para escolher o baba mencionavam Agnaldo branco ou Agnaldo preto. Isso, não causava mágoas nem ressentimentos entre a eles. O próprio Agnaldo preto, já adulto, resenhando comigo uma vez afirmou que também via de forma natural aquele ato.
Voltando, ao meu caso, só muito anos depois tive a primeira sensação que aquele de tipo de atitude não era aprovada por todos. Foi quando estava na frente da casa de minha namorada Luciana e Picolé um vizinho nosso e falou: E aí? Capenga namorando, hein! De repente, Luciana rebateu com certa indignação contra aquela atitude de Picolé em me chamar de Capenga. Foi a primeira vez que tive contato e consciência que havia algo de errado naquelas práticas hoje denominada de bullying.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Até início da década de 80 minha mãe cuidava dos cinco filhos, dos afazeres domésticos e sempre estava fazendo algo para complementar renda da família, fazia costuras para vizinhança, vendia banana da prata e aos sábados pela manhã saia para vender tecidos levando eu e meu irmão Agnaldo.
Andávamos de casa em casa nos bairros próximos Jardim Guiomar, Sussarana Venha, Sussarana Nova e nas baixadas chamadas na época de invasões para fazer as vendas e cobranças daqueles clientes que optavam em comprar a prestação. Entre 10 e 14 anos de idade ajudei minha mãe nessa rotina junto Agnaldo.
Aqueles anos tiveram importância na minha formação com pessoa e até na profissão de bancário, pois houve um período no banco que tive trabalhar de cobrança porta a porta e essa experiência que tive na infância foi fundamental na forma de atuar dentro dos bairros populares de Salvador.
Por isso, sempre acreditei e continua acreditando que Deus tem um propósito em tudo na nossa vida. Amém!

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Nas décadas 70 e 80 haviamuita pobreza no Brasil, e os pais, não tinham condições de comprar brinquedos. Mas, isso não era problema, aceitávamos sem pestanejar. A única coisa precisávamos era de muita criatividade para se divertir e isso nós tínhamos de sobra.

Brincávamos de: picula, baleou, baba, quadrado, cabeçou, virou, bobinho, pontinho, salão, boca de forno, telefone sem fio, arraia, perequito, pipa, badogue, latas amarradas ou vasos de aguasanitáriaenfileirados e cheiosde areia amarrados com uma arame e cordão parapuxar, pneu velho com dois cabos de vassouras para empurrar com as mãos, amarelinha, cabra-cega, esconde-esconde, passa anel, fura pé, jogo do bafo, cama de gato, carrinho de lata de óleo, carrinho de rolimã, cinco Marias, bolinha de gude, pião, pular corda, cantigas de roda, cabo de guerra, dança das cadeiras, , pega varetas, jogo de cartas vinte e um, burro, burro em pé, futebol de botão, futebol de moeda numa tábua com 22 preguinhos cravados, brincadeira salada de frutas,três, três passará, melancia, bem me quer e mal me quer, parlenda gato comeu...

Éramos felizes, tudo se transformava em brinquedo ou brincadeira, graças a criatividade de todos.

Agradeço muito a Deus, aos meus pais, familiares e especial meu tio Antônio que pacientemente fazia carros para a gente brincar com latas de óleo, madeira, sandálias velhas cortadas em forma de pneus e cordão.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Teoria por se só não determina a realidade

Concordo que na teoria roupa não define caráter, mas enquanto a realidade ao meu redor roupa definir caráter serei a favor da descrição e prevenção.

Concordo que o corpo na teoria que o corpo é da mulher, mas enquanto a realidade ao meu redor desprezar esse fato serei a favor da prevenção e descrição.

Ser a favor da prevenção evitando o comportamento de risco como medida de proteção a mulher baseado na "vida como ela é" é ser realista. Ser a favor da culpabilização da vítima por "não ter evitado" é ser machista.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠A maioria das mulheres não querem um marido, querem um submisso que atenda as suas ordens.

Jerônimo Bento de Santana Neto

⁠Outra memória afetiva que tenho da minha infância que carrego comigo com muitas saudades são as viagens que fazíamos para o interior, geralmente nas férias escolares de janeiro e junho, São João, Semana Santa e nos feriados de prolongados.

Ficávamos parte da viagem na casa dos nossos avós paternos vovô Jerônimo e vovó Euzébia e outra parte na casa dos avós maternos, vovô Joaquim e vovó Anastácia.

Lembro perfeitamente de tudo, do gosto das frutas, jabuticaba, jambo, jaca mole, jaca dura, cajú, araça, goiaba, mangaba, manga, graviola, pinha, lima, laranja, gosto da água de coco e da cana-de-açúcar. Tudo isso plantado com muito zelo nas roças dos nossos avós.


E as comidas típicas, meu Deus, quanta saudades da carne de sertão, do toucinho e tripa de porco frita acompanhada de farofa d'água, da galinha caipira ao molho pardo, do bode assado, do ensopado de carneiro, do assado de boi, mocotó, da feijoada, da comida baiana, do ensopado de peixe, do cheiro de café feito com coador de pano...

A rede de dormir, o céu estrelado, o candeeiro, os vaga-lumes, as estradas de barro, o fogão a lenha, a casa de farinha feita de taipa e paredes e forno de barro, chão de terra, movida por tração animal (jegue ou burro) aonde meus pais, avós e tios resenhavam enquanto produziam farinha de mandioca, beiju, tapioca, goma, farofa com azeite dendê....

As brincadeiras com meus primos, pega-pega por dentro das roças, esconde-esconde,baleou, baba, boca de forno, arraia, perequito, pipa, badogue, amarelinha, cabra-cega, cinco Marias, bolinha de gude, pular corda, cabo de guerra, salada de frutas,três, três passará, melancia, bem me quer e mal me quer, os banhos nos rios, cachoeirinas e bicas, as caminhadas até roça, as crianças menores retornando dentro da cangalha do jegue, estórias de fantasmas, caças com badogue, armar alçapão para pegar passarinhos, ficar na beira da estrada sentados apostando e esperando passar um carro (poucos pessoas tinham na época) para ver quem acertava a qual a cor da placa do carro que ia passar na estrada, se vermelha, amarela ou branca. Como resultado de tantas aventuras não poderia faltar as quedas, queimaduras, arranhões, joelhos ralados.. Mas, nada que tirasse o brilho e alegria daqueles dias.

A festa de São João, as fogueiras, as quadrilhas, os namoros, os licores de diversos sabores jeninpapo, maracujá, cajá e as comidas típicas canjica, amendoim, milho assado, milho cozido, pamonha, bolo de carimã, milho, aipim, tapioca... Na Semana Santa tinha a também tradicional festa de Judas, ler o testamento de Judas, o pau-de-sebo, quebra-pote, corrida de saco, corrida como ovo na colher, as gincanas...

A espera na rodoviária, o ônibus da empresa Águia Branca, aquela ansiedade de chegar logo no interior. E o caminhão do meu tio Ziza que brincávamos em cima da carroceria e que por muitas vezes nos levou por interior de carona aproveitando que vinha trazer produtos para vender ao feirantes da Ceasa.

Agradeço imensamente a Deus, meus pais e todos familiares por esse momentos inesquecíveis e maravilhosos que de tão bons são impossíveis de descrever tudo aqui.

Sentimentos bons e saudades eternas.

Obrigado meu Deus!

Amém!

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Criar bichos de estimação e alguns animais silvestres fazem parte da cultura do brasileiro, principalmente no Nordeste do país. Lá em casa, não era diferente, crescemos ao lado de cães, diversas aves, papagaio, periquito, curió, cardeal, coleira, canário-da-terra, canário belga, sofrer, sabiá, bigode, pássaro preto, águia, falcão... Tínhamos também, peixe, tartaruguinha, cágado, teiú, camaleão, preá... Inclusive, lembro muito bem que iamos nos terenos próximos cortar capim para alimentar as preás, colher ou comprar alpistes para os passarinhos, frutas, alimentos para peixes e todos demais bichos.

Dessa época, além do casal de cachorros pequinês Gabriela e Rex, nosso cachorro vira-lata Tupã marcou muito em nossas vidas.

Gabriela e Rex eram lindos e fofos. Porém, entre eles rolava briga quase todo dia.

Já Tupã aventureiro, guerreiro e sobretudo um namorador. Ficou conosco uns 18 anos, criado solto era um verdadeiro garanhão, andava por Jardim Guiomar, Sussarana, Novo Horizonte, Arenoso... Atrevessava matas, rios, brejos e várzeas das redondezas atrás de cadelas no cio. Voltava geralmente no final da tarde todo sujo de lama e barro. Pior de tudo, não queria tomar banho, detestava. Pegávamos na tora, rsrs...

Tupã, apesar de vira-lata tinha pedigree de cacador, matava ratos, gatos e outros bichos que apareciam lá em casa. Era comum amanhecer o dia em frente ao fogão esperando a hora o rato calunga sair para pegá -lo. Certa vez, Tupã matou uma ratazana na cozinha deixando sangues espalhados pelo chão e nas paredes. A raiva que tinha de gatos fez com que ele um dia corresse atrás por cima de um muro sem medir as consequências. Resultado dessa aventura, não conseguiu pegar o gato e precisou de socorro para tirá-lo lá de cima, porque o muro era muito alto e estreito, não tinha como ele fazer a manobra de retorno, nem pular. Foi muito hilário presenciar aquilo.

Teve um dia que ficaram parado frente a frente Tupã e um gato. Ninguém se mexia, por um tempo ficaram focados um no outro esperando um vacilo. De repente, o gato se distraiu o suficiente para Tupã atacá-lo pelo meio. Realmente era um exímio caçador.

Certo dia, Tupã aproveitou que estávamos resenhando na sala enquanto assistimos televisão e foi puxando aos poucos, para ninguém perceber, um pano que estava na porta de entrada para colocar na varanda e deitar. Tupã era muito inteligente e cheio de artimanhas, obedecia a todos, exceto eu e o caçula Josedek, justamente os mais novos. Talvez, Tupã entendesse que por ser mais velho que nós, a gente que lhe devia respeito, rsrs...

Com o passar dos anos, minha irmã mais velha Conceição casou com Albérico foi morar ao lado da nossa casa. Nesse período Tupã já era muito velho, com doenças de pele e outras complicações da idade avançada, adquiriu um hábito de subir na cama para dormir.

Com a chegada de Laiane, recém nascida, minha mãe ficou preocupada e pediu para Albérico levar Tupã para algum lugar.

Na primeira vez, Albérico resolveu soltar Tupã perto da Chesf (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco) uns seis quilómetros de nossa casa. Porém, Tupã conseguiu retornar para casa. Já segunda vez, nunca mais voltou e Albérico não deu detalhes sobre o destino de Tupã. Somente informou que resolveu.

Até hoje me mãe chora, lamenta e se arrepende dessa decisão equivocada de retirar Tupã do nosso convívio. Se fosse hoje, teria feito diferente.

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⁠Ao longo do tempo a sociedade patriarcal criou freios morais para conter o poder sedutor da mulher.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Pra que serve uma DR ? Se o homem está sempre errado e a mulher sempre certa.

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⁠Aquele que escolhe sair da caverna paga um preço muito alto. Passa a vida carregando uma cruz tão grande e pesada que desestimula outros a seguir esse caminho.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Será que já vem no DNA da mulher essa mania de querer moldar o homem à sua imagem e semelhança?

Jerônimo Bento de Santana Neto

⁠A sensação que tenho é que estão jogando a poeira embaixo do tapete.

Retiram os barraqueiros da praia, as baianas de acarajé e recentemente os ambulantes.

Construíram arenas modernas em contraste com miséria ao seu redor.

Para resolver os problemas de engarrafamento vão decretar feriados nos dias de jogos.

Só falta colocarem uma enorme cortina para esconder nossas favelas.

Nossa realidade é tosca, e querem mostrar para o mundo um Brasil que não existe.

Jerônimo Bento de Santana Neto
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⁠Por que será que a preocupação com o risco de contágio do coronavírus só vem a tona quando não estamos incluso no evento, festa ou confraternização?

Recortes de conveniência até para o covid-19?

Brasil respira hipocrisia!

Jerônimo Bento de Santana Neto