Celina Vasques

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Versos por escrever...


Meu caminhar perde-se
No amontoar dos destroços de um passado distante
E meus passos vagam por estas paisagens
Assistindo o desabrochar de uma flor...
Porque o querer deve sempre ser o mais profundo
Da essência...
E sigo admirando o voejar de uma gaivota...
Pouso a visão sobre à tarde do mundo enquanto meus olhos se perdem
Num belíssimo horizonte azul num sem fim
E respiro... E me inspiro... E atiro ao mar todas as minhas magoas...
E em meus passos incertos rumo ao infindo...

No meu coração exorcizo a dor que marca cada gota salgada das lágrimas
Que escorrem em meu rosto qual um sonho destroçado
Silenciando o brado induzido e rouco que na garganta se figura flébil
Busco forças para caminhar só mais um pouco
Por todos os versos que ficaram por escrever...!

Celina Vasques
Inserida por celinavasques

Teu amor chegou pela manhã
Qual um temporal de infinitas sensações
Meu coração então criou asas...
Rasgando os céus da inércia
Voando e delineando as guias secretas do voo
Entre o verde das florestas... O espelho d’água dos rios...
Dos sonhos sem limites
E do azul profundo do mar...!

Celina Vasques
Inserida por celinavasques

Sou eu...quem te ama!

Tu és um poema magnifico escrito no silencio
Das minhas noites insones...
Um anjo que os meus olhos seduz
Meu mais belo sonho... Minha eterna espera...
A mais linda canção...
É qual o volitar de uma gaivota varrendo o horizonte
Em manhãs primaveris... E neste delírio constante em te ter
Anseio por ti... Amo-te
E te penso...e te tenho...
Sou eu quem te ama...
Nas minhas mais profundas fantasias...!

Celina Vasques
Inserida por celinavasques

E tu alma minha, que és quase a minha essência. .
Traz-me um pouco de ti como se eu fosse um pedaço de mar
Mergulha em mim... Nas minhas entranhas...
E com o silêncio de tua voz serena as minhas dores...
E eu novamente... Te acalentarei no meu peito...!

Celina Vasques
Inserida por celinavasques

Na límpida calma de uma madrugada de abril...
Faz-se o silencio na memória
Sou pássaro de voo... Jardim de primavera...
De ti já tentei em muitas outras estações...
Nunca te esqueci... Nem nunca parti...
E nesta distancia infinda jaz a tua lembrança
Nas noites e nos dias... Em todos os crepúsculos
Sonho com noites de luar... Em chama acesa...

Na fulgente placidez de uma manhã de abril...

Celina Vasques
Inserida por celinavasques

A minha alma
Na tua alma tem o alvor e a brancura dos sentidos
É tão imaculada a fase de plantar ilusões...
... Um suspiro decisivo...
E planto... E plantei!
E fantasio na estrada do coração... Lindos momentos de amor...!
E caminho em frente ao mar... Num passeio sem fim...
És a poesia razão desta caminhada onde escuto
A melodia de passarinhos voando nas nuvens
... Desse horizonte sem fim...
Eco melodioso
De brados matizes... Muitas cores!

Celina Vasques
Inserida por celinavasques

Embriagada de júbilo e fadiga
Vivo o amor e a placidez em mil momentos e
Num sussurro delirante
E no rodopiar de castas harmonias
Persegue-me os passos do tempo…. no vento!
Será que sobreviverei a bruma dos amanheceres eternos?

Celina Vasques
Inserida por celinavasques

Caminhares perdidos
Arrastei anos,
Perdi alegrias, amplexos e até o afeto.
Voei nas asas do vento..
E quando achei que tudo sabia
Descobri que ser feliz é apenas breves momentos...!

Celina Vasques
Inserida por celinavasques

Eu queria sobreviver ao nevoeiro das manhãs eternas...!

Celina Vasques
Inserida por celinavasques

De um tempo fugaz...

No meu olhar a alma que habita em mim
Reflete a canção adoçando
O meu rosto num sorriso cintilado poético
Que vem de meu coração vibrante...

Gotas de orvalho brotam docemente
De um firmamento gris
Fulguradas pelas luzes sofisticadas
De um tempo fugaz...

Na visão marejada e carente de ti
O tempo não se detém nem retorna
Prossegue inexorável
Os sentimentos confundem-se...
No distante horizonte... Onde um pássaro
... Voa... Disperso... Maltratado...!

Celina Vasques
Inserida por celinavasques

Ao assistir o entardecer prodigioso...
Escuto os passos do vento em minha varanda...
A saudade trás a lembrança de ternuras antigas...
E penso que morro todos os dias
Enxugo as lágrimas na solidão do crepúsculo
E encanto-me com a canção dos passarinhos...
Sussurrando nos lábios o encanto infindo...
E num longo devaneio misterioso viajo
No voo de poesias não escritas...
E continuo a escutar as canções dos ventos e seus passos
Que me fazem adormecer e sonhar contigo!

Celina Vasques
Inserida por celinavasques
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