Arcise Câmara

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⁠Merece uma análise crítica

O que é feito com má vontade não produz aprendizagem e muito menos realização e ando pensando sobre isso e muito mais. Nada pode justificar ações contra nenhum ser humano, está crescendo as demonstrações de racismo e intolerância e isso é inaceitável.
Ser autêntica quando a gente se apresenta como realmente é, sem disfarces ou máscaras não quer dizer ser arrogante, prepotente, se achar melhor do que os outros , isso tá longe de ser autenticidade.
Tendemos a ser muito compreensivos em relação a nossos próprios defeitos e falhas, e pouco compreensivos com as imperfeições dos outros, a gente quer ser perdoada, mas não quer perdoar.
A gente precisa ser amor na forma de se comportar, de rezar, de cumprimentar as pessoas, a maneira de agir, tudo com civilidade, devemos buscar a transcendência. Não julgar e sim ensinar.
Eu sempre me achei uma felizarda, apesar de errar muito, sou consciente dos passos que devo dar para frente e para trás, sei que o que é dado com consciência deve ser retribuído com consciência também.
Houve uma modificação em mim, em termos de relacionamento com as pessoas, de pensar mais em função do próximo, de entender que todas as verdades são meias-verdades.
Eu me abri sem medo à universalidade, cada um tem liberdade para concordar ou não com a opinião dos outros, mas precisa, também, fundamentar seu ponto de vista, sua discordância com amor e respeito.
Somos todos frutos de uma mesma família, temos sentimentos, qualidades, defeitos, somos imperfeitos que buscamos nos desenvolver, sem estimular o conformismo, a passividade, a imitação e a repetição do que os outros fazem.
Meu eu deve ser estimulado e não reprimido, somos diferentes mas não piores, muitas vezes pensamos de maneira não convencional e infringimos as regras que nos levam a felicidade.
A gente não se deixa levar pelos costumes do mundo, não podemos normalizar o erro, ele é apenas um dos caminhos para se chegar ao acerto. A escola não está afastada da vida, somos aprendizes o tempo todo.
Tendemos a esquecer o que aprendemos e não usamos, nossa memória reorganiza o que aprendemos e eu não quero prejulgar, mas não é sábio aprender para deixar na gaveta.

Inserida por Arcise

⁠Ao invés de nos lembrarmos do que realmente aconteceu, tendemos a nos lembrar do que é mais conveniente para nós

Sou desprendida de todo o bem que faço até me sentir injustiçada ou com sentimento de ingratidão, a vida pra mim é fluxo e refluxo, é um mistério delicioso. Usamos o passado apenas como referência para que os erros antigos não se repitam, isso também serve para um alerta do que devemos ou não fazer.
Toda violência com criança pode ser evitada, é um respeito a si mesma, muitas pessoas querem tratar os outros como se fossem coisas sem importância. Nós somos sonhos, lutas, às vezes solidão.
Vamos nos acostumando com hábitos que nos permitem manter o corpo sempre saudável, quando queremos ser sensatos e sinceros com que sentimos e vivemos conseguimos.
Não podemos mais viver olhando para trás, dizer não de maneira justa, de forma pensada e realizada nos traz grandes ensinamentos e lições de vida, a gente precisa entender e saber o que queremos.
Somente te amarei se você tiver êxito em me amar, eu curto reciprocidade. Adoro frases que começam com “no meu tempo...”, sei que nosso tempo é agora e que o presente é infinitamente mais importante, mas essa reflexão nos faz seguir sem tantos tropeços.
Estar com pessoas queridas é básico para manter a alegria de viver, somos família, esse modelo de cada um por si e Deus por todos não se sustenta mais. A gente é ser colaborativo, se nos sentimos explorados, acabamos nos cansando.
A vida deve ser entendida, devemos tomar pé da situação, se não estamos conectados com o nosso eu a gente acaba na barafunda geral, o trabalho começa a perder qualidade.
O importante, não deixe de ser você para agradar os outros e e não me venha com essa história de não ter tempo. A gente sempre tem tempo para o que nos interessa, inclusive pra tomar aquele sorvete de papaia com cacis que a gente tanto ama.
Por vezes passei fome, prendi xixi para cumprir a tarefa que o trabalho me pusera, os lábios rachavam e as gargantas ardiam por falta d’água. Eu costumava me lamentar, mas refletindo sobre o assunto, verifiquei que muitas coisas eram frutos das minha escolhas, ninguém me pedia para fazer, eu que me achava no direito de fazer e por isso não tinha do que reclamar.
Minha vida era uma gangorra entre dúvidas e esperanças, entre centralizar em mim mesma e dar poder aos outros, entre inibir minhas iniciativas para favorecer as ideias dos outros.
Refleti sem faz de conta.

Inserida por Arcise